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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: A soja fechou em baixa com fraco desempenho das exportações – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 15/12/2025
FECHAMENTOS DO DIA 15/12

O contrato de soja para janeiro fechou em baixa de -0,46% ou $ -5,00 cents/bushel, a $1071,75. A cotação de março encerrou em baixa de -0,51% ou $ -5,50 cents/bushel, a $1081,25. O contrato de farelo de soja para janeiro fechou em alta de 0,33% ou $ 1,0/ton curta, a $ 303,5. O contrato de óleo de soja para janeiro fechou em baixa de -1,18% ou $ -0,59/libra-peso, a $ 49,48.

ANÁLISE DA BAIXA

A soja negociada em Chicago fechou de forma mista nesta segunda-feira. As cotações para a safra 25/26 voltaram a cair neste começo de semana, com a decepção dos dados de exportação. Para a safra seguinte os preços permaneceram praticamente estáveis. Não só as vendas para a China estão abaixo do esperado pelo mercado, no total os compromissos de vendas, atualizados só até o dia 20 de novembro, estão 38% abaixo do mesmo período do ano comercial anterior. Os embarques para exportação, onde os navios para a China começam a ter destaque, estão 46% abaixo do ano passado. Estes dados não foram prejudicados pelo shutdown do governo americano e estão 100% atualizados. Com isso, mesmo novas vendas aparecendo, como as 136 mil toneladas vendidas para a China nesta segunda-feira, não estão conseguindo provocar uma reação nos preços da soja, que ampliou as suas perdas para o mesmo patamar de sete semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
SOJA AMPLIA PERDAS (baixista)

Os preços da soja voltaram a recuar nesta sessão na Bolsa de Chicago, ampliando as perdas observadas na última semana. O mercado segue pressionado pelo ritmo lento das compras chinesas da soja norte-americana, especialmente em relação à meta de 12 milhões de toneladas definida após as conversas entre os presidentes dos Estados Unidos e da China.

CHUVAS PRESSIONAM AS COTAÇÕES (baixista)

A tendência de baixa também foi reforçada pelas chuvas recentes no Brasil e na Argentina, que melhoraram as condições das lavouras, e pela incerteza em torno das normas de mistura de biocombustíveis para 2026. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) deve adiar as definições para o próximo ano, mantendo o cenário de cautela.

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EXPORTAÇÕES CONTINUAM MUITO INFERIORES (baixista)

No âmbito das exportações, o USDA informou que as vendas de soja da safra 2025/2026, entre 14 e 20 de novembro, somaram 2,32 milhões de toneladas, dentro da faixa esperada pelo mercado. Desse total, 2,14 milhões de toneladas tiveram como destino a China. No acumulado, as vendas totais dos EUA atingem 20,72 milhões de toneladas, volume 38,4% inferior ao registrado no mesmo período de 2024.

PEQUENA VENDA À CHINA (altista)

Em relatórios diários, o USDA também confirmou novas vendas de 136 mil toneladas para a China, elevando o total antecipado para 3,51 milhões de toneladas na safra 2025/2026. Esses volumes serão incorporados gradualmente aos relatórios semanais, que seguem sendo divulgados com atraso até o início de janeiro.

EXPORTAÇÕES SEMANAIS ABAIXO DA SEMANA ANTERIOR (baixista)

Quanto aos embarques, as inspeções semanais do USDA, referentes ao período de 5 a 11 de dezembro, apontaram exportações de 795,7 mil toneladas, abaixo da semana anterior e das expectativas do mercado. Do total, 202 mil toneladas tiveram como destino a China, via Golfo dos EUA.

ESMAGAMENTO RECORDE, MAS ABAIXO DO ESPERADO (baixista)

Por fim, o relatório da NOPA mostrou que o esmagamento de soja em novembro atingiu 5,88 milhões de toneladas, recorde para o mês, porém abaixo das estimativas do mercado e do volume processado em outubro. Os estoques de óleo de soja totalizaram 686,3 mil toneladas no fim de novembro, o maior nível em sete meses, reforçando o viés de pressão sobre o complexo soja.

BRASIL-MOVIMENTO SEGUE DE ALTA (altista)

No Brasil, o real mais fraco frente ao dólar elevou a paridade de exportação, sustentando os preços internos mesmo em momentos de pressão em Chicago. Como Paranaguá é referência de exportação, o efeito cambial foi determinante para a recuperação dos preços ao longo do período. Após atingir níveis próximos a R$ 133–134/saca, houve entrada de compradores, recomposição de posições e redução da oferta imediata, favorecendo a recuperação gradual. Tudo isso indica um mercado mais sustentado por fundamentos internos (câmbio, prêmio e oferta) do que por alta em Chicago.

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CONAB-PLANTIO DE SOJA

O plantio avançou 3,8% em relação com a semana anterior. Até 13 de dezembro de 2025, 94,1% da área total havia sido semeada, ante 90,3% da semana anterior, 96,8% do ano passado, ficando acima em relação à média de 5 anos de 90,6%. Paraná semeou 100,0%, Mato Grosso 100,0%, Mato Grosso do Sul 100,0%, São Paulo 100,0%, Bahia 97,0%, Minas Gerais 100,0%, Tocantins 98,0%, Goiás 97,0%, Santa Catarina 86,0%. Rio Grande do Sul plantou 81,0%, Maranhão 42,0% e Piauí 88,0% da área pretendida.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Preços da soja no Brasil e em Chicago: veja como o mercado estreou a semana

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Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com pouca movimentação e negócios limitados. As cotações no físico ficaram entre estáveis e levemente mais altas, acompanhando uma melhora moderada na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

De acordo com o analista e consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o ambiente segue de cautela entre os agentes, especialmente diante da expectativa pelos dados do relatório do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para esta terça-feira (12).
"Foi um início de semana com poucas movimentações nos preços. Tivemos uma bolsa melhor, mas sem variações expressivas, enquanto o dólar segue estabilizado e os prêmios não mudam o cenário atual", afirmou.

Segundo o analista, o volume de negociações permaneceu reduzido, refletindo a postura retraída dos produtores e spreads mais elevados nas indicações de compra e venda. Silveira acrescentou que os produtores seguem afastados das negociações, o que mantém o mercado pouco ofertado neste começo de semana.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 123
  • Santa Rosa (RS): R$ 124
  • Cascavel (PR): subiram de R$ 118,50 para R$ 119
  • Rondonópolis (MT): R$ 108,50
  • Dourados (MS): passaram de R$ 111,50 para R$ 112
  • Rio Verde (GO): R$ 110
  • Porto de Paranaguá (PR): aumentou de R$ 128,50 para R$ 129
  • Rio Grande (RS): R$ 129

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ainda que abaixo das máximas do dia.

Na véspera do relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a alta do petróleo – puxada pela falta de acordo entre EUA e Irã sobre o conflito no Oriente Médio – e a expectativa positiva por aumento na demanda chinesa pela soja americana sustentaram as cotações.

O mercado aposta que o USDA deverá indicar produção e estoques de passagem de soja norte-americanos em 2026/27 maiores que os indicados na temporada anterior. Este será o primeiro relatório com números para a atual temporada.
Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos EUA em 2026/27 deverá ficar em 4,450 bilhões de bushels (121,1 milhões de toneladas). No ano anterior, a produção foi de 4,262 bilhões, segundo a mais recente projeção do USDA.

Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número 353 milhões de bushels. Para 2025/26, a previsão de que o Departamento reduza seu número de 350 milhões para 347 milhões de bushels.

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Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 126,3 milhões de toneladas. Para 2025/26, o USDA deverá aumentar sua estimativa de 124,8 milhões para 125,6 milhões de toneladas.

O USDA, na avaliação do mercado, deverá elevar a sua estimativa para a safra brasileira, de 180 milhões para 180,4 milhões de toneladas em 2025/26. Já a previsão para a produção argentina em 2025/26 deverá ser elevada de 48 milhões para 48,5 milhões de toneladas.

Além do USDA, o mercado volta suas atenções para o encontro entre os presidentes norte-americano, Donald Trump, e chinês, Xi Jinping, em Pequim, a partir da quarta-feira (13). O mercado aposta em algum acordo entre os dois países que envolva a retomada das aquisições de soja dos EUA pelos chineses.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 5,00 centavos de dólar, ou 0,41%, a US$ 12,13 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,08 por bushel, com elevação de 5,25 centavos de dólar ou 0,43%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 5,40 ou 1,68% a US$ 325,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 73,74 centavos de dólar, com perda de 0,58 centavo ou 0,78%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,06%, sendo negociado a R$ 4,8918 para venda e a R$ 4,8898 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8857 e a máxima de R$ 4,9042.

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Sustentabilidade

34% dos produtores rurais sabem o que é crédito de carbono, mostra pesquisa da ABMRA – MAIS SOJA

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Um terço dos produtores rurais brasileiros afirma conhecer o crédito de carbono, segundo a 9ª Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural. Esta fatia representa 34% dos entrevistados, indicando que o tema ainda está em processo de evolução no campo. Dentro desse grupo, 33% declaram possuir algum nível de conhecimento, enquanto a participação em iniciativas relacionadas ao crédito de carbono alcança 24% desses produtores.

Entre aqueles que estão inseridos nessas iniciativas, a principal frente é a conservação de áreas naturais, mencionada por 66%. Outras práticas incluem a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis (42%) e ações de reflorestamento (34%).

Para o presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA), Ricardo Nicodemos, os dados indicam espaço para avançar na comunicação sobre sustentabilidade no campo. “Há uma oportunidade clara para as marcas ampliarem a comunicação e levarem conhecimento para o produtor sobre o que já é feito e como essas práticas se conectam a novas agendas, como o crédito de carbono. Tornar essa relação mais visível pode contribuir para acelerar o entendimento e a adoção no campo”, afirma.

Entre os produtores rurais que adotam iniciativas relacionadas ao crédito de carbono, a principal frente é a conservação de áreas naturais, mencionada por 66%

O levantamento também aponta que 86% dos produtores rurais dizem acreditar que as mudanças climáticas irão interferir na produção agrícola. Ao mesmo tempo, apenas 31% classificam como altas ou muito altas as barreiras para adoção de técnicas sustentáveis, indicando um cenário em que a percepção de impacto convive com desafios para avançar na implementação. Entre as dificuldades estão a falta de informação clara e apoio técnico, acesso limitado a recursos ou medo de que a adoção dessas novas práticas não traga benefícios suficientes.

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Nesse contexto, o executivo destaca o papel da comunicação na valorização das práticas já existentes. “A conservação de áreas naturais aparece como principal iniciativa entre os produtores que já estão inseridos nesse contexto. Comunicar esse dado de forma mais consistente é fundamental para dar visibilidade à atuação do produtor rural e qualificar a percepção sobre o setor”.

Perfil do produtor combina tradição e avanço técnico

O estudo também traça o perfil do produtor rural brasileiro. Atualmente, a faixa etária do produtor brasileiro é de 48 anos, e 61% declaram ser produtores por seguirem a tradição de família.

O nível de conhecimento técnico apresentou crescimento no período analisado, passando de 24% em 2021 para 43% em 2025. Outro dado apontado é a percepção sobre a gestão em que 98% dos produtores consideram a participação da mulher como vital ou muito importante na condução da propriedade rural.

Para Ricardo Nicodemos, esses dados ajudam a entender o momento atual do setor e o desafio das marcas criarem estratégias de comunicação alinhadas com o perfil do produtor. “Os dados evidenciam um campo heterogêneo, com diferentes níveis de formação e experiência. Para as marcas, isso torna essencial um entendimento aprofundado do perfil do produtor, já que a efetividade da comunicação no agro depende de estratégias segmentadas, alinhadas à realidade e ao contexto de cada público”.

A Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural é considerado o maior levantamento sobre o perfil do produtor rural brasileiro. Foram realizadas 3.100 entrevistas presenciais em 16 estados, abrangendo 14 culturas agrícolas, quatro tipos de rebanhos e um questionário com 280 perguntas.

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Sobre a ABMRA

A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) é a única entidade voltada exclusivamente ao marketing e à comunicação do Agro. Há quase 50 anos, fortalece o marketing disseminando as boas práticas e contribuindo com todos que participam da cadeia produtiva do setor a se comunicarem melhor. Congrega todo o ecossistema da comunicação, tendo como Associados as indústrias (anunciantes), agências e veículos de mídia.

A ABMRA se posiciona como a “Casa do Marketing e da Comunicação do Agro”.

Fonte: Assessoria


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Sustentabilidade

Efeitos da compactação do solo podem variar de acordo com a cultura – MAIS SOJA

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A qualidade do solo, é um dos fatores relacionados ao bom crescimento, desenvolvimento e produtividade das culturas agrícolas. Além de boa fertilidade, solos de boa qualidade devem apresentar bons atributos químicos, biológicos e físicos, que atendam as necessidades da planta e estimulem o crescimento e desenvolvimento vegetal.

Embora a qualidade química do solo, especialmente relacionada ao seu pH e disponibilidade de alumínio na solução do solo sejam o foco de muitos manejo, a qualidade física também deve ser analisada com cuidado, visando intervir para sua melhoria quando necessário. Estudos demonstram que a compactação do solo, mensurada muitas vezes pela resistência do solo à penetração (RP), é um dos principais fatores limitantes do crescimento vegetal, com impacto real na produtividade final da cultura.

É consenso que as raízes são os órgãos mais afetados pela compactação do solo. De acordo com Savioli et al. (2021), solos compactados tendem a restringir o crescimento e desenvolvimento radicular, limitando a faixa de solo explorado pela planta, e consequentemente o acesso a recursos como água e nutrientes.

Pesquisas demonstram que em alguns casos, a partir 0,85 Mpa de RP já é possível observara perda de produtividade na soja (Beulter & Centurion, 2004). Sobretudo, em termos gerais, pode-se dizer que valores de densidade do solo a partir 1,3 g cm-3 ou superiores, podem limitaram o desenvolvimento geral da cultura  (Savioli et al., 2021).

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Mesmo que o impacto direto da compactação seja observado principalmente no crescimento radicular das plantas, indiretamente a parte aérea das plantas é afetada pela compactação do solo. A restrição a expansão do sistema radicular tende a limitar o crescimento da parte aérea das plantas, afetando inclusive a formação de componentes de produtividade.

A altura da planta é uma das principais variáveis afetadas negativamente pela, compactação do solo. Conforme analisado por Silva, Maia e Bianchini (2006), com o aumento da densidade do solo tem-se a redução da altura das plantas, variando de acordo com a cultura agrícola.

Figura 1. Altura relativa observada (■) e estimada pelo modelo (□) para plantas de algodão, Brachiaria brizantha, milho e soja, considerando a compactação em Latossolo Vermelho-Escuro distrófico.
Fonte: Silva, Maia e Bianchini (2006)

Os autores destacam que a sensibilidade aos efeitos da compactação do solo pode variar de acordo com a cultura agrícola, sendo o algodoeiro uma das espécies com maior susceptibilidade aos efeitos da compactação do solo. Enquanto as gramíneas apresentam maior tolerância aos efeitos da compactação do solo, soja e algodão são mais afetadas pelo adensamento do solo.

No entanto, os resultados obtidos por Silva, Maia e Bianchini (2006) demonstram que o maior crescimento vegetal nem sempre ocorre em solos com menor densidade. Em algumas culturas, a densidade de 1,2 Mg ha⁻¹ proporcionou respostas positivas, como observado para a soja, que apresentou incremento de 31,92% na massa seca relativa de frutificação em relação à densidade de referência. Já o milho apresentou aumento mais discreto, de 4,17%, enquanto o algodoeiro registrou pequena redução, da ordem de 4,92%, na massa seca relativa total da parte aérea nessa mesma condição de densidade do solo.



Figura 2. Massa seca relativa de frutificação (MSRF), área foliar relativa (AFR) e massa seca relativa total da parte aérea (MSRAT) de plantas de soja (●), milho (□), algodoeiro (∆) e Brachiaria brizantha (■), considerando a compactação em Latossolo Vermelho-Escuro distrófico.
Fonte: Silva, Maia e Bianchini (2006)

Isso indica que as culturas respondem de maneira distinta à compactação do solo, sendo algumas mais sensíveis que outras. Essa variabilidade dificulta a definição de um valor único de densidade do solo como parâmetro universal para quantificar os efeitos da compactação sobre o desenvolvimento vegetal. Embora sejam necessários mais estudos para estabelecer limites mais precisos, os resultados obtidos por Silva, Maia e Bianchini (2006) evidenciam que culturas como soja e algodão tendem a ser mais sensíveis à compactação em comparação a gramíneas, como milho e braquiária. Além disso, o estudo demonstra que densidades do solo a partir de 1,5 Mg m⁻³ comprometem significativamente o crescimento da parte aérea das plantas.

Confira o estudo completo desenvolvido por Silva, Maia e Bianchini (2006) clicando aqui!

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Referências:

BEULTER, A. N.; CENTURION, J. F. COMPACTAÇÃO DO SOLO NO DESENVOLVIMENTO RADICULAR E NA PRODUTIVIDADE DA SOJA. Pesq. agropec. bras., Brasília, v.39, n.6, p.581-588, jun. 2004. Disponível em: < https://www.scielo.br/pdf/pab/v39n6/v39n6a10.pdf >, acesso em: 11/05/2026.

SAVIOLI, M. R. et al. COMPONENTES DE PRODUÇÃO DA SOJA SOB NÍVEIS DE COMPACTAÇÃO DO SOLO. Acta Iguazu, Cascavel, v.10, n.2, p. 1-12, 2021. Disponível em: < https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/26312/17560 >, acesso em: 11/05/2026.

SILVA, G. J.; MAIA, J. C. S.; BIANCHINI, A. CRESCIMENTO DA PARTE AÉREA DE PLANTAS CULTIVADAS EM VASO, SUBMETIDAS À IRRIGAÇÃO SUBSUPERFICIAL E A DIFERENTES GRAUS DE COMPACTAÇÃO DE UM LATOSSOLO VERMELHO-ESCURO DISTRÓFICO. R. Bras. Ci. Solo, 2006. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/rbcs/a/LSb8SHtqvgHwgtpyTxySxvn/?format=pdf&lang=pt >, acesso em: 11/05/2026.

Foto de capa: Henrique Debiasi.

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