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23 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: A soja fechou em baixa com fraco desempenho das exportações – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 15/12/2025
FECHAMENTOS DO DIA 15/12

O contrato de soja para janeiro fechou em baixa de -0,46% ou $ -5,00 cents/bushel, a $1071,75. A cotação de março encerrou em baixa de -0,51% ou $ -5,50 cents/bushel, a $1081,25. O contrato de farelo de soja para janeiro fechou em alta de 0,33% ou $ 1,0/ton curta, a $ 303,5. O contrato de óleo de soja para janeiro fechou em baixa de -1,18% ou $ -0,59/libra-peso, a $ 49,48.

ANÁLISE DA BAIXA

A soja negociada em Chicago fechou de forma mista nesta segunda-feira. As cotações para a safra 25/26 voltaram a cair neste começo de semana, com a decepção dos dados de exportação. Para a safra seguinte os preços permaneceram praticamente estáveis. Não só as vendas para a China estão abaixo do esperado pelo mercado, no total os compromissos de vendas, atualizados só até o dia 20 de novembro, estão 38% abaixo do mesmo período do ano comercial anterior. Os embarques para exportação, onde os navios para a China começam a ter destaque, estão 46% abaixo do ano passado. Estes dados não foram prejudicados pelo shutdown do governo americano e estão 100% atualizados. Com isso, mesmo novas vendas aparecendo, como as 136 mil toneladas vendidas para a China nesta segunda-feira, não estão conseguindo provocar uma reação nos preços da soja, que ampliou as suas perdas para o mesmo patamar de sete semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
SOJA AMPLIA PERDAS (baixista)

Os preços da soja voltaram a recuar nesta sessão na Bolsa de Chicago, ampliando as perdas observadas na última semana. O mercado segue pressionado pelo ritmo lento das compras chinesas da soja norte-americana, especialmente em relação à meta de 12 milhões de toneladas definida após as conversas entre os presidentes dos Estados Unidos e da China.

CHUVAS PRESSIONAM AS COTAÇÕES (baixista)

A tendência de baixa também foi reforçada pelas chuvas recentes no Brasil e na Argentina, que melhoraram as condições das lavouras, e pela incerteza em torno das normas de mistura de biocombustíveis para 2026. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) deve adiar as definições para o próximo ano, mantendo o cenário de cautela.

EXPORTAÇÕES CONTINUAM MUITO INFERIORES (baixista)

No âmbito das exportações, o USDA informou que as vendas de soja da safra 2025/2026, entre 14 e 20 de novembro, somaram 2,32 milhões de toneladas, dentro da faixa esperada pelo mercado. Desse total, 2,14 milhões de toneladas tiveram como destino a China. No acumulado, as vendas totais dos EUA atingem 20,72 milhões de toneladas, volume 38,4% inferior ao registrado no mesmo período de 2024.

PEQUENA VENDA À CHINA (altista)

Em relatórios diários, o USDA também confirmou novas vendas de 136 mil toneladas para a China, elevando o total antecipado para 3,51 milhões de toneladas na safra 2025/2026. Esses volumes serão incorporados gradualmente aos relatórios semanais, que seguem sendo divulgados com atraso até o início de janeiro.

EXPORTAÇÕES SEMANAIS ABAIXO DA SEMANA ANTERIOR (baixista)

Quanto aos embarques, as inspeções semanais do USDA, referentes ao período de 5 a 11 de dezembro, apontaram exportações de 795,7 mil toneladas, abaixo da semana anterior e das expectativas do mercado. Do total, 202 mil toneladas tiveram como destino a China, via Golfo dos EUA.

ESMAGAMENTO RECORDE, MAS ABAIXO DO ESPERADO (baixista)

Por fim, o relatório da NOPA mostrou que o esmagamento de soja em novembro atingiu 5,88 milhões de toneladas, recorde para o mês, porém abaixo das estimativas do mercado e do volume processado em outubro. Os estoques de óleo de soja totalizaram 686,3 mil toneladas no fim de novembro, o maior nível em sete meses, reforçando o viés de pressão sobre o complexo soja.

BRASIL-MOVIMENTO SEGUE DE ALTA (altista)

No Brasil, o real mais fraco frente ao dólar elevou a paridade de exportação, sustentando os preços internos mesmo em momentos de pressão em Chicago. Como Paranaguá é referência de exportação, o efeito cambial foi determinante para a recuperação dos preços ao longo do período. Após atingir níveis próximos a R$ 133–134/saca, houve entrada de compradores, recomposição de posições e redução da oferta imediata, favorecendo a recuperação gradual. Tudo isso indica um mercado mais sustentado por fundamentos internos (câmbio, prêmio e oferta) do que por alta em Chicago.

CONAB-PLANTIO DE SOJA

O plantio avançou 3,8% em relação com a semana anterior. Até 13 de dezembro de 2025, 94,1% da área total havia sido semeada, ante 90,3% da semana anterior, 96,8% do ano passado, ficando acima em relação à média de 5 anos de 90,6%. Paraná semeou 100,0%, Mato Grosso 100,0%, Mato Grosso do Sul 100,0%, São Paulo 100,0%, Bahia 97,0%, Minas Gerais 100,0%, Tocantins 98,0%, Goiás 97,0%, Santa Catarina 86,0%. Rio Grande do Sul plantou 81,0%, Maranhão 42,0% e Piauí 88,0% da área pretendida.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Preços da soja se elevam e queda produtiva dos EUA pode gerar novas altas

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Foto: Daniel Popov

Os preços da soja apresentaram boas altas ao longo da semana no mercado brasileiro, tanto no físico como nos portos.

Segundo o analista de Safras & Mercado Rafael Silveira, houve uma melhora na comercialização, com os produtores aproveitando a elevação das cotações, garantida pelo crescimento dos contratos futuros negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

Preços médios da soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 140 para R$ 147
  • Cascavel (PR): passou de R$ 136 para R$ 144
  • Rondonópolis (MT): avançou de R$ 133 para R$ 138
  • Porto de Paranaguá: subiu de R$ 147 para R$ 155

Bolsa de Chicago

Na Bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, subiram 3,05% no balanço da semana, sendo cotados a US$ 12,32 por bushel.

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Os agentes acompanharam de perto a tradicional crop tour do Pro Farmer, realizada ao longo da semana. As impressões iniciais confirmaram potencial produtivo abaixo das expectativas iniciais, como já havia sido antecipado no relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

“Outros pontos que ajudaram a sustentar as cotações foram a continuidade das compras chinesas no mercado norte-americano e a alta do preço do petróleo. O barril deve fechar a semana com ganhos em torno de 5%, reflexo das renovadas tensões no Oriente Médio”, contextualiza Silveira.

As importações de soja dos Estados Unidos pela China subiram 164% em julho ante o ano anterior, à medida que o produto adquirido sob um acordo para encerrar a guerra comercial do ano passado continuou chegando aos portos chineses. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 1,11 milhão de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos no mês passado ante 420,8 mil em igual período de 2025, conforme a Administração Geral da Alfândega.

No acumulado do ano, são 10,29 milhões de toneladas importadas, 38% inferior a igual período do ano passado.

Do Brasil, foram importadas 9,78 milhões de toneladas em julho, perda de 5,9% frente ao ano passado. No acumulado do ano, são 44,53 milhões de toneladas importadas, 5,37% superior a igual período do ano passado.

Oferta e demanda de soja

O mercado brasileiro de soja segue com exportações em ritmo acelerado, sustentadas pela forte demanda externa. Segundo o analista de Safras & Mercado, a demanda está atualmente cerca de 5 milhões de toneladas acima do observado no mesmo período de 2025.

Mesmo com o retorno da China ao mercado norte-americano e o avanço das vendas da nova safra dos Estados Unidos, a demanda nos portos brasileiros permanece sustentada, com outros compradores mantendo ritmo firme de aquisições.

“As questões geopolíticas internacionais e os possíveis impactos do El Niño são os principais fatores que mantêm os compradores em busca de garantir produto e recompor estoques”, afirma Silveira.

Diante da demanda aquecida, Safras revisou a projeção de exportações brasileiras em 2026 para 112,5 milhões de toneladas. A estimativa para o processamento interno também foi ajustada, passando para 63 milhões de toneladas.

Com isso, a projeção para os estoques finais de 2026 foi reduzida para apenas 4,883 milhões de toneladas. De acordo com o especialista, o ajuste é significativo e ocorre porque as projeções anteriores consideravam um retorno mais consistente da China ao mercado norte-americano e, consequentemente, uma redução da demanda pela soja brasileira.

Porém, esse cenário não vem se concretizando. Silveira ressalta que a procura pelo produto brasileiro permanece firme, resultando em uma perspectiva de estoques consideravelmente mais apertados e mantendo os prêmios firmes nos portos do país.

Para a temporada 2026/27, Safras & Mercado mantém a produção brasileira projetada em 180,089 milhões de toneladas. Com estoques iniciais de 4,883 milhões e importações estimadas em 900 mil toneladas, a oferta total é projetada em 185,872 milhões de toneladas.

As exportações em 2027 são estimadas em 110 milhões de toneladas, enquanto o processamento deverá alcançar 63,5 milhões. A demanda total está projetada em 177,1 milhões de toneladas, com estoques finais estimados em 8,772 milhões.

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Sustentabilidade

Mercado da soja encerra semana com preços firmes e demanda chinesa em destaque

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Divulgação Embrapa Soja

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com movimentos contidos em termos de volume comercializado, apesar da manutenção de preços firmes tanto nos portos quanto na indústria. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o basis permanece bastante fortalecido, mas o spread entre as ofertas dos compradores e as pedidas dos vendedores segue elevado.

Na Bolsa de Chicago, a sessão foi marcada por volatilidade. Silveira destaca que o Crop Tour
surpreendeu ao projetar uma produtividade maior para a safra norte-americana, depois de algumas amostras ao longo da semana apresentarem resultados menos favoráveis.

Por outro lado, houve grandes reportes de vendas da safra nova dos Estados Unidos, de aproximadamente 1,4 milhão de toneladas, com a China respondendo por cerca da metade desse volume.

“O dólar apresentou recuos firmes, enquanto os prêmios compensaram parte desses ajustes”, observa Silveira. De maneira geral, as cotações oscilaram entre a estabilidade e leves quedas, sem alterar os bons patamares de preços observados atualmente.

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 147,00 para R$ 146,50.
  • Santa Rosa (RS): recuou de R$ 148,00 para R$ 147,50.
  • Cascavel (PR): permaneceu em R$ 144,00.
  • Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 138,00.
  • Dourados (MS): permaneceu em R$ 135,50.
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 138,00.
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 153,50 para R$ 155,00.
  • Rio Grande (RS): recuou de R$ 155,00 para R$ 154,50.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam com em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta sexta-feira (21), ampliando a valorização semanal. Após passar boa parte do dia pressionado por um movimento de realização de lucros, o mercado voltou a subir, ainda que moderadamente, reagindo a novos anúncios de vendas de soja dos Estados Unidos, reafirmando a boa demanda chinesa.

Na semana, a posição novembro acumulou alta de 3,7%. Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 712.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 26/27. E mais 720.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na
temporada 26/27.

Os agentes seguem atentos aos resultados da Crop Tour da Pro Farmer. No leste de Iowa, a contagem de vagens atingiu 1.362,93 em uma área de 3 por 3 pés, acima da média de três anos, de 1.295,70, mas abaixo das 1.384,38 registradas no ano passado.

Em Minnesota, a contagem chegou a 1.257,80 vagens, acima da média de três anos, de 1.089,82, e ligeiramente superior às 1.247,86 observadas em 2025. Os números finais da crop tour serão divulgados logo mais pela Pro Farmer.

Contratos da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,00 centavos de dólar, ou 0,24%, a US$ 12,39 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,53 3/4 por bushel, com elevação de 2,25 centavo de dólar ou 0,17%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,00 ou 0,61% a US$ 325,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 69,58 centavos de dólar, com perda de 1,74 centavo ou 2,43%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1%, sendo negociado a R$ 5,1423 para venda e a R$ 5,1403 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1322 e a máxima de R$ 5,1832. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,5%.

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Sustentabilidade

Etapas do controle do azevém – MAIS SOJA

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Controlar o azevém (Lolium multiflorum) de forma eficaz é um dos principais desafios encontrados no cultivo de culturas de inverno de folha estreita (Poaceas). As similaridades dessa planta daninha com culturas comerciais pertencentes a família Poaceae, limita o controle pós-emergentes, havendo poucas ferramentas seletivas disponíveis para esse uso. Atrelado a isso, é consenso que algumas populações de azevém apresentam resistência a herbicidas, o que dificulta ainda mais o posicionamento de herbicidas para um controle químico eficiente dessa espécie daninha.

Sendo assim, Mário Bianchi, Pesquisador da Rede Técnica Cooperativa – RTC, chama atenção para três etapas essenciais para um bom manejo do azevém:

  • Dessecação
  • Controle pré-emergente
  • Controle pós-emergente

Independentemente da etapa de manejo, Bianchi ressalta que o estádio de desenvolvimento do azevém é um fator determinante para o sucesso do controle. De modo geral, plantas mais jovens e de menor porte apresentam maior suscetibilidade aos herbicidas, enquanto indivíduos mais desenvolvidos tendem a apresentar maior dificuldade de controle. Dessa forma, o manejo precoce do azevém constitui uma importante estratégia para aumentar a eficiência das aplicações e reduzir a possibilidade de escapes.

Contudo para evitar efeitos indesejados sobre culturas como o trigo, a dessecação pré-semeadura deve ser planejada com atenção, especialmente quanto à escolha e ao posicionamento dos herbicidas em áreas com populações de azevém resistentes. A disponibilidade de herbicidas registrados para essa finalidade é limitada, com opções como diquate, glifosato e glufosinato de amônio, o que torna ainda mais importante conhecer o histórico de resistência da população presente na área. No caso do glufosinato de amônio, a eficiência do controle está diretamente relacionada ao estádio de desenvolvimento das plantas, sendo maior quando aplicado sobre azevém com duas a três folhas, nas doses de 400 a 600 g de ingrediente ativo por hectare. Já o desempenho do diquate sobre gramíneas pode depender de sua associação com herbicidas graminicidas (Rizzardi, s. d.).

Nesse contexto, o uso de herbicidas pré-emergentes também desempenha papel importante no manejo do azevém, pois contribui para reduzir os fluxos de emergência e, consequentemente, a pressão de competição sobre a cultura. Além disso, essa estratégia é particularmente relevante em áreas com populações resistentes a herbicidas pós-emergentes, uma vez que amplia os mecanismos de ação utilizados no programa de manejo. Entretanto, a disponibilidade de produtos registrados para o controle do azevém em pré-emergência do trigo ainda é limitada, destacando-se opções como a Pendimetalina, a Piroxasulfona (Rizzardi, s. d.) e o Bixlozone.

Na pós-emergência do trigo, as opções se limitam principalmente a Clodinafope, Iodosulfurom-metílico, Piroxsulam, Imazamoxi e mais recentemente o Pinoxaden, contudo, vale destacar que o Imazamoxi é indicado somente para uso em cultivares de trigo tolerantes CL (ClearField®).

Figura 1. Azevém em meio a cultura do trigo.

Considerando a limita oferta de produtos seletivos para o controle do azevém em pós-emergência, além de definir o herbicida para apropriado para o controle da população de azevém, o momento de aplicação é determinante para o sucesso do manejo. De acordo com Bianchi, maiores resultados de controle são obtidos em pulverizações com azevém em estádio de 2 a 4 folhas. Vale destacar que a adoção das três etapas de controle (dessecação, pré-emergência e pós-emergência) são indispensáveis para um controle eficiente e eficaz do azevém em trigo, principalmente se tratando de populações com histórico de resistência a herbicidas.

Assim, o manejo eficiente do azevém no trigo deve integrar estratégias de pré e pós-emergência, priorizando o controle de plantas jovens, a diversificação dos mecanismos de ação e o uso de herbicidas pré-emergentes sempre que disponíveis e registrados para a cultura.

Confira abaixo as dicas do Pesquisador Mário Bianchi.


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Referências:

UP. HERB. COMO CONTROLAR O AZEVÉM NO TRIGO? Up. Herb: Academia das Plantas Daninhas, s.d. Disponível em: < https://www.upherb.com.br/int/como-controlar-o-azevem-no-trigo>, acesso em: 21/08/2026.

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