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3 de julho de 2026

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Recuperação judicial no agro aumenta mais uma vez; confira dados do 3º trimestre

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Foto: Mapa/divulgação

O agronegócio brasileiro registrou um novo aumento nos pedidos de recuperação judicial no terceiro trimestre de 2025. Dados da Serasa Experian, divulgados nesta segunda-feira (15), mostram que o setor somou 628 requisições, o maior volume desde 2021.

Esse número é mais que o dobro do registrado no mesmo período de 2024, quando foram feitos 254 pedidos. O crescimento indica um cenário mais difícil no acesso ao crédito para produtores rurais, sejam pessoas físicas ou jurídicas, e empresas ligadas à cadeia produtiva do agro.

Pressão no campo

Marcelo Pimenta, head de agronegócio da Serasa Experian, analisa que o aumento dos pedidos reflete a dificuldade de produtores e empresas em manter o fluxo de caixa e honrar os compromissos financeiros. Ele destaca que a falta de ajustes em custos e patrimônio, aliada a expansões mal planejadas, tem contribuído para o agravamento da situação financeira no setor.

O executivo reforça ainda a importância da análise de crédito de qualidade, com dados precisos, para evitar a inadimplência e reduzir os riscos no mercado.

Estados com maior demanda

Entre as unidades da federação, o Mato Grosso liderou o número de pedidos de recuperação judicial no período, seguido por Goiás e Paraná. Esses estados, que concentram grande parte da produção agropecuária, apresentam uma elevada demanda por crédito, o que torna o setor mais vulnerável a dificuldades financeiras.

Produtores pessoas físicas em destaque

Os produtores rurais na categoria pessoa física foram responsáveis por 255 pedidos no terceiro trimestre de 2025, um aumento significativo em relação aos 106 pedidos registrados no mesmo período de 2024. A maior parte das solicitações foi feita por produtores arrendatários ou vinculados a grupos econômicos e familiares. Pequenos e médios produtores também apresentaram um número considerável de requisições.

Pessoas jurídicas e empresas do agro

No recorte de pessoas jurídicas, 242 pedidos foram feitos por produtores rurais no trimestre, principalmente por aqueles que atuam no cultivo de soja (156 pedidos) e na criação de bovinos (45 pedidos). Além disso, as empresas diretamente ligadas ao agronegócio somaram 131 solicitações, com destaque para o comércio atacadista de produtos agropecuários primários, com 31 pedidos.

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BNDES formaliza apoio de R$ 24,4 milhões à agricultura familiar no RS

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) participou nesta quinta-feira (2) da formalização dos contratos de apoio não reembolsável a projetos de cooperativas da agricultura familiar do Rio Grande do Sul. Ao todo, serão destinados R$ 24,4 milhões do Fundo Socioambiental do banco para a recuperação da capacidade produtiva de empreendimentos coletivos atingidos por eventos climáticos extremos no estado entre 2023 e 2024.

Os projetos serão executados pelo governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), dentro do Programa de Apoio à Agricultura Familiar e Camponesa. A operacionalização ocorre pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), com gestão financeira do Badesul Desenvolvimento.

Os recursos serão destinados principalmente à compra de máquinas agrícolas, implementos, equipamentos para agroindústrias, veículos para logística e comercialização, além de insumos para a recuperação de áreas de cultivo, pastagens e solos afetados pelas enchentes. Pelo menos 70% dos investimentos serão direcionados à aquisição de bens perdidos ou danificados pelos desastres climáticos.

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Segundo o BNDES, os projetos devem beneficiar diretamente mais de 5 mil agricultores familiares, com média de 197 beneficiários por cooperativa, em 23 municípios gaúchos. As propostas abrangem diferentes cadeias produtivas, entre elas arroz orgânico, frutas, hortaliças, ovos e bovinocultura.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que o apoio busca contribuir para a recuperação da capacidade produtiva dos agricultores familiares gaúchos. Já o secretário de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, Gustavo Paim, destacou os investimentos no desenvolvimento rural. A chefe do Departamento de Inclusão Produtiva e Educação do BNDES, Celina Rangel Tura, afirmou que a iniciativa integra o esforço de reconstrução e recuperação do estado.

De acordo com o banco, a iniciativa tem como foco a retomada da produção de alimentos, o fortalecimento das cooperativas rurais e a recuperação de empreendimentos coletivos da agricultura familiar impactados pelas enchentes no Rio Grande do Sul.

Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br

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Acordos ampliam acesso da agricultura familiar a crédito e serviços públicos

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O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a Caixa Econômica Federal (Caixa) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) formalizaram, na quarta-feira (1º), dois acordos voltados ao fortalecimento da agricultura familiar. As assinaturas ocorreram durante a abertura da Tecendo Saberes – Feira de Inovação e Tecnologia Social da Agricultura Familiar, no Centro de Estudos Sindical Rural (Cesir), em Brasília.

O primeiro acordo, firmado entre MDA, MGI e Contag, estabelece uma parceria para disseminar, capacitar e orientar agricultores e agricultoras familiares no uso do aplicativo Meu Imóvel Rural. A ferramenta reúne informações, documentos e serviços públicos relacionados aos imóveis rurais.

Segundo o governo federal, a iniciativa busca ampliar a autonomia dos produtores na gestão documental e facilitar o acesso a serviços digitais ligados aos imóveis rurais.

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Também foi assinado um Protocolo de Intenções entre o MDA, a Contag e a Caixa para ampliar o acesso das organizações da agricultura familiar ao crédito rural, à inclusão produtiva e ao desenvolvimento sustentável, com ênfase no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

A parceria prevê ações de orientação e capacitação para que agricultores e agricultoras familiares tenham melhores condições de acessar políticas públicas, linhas de crédito e serviços financeiros. O escopo também inclui o fortalecimento da gestão documental dos imóveis rurais e a ampliação das oportunidades de desenvolvimento das organizações da agricultura familiar.

Os acordos reforçam a articulação entre governo federal, instituição financeira e entidade representativa dos trabalhadores e trabalhadoras rurais em ações voltadas à agricultura familiar.

As medidas assinadas em Brasília concentram esforços em capacitação, crédito, serviços financeiros e gestão documental, com foco no atendimento a agricultores familiares e suas organizações.

Fonte: gov.br

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Fórum em Cametá debate PAA e negócios comunitários no Baixo Tocantins

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participou, nesta terça-feira (30), do Fórum de Ativação “Construindo Soluções para Ecossistemas de Negócios Comunitários no Baixo Tocantins”, realizado em Cametá, no Pará. O encontro discutiu o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), negócios comunitários e o fortalecimento das organizações da região.

A agenda ocorreu ao longo do dia no Seminário São Vicente de Paula, no bairro da Aldeia, e foi proposta pelo Instituto Conexões Sustentáveis (Conexsus), em parceria com o Grupo de Trabalho do Baixo Tocantins.

A Conab foi representada pela superintendente regional no Pará, Rosanna de Angelis Vallinoto, que apresentou o PAA durante a programação da manhã e acompanhou os debates da tarde. Segundo a executiva, a participação da companhia no fórum está ligada ao papel da estatal na execução do programa, que faz a ponte entre agricultores familiares e entidades recebedoras dos alimentos.

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Rosanna também destacou o avanço das organizações do Baixo Tocantins, com aumento dos recursos aplicados na região por meio do PAA na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS).

O fórum reuniu agricultores e agricultoras familiares, organizações representativas dos territórios, órgãos governamentais e instituições socioambientais. A proposta foi ampliar o diálogo entre instituições públicas, sociedade civil e organizações comunitárias, além de compartilhar experiências, desafios e oportunidades relacionados ao PAA nos territórios paraenses.

Em 2026, a execução do PAA no Pará envolve 80 projetos em 45 municípios, com valor total aprovado de R$ 22,17 milhões e 1.995 agricultores familiares fornecedores cadastrados. Na modalidade PAA/CDS, incluindo projetos classificados no edital de 2025 e contratados em 2026, são 72 projetos aprovados em 44 municípios, com R$ 18,38 milhões e 1.881 fornecedores atendidos.

No Baixo Tocantins, foco do fórum em Cametá, foram selecionados nove projetos em quatro municípios: Baião, Cametá, Igarapé-Miri e Oeiras do Pará. As operações reúnem 212 agricultores fornecedores e 10 unidades recebedoras, com entrega de 344,27 toneladas de alimentos para 16.816 consumidores. O total movimentado na região é de R$ 2,12 milhões. Em Cametá, três projetos concentram R$ 680 mil, com 68 fornecedores locais, três unidades recebedoras e atendimento a 5.696 consumidores.

Operacionalizado pela Conab, o Programa de Aquisição de Alimentos prevê a compra de alimentos da agricultura familiar para doação a entidades socioassistenciais e pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, associando abastecimento, renda no campo e fortalecimento da produção regional.

Fonte: gov.br

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