Connect with us
11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Conab fará leilões de apoio à comercialização e ao escoamento de trigo e arroz – MAIS SOJA

Published

on


Os produtores e produtoras de trigo e de arroz terão uma nova oportunidade para garantir o apoio à comercialização e ao escoamento de seus produtos. Nesta sexta-feira (12), o governo federal autorizou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a realizar leilões públicos de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (PEPRO) e de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP). Ao todo serão destinados cerca de R$ 167 milhões para as operações.

As portarias foram assinadas pelos Ministérios da Fazenda (MF), do Planejamento e Orçamento (MPO), do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), e Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Os editais com as demais informações sobre os leilões serão divulgados pela Companhia nesta segunda-feira (15).

Segundo a Portaria Interministerial nº 31/2025, serão destinados R$ 100 milhões para o escoamento de arroz em casca da safra 2024/25 para uma localidade distinta do estado de origem do grão. A ação atende aos produtores e produtoras dos estados em que o preço de mercado do grão esteja abaixo do preço mínimo.

Os outros R$ 67 milhões serão destinados para os leilões de trigo, segundo a Portaria Interministerial nº 32/2025. Assim como no caso do arroz, atende aos agricultores dos estados em que o preço de mercado do cereal esteja abaixo do preço mínimo. As operações serão destinadas ao apoio para o escoamento de trigo em grãos da safra 2024/2025, publicada em junho de 2024, e do ciclo 2025/2026.

Advertisement

No caso do PEP, as indústrias de beneficiamento e comerciantes recebem o prêmio após comprovar a compra do produto pelo preço mínimo e o escoamento para os destinos permitidos. Já no PEPRO, o prêmio é ofertado ao produtor ou cooperativa que efetue a venda do produto pela diferença entre o preço mínimo e o valor do Prêmio Equalizador arrematado, e comprove o escoamento do alimento.

Na data da realização das operações, os participantes deverão estar inscritos na Bolsa de Mercadorias pela qual pretendem atuar e em situação regular perante o Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), o Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab (SIRCOI) e o Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (SICAN) da Conab, além de possuir cadastro em situação regular no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF), como também perante a Fazenda Federal e a Seguridade Social, entre outras exigências previstas nos editais.

Atento a este cenário desafiador para os produtores, o Governo Federal lançou, ainda no final de 2024, leilões de Contrato de Opção de Venda (COV) de arroz, de forma a dar sustentação à atividade. Ao todo desta operação foram firmados 3.396 contratos, com negociação de cerca de 91.700 toneladas de arroz. A maior parte da negociação foi realizada no Rio Grande do Sul.

Outras 110.000 toneladas do cereal foram adquiridas pela Companhia, também por meio de leilões de Contratos de Opção, desta vez realizados em agosto deste ano, sendo firmados 4.044 contratos com agricultores e agricultoras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

A Conab adquiriu, ainda, cerca de 956 toneladas de arroz por meio de uma primeira rodada de AGF, autorizada também em agosto pelo Governo Federal. Uma nova autorização para compra do grão por meia da AGF foi autorizada no início de novembro.

Advertisement

Nos últimos anos, o governo também lançou medidas de apoio aos produtores de trigo. Ainda em 2023, a Conab investiu R$ 255.7 milhões no auxílio ao escoamento de 479.300 toneladas do cereal. Já no ano passado, foram adquiridas 7.200 toneladas do principal produto cultivado no País dentre as culturas de inverno.

Fonte: Conab, disponível em SNA



 

FONTE

Autor:Conab, disponível em SNA

Advertisement

Site: SNA

Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Preços da soja no Brasil e em Chicago: veja como o mercado estreou a semana

Published

on


Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com pouca movimentação e negócios limitados. As cotações no físico ficaram entre estáveis e levemente mais altas, acompanhando uma melhora moderada na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

De acordo com o analista e consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o ambiente segue de cautela entre os agentes, especialmente diante da expectativa pelos dados do relatório do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para esta terça-feira (12).
"Foi um início de semana com poucas movimentações nos preços. Tivemos uma bolsa melhor, mas sem variações expressivas, enquanto o dólar segue estabilizado e os prêmios não mudam o cenário atual", afirmou.

Segundo o analista, o volume de negociações permaneceu reduzido, refletindo a postura retraída dos produtores e spreads mais elevados nas indicações de compra e venda. Silveira acrescentou que os produtores seguem afastados das negociações, o que mantém o mercado pouco ofertado neste começo de semana.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 123
  • Santa Rosa (RS): R$ 124
  • Cascavel (PR): subiram de R$ 118,50 para R$ 119
  • Rondonópolis (MT): R$ 108,50
  • Dourados (MS): passaram de R$ 111,50 para R$ 112
  • Rio Verde (GO): R$ 110
  • Porto de Paranaguá (PR): aumentou de R$ 128,50 para R$ 129
  • Rio Grande (RS): R$ 129

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ainda que abaixo das máximas do dia.

Na véspera do relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a alta do petróleo – puxada pela falta de acordo entre EUA e Irã sobre o conflito no Oriente Médio – e a expectativa positiva por aumento na demanda chinesa pela soja americana sustentaram as cotações.

O mercado aposta que o USDA deverá indicar produção e estoques de passagem de soja norte-americanos em 2026/27 maiores que os indicados na temporada anterior. Este será o primeiro relatório com números para a atual temporada.
Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos EUA em 2026/27 deverá ficar em 4,450 bilhões de bushels (121,1 milhões de toneladas). No ano anterior, a produção foi de 4,262 bilhões, segundo a mais recente projeção do USDA.

Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número 353 milhões de bushels. Para 2025/26, a previsão de que o Departamento reduza seu número de 350 milhões para 347 milhões de bushels.

Advertisement

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 126,3 milhões de toneladas. Para 2025/26, o USDA deverá aumentar sua estimativa de 124,8 milhões para 125,6 milhões de toneladas.

O USDA, na avaliação do mercado, deverá elevar a sua estimativa para a safra brasileira, de 180 milhões para 180,4 milhões de toneladas em 2025/26. Já a previsão para a produção argentina em 2025/26 deverá ser elevada de 48 milhões para 48,5 milhões de toneladas.

Além do USDA, o mercado volta suas atenções para o encontro entre os presidentes norte-americano, Donald Trump, e chinês, Xi Jinping, em Pequim, a partir da quarta-feira (13). O mercado aposta em algum acordo entre os dois países que envolva a retomada das aquisições de soja dos EUA pelos chineses.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 5,00 centavos de dólar, ou 0,41%, a US$ 12,13 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,08 por bushel, com elevação de 5,25 centavos de dólar ou 0,43%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 5,40 ou 1,68% a US$ 325,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 73,74 centavos de dólar, com perda de 0,58 centavo ou 0,78%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,06%, sendo negociado a R$ 4,8918 para venda e a R$ 4,8898 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8857 e a máxima de R$ 4,9042.

O post Preços da soja no Brasil e em Chicago: veja como o mercado estreou a semana apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

34% dos produtores rurais sabem o que é crédito de carbono, mostra pesquisa da ABMRA – MAIS SOJA

Published

on


Um terço dos produtores rurais brasileiros afirma conhecer o crédito de carbono, segundo a 9ª Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural. Esta fatia representa 34% dos entrevistados, indicando que o tema ainda está em processo de evolução no campo. Dentro desse grupo, 33% declaram possuir algum nível de conhecimento, enquanto a participação em iniciativas relacionadas ao crédito de carbono alcança 24% desses produtores.

Entre aqueles que estão inseridos nessas iniciativas, a principal frente é a conservação de áreas naturais, mencionada por 66%. Outras práticas incluem a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis (42%) e ações de reflorestamento (34%).

Para o presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA), Ricardo Nicodemos, os dados indicam espaço para avançar na comunicação sobre sustentabilidade no campo. “Há uma oportunidade clara para as marcas ampliarem a comunicação e levarem conhecimento para o produtor sobre o que já é feito e como essas práticas se conectam a novas agendas, como o crédito de carbono. Tornar essa relação mais visível pode contribuir para acelerar o entendimento e a adoção no campo”, afirma.

Entre os produtores rurais que adotam iniciativas relacionadas ao crédito de carbono, a principal frente é a conservação de áreas naturais, mencionada por 66%

O levantamento também aponta que 86% dos produtores rurais dizem acreditar que as mudanças climáticas irão interferir na produção agrícola. Ao mesmo tempo, apenas 31% classificam como altas ou muito altas as barreiras para adoção de técnicas sustentáveis, indicando um cenário em que a percepção de impacto convive com desafios para avançar na implementação. Entre as dificuldades estão a falta de informação clara e apoio técnico, acesso limitado a recursos ou medo de que a adoção dessas novas práticas não traga benefícios suficientes.

Advertisement

Nesse contexto, o executivo destaca o papel da comunicação na valorização das práticas já existentes. “A conservação de áreas naturais aparece como principal iniciativa entre os produtores que já estão inseridos nesse contexto. Comunicar esse dado de forma mais consistente é fundamental para dar visibilidade à atuação do produtor rural e qualificar a percepção sobre o setor”.

Perfil do produtor combina tradição e avanço técnico

O estudo também traça o perfil do produtor rural brasileiro. Atualmente, a faixa etária do produtor brasileiro é de 48 anos, e 61% declaram ser produtores por seguirem a tradição de família.

O nível de conhecimento técnico apresentou crescimento no período analisado, passando de 24% em 2021 para 43% em 2025. Outro dado apontado é a percepção sobre a gestão em que 98% dos produtores consideram a participação da mulher como vital ou muito importante na condução da propriedade rural.

Para Ricardo Nicodemos, esses dados ajudam a entender o momento atual do setor e o desafio das marcas criarem estratégias de comunicação alinhadas com o perfil do produtor. “Os dados evidenciam um campo heterogêneo, com diferentes níveis de formação e experiência. Para as marcas, isso torna essencial um entendimento aprofundado do perfil do produtor, já que a efetividade da comunicação no agro depende de estratégias segmentadas, alinhadas à realidade e ao contexto de cada público”.

A Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural é considerado o maior levantamento sobre o perfil do produtor rural brasileiro. Foram realizadas 3.100 entrevistas presenciais em 16 estados, abrangendo 14 culturas agrícolas, quatro tipos de rebanhos e um questionário com 280 perguntas.

Advertisement
Sobre a ABMRA

A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) é a única entidade voltada exclusivamente ao marketing e à comunicação do Agro. Há quase 50 anos, fortalece o marketing disseminando as boas práticas e contribuindo com todos que participam da cadeia produtiva do setor a se comunicarem melhor. Congrega todo o ecossistema da comunicação, tendo como Associados as indústrias (anunciantes), agências e veículos de mídia.

A ABMRA se posiciona como a “Casa do Marketing e da Comunicação do Agro”.

Fonte: Assessoria


Continue Reading

Sustentabilidade

Efeitos da compactação do solo podem variar de acordo com a cultura – MAIS SOJA

Published

on


A qualidade do solo, é um dos fatores relacionados ao bom crescimento, desenvolvimento e produtividade das culturas agrícolas. Além de boa fertilidade, solos de boa qualidade devem apresentar bons atributos químicos, biológicos e físicos, que atendam as necessidades da planta e estimulem o crescimento e desenvolvimento vegetal.

Embora a qualidade química do solo, especialmente relacionada ao seu pH e disponibilidade de alumínio na solução do solo sejam o foco de muitos manejo, a qualidade física também deve ser analisada com cuidado, visando intervir para sua melhoria quando necessário. Estudos demonstram que a compactação do solo, mensurada muitas vezes pela resistência do solo à penetração (RP), é um dos principais fatores limitantes do crescimento vegetal, com impacto real na produtividade final da cultura.

É consenso que as raízes são os órgãos mais afetados pela compactação do solo. De acordo com Savioli et al. (2021), solos compactados tendem a restringir o crescimento e desenvolvimento radicular, limitando a faixa de solo explorado pela planta, e consequentemente o acesso a recursos como água e nutrientes.

Pesquisas demonstram que em alguns casos, a partir 0,85 Mpa de RP já é possível observara perda de produtividade na soja (Beulter & Centurion, 2004). Sobretudo, em termos gerais, pode-se dizer que valores de densidade do solo a partir 1,3 g cm-3 ou superiores, podem limitaram o desenvolvimento geral da cultura  (Savioli et al., 2021).

Advertisement

Mesmo que o impacto direto da compactação seja observado principalmente no crescimento radicular das plantas, indiretamente a parte aérea das plantas é afetada pela compactação do solo. A restrição a expansão do sistema radicular tende a limitar o crescimento da parte aérea das plantas, afetando inclusive a formação de componentes de produtividade.

A altura da planta é uma das principais variáveis afetadas negativamente pela, compactação do solo. Conforme analisado por Silva, Maia e Bianchini (2006), com o aumento da densidade do solo tem-se a redução da altura das plantas, variando de acordo com a cultura agrícola.

Figura 1. Altura relativa observada (■) e estimada pelo modelo (□) para plantas de algodão, Brachiaria brizantha, milho e soja, considerando a compactação em Latossolo Vermelho-Escuro distrófico.
Fonte: Silva, Maia e Bianchini (2006)

Os autores destacam que a sensibilidade aos efeitos da compactação do solo pode variar de acordo com a cultura agrícola, sendo o algodoeiro uma das espécies com maior susceptibilidade aos efeitos da compactação do solo. Enquanto as gramíneas apresentam maior tolerância aos efeitos da compactação do solo, soja e algodão são mais afetadas pelo adensamento do solo.

No entanto, os resultados obtidos por Silva, Maia e Bianchini (2006) demonstram que o maior crescimento vegetal nem sempre ocorre em solos com menor densidade. Em algumas culturas, a densidade de 1,2 Mg ha⁻¹ proporcionou respostas positivas, como observado para a soja, que apresentou incremento de 31,92% na massa seca relativa de frutificação em relação à densidade de referência. Já o milho apresentou aumento mais discreto, de 4,17%, enquanto o algodoeiro registrou pequena redução, da ordem de 4,92%, na massa seca relativa total da parte aérea nessa mesma condição de densidade do solo.



Figura 2. Massa seca relativa de frutificação (MSRF), área foliar relativa (AFR) e massa seca relativa total da parte aérea (MSRAT) de plantas de soja (●), milho (□), algodoeiro (∆) e Brachiaria brizantha (■), considerando a compactação em Latossolo Vermelho-Escuro distrófico.
Fonte: Silva, Maia e Bianchini (2006)

Isso indica que as culturas respondem de maneira distinta à compactação do solo, sendo algumas mais sensíveis que outras. Essa variabilidade dificulta a definição de um valor único de densidade do solo como parâmetro universal para quantificar os efeitos da compactação sobre o desenvolvimento vegetal. Embora sejam necessários mais estudos para estabelecer limites mais precisos, os resultados obtidos por Silva, Maia e Bianchini (2006) evidenciam que culturas como soja e algodão tendem a ser mais sensíveis à compactação em comparação a gramíneas, como milho e braquiária. Além disso, o estudo demonstra que densidades do solo a partir de 1,5 Mg m⁻³ comprometem significativamente o crescimento da parte aérea das plantas.

Confira o estudo completo desenvolvido por Silva, Maia e Bianchini (2006) clicando aqui!

Advertisement
Referências:

BEULTER, A. N.; CENTURION, J. F. COMPACTAÇÃO DO SOLO NO DESENVOLVIMENTO RADICULAR E NA PRODUTIVIDADE DA SOJA. Pesq. agropec. bras., Brasília, v.39, n.6, p.581-588, jun. 2004. Disponível em: < https://www.scielo.br/pdf/pab/v39n6/v39n6a10.pdf >, acesso em: 11/05/2026.

SAVIOLI, M. R. et al. COMPONENTES DE PRODUÇÃO DA SOJA SOB NÍVEIS DE COMPACTAÇÃO DO SOLO. Acta Iguazu, Cascavel, v.10, n.2, p. 1-12, 2021. Disponível em: < https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/26312/17560 >, acesso em: 11/05/2026.

SILVA, G. J.; MAIA, J. C. S.; BIANCHINI, A. CRESCIMENTO DA PARTE AÉREA DE PLANTAS CULTIVADAS EM VASO, SUBMETIDAS À IRRIGAÇÃO SUBSUPERFICIAL E A DIFERENTES GRAUS DE COMPACTAÇÃO DE UM LATOSSOLO VERMELHO-ESCURO DISTRÓFICO. R. Bras. Ci. Solo, 2006. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/rbcs/a/LSb8SHtqvgHwgtpyTxySxvn/?format=pdf&lang=pt >, acesso em: 11/05/2026.

Foto de capa: Henrique Debiasi.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT