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Aprosoja MT detalha balanço de ações e define rumos

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lançou nesta quinta-feira (4) o Anuário 2025, um documento completo que consolida e detalha todas as ações desenvolvidas pela entidade neste ano. O objetivo central é reforçar a transparência e prestar contas aos produtores mato-grossenses sobre as iniciativas estratégicas que impactam o dia a dia no campo. A publicação, disponível em versões impressa e digital, abrange temas como defesa agrícola, avanços em logística, sustentabilidade e políticas do setor.
A consolidação do Anuário 2025, segundo o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, representa a materialização dos esforços da entidade.
“O anuário é uma maneira de prestar contas pela entidade mostrando um pouco dos trabalhos e ações que ela tem feito ao longo do ano em defesa do nosso setor”, destacou o presidente.
O documento lista as principais iniciativas realizadas, incluindo o Futuro em Campo, Agrosolidário, Circuito Aprosoja MT, e projetos de comunicação como o América Clima e Mercado. Na área de sustentabilidade, são detalhados programas como o Soja Legal e a Campanha Contra Queimadas, além das pesquisas e tecnologias dos Centros de Pesquisa (CTECNOs).
Conquistas e planejamento
Lucas Costa Beber ressaltou que, além de ser um registro das principais conquistas, o anuário é uma ferramenta estratégica para o planejamento das próximas ações da entidade em 2026.
O presidente da Aprosoja MT afirmou que os desafios no campo são grandes, mas cada pleito bem-sucedido é uma vitória importante para o setor. “Sabemos que são grandes os desafios dos produtores, mas cada sucesso que temos nos nossos pleitos, sem dúvida nenhuma, é uma grande conquista para todo o nosso setor”, disse.
Ele reforçou que o produtor precisa estar atento ao caminho que a entidade está seguindo. “O produtor precisa estar atento sempre ao que a Aprosoja MT tem desempenhado, os caminhos que a entidade está seguindo acompanhando as assembleias e reuniões que norteiam a vontade da maioria, ou seja, atende às necessidades do coletivo para o bem comum”.
Credibilidade e aproximação
Para as lideranças regionais, a publicação detalhada das atividades é fundamental para aproximar a entidade dos núcleos regionais. O vice-presidente Norte da Aprosoja MT, Ilson Redivo, afirmou que o anuário contribui para que os produtores consigam perceber a grandiosidade dos trabalhos da associação.
“A entrega desse documento contém todas as ações desenvolvidas pela entidade durante um ano letivo, mostrando ao produtor o trabalho que vem sendo realizado em benefício dele próprio”, explicou Redivo. Ele complementou que o material reforça a credibilidade da instituição e fortalece a comunicação entre os núcleos.
O vice-presidente Leste, Lauri Jantsch, endossou a visão e reforçou que o levantamento anual ajuda a evidenciar a presença constante da entidade ao lado do produtor rural. “É uma forma de mostrar esse serviço no dia a dia, que a Aprosoja MT tem toda uma equipe trabalhando, levantando as demandas. O anuário traz as ações realizadas pela entidade durante o ano todo, então é uma forma de mostrar ao produtor o trabalho que vem sendo feito”, reforçou Jantsch.
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Cotação do milho atinge nível mais baixo desde outubro de 2025

O mercado de milho encerrou o mês de janeiro em queda no Brasil. O Indicador do milho Esalq/BM&FBovespa voltou a operar na casa dos R$ 65 por saca de 60 quilos, patamar que não era registrado desde o fim de outubro de 2025.
Segundo pesquisadores do Cepea, a liquidez permaneceu baixa no período. Compradores priorizaram o consumo de estoques adquiridos antecipadamente e realizaram aquisições apenas de forma pontual, o que limitou a reação dos preços.
Estoques elevados pressionam o mercado
Do lado da oferta, parte dos produtores esteve mais flexível nos valores praticados. O movimento foi influenciado pelo receio de novas desvalorizações e pela necessidade de liberação de espaço nos armazéns.
Pesquisadores do Cepea destacam que, em condições normais, a colheita da soja e a maior demanda por fretes para a oleaginosa costumam dar sustentação aos preços do milho nas primeiras semanas do ano. No entanto, esse comportamento não se confirmou em 2026.
Um dos principais fatores que têm limitado qualquer recuperação das cotações é o volume elevado de estoques de milho no país. A estimativa é de que os estoques estejam em torno de 12 milhões de toneladas neste início de temporada.
O volume é significativamente superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando os estoques eram estimados em 1,8 milhão de toneladas, e também acima da média das últimas cinco safras, de 9,2 milhões de toneladas.
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Aumento de áreas liberadas amplia extensão semeada de algodão e milho

A liberação de mais áreas de soja para o cultivo de algodão e milho possibilitaram um maior avanço nos trabalhos nas lavouras das duas culturas. Enquanto o cereal alcançou 15,59% da extensão estimada, a fibra atingiu no dia 30 de janeiro 67,75%.
Os números foram divulgados na última semana pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e mostram que no comparativo com o ciclo 2024/25 a semeadura do algodão está 14,27 pontos percentuais à frente, enquanto o milho 9,33 pontos percentuais.
O levantamento semanal revela que no algodão o avanço foi de 19,55 pontos percentuais. A área cultivada com a fibra, inclusive, está 8,25 pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos.
Apesar do ritmo acelerado nas áreas de algodão, cerca de 30% da fibra deverá ficar fora da janela ideal, uma vez que a mesma encerrou no dia 31 de janeiro.
Entre as regiões que cultivam algodão, a sudeste lidera os trabalhos com 73,15%, seguida do oeste com 68,98% e do médio-norte com 66,27%. Já o noroeste do estado semeou até o dia 30 de janeiro 64,20% da área prevista, o centro-sul 61,25% e o nordeste 59,79%.
Milho atrasado ante a média
Conforme o Imea, em relação ao milho, apesar de estar à frente dos trabalhos na temporada passada, a colheita do ciclo 2025/26 está atrás da média dos últimos cinco anos de 20,29%. A variação semanal foi de 7,83 pontos percentuais.
Quanto às regiões, o médio-norte lidera com 21,08% do cereal cultivado. Na sequência vem o noroeste com 17,89%, o oeste com 17,04% e o norte com 15,06%.
A região centro-sul semeou 14,29% do milho e o nordeste do estado 10,55%. A região mais atrasada segue sendo o sudeste com 7,32%.
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Preço do feijão dispara com oferta restrita

Os preços do feijão avançaram de forma expressiva na última semana de janeiro em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. O movimento foi mais intenso para o feijão preto e para o feijão carioca de melhor qualidade.
Segundo pesquisadores do centro de pesquisas, a alta foi impulsionada pela restrição de oferta, pela lentidão da colheita da primeira safra e pela perspectiva de produção menor em relação a 2025, especialmente nos estados do Sul do país.
Valorização mensal é a mais intensa em meses
No balanço de janeiro, a média de preços do feijão carioca registrou a maior variação positiva dos últimos quatro meses. Já no caso do feijão preto, a oscilação mensal foi a mais intensa desde o início da série Cepea/CNA, em setembro de 2024.
Pesquisadores do Cepea destacam que o atual cenário contrasta com o observado em janeiro do ano passado, quando predominava um ambiente de retração dos preços no mercado nacional.
Colheita avança lentamente e mantém mercado atento
No campo, a colheita da primeira safra de feijão segue em ritmo lento em diversas regiões produtoras, impactada por interferências climáticas ao longo do ciclo.
Dados da Conab indicam que, até o dia 24 de janeiro, a colheita havia alcançado 28,3% da área nacional. O percentual é inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando os trabalhos atingiam 39%, e também abaixo da média dos últimos cinco anos, de 38,1%.
O atraso nos trabalhos de campo contribui para manter a oferta limitada no mercado e sustenta os preços, segundo avaliação do Cepea.
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