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Com produtor de olho no fim do plantio, preços ainda não chamam atenção; confira as cotações

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O mercado brasileiro de soja operou fraco nesta quarta-feira (3). De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o mercado teve queda de preços na maioria das praças, com poucas ofertas e cotações cedendo tanto no porto quanto na indústria.

Segundo ele, a CBOT recuou junto ao dólar. Apesar de os prêmios terem subido um pouco, não foi suficiente para ajustar as quedas dos outros formadores de preço. Silveira destaca ainda que a comercialização segue lenta e que a safra nova permanece com pouca fixação. “O produtor quer basicamente terminar o plantio, e os preços atuais não chamam a atenção. Eles seguem esperando melhores indicações”, afirmou.

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No mercado físico, os preços no Brasil ficaram da seguinte forma:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 137,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 138,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 143,00 para R$ 141,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 145,00 para R$ 143,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quarta-feira (3) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As incertezas sobre o ritmo das compras de soja americana pelos chineses e as expectativas positivas em torno da safra da América do Sul pressionaram as cotações.

A ausência de anúncio de novas vendas para a China pressionou o mercado. Os agentes esperavam a confirmação de rumores que circularam durante a madrugada de que seis cargas haviam sido negociadas. A maior parte do mercado acha difícil que o acordo envolvendo 12 milhões de toneladas anunciado no final de outubro seja cumprido até dezembro.

Em relação à oferta, o clima tem beneficiado o desenvolvimento das lavouras no Brasil e na Argentina, o que deve trazer mais soja para o mercado.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 9,00 centavos de dólar, ou 0,80%, a US$ 11,15 3/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,25 1/2 por bushel, com retração de 9,50 centavos de dólar ou 0,83%.

Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com baixa de US$ 0,30 ou 0,09% a US$ 311,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 51,67 centavos de dólar, com perda de 1,01 centavo ou 1,91%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,3141 para venda e a R$ 5,3108 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2988 e a máxima de R$ 5,3238.

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PI AgSciences estreia na Feira SCV com plataforma de peptídeos

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Empresa leva tecnologias para controle de doenças foliares e nematoides nos dias 4 e 5 de março

A PI AgSciences estreia na Feira de Inovações SCV (Sementes Com Vigor), nos dias 4 e 5 de março de 2026, em Muitos Capões (RS). A empresa apresenta soluções voltadas ao manejo da soja e culturas de rotação, com foco em proteção contra doenças foliares, combate a nematoides e incremento de produtividade.

A companhia destaca a PREtec (Plant Response Elicitor Technology), plataforma patenteada de peptídeos desenvolvida para a agricultura. A tecnologia sustenta o portfólio atual e o pipeline de inovação da empresa. A proposta amplia oportunidades ao mercado agrícola global, com ênfase em proteção fitossanitária e respeito ao solo e ao meio ambiente.

Entre as soluções, a empresa leva ao evento o Saori, fungicida bioquímico para controle de doenças foliares em soja. Aplicado no tratamento de sementes, o produto contribui também no controle da anomalia das vagens, doença emergente do cultivo, e preserva estruturas reprodutivas.

Outra tecnologia apresentada, o Teikko, atua no controle de nematoides. A solução permite resposta seletiva da planta a parasitas prejudiciais ao desenvolvimento. Segundo a Sociedade Brasileira de Nematologia, as perdas em dez anos podem alcançar R$ 870 bilhões. Ensaios indicaram ganho de até 6,4 sacas por hectare.

As soluções integram a estratégia da empresa diante do avanço das mudanças climáticas, com aumento do estresse ambiental e novos perfis de pragas e doenças. A companhia também apresenta a Hplant e o bioativador H2copla, voltados à produtividade e resiliência em diferentes condições.

“Participar de um evento em que a história da família se entrelaça com o avanço da agricultura no estado gaúcho representa oportunidade para reafirmar nosso compromisso com inovação, sustentabilidade e eficiência no campo”, afirma Juliano Duarte, responsável comercial técnico da PI AgSciences para a região.

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Agro Mato Grosso

Sinop é 2ª em volume de importações no Mato Grosso

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Indústrias sediadas em Sinop importaram inúmeros produtos, de diversos países, em janeiro, US$ 32,9 milhões (R$ 169,3 milhões), que representa um aumento de 47,6%, se comparado ao mesmo período de janeiro do ano passado.

Esse volume de exportações representa 18,4% de participação nas importações do Estado, colocando a capital do Nortão como a 2a cidade que mais importa de Mato Grosso, atrás somente de Rondonópolis.

Adubos (fertilizantes), minerais ou químicos postássicos representaram 44,2% dos produtos importados de clientes de diversos países, azotados 33,6% e fosfatados 13,1%.

No mês de janeiro, a China (42,6%) foi o principal mercado do qual empresas de Sinop importaram produtos, seguido por Israel (25,7%), Canadá (13,9%), Rússia (9,5%), Alemanha (6,7%) e Itália (0,4%). Outros países somaram 11,2%.

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Agro Mato Grosso

Foco na soja reduz oferta de milho em MT e sustenta preços em regiões consumidoras

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Produtores brasileiros seguem com as atenções voltadas à colheita e ao escoamento da soja, movimento que tem limitado a oferta de milho no mercado spot nacional. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário tem influenciado o comportamento dos preços do cereal nas diferentes praças do País.

Em regiões consumidoras, como no estado de São Paulo, a oferta abaixo da demanda mantém firmes as cotações de negociação.

Por outro lado, nas regiões ofertantes, especialmente no Sul do Brasil — onde a safra de verão está em colheita — os preços do milho apresentam enfraquecimento.

Retração limita quedas mais intensas

Apesar da pressão sazonal, desvalorizações mais acentuadas têm sido contidas pela postura dos produtores. Muitos optam por reter o cereal, apostando em uma possível retomada das cotações no curto prazo.

A estratégia é sustentada, principalmente, pelo fato de que boa parte dos vendedores está priorizando a comercialização da soja neste momento, reduzindo a disponibilidade imediata de milho no mercado.

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Agro MT