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Preço do trigo cai no PR e em SC, mas sobe em SP e no RS

O mercado de trigo do último mês apresentou valores diferentes conforme os estados, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O motivo decorre das estratégias dos produtores e da baixa demanda em algumas regiões. Veja abaixo o cenário de cada caso:
Paraná e Santa Catarina
Nos estados vizinhos da região sul, os produtores relatam alta oferta de trigo, porém pouca procura pelo produto na região. O valor teve queda em ambos os estados em relação ao mês anterior. No Paraná a baixa foi de -0,8% no mês e de -17,6% em relação ao ano de 2025. Já em terras catarinenses, as reduções ficaram em -1,1% no mês, e de -18% comparado a Fevereiro de 2025.
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São Paulo e Rio Grande do Sul
Enquanto houve quedas em outras regiões, os estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul criaram estratégias que influenciaram no aumento dos preços. Na expectativa de uma maior demanda nos próximos meses, os comerciantes que tinham trigo seguraram a oferta em fevereiro, o que ocasionou uma valorização do produto. Em terras paulistas, apesar de valores menores comparados ao ano de 2025, em fevereiro houve um aumento de +2,8% em relação ao mês anterior. No Rio Grande do Sul o cenário é parecido, baixa comparado ao ano passado, porém crescente de +2,1% no mês.
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Mercosul-UE: CNA lança simulador que mostra redução de tarifas para exportações do agro

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) disponibilizou uma nova ferramenta para facilitar o acesso dos produtores rurais às informações sobre o cronograma de redução tarifária negociado entre o Mercosul e a União Europeia.
O “BI Simulador do Acordo” foi desenvolvido para orientar o setor produtivo sobre as tarifas de importação aplicadas pela União Europeia aos produtos comercializados entre os dois blocos. O acordo comercial começou a valer de forma provisória em 1º de maio, após mais de duas décadas de negociações.
Por meio da plataforma, o produtor pode selecionar produtos de interesse e acompanhar como as tarifas europeias serão reduzidas ao longo do período de desgravação tarifária previsto no acordo.
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A ferramenta contempla todas as mercadorias com base nas linhas tarifárias da União Europeia, permitindo consultas detalhadas sobre as condições estabelecidas no capítulo de comércio bilateral.
O sistema também permite pesquisar pelo nome do produto ou pelo código tarifário. Além disso, o usuário consegue identificar o regime de desgravação aplicado a cada item e verificar se o produto está incluído em quotas tarifárias.
Segundo a CNA, o simulador integra uma série de materiais técnicos, guias e análises produzidos pela entidade para traduzir os impactos do acordo comercial para a realidade do campo brasileiro.
A entidade ressalta que a plataforma serve como ferramenta de orientação e não substitui o contato com parceiros comerciais no país de destino nem consultas às autoridades aduaneiras antes do início de operações de exportação.
Além do simulador, a CNA também disponibilizou em seu site uma área de “Perguntas e Respostas” com esclarecimentos sobre as novas regras comerciais entre Mercosul e União Europeia.
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BNDES anuncia novo ciclo de R$ 40 milhões para produção de bioinsumos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, nesta quarta-feira (6), um novo ciclo do programa BNDES Bioinsumos, com R$ 40 milhões em recursos não reembolsáveis para cooperativas e associações de agricultores familiares. O lançamento ocorreu durante a 3ª Plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), em Brasília.
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Segundo o banco, a medida dá continuidade à política de fomento à produção própria de insumos biológicos e integra um conjunto de ações que somam mais de R$ 2,4 bilhões mobilizados entre 2023 e 2026 para segurança alimentar.
De acordo com o BNDES, o novo edital sucede a primeira chamada do programa, aberta em 2025. No ciclo inicial, quatro projetos foram selecionados em caráter preliminar, totalizando R$ 20 milhões, e seguem para nova etapa de avaliação antes da contratação. A iniciativa contou com apoio técnico da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O programa financia a produção e a multiplicação de bioinsumos para uso próprio em unidades industriais ou semi-industriais. Entre os itens apoiáveis estão inoculantes à base de microrganismos, bioestimulantes, agentes biológicos para controle de pragas, biofertilizantes, compostos fermentados e compostagem de resíduos orgânicos, desde que associada a outra categoria prevista no edital.
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o novo ciclo amplia o apoio à agricultura familiar e busca reduzir a dependência de insumos convencionais. Já a diretora Socioambiental do banco, Tereza Campello, afirmou que a proposta é estruturar uma política contínua de fomento, com foco em qualidade, biossegurança e escala produtiva.
No balanço apresentado ao Consea, o banco informou que os R$ 2,4 bilhões mobilizados desde 2023 reúnem R$ 1,2 bilhão do Fundo Amazônia, R$ 1 bilhão em recursos mistos com organismos internacionais e R$ 232 milhões do Fundo Socioambiental do BNDES. O montante está distribuído em programas voltados à produção, abastecimento, acesso e consumo de alimentos.
Na prática, o novo edital amplia a possibilidade de reapresentação de propostas por organizações não contempladas no primeiro ciclo. As entidades que ficaram fora da etapa inicial, segundo o BNDES, poderão receber orientações técnicas para ajuste dos projetos, o que tende a elevar a capacidade de acesso a tecnologias de bioinsumos por cooperativas e associações da agricultura familiar.
Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br
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Noz-pecã ganha valor com alimentos e cosméticos

A abertura da colheita da noz-pecã, marcada para a próxima sexta-feira (8) em Nova Pádua (RS), deve ir além da produção in natura. O foco deste ano está nos produtos derivados, que ganham espaço como alternativa de agregação de valor à cultura.
Entre os destaques da programação estão alimentos e cosméticos desenvolvidos a partir da noz-pecã. A proposta é mostrar, na prática, como a matéria-prima pode ser aproveitada em diferentes segmentos.
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Salame com noz-pecã
Um dos exemplos vem da agroindústria local, com a produção de salame com noz-pecã. O produto foi desenvolvido após meses de testes pela Salumeria Smiderle, que já atua no segmento de embutidos.
Segundo o sócio-proprietário, Samoel Smiderle, a ideia surgiu da combinação entre a tradição da charcutaria e a presença da pecanicultura na região. A formulação buscou equilíbrio entre sabor e textura. “A gente teve a ideia de testar a noz-pecã no embutido e chegou a um resultado com boa aceitação”, afirma.
O salame leva temperos naturais e passa por processo de maturação. A noz-pecã entra como diferencial, trazendo crocância ao produto. De acordo com Smiderle, a proposta foi manter um perfil mais suave, sem uso de realçadores de sabor.
A aceitação inicial já reflete na produção. “Quem prova costuma aprovar e até substituir o tradicional”, diz.
Cosméticos à base de pecã
Outro destaque vem do setor de cosméticos. A empresa Nozes Pitol, de Anta Gorda (RS), apresenta uma nova fase da marca, agora chamada Fiorenoz, com foco em produtos de skincare.
A linha utiliza óleo e casca da noz-pecã como base das formulações. Segundo a representante da empresa, Victoria Pitol, a proposta é conectar o uso da matéria-prima ao bem-estar. “São ativos que trazem naturalidade para a pele”, explica.
A reformulação também busca ampliar a percepção sobre o uso da noz-pecã. “A ideia é mostrar que ela vai além do consumo alimentar e pode estar presente também no cuidado pessoal”, afirma.
Programação do evento
Além da apresentação dos produtos, a programação inclui visitação a estandes, painel temático e colheita simbólica.
O evento será realizado no Salão Comunitário da Capela Sagrado Coração de Jesus, na Comunidade Travessão Bonito, e em propriedade rural do município. A abertura da colheita é promovida pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), com apoio de entidades do setor.
*Com informações da assessoria de imprensa
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