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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Com Chicago em queda, negócios de soja devem seguir pontuais no Brasil – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de soja deve manter a recente rotina de ritmo pontual de negócios. O principal fator para esta tendência é a queda na Bolsa de Mercadorias de Chicago hoje, diante das dúvidas sobre a manutenção da pujança da demanda chinesa pela soja norte-americana. O dólar, que poderia atual como contraponto aos preços, abriu praticamente estável frente ao real.

Na sexta-feira, o mercado brasileiro de soja registrou um dia de poucas movimentações. De acordo com o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, sem reporte de movimentos firmes, no porto saindo alguns lotes, enquanto no interior parado. Mercado com poucos negócios novamente.

Segundo ele, o produtor segue focando em avançar no plantio, com algumas áreas já caminhando para finalização, mas com poucos players. Silveira acrescenta que a CBOT subiu um pouco, o dólar recuou e os prêmios seguem negativos, então tivemos poucas mudanças nos preços.

No mercado físico, os preços ficaram estáveis. Em Passo Fundo (RS), a saca permaneceu em R$ 136,00, enquanto em Santa Rosa (RS) seguiu em R$ 137,00. Em Cascavel (PR), os valores avançaram de R$ 135,00 para R$ 136,00. Em Rondonópolis (MT), mantiveram-se em R$ 124,00, e em Dourados (MS) ficaram em R$ 126,50. Já em Rio Verde (GO), a cotação recuou de R$ 128,00 para R$ 127,00.

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Nos portos, Paranaguá (PR) manteve R$ 142,00 por saca, enquanto Rio Grande (RS) estabilizou em R$ 143,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera em queda de 0,15% para o contrato janeiro/26 do grão, coatado a U$ 11,36 por bushel.

* O mercado busca um movimento de realização de lucros após os ganhos acumulados na semana e no mês anterior. A oleaginosa também sente a pressão da ampla oferta global e das dúvidas persistentes sobre a capacidade da China, maior compradora mundial, de atingir a meta de 12 milhões de toneladas até o fim do ano. O número que não foi confirmado oficialmente por Pequim.

CÂMBIO

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* O dólar comercial registra alta de 0,05%, a R$ 5,3577. O Dollar Index registra baixa de 0,29%, a 99,171 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia encerraram mistas. China, +0,65%. Japão, -1,89%.

* As bolsas na Europa operam em baixa. Paris, -1,00%. Frankfurt, -1,65%. Londres, -0,07%.

* O petróleo opera em alta. Janeiro do WTI em NY: US$ 59,18 o barril (+1,07%).

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AGENDA

—–Segunda-feira (1/12)

– Exportações semanais de grãos dos EUA pendentes referentes à semana do dia 23/10 – USDA, 10h30

– Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA, 13h.

– Dados de oferta e demanda de soja, milho e algodão no Mato Grosso – Imea, 16h.

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– Relatório de condições das lavouras nos Estados Unidos – USDA, 18h.

—-Terça-feira (2/12)

– Eurozona: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de novembro será publicada às 7h pelo Eurostat.

– O IBGE divulga, às 9h, a Produção Industrial Mensal referente a outubro.

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

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—–Quarta-feira (3/12)

– EUA: O saldo da balança comercial de outubro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Comércio. (*)

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 12h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

—–Quinta-feira (4/12)

– Eurozona: A leitura do índice de preços ao produtor de outubro será publicada às 7h pelo Eurostat.

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– Estimativa de safra de café do Brasil – Conab, 9h.

– O IBGE divulga, às 9h, o PIB referente ao 3º trimestre.

– EUA: O saldo da balança comercial de outubro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Comércio. (*)

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30.

– Exportações semanais de grãos dos EUA pendentes referentes à semana do dia 30/10 – USDA, 10h30

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– O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria, do Comércio e Serviços divulga, às 15h, os dados consolidados de novembro, seguidos por coletiva de imprensa.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

—–Sexta-feira (5/12)

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– Eurozona: A leitura revisada do PIB do terceiro trimestre será publicada às 7h pelo Eurostat.

– A FGV divulga, às 8h, o IGP-DI referente a novembro.

– O IBGE divulga, às 9h, o Índice de Preços ao Produtor – Indústrias extrativas e de transformação referente a outubro.

– EUA: O relatório oficial de empregos do país (payroll) de novembro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho.

– A ANFAVEA divulga, às 11h, os dados de produção, exportação e importação de veículos referentes a novembro.

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– EUA: O índice de inflação PCE, bem como a renda e gastos pessoais, de outubro serão publicados às 12h pelo Departamento do Comércio. (*)

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Autor/Fonte: Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

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Sustentabilidade

Condições climáticas favorecem desenvolvimento da soja na maior parte do país – MAIS SOJA

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O monitoramento agrícola dos cultivos de verão aponta condições favoráveis para o desenvolvimento da soja na maior parte das regiões produtoras do país. Os dados estão reunidos no último Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na sexta-feira (24). O documento avalia as condições meteorológicas e o índice de vegetação (IV) das principais lavouras brasileiras no período entre 01 e 21 de abril.

Segundo o Boletim, os maiores volumes de chuva da temporada foram registrados na região Norte e na faixa norte da região Nordeste, incluindo também o leste do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Com a elevação da umidade do solo nessas áreas, o desenvolvimento das lavouras de grãos foi favorecido.

No Norte, os maiores acumulados foram verificados no Pará, no leste do Amazonas e no Amapá. Se por um lado o regime hídrico atrasou a colheita da soja no Pará e do arroz no Tocantins, por outro, a segunda safra de milho foi beneficiada. Já no interior do Nordeste, a redução das chuvas, típica do período, interferiu no desenvolvimento de alguns cultivos na Bahia, no Piauí e no Sertão de Pernambuco. Apesar do déficit hídrico localizado, as condições gerais da região foram favoráveis.

A umidade do solo também se manteve suficiente no Centro-Oeste e no Sudeste, embora tenha sido observada redução no armazenamento hídrico no final do período analisado. Na maior região produtora de grãos no país, os índices pluviométricos mais elevados foram verificados em Mato Grosso, contribuindo para o milho segunda safra. Entretanto, o documento aponta diminuição na reserva hídrica do solo em áreas de Mato Grosso do Sul e Goiás, também constatada na região Sudeste, nos estados de Minas Gerais e de São Paulo, o que pode afetar o desenvolvimento do cereal.

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No Sul, com a irregularidade na distribuição das chuvas, o alerta foi para o Paraná, que teve restrição hídrica especialmente na porção norte. O período curto de chuvas intensas ainda impactou a colheita da soja e do arroz no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Apesar da dinâmica, no estado gaúcho o IV da safra atual foi superior ao das anteriores.

O panorama da evolução do IV aponta, de forma geral, um bom desenvolvimento das lavouras, com valores próximos aos das safras antecedentes de soja e milho. Além desses cultivos, o Boletim também apresenta o progresso dos plantios de algodão e arroz nos principais estados produtores.

BMA – Produzido em parceria entre a Conab, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam), o Boletim tem como objetivo divulgar informações sobre as condições agrometeorológicas e sobre o monitoramento  das lavouras, avaliado por meio de imagens de satélite e dados de campo. As informações são disponibilizadas periodicamente, considerando ainda a diversidade de cultivos e de manejo em diferentes regiões do território nacional.

As informações completas sobre regime de chuvas e índice de vegetação das safras de verão estão disponíveis na edição de abril do Boletim de Monitoramento Agrícola.

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Preço da soja se mantém no final de abril, aponta Cepea

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As últimas semanas no mercado da soja foram marcadas por preços firmes. Apesar da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, as cotações se mantiveram sustentadas pela forte demanda, tanto no mercado interno quanto externo.

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os conflitos no Oriente Médio e a valorização do petróleo tem reforçado essa constância no mercado. Com os preços do diesel em alta, a procura pelo biodiesel tem aumentado e consequentemente o interesse pelo óleo de soja também.

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Em relação às lavouras, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que a colheita atingiu 92,1% da área, com variações entre regiões. No Sul do país, o ritmo é mais lento: Santa Catarina registra 71% e o Rio Grande do Sul, 69%, ambos abaixo dos índices observados no ano passado.

Enquanto isso, no Matopiba o ritmo é heterogêneo e em Tocantis a colheita está próxima ao fim, com 98% da área colhida. Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior. No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025.

Colheita internacional

Na Argentina, chuvas tem atrapalhado a colheita, o que forçou uma pausa por período indeterminado na região.

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Enquanto nos EUA, a chuva chegou como notícia boa e trouxe alívio, apesar de limitar as atividades. Mesmo dessa forma, a semeadura chegou a 23% da área projetada para a safra 2026/27, até 26 de abril, quantidade superior ao ano passado e da média dos últimos 5 anos.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Cepea

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