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18 de maio de 2026

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Canal Rural Mato Grosso vence Prêmio de Jornalismo da Aprosoja MT

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Uma noite de reconhecimento ao jornalismo especializado marcou a 3ª edição do Prêmio Aprosoja MT, realizada em Cuiabá, onde o Canal Rural Mato Grosso se destacou ao conquistar quatro troféus. A afiliada obteve o primeiro lugar em Reportagem em Vídeo, Fotojornalismo e Destaque Regional Sul, além de um terceiro lugar na categoria principal de vídeo.

O evento reuniu profissionais de todo o estado, na noite desta terça-feira (18), em uma cerimônia que celebrou a cobertura jornalística sobre o agronegócio.

A terceira edição do prêmio registrou mais de 120 trabalhos inscritos em cinco categorias e cinco destaques regionais. A comissão julgadora avaliou critérios como relevância, impacto, narrativa e originalidade.

O sucesso do Canal Rural Mato Grosso começou com o prêmio de Destaque Regional Sul, conquistado pela jornalista Viviane Elisa Petroli. Sua reportagem enfocou como a educação no agro fortalece a sustentabilidade no campo e gera melhorias na qualidade de vida das comunidades urbanas, reforçando o poder transformador do setor.

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Foto: Canal Rural Mato Grosso

Na sequência, o reconhecimento veio na categoria Fotojornalismo, com a vitória de Leandro Balbino. A imagem premiada, segundo os jurados, simboliza a modernização do agro, ao conectar a produção de alimentos à geração de energia renovável, como a utilizada em combustíveis sustentáveis de aviação.

Liderança em reportagem em vídeo

O ápice da noite se deu na categoria mais concorrida, a de Reportagem em Vídeo, onde o Canal Rural subiu ao palco duas vezes.

O terceiro lugar foi para a dupla Olmir Cividini e Leandro Balbino, que apresentaram uma matéria sobre o investimento de uma usina mato-grossense no desenvolvimento de combustível sustentável de aviação. A pauta ressaltou a inovação que conecta o agro ao futuro da mobilidade.

O prêmio principal de Reportagem em Vídeo foi para o jornalista Pedro Silvestre Dias e o repórter cinematográfico Israel Baumann, com o trabalho que destaca porque o Brasil é líder na reciclagem de embalagens e defensivos agrícolas. A reportagem com edição e finalização de Maruan Belo vai além da informação e mostra na prática o compromisso do setor com boas práticas ambientais.

Lucas Costa Beber presidente Aprosoja Mato Grosso. Foto: Aprosoja Mato Grosso
Foto: Aprosoja Mato Grosso

Durante a cerimônia, o presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, ressaltou o papel essencial da imprensa na missão de aproximar produtores, consumidores e a sociedade em geral.

“O jornalismo é o quarto poder, porque ele tem o poder de direcionar, de influenciar não só a sociedade, mas também as autoridades, o judiciário, os políticos, enfim, todas as camadas, ele tem o poder de influenciar. Portanto, vocês têm uma responsabilidade muito grande”, disse Beber.

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Na oportunidade, a entidade também anunciou o tema para a edição de 2026 do prêmio: “O agro sustentável que transforma a cidade a partir do campo”.

As quatro conquistas na premiação reforçam o compromisso do Canal Rural Mato Grosso em narrar, com precisão e responsabilidade, as histórias que movem o agronegócio brasileiro.

Confira a lista completa de ganhadores:

Reportagem em Vídeo:
1° – Pedro Dias Silvestre
Título: Brasil é líder na reciclagem de embalagens de defensivos agrícolas
Canal Rural Mato Grosso

2° – Bianca Cristina Rodrigues
Título: Do campo à mesa: Como a soja sustentável ganha destaque no prato e ajuda na vida de quem mais precisa
TV Centro América Sinop

3° – Olmir Cividini
Título: Do campo aos céus: Usina de Mato Grosso investe em combustível sustentável de aviação
Canal Rural Mato Grosso

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Reportagem em Texto:
1º – Pollyana Araújo Souza Almeida
Título: Código de confiança: rastreabilidade conecta
Portal Primeira Página

2º – Kethlyn Moraes Cordeiro
Título: Com reflorestamento e recuperação de nascentes, produtores rurais se tornam guardiões das águas de MT
Jornal RD News

3º – Kessillen Lopes da Silva
Título: Do campo à mesa: monitoramento reduz uso de defensivos e assegura produção sustentável em MT
G1 Mato Grosso

Reportagem em Áudio:
1° – Leandro de Almeida Agostini
Título: Agro e Escola: O Desencontro em Sala de Aula
Rádio Centro América FM

2° – Simone Souza Guedes Quirino Cardoso
Título: Qualidade do ar e produção de grãos caminham juntas em Mato Grosso
Rádio Bom Jesus Fm 92,07

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3° – Wiasmyne Rodrigues de Oliveira
Título: Guardiões da Terra – O Futuro Sustentável do Agro em Mato Grosso
Rádio Centro América Easy

Fotojornalismo:
1º – Leandro Veloso Balbino
Título: O agro brasileiro não para ele alimenta, move e agora também ajuda a voar mais limpo
Balbino Agro Filmes

2º – Francisco Carlos Lima de Oliveira
Título: Indústria Artesanal: Rio dos peixes vive Ciclo próspero à base de Milho
Jornal A Gazeta

3° – Evandro Marcelo de Souza
Título: Mãos que geram prosperidade
Marcelo Souza Fotos

Jornalismo Universitário:
1° – Raiane Florentino da Silva
Título: Plantio Direto: a revolução sustentável no campo que protege o solo e o clima
Record News Sinop

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2° – Haillyn Heiviny Mendes de Barros
Título: MT lidera produção de biodiesel e conecta soja às ruas do Brasil
Portal Primeira Página

3° – Abder Rah Man Khan Jean Baptiste
Título: Sensores climáticos, softwares e máquinas aceleram produção agrícola e mantém a sustentabilidade em MT
G1 Mato Grosso

Destaques regionais

Norte:
Crislaine Molossi
Título: Reserva Legal: a parte da fazenda que garante equilíbrio entre campo e cidade
TV Centro América Sinop

Sul:
Viviane Elisa Petroli
Título: Educação no agro conecta sustentabilidade no campo e qualidade urbana
Canal Rural Mato Grosso

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Leste:
Lukas Barbosa Soares
Título: O agro sustentável de Querência e seu impacto na vida urbana
Rádio Interativa FM 97,9

Oeste:
Elisangela Pereira de Oliveira
Título: Agro sustentável plantando futuro: reflorestamento, mulheres e inovação na Fazenda 4 de Agosto
Site Ideal MT

Baixada Cuiabana:
Geovanna Albuquerque Torquato Cavalcante
Título: Etanol de milho em MT pode turbinar aviação e colocar o Brasil na liderança global de biocombustíveis
Jornal RD News


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Terras agrícolas disparam em Santa Catarina com avanço da soja e do arroz

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Foto: Vlamir Brandalizze/ Arquivo pessoal

O mercado de terras agrícolas em Santa Catarina seguiu aquecido em 2025, refletindo o desempenho da agropecuária no estado. Levantamento da Epagri/Cepa aponta valorização dos imóveis rurais, principalmente nas áreas com maior aptidão produtiva e forte presença de culturas como soja e arroz.

As terras de primeira categoria, consideradas as mais produtivas, registraram os maiores valores. Em Campos Novos, no Meio-Oeste catarinense, o preço médio chegou a R$ 169 mil por hectare. Já as várzeas sistematizadas, usadas principalmente para a produção de arroz, também apareceram entre as áreas mais valorizadas. Em Turvo, no Sul do estado, o valor médio alcançou R$ 164 mil por hectare.

Na outra ponta, ficaram as áreas com restrições produtivas. As terras de segunda categoria tiveram média de R$ 38,34 mil por hectare em Lebon Régis. Já as terras de terceira categoria, marcadas por maior declividade, foram avaliadas em R$ 19,75 mil por hectare em Calmon.

O levantamento ainda mostrou que o campo nativo teve valor médio de R$ 19,91 mil por hectare em Lages. As áreas destinadas à servidão florestal ou reserva legal registraram os menores preços, chegando a R$ 10,37 mil por hectare em Otacílio Costa.

Segundo a Epagri/Cepa, as diferenças refletem as características produtivas e econômicas de cada região. Além da aptidão agrícola, fatores como pressão urbana, turismo e legislação ambiental também influenciam diretamente o valor das terras no estado.

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O estudo é realizado desde 1997 e acompanha os preços médios das terras agrícolas em diferentes municípios catarinenses. Os dados são divulgados no Observatório Agro Catarinense e servem de base para estudos técnicos, políticas públicas e referências usadas por produtores e prefeituras.

Como o levantamento é feito

A coleta das informações ocorre entre outubro e janeiro e considera apenas o valor da terra nua, sem benfeitorias. O trabalho envolve técnicos da Epagri/Cepa em todas as regiões do estado.

As informações são obtidas com imobiliárias, cooperativas, sindicatos rurais, cartórios, associações de produtores e órgãos públicos. Para cada município e classe de terra, ao menos três fontes são consultadas.

De acordo com a analista da Epagri, Glaucia de Almeida Padrão, os dados passam por validação estatística antes da divulgação. O estudo considera preços mínimos, máximos e os valores mais praticados em cada localidade.

A Epagri/Cepa ressalta, porém, que os números têm caráter referencial e não devem ser usados como parâmetro único em negociações ou processos de arbitragem, já que fatores como localização, qualidade do solo e topografia podem provocar grandes diferenças dentro do mesmo município.

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Agro forte sustenta valorização

A valorização das terras acompanha o avanço da agropecuária catarinense. Nos últimos dez anos, o Valor da Produção Agropecuária (VPA) do estado cresceu, em média, 4,3% ao ano em termos reais.

Em 2025, o VPA foi estimado em R$ 74,9 bilhões, alta de 15,4% na comparação com 2024. A pecuária respondeu por 58% da receita gerada no campo, enquanto os grãos vieram na sequência. Suínos, frangos, leite e soja concentraram mais da metade do valor produzido.

Segundo a Epagri/Cepa, o desempenho da soja ajudou a puxar os preços das terras de primeira e segunda categorias no Oeste e no Planalto Norte. Já no litoral, a pressão urbana, industrial e portuária também contribuiu para a valorização.

As áreas de servidão florestal e terras de terceira categoria também registraram avanço nos preços, influenciadas pelo turismo rural e pelas regras ambientais. Nas várzeas usadas para arroz, a valorização foi impulsionada pela alta do cereal nos últimos anos e pelo modelo de arrendamento, predominante em boa parte da área cultivada no estado.

*Com informações da assessoria de imprensa

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Projeção de boa safra pressiona cotações do milho, diz Cepea

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Foto: divulgação/Secretaria da Agricultura e do Abastecimento

Estimativas para a temporada de produção de milho, divulgadas pela Conab, projetam uma crescente nas quantidades entre os relatórios de abril e maio. Por conta disso, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), apontam que compradores, que hoje tem estoques confortáveis, aguardam um recuo nas cotações para realizar as negociações.

Dados da Conab mostram que a primeira safra 2025/26 está estimada em 28,46 milhões de toneladas, 14% superior ao da temporada anterior e 2% acima do relatório divulgado em abril. O aumento reflete no crescimento em área e produtividade nas regiões produtoras. O Cepea destaca que neste ano os estoques de passagem no início da temporada foram estimados como um dos maiores já registrados, o que ja transmitiu tranquilidade aos consumidores.

Ainda segundo centro de pesquisas, vendedores do cereal seguem flexiveis nas negociações, visto o cenário de quedas de preços, armazéns cheios e safras fortes.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Aplicativo GuardeÁgua terá capacitação em nove estados do Semiárido

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Solos e a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) iniciam nesta terça-feira (19) uma série de oficinas sobre o aplicativo GuardeÁgua em nove estados do Semiárido. A ferramenta foi desenvolvida para identificar áreas apropriadas à construção de barragens subterrâneas, tecnologia usada para retenção de água no solo e apoio à produção agropecuária em regiões de baixa disponibilidade hídrica. A ação tem aporte financeiro do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

As primeiras capacitações ocorrerão no Rio Grande do Norte, em Santa Maria (RN), e na Paraíba, em Esperança (PB), das 8h às 17h. Também estão previstos treinamentos na Bahia, Sergipe, Minas Gerais, Piauí, Ceará, Pernambuco e Alagoas. No caso de Pernambuco e Alagoas, o material divulgado informa que ainda há data e, em Alagoas, também cidade a definir.

Lançado em dezembro de 2025, o GuardeÁgua foi desenvolvido pela Unidade de Execução de Pesquisa e Desenvolvimento de Recife (UEP Recife), da Embrapa Solos, em parceria com a ASA. O aplicativo está disponível para Android e também tem versão web. Segundo a pesquisadora Maria Sonia Lopes da Silva, da Embrapa Solos, a ferramenta pode ser usada em campo mesmo sem internet, com sincronização automática dos dados quando a conexão é restabelecida.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

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De acordo com a Embrapa, a análise considera informações de solo, relevo, clima, geologia e vegetação. A partir desses dados, o sistema classifica a área como “Apto”, “Restrito” ou “Inapto” para a implantação da barragem subterrânea. O usuário também pode baixar um relatório em PDF com a justificativa técnica do resultado.

A barragem subterrânea utiliza lona plástica de 200 micras instalada em valas com profundidade entre 1,5 metro e 6 metros, em áreas agrícolas de declive suave. A estrutura retém a água da chuva no perfil do solo, mantendo a umidade por vários meses. Isso permite cultivo por mais tempo, além de apoio à pequena irrigação e à dessedentação animal, conforme a necessidade da propriedade.

As oficinas terão parte teórica e atividades práticas em unidades de produção familiar. Além da seleção de áreas, o aplicativo reúne orientações gerais sobre manejo conservacionista do solo, uso da água, cultivos e acesso à Plataforma do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc).

Segundo os organizadores, a expectativa é ampliar o uso da ferramenta por técnicos e agricultores como apoio à implantação de barragens subterrâneas no Semiárido. Como a agenda desta etapa não inclui Espírito Santo e Maranhão, a cobertura do treinamento permanece restrita aos estados com metas previstas no contrato firmado no âmbito do Programa Cisternas.

Fonte: embrapa.br

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