Sustentabilidade
Dados do USDA e vendas durante shutdown decepcionam e Chicago cai forte na soja – MAIS SOJA

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Os dados do relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e a divulgação das vendas por parte de exportadores privados durante o shutdown decepcionaram e proporcionaram o recuo, com o mercado devolvendo parte dos ganhos da semana.
Os dados do USDA indicaram ainda uma grande oferta de soja a entrar no mercado. A revisão para baixo na produtividade e produção dos Estados Unidos foi apenas moderada. Além disso, o USDA cortou a previsão para as exportações americanas, evidenciando um certo ceticismo com a possível retomada de compras chinesas.
Em relação as vendas durante a paralisação, houve a confirmação de apenas 332 mil toneladas para a China, número bem abaixo dos prometidos 12 milhões de toneladas após acordo entre Washington e Pequim. Houve ainda reporte de 616 mil toneladas para destinos não revelados, que provavelmente foram vendidas para a China.
O relatório indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,253 bilhões de bushels em 2025/26, o equivalente a 115,74 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 53 bushels por acre. No relatório anterior, os números eram de 4,301 bilhões (117,05 milhões) e 53,5 bushels, respectivamente. O mercado esperava uma produção de 4,265 bilhões ou 116,07 milhões.
Os estoques finais estão projetados em 290 milhões de bushels ou 7,89 milhões de toneladas, contra 300 milhões do relório anterior – 8,16 milhões. O mercado apostava em carryover de 292 milhões de bushels ou 7,95 milhões de toneladas. O USDA está trabalhando com esmagamento de 2,555 bilhões de bushels e exportações de 1,635 bilhão. Em setembro, os números eram de 2,555 bilhões e 1,685 bilhão.
O USDA projetou safra mundial de soja em 2025/26 em 421,75 milhões de toneladas. Para 2024/25, a previsão é de 427,14 milhões de toneladas. Os estoques finais para 2025/26 estão estimados em 122 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 124,6 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2024/25 estão estimados em 123,34 milhões de toneladas, contra expectativa de 123,4 milhões de toneladas.
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 22,50 centavos de dólar, ou 1,96%, a US$ 11,24 1/2 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,36 por bushel, com retração de 20,75 centavos de dólar ou 1,79%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 5,90 ou 1,79%, a US$ 322,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 50,15 centavos de dólar, com perda de 0,10 centavo ou 0,19%.
Fonte: Agência Safras – Dylan Della Pasqua / Safras News
Sustentabilidade
Milho fecha em alta em Chicago com temores sobre exportações no Mar Negro – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado chegou a cair no início do dia, pressionado pela queda do petróleo em Nova York, mas reagiu e acabou sendo sustentado pelos temores de que uma intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia provoque novas interrupções nas exportações pelo Mar Negro. Os sinais de uma boa demanda pelo cereal dos Estados Unidos complementaram o quadro positivo.
As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2025/26, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 332.700 toneladas na semana encerrada em 16 de julho. O México liderou as compras, com 203.300 toneladas.
Para a temporada 2026/27, foram mais 701.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 500 mil e 1,6 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,49 1/4, com avanço de 8,50 centavos, ou 1,92% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, com alta de 8,50 centavos, ou 1,83% em relação ao fechamento anterior.
Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)
Sustentabilidade
Colheita do milho safrinha 2026 atinge 54,7% no Centro-Sul do Brasil, aponta Safras – MAIS SOJA

A colheita da safrinha 2026 de milho atingia 54,7% da área estimada de 15,739 milhões de hectares na sexta-feira (31), segundo levantamento de Safras & Mercado.
A ceifa de milho atinge 38,9% da área no Paraná, 14,3% em São Paulo, 40,6% em Mato Grosso do Sul, 30,9% em Goiás, 78,9% em Mato Grosso e 10,6% em Minas Gerais.
No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 66,5% da área cultivada de 15,407 milhões de hectares. A média de colheita dos últimos cinco anos para o período é de 65,7%.
Matopiba
Na região do Matopiba, a colheita da safrinha 2026 atingiu 56% da área cultivada de 1,341 milhão de hectares. A ceifa chegou a 88,8% na Bahia, a 49,1% no Maranhão, a 62,4% da área no Piauí e a 46,4% no Tocantins.
No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 74,9% na área cultivada de 1,280 milhão de hectares, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 64,3%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Sumitomo Chemical apresenta tecnologias para o manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas de produção – MAIS SOJA

A Sumitomo Chemical marca participação no 34o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD) com as suas principais soluções de proteção de lavouras e pastagens. Maior encontro do setor no país, o evento acontece entre os dias 3 e 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). A companhia apresentará seu portfólio focado no manejo eficiente e sustentável de plantas daninhas para o agro.
Entre os principais destaques do evento está o Rapidicil®, nova geração de herbicida da Sumitomo Chemical para agricultores que buscam controle rápido, seguro e flexível de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, e que confere maior velocidade de dessecação do mercado. Pertencente ao grupo dos inibidores da enzima PPO (Protoporfirinogênio Oxidase), o novo herbicida é voltado para as culturas de soja, milho e algodão, posicionando-se como uma ferramenta estratégica contra espécies de difícil controle. O produto, em fase de registro, não está disponível para comercialização.
A empresa, que é patrocinadora Diamante do evento, também leva ao congresso o ZethaMaxx® Evo, herbicida pré-emergente que combina três mecanismos de ação distintos para ampliar a eficiência do manejo, garantindo mais flexibilidade, controle residual prolongado e facilidade operacional ao produtor. No segmento de pastagens, o destaque será Tempest® E, que chega com um posicionamento ainda mais completo: além da eficiência em plantas daninhas de difícil e extrema dificuldade de controle, passa a contemplar também os segmentos de fácil e médio controle, contribuindo para pastagens mais produtivas e maior rentabilidade na pecuária.
De acordo com Luciano Teixeira, gerente de Herbicidas da Sumitomo Chemical, o CBCPD é um ambiente fundamental para a inovação no campo. “O congresso é uma plataforma essencial para trocarmos conhecimentos e apresentarmos tecnologias que combinam inovação, eficiência operacional e sustentabilidade no manejo de plantas daninhas”, destaca. “A Sumitomo Chemical está à disposição do produtor para proteger o potencial produtivo das áreas e auxiliar no aumento da rentabilidade no campo”.
Além do estande, alguns trabalhos foram selecionados para apresentação oral pela comissão do congresso e a Sumitomo Chemical preparou um ambiente exclusivo para a disseminação de conhecimento técnico. Nos dias 4 e 5 de agosto, das 15h às 17h, uma sala será dedicada para receber pesquisadores e profissionais do setor para a apresentação de trabalhos científicos e resultados de pesquisas de campo conduzidas pela companhia.
Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro
Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Em 2025, a companhia completou 50 anos de história no Brasil como precursora e referência em produtos para aumentar a produtividade e controlar doenças e pragas da agropecuária nacional.
A Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer soluções sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade.
Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.
Fonte: Assessoria de imprensa
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