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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Aprosoja MT participa da COP30 em Belém e apresenta propostas para uma agenda climática tropical, soberana e produtiva – MAIS SOJA

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) participa, pela terceira vez consecutiva, da Conferência das Partes (COP30), realizada este ano em Belém, no Pará. A entidade está representada pelo vice-presidente Luiz Pedro Bier, que também coordena a Comissão de Sustentabilidade da associação.

Durante o evento, o vice-presidente da Aprosoja MT destacou a importância do produtor rural como protagonista nas discussões internacionais que tratam de sustentabilidade, governança ambiental e do papel do agronegócio tropical na mitigação das mudanças climáticas. Segundo ele, acompanhar de perto o que está sendo debatido é fundamental, especialmente diante das novas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) que serão apresentadas nesta edição da COP.

“Hoje pela manhã visitamos as delegações e conhecemos as intenções de cada país presente. Também passamos no estande do Brasil e, à tarde, estivemos na Casa Abema, em um side event, onde acompanhamos a assinatura de um protocolo de intenções da rede jurisdicional do Estado de Mato Grosso. Tivemos ainda uma conversa importante com o governador Mauro Mendes”, relatou Bier.

A Aprosoja MT também tem aproveitado a COP30 para divulgar a Carta-Manifesto dos Produtores de Soja para a COP30, documento elaborado em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil). O texto, lançado no dia 6 de novembro, em Brasília, reúne 27 páginas de propostas voltadas à construção de uma agenda climática tropical, soberana e produtiva.

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O documento contou com a colaboração do professor e pesquisador Daniel Vargas, doutor e mestre em Direito pela Universidade de Harvard e docente da Fundação Getúlio Vargas (FGV/Rio), reconhecido como um dos maiores especialistas brasileiros em sustentabilidade e direito internacional. Entre as principais propostas, está a criação de um Sistema Nacional de Métricas e Padrões Tropicais, contido no item Ciência Tropical e Governança do manifesto.

A participação da Aprosoja MT na COP30 reforça o compromisso da entidade em contribuir com o debate sobre o papel do agronegócio brasileiro na produção sustentável de alimentos e na preservação ambiental.
Além das agendas técnicas, o vice-presidente Luiz Pedro Bier será um dos painelistas da Agrizone COP30 – Dia Grãos e Fibras, que acontece na quarta-feira (12.11), às 14h30, no painel “Desafios da Produção de Grãos e Fibras diante das Definições Internacionais de Sustentabilidade”.

“Amanhã vamos participar de um painel na Green Zone e também na Agrisonne, onde serão discutidos os temas do agro brasileiro aqui em Belém do Pará”, finalizou Luiz Pedro Bier.

Fonte: Fernanda Trindade – Aprosoja MT



 

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FONTE

Autor:Fernanda Trindade / Aprosoja MT

Site: Aprosoja MT

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Sustentabilidade

Milho/BR: Plantio chega a 44,2% com contraste climático entre os estados – MAIS SOJA

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Milho/BR: 44,2% semeado. No RS, a semeadura segue lenta, limitada às áreas fora das principais regiões produtoras. Nas regiões consolidadas, encerram-se o manejo de plantas invasoras e as aplicações de nitrogênio. A pressão de cigarrinha é baixa, mas já há sintomas de bacteriose em algumas lavouras. As primeiras áreas semeadas aproximam-se do florescimento, favorecidas pela maior radiação solar.

No PR, a maior parte das lavouras apresenta bom desenvolvimento, embora o excesso de umidade, a baixa luminosidade e os ventos fortes tenha retardado o crescimento inicial, em algumas regiões.

Em SC, a implantação foi concluída no Extremo Oeste e no Oeste e bem adiantada nos Planaltos e na Serra. O desenvolvimento é satisfatório nas áreas drenadas, mas o excesso de umidade e a baixa luminosidade reduziram o crescimento e exigiram replantio em áreas atingidas por chuvas intensas.

Em SP, a semeadura avança de forma gradual e em ritmo limitado. O excesso de umidade e as chuvas frequentes dificultam a entrada de máquinas. Em MG, o plantio avançou com a melhora da umidade. Em GO, a semeadura segue lenta, pois há a priorização da semeadura de soja. Na BA, o plantio foi iniciado na região Oeste e CentroNorte, nas áreas com maiores registros de precipitação.

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No MA, a semeadura terá início a partir desse mês. No PA, as chuvas ainda são insuficientes para o início da semeadura.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

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Site: Conab

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Sustentabilidade

Soja/BR: Semeadura atinge 54,3% do país com avanços no Centro-Oeste e progresso no Sul – MAIS SOJA

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Soja/BR: 54,3% semeado. Em MT, a implantação avança para os talhões marginais, com as lavouras exibindo bom desenvolvimento vegetativo e quadro fitossanitário normal, embora haja heterogeneidade pontual no estabelecimento das lavouras.

Em MS, as chuvas dificultaram a semeadura e os manejos preventivos. Em GO, o plantio avança impulsionado pela antecipação do calendário e pela regularidade das chuvas. As lavouras estão em emergência e desenvolvimento inicial. Em MG, o plantio progrediu devido às chuvas moderadas e a boa umidade do solo.

Em SP, a semeadura ganhou ritmo com a redução das chuvas. Os solos com boa umidade favorecem a germinação e a emergência. No PR, a maioria das lavouras apresenta bom desenvolvimento e o plantio avança nas janelas de tempo seco.

Em SC, a semeadura evoluiu de forma lenta e desigual, limitada pela saturação do solo e pelo atraso na colheita do trigo. Está mais adiantada no Oeste e no Extremo Oeste e ainda inicial nos Planaltos e na Serra. No RS, a umidade do solo favoreceu o bom andamento da semeadura, sobretudo nas áreas bem drenadas, com boa emergência das primeiras lavouras.

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No PA, as chuvas, embora irregulares, incentivaram o plantio. Na BA, a semeadura foi finalizada no manejo irrigado e iniciada no sequeiro, nas áreas com chuvas mais significativas. No TO, a semeadura avançou com a ocorrência das chuvas, mas segue em atraso no Sul e no Norte do estado.

No MA, prossegue a semeadura na região Sul, nos Gerais de Balsas. No PI, a semeadura segue em ritmo descompassado pela irregularidade das chuvas no Sudoeste do estado.

Previsão Agrometeorológica (03/11/2026 a 09/11/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem se concentrar no Oeste AM. Acumulados entre 20 e 40 mm são previstos em áreas do AC, de RR, de RO, do Sul PA e do TO. Na maior parte das localidades no Oeste do AP e no Norte e Nordeste do PA, não são esperados acumulados significativos. No Nordeste, não há previsão de chuvas para a maior parte do Norte da Região. São previstos acumulados abaixo de 10 mm no Centro-Sul do MA e do PI. No Oeste e Sul da BA, são previstos acumulados mais expressivos somente a partir do começo da próxima semana. No geral, as condições ainda serão desfavoráveis para um maior avanço na semeadura dos cultivos de primeira safra no PA e na maior parte do Matopiba.

CO: A condição varia entre tempo estável a pancadas de chuva isoladas. Acumulados entre 10 e 30 mm deverão ocorrer especialmente no Centro-Sul e Oeste de MT, além de MS, GO e DF. A partir do fim de semana, há previsão de temporais principalmente em MS e Sul de MT, com acumulados que também devem aumentar em GO e DF. Apesar das chuvas intensas, as condições serão, no geral, favoráveis ao manejo e ao desenvolvimento das lavouras.

SE: Na primeira metade da semana, há previsão de instabilidades na porção mais central da região, desde o Oeste de MG até a divisa do RJ com o ES. Volumes de chuva mais expressivos deverão ocorrer em SP, especialmente, no Centro-Leste, na maior MG, no Norte do RJ e no Sul do ES, com maiores acumulados a partir da quinta-feira. No Norte de MG, os maiores acumulados devem ocorrer somente a partir do domingo. No Oeste de SP e no Oeste de MG, são previstos volumes baixos a moderados. No geral, as condições serão favoráveis ao manejo e ao desenvolvimento das lavouras.

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S: A semana será de tempo instável, com pancadas de chuvas e possibilidade de queda de granizo nos três estados. No RS, são previstos acumulados expressivos, especialmente, no Centro e Oeste, com impactos principalmente aos cultivos de inverno. Em SC e no PR, os acumulados também serão significativos, com danos pontuais às lavouras. No Norte do PR e no Sul do RS, os volumes serão menores. Apesar dos temporais e das chuvas intensas, a
umidade no solo e os intervalos de tempo firme deverão favorecer o manejo e o desenvolvimento da maioria das lavouras.

Fonte: Conab



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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Trigo/BR: Colheita avança no Sul, mas clima reduz produtividade e qualidade dos grãos – MAIS SOJA

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Trigo/BR: 66,9% colhido. No RS, os produtores seguem intensificando o ritmo da colheita em razão da sequência de dias sem chuva. A produtividade e a qualidade dos grãos permanecem mais baixos em relação ao projetado no início da safra, influenciadas pelas condições climáticas e pelo nível de manejo adotado nas lavouras.

No PR, a colheita avançou e a qualidade das lavouras remanescentes reduziu. O produto colhido apresenta PH e falling number abaixo dos padrões de qualidade exigidos. Em SC, a colheita avança com perdas de produtividade e qualidade em razão da elevada precipitação. No Extremo Oeste e no Oeste, a colheita está em andamento. Nos Planaltos e na Serra Catarinense, de calendário mais tardio, a cultura está entre as fases de enchimento de grãos e maturação.

Na BA, GO, MG, MS e SP a colheita está encerrada

Fonte: Conab

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Autor:Conab

Site: Conab

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