Sustentabilidade
Mapa defende uso de bioinsumos para unir produtividade e conservação ambiental – MAIS SOJA

O uso de produtos biológicos como alternativa sustentável para o controle de pragas e o aumento da produtividade no campo foi o tema do painel “Bioinsumos em Debate: o lugar dos macrorganismos no Programa Nacional de Bioinsumos (Pronara) e na agricultura familiar”, realizado nesta terça-feira (11), na AgriZone, espaço promovido pela Embrapa em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), durante a COP 30, dedicado à agricultura sustentável e à inovação no campo.
Durante o encontro, o coordenador de Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável do Mapa, Carlos Venâncio, destacou que os bioinsumos representam uma oportunidade para ampliar práticas agrícolas de baixo impacto ambiental, gerando também ganhos econômicos aos produtores.
“Falamos sobre o uso de produtos biológicos como novas alternativas para o controle de pragas, tanto em grandes culturas quanto na agricultura familiar. São soluções sustentáveis, de baixo impacto ao meio ambiente, que trazem economia e mais renda ao produtor rural”, afirmou Venâncio.
O debate destacou o papel do Pronara, iniciativa do governo federal que tem como objetivo reduzir o uso de agrotóxicos na agricultura, estimulando a adoção de produtos biológicos para promover uma produção mais sustentável e saudável. O programa consolida um novo modelo produtivo para a agricultura brasileira, baseado na inovação, na conservação dos recursos naturais e no fortalecimento da agricultura familiar.
Com o incentivo ao uso de bioinsumos e de soluções biológicas, o Mapa reforça a transição da agricultura brasileira rumo a um modelo sustentável, equilibrando produção e cuidado com o meio ambiente.
Fonte: Mapa
Autor:Ministério da Agricultura e Pecuária
Site: MAPA
Sustentabilidade
Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.
Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.
Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.
No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.
No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Com 28,4% concluídos, colheita do algodão avança pelos principais estados produtores – MAIS SOJA

Algodão -28,4% colhido. Em MT, a colheita da primeira safra avança enquanto a retirada da fibra da segunda safra ainda está em estádio inicial. No manejo fitossanitário, o bicudo-doalgodoeiro permanece mantido sob controle.
Na BA, a colheita se aproxima da metade nas áreas de sequeiro. No MA, nos Gerais de Balsas, a colheita alcança cerca de 67% da área estimada, com a primeira safra dentro do
planejamento e a segunda, iniciada no fim de julho, está avançada.
Em MS, a colheita segue em ritmo acelerado na região Norte, com intensificação dos maturadores. Na região central, as chuvas atrasaram as operações. Em MG, a colheita atinge cerca de 37% e segue avançando, com produtividade superando as estimativas iniciais no sequeiro e, sobretudo, nas áreas irrigadas.
Em GO, a colheita atinge metade da área nas duas principais regiões produtoras, Leste e Sul. A maior parte das lavouras está em maturação e o fornecimento de água foi suspenso. Os rendimentos estão dentro das expectativas iniciais.
No PI, a colheita alcança cerca de 62% da área semeada. Em SP, a colheita está concluída.
Previsão Agrometeorológica (03/08/2026 a 10/08/2026)
N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no Oeste do AM, podendo, pontualmente, ultrapassar 80 mm. No litoral do PA, no AP, em RR e no AC, os acumulados podem ficar em torno de 7 mm. Nas demais áreas da região Norte, os acumulados podem ser de até 5 mm. Na Região Nordeste, as chuvas devem se concentrar ao longo da faixa litorânea, com destaque para o litoral Sul da BA e entre Natal e Maceió, onde, pontualmente, os acumulados podem atingir cerca de 20 mm. Nas demais áreas da faixa litorânea, os acumulados devem ser inferiores a 10 mm, mantendo a restrição hídrica para o feijão e o milho terceira safra no Sealba. No interior da Região Nordeste, não há previsão de chuva, favorecendo a qualidade da fibra do algodão.
CO: O tempo firme deve predominar ao longo da semana na maior parte da Região, abrangendo, principalmente, o DF e o GO. Há previsão de chuva apenas nas áreas do Noroeste de MT e do sul de MS, onde os acumulados devem ficar em torno de 10 mm. As condições permanecerão favoráveis para a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra, além do trigo sequeiro. Em MS, a umidade no solo deve ser suficiente para as lavouras de trigo.
SE: O tempo deve permanecer estável ao longo da semana. Ainda assim, há previsão de chuva em áreas do Sul e Leste de SP, especialmente, na sexta-feira. No Norte do ES, há previsão de chuva fraca, onde os acumulados não devem ultrapassar 5 mm. Nas demais áreas da Região, o predomínio será de tempo firme, com baixa probabilidade de ocorrência de chuva. No geral, as condições se manterão favoráveis para a maturação e a colheita dos cultivos de grãos, da cana-de-açúcar e do café.
S: A semana inicia com predomínio de tempo instável. No RS, há previsão de tempestades e chuva localmente intensa, com possibilidade de queda de granizo e danos pontuais às lavouras. Os maiores volumes podem ocorrer na terça-feira, com acumulado de 50 mm, e na quarta, com acumulados de 40 mm. Ainda na quartafeira, pode ter chuva em SC com acumulados de até 30 mm. No restante da semana, a chuva se desloca para o PR, porém, diminui a intensidade e não deve ultrapassar 20 mm. A partir de sexta-feira, a previsão é de redução das temperaturas, com possível ocorrência de geadas no RS, mas sem danos significativos às lavouras.
Fonte: Conab

Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Trigo: Com 99,9% semeado, lavouras de Trigo evoluem no Sul enquanto colheita ganha corpo em MG e GO – MAIS SOJA

Trigo – 99,9% semeado. No RS, chuvas bem distribuídas favoreceram o avanço da semeadura, praticamente encerrada, enquanto as temperaturas mais amenas beneficiaram o desenvolvimento inicial das lavouras. No Oeste, áreas semeadas precocemente iniciaram a floração.
As condições são satisfatórias na fisiologia e na sanidade, sem relatos de pragas. Houve ventos fortes e temporais localizados, sem prejuízos associados. No PR, as condições das lavouras permaneceram favoráveis, com 97% das áreas classificadas como boas e 3% como regulares.
Em SC, a cultura segue em fase inicial, com predominância de desenvolvimento vegetativo e parte das áreas ainda em emergência. Em SP, boa parte das lavouras encontra-se em enchimento de grãos. Em MG, a colheita do sequeiro está praticamente encerrada no Noroeste e em andamento nas demais regiões, com produtividades abaixo do esperado e qualidade variável conforme a região. As lavouras irrigadas encontram-se em enchimento de grãos, com as mais adiantadas passando à maturação fisiológica.
Em GO, a colheita alcança cerca de 55% da área, com o sequeiro encerrado e o trigo irrigado iniciando as primeiras áreas em maturação e pré-colheita. Em MS, registraram-se chuvas esparsas na região produtora. Observam-se intervenções preventivas. O monitoramento fitossanitário permanece constante, com brusone e giberela como as principais doenças em foco.
Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.
Fonte: Conab
Autor:conab
Site: Conab
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