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6 de maio de 2026

Business

Amaggi apresenta na COP30 estratégia de descarbonização e agricultura regenerativa

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Com metas socioambientais públicas e compromisso de contribuir para os desafios climáticos globais, a Amaggi levará à COP30 sua estratégia de descarbonização do setor agrícola. A participação da companhia será marcada pela apresentação do programa de agricultura regenerativa, que reforça a importância de um sistema produtivo mais resiliente e sustentável.

A agenda está prevista para o dia 19 de novembro, na AgriZone, espaço coordenado pela Embrapa, próximo às áreas oficiais de negociações da conferência — a Blue Zone e a Green Zone. O local foi criado justamente para destacar iniciativas de inovação e sustentabilidade no agronegócio.

Agricultura regenerativa e baixo carbono

Com uma abordagem integrada, o programa Amaggi Regenera reúne inovação tecnológica, parcerias com instituições e protocolos de certificação próprios. O foco é promover um sistema agrícola de baixo carbono que garanta sustentabilidade econômica, climática e social.

“A busca por soluções que viabilizem a ambição climática da empresa tem impulsionado a transformação do modelo agrícola tradicional. O objetivo é conciliar maior produtividade com a redução do uso de insumos químicos e a regeneração do solo, promovendo um sistema mais resiliente e alinhado aos desafios climáticos atuais”, explica Juliana Lopes, diretora de ESG, Comunicação e Compliance da Amaggi.

Um estudo recente da Coalizão de Agricultura, conduzido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e 43 entidades e empresas — entre elas, a Amaggi — identificou 15 mecanismos capazes de viabilizar a descarbonização do setor até 2050. Cinco deles têm potencial de responder por até 80% das reduções de emissões, com práticas já dominadas por produtores brasileiros.

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Entre os exemplos está o sistema de plantio direto e de cobertura, adotado há anos pela Amaggi, que contribui para a redução de gases de efeito estufa e para o fortalecimento da saúde do solo.

“Queremos mostrar na COP30 que o agronegócio brasileiro é parte da solução climática do país e tem condições de liderar a transição para uma economia de baixo carbono sem perder em aumento de produção agrícola. Temos as tecnologias necessárias e que já são aplicadas no campo, diferentemente de outros setores, em que ainda é necessário investimento em pesquisa e inovação”, diz Juliana Lopes.


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Cooperativa promove encontro de caminhoneiros para reforçar segurança no transporte

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A Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec) promoverá um encontro de caminhoneiros nesta quinta-feira (7), a partir das 8h, em Franca, São Paulo, voltado à segurança e à saúde dos motoristas durante o transporte de café na região de Alta Mogiana.

A ação pretende fomentar a segurança nas estradas durante o transporte do grão no período mais crítico do calendário do setor. “Em um cenário onde o café se destaca como uma commodity de alto valor agregado, a segurança no transporte dos grãos passa a ser uma prioridade estratégica. Mais do que logística, trata-se de proteger um patrimônio do produtor e preservar vidas”, destaca a entidade, em nota.

Os caminhoneiros são os responsáveis por conduzir cargas, muitas vezes em longas distâncias, enfrentando jornadas intensas e condições adversas, fator que se agrava no Brasil, onde o escoamento pelo modal rodoviário representa até 75% da matriz logística nacional.

Além de conduzir a carga, o motorista de caminhão também precisa estar alinhado aos procedimentos operacionais da cooperativa, respeitando horários, locais de descarga e normas de segurança.

De acordo com o gerente de Comercialização de Café da Cocapec, Willian Cesar Freiria, o objetivo é garantir que o café chegue com qualidade aos armazéns e que o motorista retorne para casa em segurança.

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“Eles transportam o bem mais valioso do cooperado, exigindo atenção redobrada a procedimentos como horários de funcionamento, locais de descarga e normas de transporte. Estar bem informado é, portanto, uma medida de segurança, tanto para evitar transtornos operacionais quanto para reduzir riscos durante o trajeto”, reforça.

O encontro busca preparar os motoristas para a rotina da safra, evitando situações como deslocamentos desnecessários, espera prolongada ou pernoites inesperados, condições que podem aumentar a exposição a riscos.

Saúde dos caminhoneiros

Encontro de motoristas - saúde dos caminhoneiros
Foto: Divulgação Cocapec

Além da segurança operacional, a cooperativa também promoverá ações como aferição de pressão arterial e testes de glicemia, com foco em um público majoritariamente acima dos 40 anos, faixa etária que exige maior atenção a doenças silenciosas.

Segundo a técnica de segurança da Cocapec, Márcia Helena Borges Bevilacqua, a iniciativa reforça um cuidado essencial que muitas vezes é negligenciado pelos próprios motoristas. “Eles estão muito focados no trabalho, em cumprir as viagens, e acabam deixando a saúde de lado. Mas a nossa preocupação é que eles estejam bem para dirigir e, principalmente, que voltem para casa com segurança”, afirmou ela.

De acordo com ela, a ação é realizada anualmente pela cooperativa e reforça que proteger o transporte do café e quem está ao volante é garantir não apenas a qualidade do produto, mas a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva.

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Cotações da soja: mercado físico não resiste à nova queda expressiva de Chicago

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Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural

O mercado brasileiro de soja ficou praticamente paralisado nesta quarta-feira (6), com poucos negócios reportados ao longo do dia.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Thiago Oleto, os players permaneceram afastados diante da queda em Chicago e das poucas oportunidades geradas pelo câmbio.

“O produtor segue retraído, aguardando melhores condições de comercialização”, afirma. Segundo ele, mesmo com uma leve melhora nos prêmios dos portos, o cenário não foi suficiente para destravar o mercado. “O spread ainda elevado limitou a formação de negócios”, comenta.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 124 para R$ 122,50
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 125 para R$ 123,50
  • Cascavel (PR): passou de R$ 120 para R$ 118,50
  • Rondonópolis (MT): reduziu de R$ 109 para R$ 107,50
  • Dourados (MS): foi de R$ 112 para R$ 110,50
  • Rio Verde (GO): diminuiu de R$ 111 para R$ 109,50
  • Porto de Paranaguá (PR): recuou de R$ 130 para R$ 128,50
  • Porto de Rio Grande (RS): passou de R$ 130 para R$ 128,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa acentuada nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado acompanhou a forte desvalorização dos preços do petróleo diante da possibilidade de Estados Unidos e Irã chegarem a um acordo para por fim ao conflito no Oriente Médio.

Segundo Oleto, os agentes voltam as suas atenções também para outro dois pontos. O primeiro deles é o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, nas próximas semanas.

“A aposta é de um acordo que envolva a compra de soja estadunisense pela China, mas também pairam dúvidas sobre as discussões comerciais”, ressalta o analista.

Segundo a Reuters, a Associação Americana de Soja afirmou estar preocupada que a China possa voltar a impor tarifas mais altas sobre a soja norte-americana em resposta a uma investigação comercial dos Estados Unidos.

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Outro foco do mercado está no relatório de oferta e demanda de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que trará os primeiros números para a temporada 2026/27. Com isso, os traders já começam a posicionar suas carteira.

Contratos futuros

cotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 16,75 centavos de dólar, ou 1,38%, a US$ 11,94 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,89 por bushel, com retração de 16,00 centavos de dólar ou 1,32%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 3,10 ou 0,96% a US$ 317,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 75,02 centavos de dólar, com perda de 1,89 centavo ou 2,45%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,14%, sendo negociado a R$ 4,9195 para venda e a R$ 4,9175 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8877 e a máxima de R$ 4,9347.

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Mercosul-UE: CNA lança simulador que mostra redução de tarifas para exportações do agro

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Foto: Pixabay

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) disponibilizou uma nova ferramenta para facilitar o acesso dos produtores rurais às informações sobre o cronograma de redução tarifária negociado entre o Mercosul e a União Europeia.

O “BI Simulador do Acordo” foi desenvolvido para orientar o setor produtivo sobre as tarifas de importação aplicadas pela União Europeia aos produtos comercializados entre os dois blocos. O acordo comercial começou a valer de forma provisória em 1º de maio, após mais de duas décadas de negociações.

Por meio da plataforma, o produtor pode selecionar produtos de interesse e acompanhar como as tarifas europeias serão reduzidas ao longo do período de desgravação tarifária previsto no acordo.

A ferramenta contempla todas as mercadorias com base nas linhas tarifárias da União Europeia, permitindo consultas detalhadas sobre as condições estabelecidas no capítulo de comércio bilateral.

O sistema também permite pesquisar pelo nome do produto ou pelo código tarifário. Além disso, o usuário consegue identificar o regime de desgravação aplicado a cada item e verificar se o produto está incluído em quotas tarifárias.

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Segundo a CNA, o simulador integra uma série de materiais técnicos, guias e análises produzidos pela entidade para traduzir os impactos do acordo comercial para a realidade do campo brasileiro.

A entidade ressalta que a plataforma serve como ferramenta de orientação e não substitui o contato com parceiros comerciais no país de destino nem consultas às autoridades aduaneiras antes do início de operações de exportação.

Além do simulador, a CNA também disponibilizou em seu site uma área de “Perguntas e Respostas” com esclarecimentos sobre as novas regras comerciais entre Mercosul e União Europeia.

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