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Sustentabilidade

Chicago esboça reação, mas negócios de soja não devem ganhar ritmo no Brasil – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de soja não deve ganhar muito ritmo nesta sexta-feira. A Bolsa de Mercadorias de Chicago esboça uma reação, mas os ganhos são muito tímidos se comparados com o tombo de ontem, quando caiu mais de 2%. O dólar abriu com estabilidade frente ao real, e não traz suporte extra. Os negócios devem ser pontuais, com os produtores aproveitando os picos da bolsa americana.

Na quinta-feira, o mercado brasileiro de soja teve um dia de pouca movimentação e queda nas cotações. De acordo com o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, o mercado esteve fraco, com quase nada de negócios registrados.

Os preços recuaram tanto no disponível quanto na safra nova, acompanhando o movimento de correção na Bolsa de Chicago, que devolveu parte das altas recentes. “Os prêmios subiram muito pouco e o dólar permaneceu volátil, o que limitou as referências de preço”, observou Silveira. Segundo ele, os melhores momentos ocorreram pela manhã, antes de o mercado perder força. “Houve poucos players ativos, com várias tradings fora e poucas ofertas reais registradas”, acrescentou.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00, enquanto em Santa Rosa (RS) passou de R$ 137,00 para R$ 135,00. Em Cascavel (PR), os preços foram de R$ 135,00 para R$ 134,00. Em Rondonópolis (MT), os valores seguiram em R$ 125,00, e em Dourados (MS) recuaram de R$ 126,50 para R$ 125,50. Já em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00.

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Nos portos, Paranaguá (PR) caiu de R$ 142,00 para R$ 140,00, mesma movimentação observada no terminal de Rio Grande (RS), que também passou de R$ 142,00 para R$ 140,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem alta de 0,69% no contrato janeiro/26 do grão, cotado a 11,15 1/4 centavos de dólar por bushel.

* O mercado tenta um movimento de recuperação técnica após se aproximar da primeira queda semanal em um mês, período marcado por compras chinesas abaixo do esperado. A leve fraqueza do dólar frente a outras moedas e o bom desempenho do petróleo também contribuem para o ajuste positivo.

* O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que o próximo relatório de Oferta e Demanda Mundial (WASDE) será divulgado no dia 14 de novembro de 2025.

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CÂMBIO

* O dólar comercial registra alta de 0,03% a R$ 5,3500. O Dollar Index registra baixa de 0,07% a 99,657 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia encerraram com perdas. China, -0,25%. Japão, -1,19%.

* As principais bolsas na Europa operam em queda. Paris, -0,42%. Frankfurt, -0,80%. Londres, -0,69%.

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* O petróleo opera em alta. Dezembro do WTI em NY: US$ 60,01 o barril (+0,97%).

AGENDA

—–Sexta-feira (7/11)

– EUA: A taxa de desemprego e vagas criadas (payroll) de outubro será publicada às 10h30 pelo Departamento do Trabalho.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

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– China: A leitura do índice de preços ao consumidor de outubro será publicada às 22h30 do dia posterior pelo departamento de estatísticas.

– China: A leitura do índice de preços ao produtor de outubro será publicada às 22h30 do dia posterior pelo departamento de estatísticas.

Fonte: Rodrigo Ramos / Safras News



 

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Sustentabilidade

CEEMA: Milho Volta a Subir em Chicago Enquanto Exportações Disparam no Brasil – MAIS SOJA

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As cotações do milho, em Chicago, voltaram a ultrapassar a barreira dos US$ 4,50/bushel nesta semana, fechando a quinta-feira (23) em US$ 4,55, contra US$ 4,48/bushel uma semana antes.

Por sua vez, o plantio do cereal nos EUA chegou a 11% no dia 19/04, contra a média de 9%. Naquela data, 4% das lavouras já emergiram, contra 2% em 2025 e na média histórica.

Os embarques estadunidenses, na semana encerrada em 16/04, somaram 1,67 milhão de toneladas, ficando dentro do esperado pelo mercado. Assim, o volume total exportado, no atual ano comercial, chega a 51,7 milhões de toneladas, ou seja, 32% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

E no Brasil, os preços ficaram relativamente estáveis. No Rio Grande do Sul os mesmos se mantiveram em R$ 57,00/saco, enquanto nas principais praças nacionais os valores oscilaram entre R$ 48,00 e R$ 63,00/saco, confirmando a estabilidade atual deste mercado.

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Dito isso, nos primeiros sete dias úteis de abril o Brasil exportou 297.828 toneladas de milho. Isso representa um aumento 377,1% na média diária, em relação a todo o mês de abril do ano passado. Ou seja, nos primeiros sete dias deste mês de abril o país já exportou 66,9% do volume exportado em todo o mês de abril de 2025. No faturamento, o Brasil já arrecadou US$ 73,2 milhões no acumulado de abril, contra US$ 48,5 milhões em todo o mês de abril de 2025. Na média diária, a receita está em US$ 10,45 milhões contra 2,4 milhões do ano passado, com uma elevação de 330,9%. Já o preço pago por tonelada caiu 9,7% ficando em US$ 245,70 em abril de 2026, contra os US$ 272,00 de abril de 2025 (cf. Secex).

Enfim, o clima na safrinha continua preocupando, pois espera-se, para o restante de abril, tempo quente e seco na faixa Central do Brasil, o que pode reduzir a produtividade das lavouras.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

CEEMA: Alta em chicago e corte de área no conesul sustentam mercado do trigo – MAIS SOJA

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A cotação do trigo, para o primeiro mês, voltou a subir nesta semana, fechando a quinta-feira (23) em US$ 6,10/bushel. Uma semana antes o bushel esteve a US$ 5,98. A falta de acordo em relação ao término da guerra no Oriente Médio, o que mantém a alta dos custos de produção mundo afora preocupa o mercado.

Dito isso, as condições das lavoura de trigo de inverno, nos EUA, no dia 19/04, apresentavam-se com 33% entre ruins a muito ruins, 37% regulares e 30% entre boas a excelentes. Já o plantio do trigo de primavera, na mesma data, atingia a 12% da área esperada, ficando no mesmo nível da média histórica.

Por outro lado, os EUA embarcaram 518.141 toneladas na semana encerrada em 16/04, o que levou o total exportado, no atual ano comercial, a 21,5 milhões de toneladas, ou seja, 14% acima do registrado no mesmo período do ano anterior. E no Brasil, os preços subiram mais um pouco. Nas principais praças gaúchas os valores giraram ao redor de R$ 62,00/saco, enquanto no Paraná os mesmos ficaram entre R$ 66,00 e R$ 67,00/saco.

A preocupação maior, agora, é que, além da forte redução na futura área semeada no Brasil, consta que a Argentina, nossa principal fornecedora, também já sente os efeitos da alta nos custos de produção devido à guerra. Tal cenário irá influenciar as decisões do novo plantio, podendo igualmente levar a uma redução na área semeada no vizinho país. Isso perpassa o conjunto dos países produtores mundo afora, devendo mudar o quadro de oferta esperado para o ano 2026/27.

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Por enquanto, a área estimada na Argentina está 200.000 hectares a menos em relação ao ano anterior, devendo atingir a 6,5 milhões de hectares. O plantio do trigo inicia em maio no vizinho país. Mas, muitos produtores já cogitam trocar o trigo por outra cultura de inverno ou passar diretamente para a soja. Lembrando que a Argentina, na última safra, colheu o recorde de 27,8 milhões de toneladas de trigo (cf. Bolsa de Cereais de Buenos Aires).

Em tal contexto, e diante da escassez de oferta para o produto de qualidade superior, alta dos preços externos e forte redução da futura área a ser semeada, a tendência é de os preços do cereal continuarem subindo no Brasil. Há grandes incertezas por parte do setor tritícola nacional quanto à nova safra. Soma-se a isso o fato que, “desde o segundo semestre de 2025, os preços no Sul do País vêm sendo negociados abaixo dos patamares mínimos estabelecidos pela Política Nacional de Preços Mínimos, o que desestimula a produção” (cf. Cepea).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

MS: Milho ganha protagonismo e reforça papel estratégico no agro brasileiro – MAIS SOJA

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No dia 24 de abril, quando se celebra o Dia Internacional do Milho, a cultura reafirma sua importância não apenas como base da alimentação animal, mas também como um dos pilares da agroindústria. Em Mato Grosso do Sul, o cereal ganha cada vez mais espaço na produção de etanol, pela presença nas cadeias de proteína animal e no mercado internacional.

O milho é essencial para a fabricação de rações, sustentando a produção de carnes como suína e de frango. Além disso, seu uso na produção de biocombustíveis tem crescido, agregando valor à cadeia produtiva. Atualmente, segundo dados do governo de Mato Grosso do Sul, o Estado ocupa a segunda posição no ranking nacional de produção de etanol de milho. Para a safra 2025/2026, a produção está estimada em 2,07 bilhões de litros.

Os números mais recentes reforçam esse avanço. Em 2025, cerca de 4,6 milhões de toneladas de milho foram processadas, resultando em 1,4 milhão de toneladas de DDG, um coproduto utilizado na nutrição animal.

No mercado externo, o cereal sul-mato-grossense também tem relevância. Em 2025, o Estado exportou aproximadamente 2 milhões de toneladas de milho. Entre os principais destinos estão países como Irã, Vietnã, Bangladesh, Arábia Saudita, Egito, Iraque, Filipinas e Indonésia.

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Para a safra 2025/2026, a expectativa é de uma produção de 11,1 milhões de toneladas, cultivadas em uma área estimada de 2,2 milhões de hectares.

Para o presidente da Aprosoja/MS, Jorge Michelc, o milho tem papel estratégico no Estado. “O milho deixou de ser apenas uma cultura complementar e passou a ocupar posição estratégica. Esse avanço mostra a força do produtor sul-mato-grossense e a capacidade do setor em agregar valor e gerar desenvolvimento”.

Fonte: Aprosoja/MS



 

FONTE
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Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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