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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Chuvas podem atingir áreas de RO, norte do MT, centro-norte de GO e Matopiba no começo da próxima semana – Rural Clima – MAIS SOJA

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De acordo com o alerta agroclimático da Rural Clima, as esperadas chuvas em áreas de Rondônia, norte de Mato Grosso, centro-norte de Goiás e no Matopiba devem voltar a ocorrer no começo da próxima semana, em razão do avanço de uma frente fria pelo Brasil.

A agrometeorologista da Rural Clima, Ludmila Camparotto, sinaliza que essa frente fria está hoje sobre o norte da Argentina e o sul do Paraguai, provocando chuvas. “Essa frente fria irá se deslocar e há chance de chuvas mais intensas hoje sobre o Rio Grande Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Paraguai, por conta da formação de um ciclone que deverá se formar entre o território gaúcho e catarinense. Assim, há possibilidade para ocorrência de temporais com ventos fortes e granizo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná ao longo do dia”, sinaliza.

Ludmila informa que amanhã, esse sistema já se deslocará para o oceano Atlântico, mas seguirá canalizando umidade para áreas de Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.

Ao longo do final de semana, deverá chover de forma irregular na faixa central do Brasil. No domingo, esse sistema avança para áreas do norte de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, sul da Bahia, sul do Tocantins, Mato Grosso, Pará e Rondônia.

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Chuvas retornam a Região Sul no dia 12

No dia 12, a agrometerologista informa que uma nova frente fria ingressará no Brasil e deve provocar chuvas sobre Região Sul, Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e Mato Grosso.

Ela acrescenta que esse sistema seguirá provocando precipitações em boa parte do Brasil na semana que vem. No entanto, em áreas de Goiás, norte de Minas Gerais e no Matopiba esse sistema só deverá provocar chuvas novamente a partir do dia 17.

Fonte: Arno Baasch / Safras News



 

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Sustentabilidade

Tempo estável favorece semeadura da soja em MS; 0,5% da área precisou ser replantada – MAIS SOJA

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De acordo com informações do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, o plantio da safra de soja 2026/2027 foi favorecido pela melhora das condições climáticas e pela umidade  do solo. A semeadura alcançou 68,6% da área acompanhada, o equivalente a 3,3 milhões de hectares.

Para o analista técnico da Aprosoja/MS,Lucas Santana, o resultado representa uma recuperação do ritmo das operações em relação ao cenário registrado na segunda quinzena de outubro, quando as chuvas e a elevada umidade do solo dificultaram o avanço das máquinas em diversas regiões do estado.

“Naquele período, o plantio havia alcançado 32% da área acompanhada. As operações ficaram paralisadas durante grande parte da semana devido às condições de umidade do solo. Também foram registrados rompimentos de curvas de nível, enxurradas e início de processos erosivos, principalmente em áreas de solos arenosos e mistos”.

Com a melhora das condições para entrada das máquinas nas lavouras, a semeadura ganhou ritmo. A região Sul apresenta o maior percentual de área plantada, com 76,2%, seguida pela região Centro, com 60,3%, e pela Norte, com 52,2%.

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Apesar do avanço das operações, os efeitos das chuvas ainda aparecem no levantamento do Projeto SIGA-MS. Foram identificados 22.718 hectares que precisaram ser replantados em Mato Grosso do Sul,  o que equivale a aproximadamente 0,5% da área estimada para a cultura.

A região Centro concentra a maior área replantada, com 13.213 hectares, seguida pela região Norte, com 9.435 hectares. Nas demais regiões, as ocorrências são pontuais.

Entre as principais causas estão o encharcamento, o selamento e a erosão laminar do solo, condições que podem comprometer o estabelecimento inicial das plantas e exigir a realização de uma nova semeadura.

“O acompanhamento climático continua sendo importante para o planejamento da safra. A atuação do fenômeno El Niño aumenta a possibilidade de instabilidades em Mato Grosso do Sul”.

Acesse o boletim completo, clicando aqui.

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Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Milho/BR: Plantio chega a 44,2% com contraste climático entre os estados – MAIS SOJA

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Milho/BR: 44,2% semeado. No RS, a semeadura segue lenta, limitada às áreas fora das principais regiões produtoras. Nas regiões consolidadas, encerram-se o manejo de plantas invasoras e as aplicações de nitrogênio. A pressão de cigarrinha é baixa, mas já há sintomas de bacteriose em algumas lavouras. As primeiras áreas semeadas aproximam-se do florescimento, favorecidas pela maior radiação solar.

No PR, a maior parte das lavouras apresenta bom desenvolvimento, embora o excesso de umidade, a baixa luminosidade e os ventos fortes tenha retardado o crescimento inicial, em algumas regiões.

Em SC, a implantação foi concluída no Extremo Oeste e no Oeste e bem adiantada nos Planaltos e na Serra. O desenvolvimento é satisfatório nas áreas drenadas, mas o excesso de umidade e a baixa luminosidade reduziram o crescimento e exigiram replantio em áreas atingidas por chuvas intensas.

Em SP, a semeadura avança de forma gradual e em ritmo limitado. O excesso de umidade e as chuvas frequentes dificultam a entrada de máquinas. Em MG, o plantio avançou com a melhora da umidade. Em GO, a semeadura segue lenta, pois há a priorização da semeadura de soja. Na BA, o plantio foi iniciado na região Oeste e CentroNorte, nas áreas com maiores registros de precipitação.

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No MA, a semeadura terá início a partir desse mês. No PA, as chuvas ainda são insuficientes para o início da semeadura.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

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Site: Conab

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Sustentabilidade

Soja/BR: Semeadura atinge 54,3% do país com avanços no Centro-Oeste e progresso no Sul – MAIS SOJA

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Soja/BR: 54,3% semeado. Em MT, a implantação avança para os talhões marginais, com as lavouras exibindo bom desenvolvimento vegetativo e quadro fitossanitário normal, embora haja heterogeneidade pontual no estabelecimento das lavouras.

Em MS, as chuvas dificultaram a semeadura e os manejos preventivos. Em GO, o plantio avança impulsionado pela antecipação do calendário e pela regularidade das chuvas. As lavouras estão em emergência e desenvolvimento inicial. Em MG, o plantio progrediu devido às chuvas moderadas e a boa umidade do solo.

Em SP, a semeadura ganhou ritmo com a redução das chuvas. Os solos com boa umidade favorecem a germinação e a emergência. No PR, a maioria das lavouras apresenta bom desenvolvimento e o plantio avança nas janelas de tempo seco.

Em SC, a semeadura evoluiu de forma lenta e desigual, limitada pela saturação do solo e pelo atraso na colheita do trigo. Está mais adiantada no Oeste e no Extremo Oeste e ainda inicial nos Planaltos e na Serra. No RS, a umidade do solo favoreceu o bom andamento da semeadura, sobretudo nas áreas bem drenadas, com boa emergência das primeiras lavouras.

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No PA, as chuvas, embora irregulares, incentivaram o plantio. Na BA, a semeadura foi finalizada no manejo irrigado e iniciada no sequeiro, nas áreas com chuvas mais significativas. No TO, a semeadura avançou com a ocorrência das chuvas, mas segue em atraso no Sul e no Norte do estado.

No MA, prossegue a semeadura na região Sul, nos Gerais de Balsas. No PI, a semeadura segue em ritmo descompassado pela irregularidade das chuvas no Sudoeste do estado.

Previsão Agrometeorológica (03/11/2026 a 09/11/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem se concentrar no Oeste AM. Acumulados entre 20 e 40 mm são previstos em áreas do AC, de RR, de RO, do Sul PA e do TO. Na maior parte das localidades no Oeste do AP e no Norte e Nordeste do PA, não são esperados acumulados significativos. No Nordeste, não há previsão de chuvas para a maior parte do Norte da Região. São previstos acumulados abaixo de 10 mm no Centro-Sul do MA e do PI. No Oeste e Sul da BA, são previstos acumulados mais expressivos somente a partir do começo da próxima semana. No geral, as condições ainda serão desfavoráveis para um maior avanço na semeadura dos cultivos de primeira safra no PA e na maior parte do Matopiba.

CO: A condição varia entre tempo estável a pancadas de chuva isoladas. Acumulados entre 10 e 30 mm deverão ocorrer especialmente no Centro-Sul e Oeste de MT, além de MS, GO e DF. A partir do fim de semana, há previsão de temporais principalmente em MS e Sul de MT, com acumulados que também devem aumentar em GO e DF. Apesar das chuvas intensas, as condições serão, no geral, favoráveis ao manejo e ao desenvolvimento das lavouras.

SE: Na primeira metade da semana, há previsão de instabilidades na porção mais central da região, desde o Oeste de MG até a divisa do RJ com o ES. Volumes de chuva mais expressivos deverão ocorrer em SP, especialmente, no Centro-Leste, na maior MG, no Norte do RJ e no Sul do ES, com maiores acumulados a partir da quinta-feira. No Norte de MG, os maiores acumulados devem ocorrer somente a partir do domingo. No Oeste de SP e no Oeste de MG, são previstos volumes baixos a moderados. No geral, as condições serão favoráveis ao manejo e ao desenvolvimento das lavouras.

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S: A semana será de tempo instável, com pancadas de chuvas e possibilidade de queda de granizo nos três estados. No RS, são previstos acumulados expressivos, especialmente, no Centro e Oeste, com impactos principalmente aos cultivos de inverno. Em SC e no PR, os acumulados também serão significativos, com danos pontuais às lavouras. No Norte do PR e no Sul do RS, os volumes serão menores. Apesar dos temporais e das chuvas intensas, a
umidade no solo e os intervalos de tempo firme deverão favorecer o manejo e o desenvolvimento da maioria das lavouras.

Fonte: Conab



FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Agro MT