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Sustentabilidade

Chicago/CBOT: O milho fechou em alta com recorde na produção americana de Etano – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 05/11/2025
FECHAMENTOS DO DIA 05/11

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,93% ou $ 3,75 cents/bushel, a $435,50. A cotação para março fechou em alta de 1,07% ou $ 4,75 cents/bushel, a $ 449,50.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. As cotações do cereal voltaram a subir com uma boa demanda interna. A produção de etanol atingiu um recorde histórico na semana encerrada em 31 de outubro, após subir para uma média diária de 1,123 milhão de barris por dia, de acordo com os dados mais recentes da Administração de Informação de Energia dos EUA. Os estoques de etanol aumentaram 1% na última semana.
A alta do farelo de soja deu impulso para cadeia de grãos da ração animal, grande compradora de milho.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho da B3 fechou praticamente estável de olho no clima no Brasil

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. As cotações da B3 fecharam praticamente estável para o milho no Brasil, com pequenos ajustes puxados por Chicago (+0,93%) e pressionados pelo dólar (-0,70%). O avanço do plantio do milho safrinha, com uma melhora no clima no centro oeste disputa a atenção com os potenciais dano das chuvas no Paraná.

OS FECHAMENTOS DO DIA 05/11

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,44, apresentando alta de R$ 0,40 no dia e alta de R$ 0,03 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 71,78, com alta de R$ 0,05 no dia e alta de R$ 0,14 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 73,15, com baixa de R$ -0,07 no dia e baixa de R$ -0,03 na semana.

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NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-ETANOL-PRODUÇÃO RECORDE (altista)

O relatório semanal divulgado hoje pela Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) sobre o etanol mostra um aumento recorde na produção diária, passando de 1.091.000 para 1.123.000 barris. Esse número supera os 1.105.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Enquanto isso, os estoques de biocombustíveis aumentaram de 22.367.000 para 22.660.000 barris, ultrapassando os 22.020.000 barris registrados um ano atrás.

CLIMA E VENDAS DOS AGRICULTORES CONTINUAM LIMITANDO AS ALTAS (baixistas)

As condições climáticas favoráveis para a fase final da colheita recorde do Meio-Oeste americano estão limitando novas altas, assim como a maior disposição dos produtores em vender parte de seus grãos recém-colhidos após o recente aumento nos preços do milho.

MAIS UMA CONSULTORIA ELEVA PRODUÇÃO DOS EUA (baixista)

Antes da divulgação do relatório de estimativas agrícolas do USDA, a S&P Global Commodity Insights manteve sua previsão para a produtividade média do milho nos EUA em 11.643 kg/hectare, mas elevou sua estimativa para o volume recorde de produção de 2025/2026 de 424,37 para 426,81 milhões de toneladas, após aumentar a área de colheita projetada de 36,44 para 36,66 milhões de hectares. Em setembro, o USDA projetou a produtividade e a colheita em 11.718 kg/hectare e 427,11 milhões de toneladas, respectivamente.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

CEEMA: Milho Volta a Subir em Chicago Enquanto Exportações Disparam no Brasil – MAIS SOJA

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As cotações do milho, em Chicago, voltaram a ultrapassar a barreira dos US$ 4,50/bushel nesta semana, fechando a quinta-feira (23) em US$ 4,55, contra US$ 4,48/bushel uma semana antes.

Por sua vez, o plantio do cereal nos EUA chegou a 11% no dia 19/04, contra a média de 9%. Naquela data, 4% das lavouras já emergiram, contra 2% em 2025 e na média histórica.

Os embarques estadunidenses, na semana encerrada em 16/04, somaram 1,67 milhão de toneladas, ficando dentro do esperado pelo mercado. Assim, o volume total exportado, no atual ano comercial, chega a 51,7 milhões de toneladas, ou seja, 32% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

E no Brasil, os preços ficaram relativamente estáveis. No Rio Grande do Sul os mesmos se mantiveram em R$ 57,00/saco, enquanto nas principais praças nacionais os valores oscilaram entre R$ 48,00 e R$ 63,00/saco, confirmando a estabilidade atual deste mercado.

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Dito isso, nos primeiros sete dias úteis de abril o Brasil exportou 297.828 toneladas de milho. Isso representa um aumento 377,1% na média diária, em relação a todo o mês de abril do ano passado. Ou seja, nos primeiros sete dias deste mês de abril o país já exportou 66,9% do volume exportado em todo o mês de abril de 2025. No faturamento, o Brasil já arrecadou US$ 73,2 milhões no acumulado de abril, contra US$ 48,5 milhões em todo o mês de abril de 2025. Na média diária, a receita está em US$ 10,45 milhões contra 2,4 milhões do ano passado, com uma elevação de 330,9%. Já o preço pago por tonelada caiu 9,7% ficando em US$ 245,70 em abril de 2026, contra os US$ 272,00 de abril de 2025 (cf. Secex).

Enfim, o clima na safrinha continua preocupando, pois espera-se, para o restante de abril, tempo quente e seco na faixa Central do Brasil, o que pode reduzir a produtividade das lavouras.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

CEEMA: Alta em chicago e corte de área no conesul sustentam mercado do trigo – MAIS SOJA

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A cotação do trigo, para o primeiro mês, voltou a subir nesta semana, fechando a quinta-feira (23) em US$ 6,10/bushel. Uma semana antes o bushel esteve a US$ 5,98. A falta de acordo em relação ao término da guerra no Oriente Médio, o que mantém a alta dos custos de produção mundo afora preocupa o mercado.

Dito isso, as condições das lavoura de trigo de inverno, nos EUA, no dia 19/04, apresentavam-se com 33% entre ruins a muito ruins, 37% regulares e 30% entre boas a excelentes. Já o plantio do trigo de primavera, na mesma data, atingia a 12% da área esperada, ficando no mesmo nível da média histórica.

Por outro lado, os EUA embarcaram 518.141 toneladas na semana encerrada em 16/04, o que levou o total exportado, no atual ano comercial, a 21,5 milhões de toneladas, ou seja, 14% acima do registrado no mesmo período do ano anterior. E no Brasil, os preços subiram mais um pouco. Nas principais praças gaúchas os valores giraram ao redor de R$ 62,00/saco, enquanto no Paraná os mesmos ficaram entre R$ 66,00 e R$ 67,00/saco.

A preocupação maior, agora, é que, além da forte redução na futura área semeada no Brasil, consta que a Argentina, nossa principal fornecedora, também já sente os efeitos da alta nos custos de produção devido à guerra. Tal cenário irá influenciar as decisões do novo plantio, podendo igualmente levar a uma redução na área semeada no vizinho país. Isso perpassa o conjunto dos países produtores mundo afora, devendo mudar o quadro de oferta esperado para o ano 2026/27.

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Por enquanto, a área estimada na Argentina está 200.000 hectares a menos em relação ao ano anterior, devendo atingir a 6,5 milhões de hectares. O plantio do trigo inicia em maio no vizinho país. Mas, muitos produtores já cogitam trocar o trigo por outra cultura de inverno ou passar diretamente para a soja. Lembrando que a Argentina, na última safra, colheu o recorde de 27,8 milhões de toneladas de trigo (cf. Bolsa de Cereais de Buenos Aires).

Em tal contexto, e diante da escassez de oferta para o produto de qualidade superior, alta dos preços externos e forte redução da futura área a ser semeada, a tendência é de os preços do cereal continuarem subindo no Brasil. Há grandes incertezas por parte do setor tritícola nacional quanto à nova safra. Soma-se a isso o fato que, “desde o segundo semestre de 2025, os preços no Sul do País vêm sendo negociados abaixo dos patamares mínimos estabelecidos pela Política Nacional de Preços Mínimos, o que desestimula a produção” (cf. Cepea).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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MS: Milho ganha protagonismo e reforça papel estratégico no agro brasileiro – MAIS SOJA

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No dia 24 de abril, quando se celebra o Dia Internacional do Milho, a cultura reafirma sua importância não apenas como base da alimentação animal, mas também como um dos pilares da agroindústria. Em Mato Grosso do Sul, o cereal ganha cada vez mais espaço na produção de etanol, pela presença nas cadeias de proteína animal e no mercado internacional.

O milho é essencial para a fabricação de rações, sustentando a produção de carnes como suína e de frango. Além disso, seu uso na produção de biocombustíveis tem crescido, agregando valor à cadeia produtiva. Atualmente, segundo dados do governo de Mato Grosso do Sul, o Estado ocupa a segunda posição no ranking nacional de produção de etanol de milho. Para a safra 2025/2026, a produção está estimada em 2,07 bilhões de litros.

Os números mais recentes reforçam esse avanço. Em 2025, cerca de 4,6 milhões de toneladas de milho foram processadas, resultando em 1,4 milhão de toneladas de DDG, um coproduto utilizado na nutrição animal.

No mercado externo, o cereal sul-mato-grossense também tem relevância. Em 2025, o Estado exportou aproximadamente 2 milhões de toneladas de milho. Entre os principais destinos estão países como Irã, Vietnã, Bangladesh, Arábia Saudita, Egito, Iraque, Filipinas e Indonésia.

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Para a safra 2025/2026, a expectativa é de uma produção de 11,1 milhões de toneladas, cultivadas em uma área estimada de 2,2 milhões de hectares.

Para o presidente da Aprosoja/MS, Jorge Michelc, o milho tem papel estratégico no Estado. “O milho deixou de ser apenas uma cultura complementar e passou a ocupar posição estratégica. Esse avanço mostra a força do produtor sul-mato-grossense e a capacidade do setor em agregar valor e gerar desenvolvimento”.

Fonte: Aprosoja/MS



 

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Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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