Business
Tecnologias IHARA são destaque no Programa Técnica Rural

No campo, pequenas pragas podem causar sérios prejuízos. É nesse contexto que entra o ZEUS, inseticida da IHARA, que oferece solução para lavouras de grãos, cana-de-açúcar e pastagens ao combater insetos sugadores como percevejos e cigarrinhas, que comprometem a produtividade e elevam os custos. Apresentado no episódio de estreia do Programa Técnica Rural, esse inseticida se tornou um aliado essencial do produtor, contribuindo para o controle de pragas e para a melhoria da eficiência das lavouras e pastagens em todo o Brasil.
- Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱
Formulado com base no princípio ativo Dinotefuran, criado no Japão nos anos 1990 e introduzido no campo na década de 2000, o inseticida reúne ação de choque e efeito residual prolongado, garantindo proteção rápida e duradoura contra pragas como percevejos, cigarrinhas e outras espécies que ameaçam as principais culturas brasileiras.
Estudos da Universidade Federal de Santa Maria mostram que percevejos podem reduzir em até 30% o potencial produtivo da soja e do milho, enquanto a cigarrinha enfraquece o capim das pastagens, diminui a capacidade nutricional dos animais e eleva os custos de manejo.
Resultados comprovados em campo
Em Jaciara (MT), a produtora Ondina Botton viu o desempenho de ZEUS transformar o manejo de percevejos em suas lavouras de soja e milho. Cada hectare estava em risco. “Os custos são muito altos, então precisamos garantir uma excelente produção. Quando entra praga, a gente fica apreensivo. Com o ZEUS, tivemos um controle muito mais eficiente”, relata.
Na pecuária, o pecuarista Hugo Barth enfrentava a cigarrinha em um sistema semi-intensivo de recria e engorda de fêmeas. “Perdemos capim e o gado ficou sem alimento porque o ataque é severo. Diante desses desafios, recorremos ao ZEUS”, conta.
Depois de adotar o produto, Hugo começou a perceber resultados concretos: melhor controle, intervalos maiores entre aplicações e redução nos custos operacionais. “ Após a aplicação, o ZEUS controla a cigarrinha e o pasto recupera o poder de rebrota. A pastagem mantém a qualidade e o gado permanece bem alimentado. Uma coisa leva à outra: nutrição e sanidade dos animais caminham juntas”, explica.
ZEUS protege a pastagem de forma rápida e residual, reduzindo perdas de massa verde e garantindo maior produtividade do rebanho. Sua ação mantém a pastagem saudável por mais tempo, favorecendo a nutrição e a sanidade dos animais.
Em três anos de avaliações, o produto manteve eficiência de até 90% de controle, o que significa que, a cada dez cigarrinhas, nove são eliminadas. “No período de maior pressão da praga, os intervalos entre aplicações se alongaram. Entramos menos vezes e gastamos menos, reduzindo custos operacionais tanto na pecuária quanto no canavial”, destaca Hugo.
Eficiência e confiança no campo
Segundo o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da IHARA, Andrey Boiko, o diferencial do ZEUS está em sua tecnologia reconhecida mundialmente. “O ZEUS derruba rapidamente o percevejo e mantém um período de controle prolongado, evitando reaplicações em poucos dias. É uma ferramenta segura e eficiente para o produtor”, ressalta.
Na Fazenda Planalto, onde Ondina cultiva 1.264 hectares de soja e milho, o -inseticida também se mostrou decisivo. As soluções anteriores não proporcionavam o controle esperado. “Foi com a chegada do ZEUS que tudo mudou. A equipe apresentou as melhorias e buscamos o produto. O manejo ficou mais eficiente e os prejuízos – diminuíram”, afirma.
O pesquisador Fernando Grigolli explica que o sucesso depende do tipo de ação. “Quando aplicamos um produto químico, há três formas de mortalidade da praga: contato direto, ingestão e contato residual. O inseto caminha pela área tratada, se contamina e morre. Por isso, usar um produto sistêmico é essencial. Ele garante que a praga ingira o inseticida e que a planta distribua o ingrediente ativo por completo.”
Como o inseticida age
De acordo com o gerente de inseticidas da IHARA, Michel Tomazela, o ZEUS combina poder de choque e efeito residual. “Essa tecnologia faz com que o inseto pare rapidamente de se alimentar, provocando uma excitação que leva à morte. É comum observar nas lavouras percevejos caídos, com as patas para cima, o que mostra seu alto poder de choque”, explica.
Além disso, ZEUS tem forte efeito sistêmico: é redistribuído pela planta, garantindo controle prolongado. Em laboratório, um experimento comparou o inseticida com um concorrente. Após aplicar a dose recomendada em bula do ZEUS, à base da molécula Dinotefuran com vazão de 150 litros por hectare, em poucos minutos os percevejos começaram a cair. Em dez minutos, já estavam praticamente imóveis. No outro recipiente, os insetos permaneciam ativos.
Boiko complementa: “Na soja, por exemplo, o percevejo-marrom causa danos severos ao grão e à semente. ZEUS oferece de 85% a 90% de eficácia, impedindo que a praga continue provocando prejuízos, o que é essencial para áreas de produção de grãos e sementes.”
O agrônomo Jonei Geraldo Martins, também da Fazenda Planalto, reforça: “É um produto premium, com custo inferior a outros e segurança no controle. No fim, o que manda na lavoura é a rentabilidade. Quanto maior o controle e menor o custo, melhor o resultado.”
ZEUS, ao atingir a folha da pastagem, forma uma barreira protetora e é absorvido até a base da planta, alcançando o alvo onde a cigarrinha costuma se abrigar, próxima ao solo. Estudos também demonstraram um benefício adicional: controle eficaz de carrapatos.
Três anos de resultados consistentes
Segundo o pesquisador da Fundação MT, Thiago Trento, os resultados de campo vêm se mantendo consistentes há três anos. “ZEUS entrega eficiência próxima a 90%. A cada dez cigarrinhas, nove são controladas. Além da alta eficiência, o produto mantém desempenho estável até 42 dias após a aplicação”, afirma.
O inseticida pode ser aplicado por via tratorizada e aérea, por aviões ou drones, oferecendo praticidade e flexibilidade no manejo. Ao atingir a folha, forma uma camada protetora que se estende até a base da planta, atingindo os insetos onde quer que estejam.
Controle nas pastagens e benefício adicional contra carrapatos
Nas pastagens, ZEUS se destaca no controle da cigarrinha, protegendo o capim e reduzindo perdas de massa verde. O produto também demonstrou efeito complementar contra carrapatos, tanto em laboratório quanto em campo. Ao controlar os carrapatos na pastagem, ZEUS reduz o banco de reinfestação do sistema, reforçando o tratamento realizado nos animais.
Na cana-de-açúcar, combate eficaz ao bicudo
Na cultura da cana-de-açúcar, ZEUS também demonstra alta eficiência contra o bicudo (Sphenophorus levis), uma das pragas mais destrutivas, capaz de reduzir a produtividade em até 30 toneladas por hectare ao ano, segundo o SENAR. O inseto ataca principalmente a soqueira, encurtando a vida útil do canavial e ampliando os prejuízos ao produtor.
ZEUS é absorvido pela planta e atua diretamente no controle do inseto, reduzindo danos e garantindo produtividade. O inseticida apresenta grande flexibilidade de uso e pode ser aplicado no corte de soqueira, operação feita após a colheita da cana, quando o produto é incorporado ao solo.
Pesquisa, inovação e confiança
Com mais de 60 anos de atuação no Brasil, a IHARA é referência em pesquisa, inovação e desenvolvimento de defensivos agrícolas. “Nada vai para o campo sem um extenso processo de pesquisa. Desde a criação da molécula no Japão até os testes em diferentes regiões do país, cada etapa garante que o produto seja eficaz, seguro e sustentável”, reforça Boiko.
O compromisso da empresa é oferecer produtos de alta performance e baixo impacto ambiental, ajudando o agricultor a produzir mais com menos. “ZEUS é um exemplo disso: custo competitivo, eficiência comprovada e segurança no controle. No fim das contas, o que importa é a rentabilidade do produtor”, conclui.
Técnica Rural
No próximo episódio do Técnica Rural, mais um desafio no campo: as plantas daninhas. Produtores de diferentes regiões do Brasil mostram como venceram esses inimigos com YAMATO, tecnologia japonesa à base de piroxasulfona, que está revolucionando o manejo e garantindo lavouras mais limpas e produtivas.
O SUGOY, fungicida premium com formulação de alta tecnologia que já vem com protetor agregado e dispensa a necessidade de misturar com outros produtos, será o destaque no terceiro episódio. Essa ferramenta é efetiva no manejo de resistência, combatendo com performance avassaladora a ferrugem, mancha-alvo, oídio, antracnose e anomalia da soja em um só produto.
Já no quarto e último programa, o destaque será o SEIV, o novo fungicida da IHARA que impede o desenvolvimento da mancha-alvo na soja, com ação estendida também contra a ferrugem-asiática. O produto é absorvido pelas estruturas foliares (ação sistêmica) e rapidamente translocado para a superfície inferior da folha, circulando pela planta também na forma de vapor (ação mesosistêmica). Isso garante proteção duradoura e elevada resistência à remoção pela água das chuvas ou irrigação.
Não perca na TV e no YouTube do Canal Rural!
Agro Mato Grosso
Concurso da Sema-MT abre inscrições com salários de até R$ 10,4 mil; veja

Inscrições seguem até 14 de outubro e provas estão previstas para dezembro. Seleção é para cadastro de reserva em 24 perfis profissionais de nível superior.
As inscrições para o concurso público da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) estão abertas, a partir desta quinta-feira (17), para profissionais de nível superior. Os salários iniciais chegam a R$ 10.491,97, com jornada de 40 horas semanais.
O concurso é destinado à formação de cadastro de reserva, ou seja, o edital não estabelece um número imediato de vagas. As nomeações poderão ocorrer conforme a necessidade do serviço, conveniência e oportunidade da administração pública durante a validade da seleção.
Ao todo, são 24 perfis profissionais, distribuídos entre os cargos de Analista de Meio Ambiente e Analista de Desenvolvimento Econômico e Social.
Para Analista de Meio Ambiente, a remuneração inicial é de R$ 10.491,97. Já para Analista de Desenvolvimento Econômico e Social, o salário inicial é de R$ 8.269,16. Nos dois casos, a jornada é de 40 horas por semana. O edital estabelece que os candidatos aprovados e nomeados serão enquadrados no nível e na classe iniciais das respectivas carreiras.
📌 Veja os principais dados do concurso
- Órgão: Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT)
- Vagas: cadastro de reserva
- Escolaridade: nível superior
- Cargos: Analista de Meio Ambiente e Analista de Desenvolvimento Econômico e Social
- Perfis profissionais: 24
- Salários iniciais: de R$ 8.269,16 a R$ 10.491,97
- Jornada: 40 horas semanais
- Taxa de inscrição: R$ 150
- Inscrições: até 14 de outubro de 2026
- Provas: 13 de dezembro de 2026
Como serão as provas?
O concurso terá caráter eliminatório e classificatório e será composto por prova objetiva e prova discursiva. Segundo o edital, as duas avaliações serão aplicadas pela Fundação Cesgranrio.
As provas estão previstas para 13 de dezembro de 2026. O edital prevê a aplicação em Cuiabá e informa que, caso não haja locais suficientes ou adequados na capital, as avaliações poderão ser realizadas também em Várzea Grande.
Para os candidatos que concorrerem como pessoas com deficiência, a avaliação por equipe multiprofissional será realizada exclusivamente em Cuiabá.
📝 Como se inscrever?
As inscrições seguem abertas até 14 de outubro de 2026 e devem ser feitas pela internet, conforme as regras estabelecidas no edital. A taxa é de R$ 150.
Como a seleção é destinada exclusivamente à formação de cadastro de reserva, a aprovação não significa nomeação imediata. Os candidatos serão chamados conforme a classificação e as nomeações realizadas durante o período de validade do concurso. O edital também prevê reserva de vagas para pessoas com deficiência e para candidatos negros, aplicada às nomeações que ocorrerem durante a validade da seleção.
Business
Empresas que descumprem piso do frete podem ter RNTRC suspenso pela ANTT

Empresas que insistem em contratar ou subcontratar transporte rodoviário de cargas por valores abaixo do piso mínimo poderão ter o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) suspenso pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A agência já iniciou os procedimentos para aplicar a medida em casos considerados recorrentes.
A suspensão cautelar não será aplicada de forma automática. Segundo a ANTT, cada situação será analisada individualmente e as empresas identificadas serão formalmente notificadas antes da publicação dos atos no Diário Oficial da União.
O foco está nas empresas que acumularem mais de quatro autuações, em datas diferentes, dentro de seis meses. Para a adoção da suspensão cautelar, também será avaliada a existência de risco de continuidade da infração, prejuízo à fiscalização ou comprometimento da política de pisos mínimos do frete.
A medida será conduzida pelas áreas de fiscalização e de serviços de transporte rodoviário e multimodal de cargas da ANTT. Quando determinada, a suspensão produzirá efeitos 72 horas após a publicação do ato e poderá durar de cinco a 30 dias.
Reincidência pode ampliar as penalidades
A fiscalização sobre o cumprimento do piso mínimo também passou a contar com mecanismos adicionais de rastreabilidade. Conforme a ANTT, a Medida Provisória nº 1.343/2026 e as Resoluções nº 6.077 e nº 6.078 reforçaram as regras para identificação das operações de transporte remunerado de cargas.
Entre as mudanças está a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que deve estar vinculado ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e). Com isso, as informações das operações ficam integradas para fins de acompanhamento e fiscalização.
Nas operações de carga lotação, o CIOT não é gerado quando o valor informado estiver abaixo do piso mínimo. A regra cria um mecanismo de controle ainda no registro da operação, antes de uma eventual reincidência pela empresa.
Se houver repetição da irregularidade depois de uma decisão administrativa definitiva, a suspensão poderá chegar a 45 dias. A reincidência também pode levar ao cancelamento do RNTRC por até dois anos e à aplicação de multa majorada de até R$ 1 milhão.
A ANTT ressalta que as medidas de suspensão e cancelamento não atingem o Transportador Autônomo de Cargas quando ele atua exclusivamente como contratado.
O post Empresas que descumprem piso do frete podem ter RNTRC suspenso pela ANTT apareceu primeiro em Canal Rural Mato Grosso.
Business
Faesp debate ações para controle populacional de javalis

O Fórum Javali: Impactos, Estratégias e Ação Coordenada, realizado pelo Departamento de Sustentabilidade da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) reuniu especialistas, caçadores e produtores rurais, que discutiram a necessidade de medidas urgentes para evitar perdas econômicas pela ação dos animais, assim como riscos ambientais e sanitários.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Com base em uma pesquisa realizada pela Faesp, que contou com a participação de 76 sindicatos paulistas, José Luiz Fontes, coordenador do Departamento de Sustentabilidade, mostrou que os animais são realidade em todas as regiões do estado. As principais vítimas dos javalis são os produtores de grãos, mas há casos de perdas de cítricos e olericultura, assim como a contaminação de recursos hídricos que abastecem as propriedades.
“A maior parte dos produtores paulistas são pequenos, familiares, o que impacta decisivamente na sua permanência no campo. É necessária uma ação coordenada e efetiva para controlar os animais e levar mais segurança ao meio rural”, frisou Fontes.
Foram apresentados casos de sucesso no Brasil, nos Estados Unidos e na Austrália, sempre mostrando a necessidade de uma força-tarefa que envolva todos os atores, desde a legislação – para que os produtores não sejam penalizados – até plataformas de monitoramento e cadastro de profissionais de manejo e caça.
“Hoje temos uma plataforma que é declaratória e o Ibama vem desenvolvendo uma nova, que pretende mostrar a realidade da situação no país. Eventos como esse são essenciais para criar essa rede de informações e construir um mapa real da presença dos javalis em todo o território nacional”, explicou a diretora de Biodiversidade e Florestas do Ibama, Livia Martins.
O consultor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Júlio Daniel do Vale, da JDV Ambiental, ajudou na construção das propostas que deram origem ao documento final do fórum. Ele reiterou, assim como o subsecretário da Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA), Diógenes Kassaoka, a necessidade de que esse seja um primeiro passo a estruturar as ações futuras.
O presidente da Faesp, Tirso Meirelles, na abertura do fórum, já havia colocado o Sistema Faesp/Senar à disposição, fosse na defesa de políticas públicas mais eficazes, ou na definição de cursos que atendessem a essa urgência do campo.
“Acho que esse evento dedicado à palestras, debates e construção de uma matriz de compromissos visando a erradicação da praga dos javalis e javaporcos, é essencial para que possamos sair daqui realmente com uma estrutura pronta de ação, o que vamos fazer daqui para frente”, disse Meirelles.
Pontos do documento final
A partir dos debates e da matriz de compromissos, foram consolidadas quatro premissas inegociáveis que orientarão as ações.
- Tratamento com o rigor proporcional à gravidade do problema: é necessário enfrentar a invasão do javali reconhecendo a extensão dos seus severos danos econômicos nas lavouras, os graves impactos ambientais em nascentes e áreas de preservação, e os riscos sanitários que ameaçam nossos rebanhos e a saúde pública.
- Estruturação de uma Política Pública de Estado integrada: o combate ao javali não pode depender de iniciativas fragmentadas. Exigimos e trabalharemos por uma política pública articulada com as pastas envolvidas – agricultura, meio ambiente, saúde e segurança pública entre outras e os entes federativos, garantindo a participação direta e ativa dos produtores rurais, que vivenciam o problema diariamente no campo.
- Estratégias fundamentadas em ciência e coordenação governamental: as ações operacionais e técnicas devem ser estritamente pautadas no conhecimento técnico-científico, no monitoramento populacional contínuo e na plena integração entre o setor produtivo e o poder público, sob a necessária coordenação do governo.
- Aceleração e efetividade das medidas no campo: burocracia não pode continuar mais lenta que a capacidade reprodutiva da praga. Exigimos ações céleres, eficazes e seguras do ponto de vista jurídico, focadas na mitigação dos riscos, no controle populacional rigoroso e, onde for técnica e territorialmente viável, na erradicação completa desta espécie exótica invasora.
Realidade do campo
Considerado uma das cem piores espécies exóticas invasoras do mundo, o javali já tem registros em 15 unidades da Federação e apresenta elevada capacidade de adaptação e reprodução. Além de consumir e destruir plantações, os animais provocam pisoteio, danos ao solo, cercas e estruturas das propriedades, elevando os gastos dos produtores com proteção e controle.
Há relatos localizados, em 2026, de perdas de até 40% na cultura do milho em áreas severamente atingidas. Estudo econômico publicado em 2025 indica ainda que, em cenário intermediário envolvendo milho, soja e cana-de-açúcar, o controle populacional poderia resultar, até 2030, em um PIB 0,15% superior ao cenário-base, com benefício estimado em aproximadamente R$ 1.016 para cada animal manejado.
O post Faesp debate ações para controle populacional de javalis apareceu primeiro em Canal Rural.
Agro Mato Grosso20 horas agoMargem apertada e custos em alta devem marcar a safra 26/27 em MT
Agro Mato Grosso20 horas agoSorriso cai para 3º no ranking nacional de produção agrícola após criação de Boa Esperança
Agro Mato Grosso20 horas agoAprosoja MT revela safra marcada por contrastes nos EUA
Agro Mato Grosso19 horas agoDono de avião é identificado entre os 3 mortos durante queda em MT
Agro Mato Grosso13 horas agoChuva forte coloca Cuiabá e mais 59 cidades de MT em alerta
Agro Mato Grosso13 horas agoConcurso da Sema-MT abre inscrições com salários de até R$ 10,4 mil; veja
Featured19 horas agoFachin recua e retira de pauta julgamento contra André Mendonça no STF
Agro Mato Grosso13 horas agoMãe e bebê são encontrados mortos em MT; suspeito é marido e pai das vítimas

















