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17 de junho de 2026

Sustentabilidade

Superbac ingressa no mercado de biodefensivos com lançamento de nova linha de produtos – MAIS SOJA

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O mercado de biodefensivos agrícolas vive um momento de forte expansão e inovação. Estima-se que o segmento, que engloba biofungicidas, bionematicidas, bioinseticidas e inoculantes, movimente aproximadamente R$ 3,8 bilhões por ano no Brasil, com um potencial de crescimento anual na casa dos 15%. Atualmente, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) já registra mais de 1.200 produtos biológicos disponíveis para uso.

Atenta a esse cenário e comprometida em oferecer soluções integradas aos produtores rurais, a Superbac, referência nacional em biotecnologia aplicada à nutrição vegetal e regeneração do solo, anuncia o lançamento de uma linha de biodefensivos, ampliando o portfólio de soluções sustentáveis voltadas à alta performance no campo.

De acordo com Fernando Ferraz Barros, engenheiro agrônomo e superintendente de Novos Negócios da Superbac, a estratégia da empresa para se destacar nesse competitivo mercado está ancorada em dois pilares principais: inteligência tecnológica e soluções para manejo integrado. “Contamos com uma das biofábricas mais modernas do país e com um time de pesquisadores altamente qualificado, o que nos permite desenvolver tecnologias próprias, e não apenas reproduzir soluções de terceiros. Criamos, pesquisamos e aplicamos essa inteligência biotecnológica de forma estratégica para gerar soluções em biotecnologia e resultados consistentes em campo”, explica o executivo.

O segundo diferencial está na integração entre nutrição e proteção vegetal. “Oferecemos soluções que vão desde fertilizantes biotecnológicos, que melhoram a saúde do solo e favorecem o desenvolvimento das plantas, até biodefensivos que atuam na proteção das raízes contra nematoides e doenças, e na parte aérea contra pragas e fungos. Trata-se de um manejo completo, que potencializa a produtividade, melhora a qualidade dos produtos e promove um ecossistema agrícola mais equilibrado”, acrescenta Barros.

Linha completa de biodefensivos

A nova linha da Superbac inclui 4 produtos em lançamento, abrangendo bionematicidas, bioinseticidas, biofungicidas e opções bivalentes, com dupla ação (para doenças e nematoides).

Segundo o superintendente, o objetivo da nova linha é complementar o manejo químico tradicional, fortalecendo os mecanismos de controle e aumentando a eficiência geral das lavouras. “Os biodefensivos vêm para atuar em sinergia com os defensivos químicos, otimizando o controle e reduzindo falhas que ainda existiam em determinadas áreas”, explica.

Entre os novos produtos, destacam-se dois bionematicidas: Supershield, formulado com quatro cepas exclusivas da Superbac, apresentando altíssima concentração e espectro de ação. Supershield Pro, com duas cepas exclusivas e excelente performance no campo.  E o biofungicida Superguard Procom duas cepas de alta concentração e específicas no manejo de doenças. Além deles, será apresentado ao mercado o bivalente Tilsis, um produto com dupla função de manejo a nematoide e mofo branco. “São soluções diversas para o manejo de doenças e pragas, desenvolvidas com base nas principais demandas do produtor. Nossa meta é oferecer alternativas biológicas eficazes, seguras e com resultados comprovados em campo”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa Superbac



 

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Sustentabilidade

Proteína da soja começa a ganhar valor no mercado brasileiro – MAIS SOJA

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A soja começa a ser olhada não apenas pelo volume produzido, mas também pelos atributos que carrega dentro do grão. Proteína, óleo e aminoácidos ganham importância em segmentos da cadeia produtiva, ampliando o interesse por características ligadas ao valor nutricional e industrial da matéria-prima — movimento que começa a despertar atenção também no Brasil.

Pesquisas conduzidas por José Marcos Gontijo Mandarino, pesquisador da Embrapa Soja, mostram que atributos como proteína e óleo têm influência direta sobre o valor industrial do grão, especialmente no rendimento do farelo utilizado na nutrição animal. A Embrapa Suínos e Aves também trata o tema com importância, pois o farelo de soja é uma das principais fontes proteicas para aves e suínos, podendo representar entre 65% e 70% da proteína das formulações nutricionais, dependendo do sistema produtivo.

Em mercados como Estados Unidos e Canadá, produtores já recebem bonificações por soja com características específicas, incluindo maior teor de proteína, variando entre 5% e 15%, a depender do contrato. No Brasil, embora essa remuneração ainda não seja uma prática consolidada, especialistas apontam que a qualidade intrínseca do grão tende a ganhar relevância econômica — movimento semelhante ao que ocorreu na cadeia do leite, onde atributos ligados à qualidade passaram a influenciar a remuneração do produtor.

Durante muito tempo, a armazenagem foi vista quase exclusivamente como proteção de volume. Mas começa a crescer uma discussão sobre qualidade do grão entregue à indústria. Se atributos como proteína e aminoácidos passam a ter mais valor, armazenar bem deixa de ser detalhe operacional e passa a fazer parte da estratégia econômica do produtor”, afirma Elton Stadler, CEO da Provent Brasil, empresa fabricante do Sistema de Exaustão Cycloar.

Mas há um detalhe pouco percebido nessa mudança: não basta colher um bom grão. É preciso preservar sua qualidade depois da colheita. Em um Estudo da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontou que, após seis meses de armazenagem, silos sem controle adequado do ambiente, apresentaram aumento de 58,4% nos grãos ardidos14,5% nos fermentados, além de redução no teor de proteína e maior perda de massa dos grãos. É nesse contexto que sistemas de exaustão contínua, como o Cycloar, vem ganhando espaço nas unidades armazenadoras, há mais de 30 anos. A tecnologia atua na redução do calor acumulado, da condensação e do excesso de umidade dentro dos silos, ajudando a preservar características importantes do grão ao longo do armazenamento.

O produtor pode ter um ativo valioso nas mãos e não perceber. Se o mercado começa a olhar mais proteína e qualidade intrínseca, preservar isso dentro do silo passa a ter impacto direto no bolso do produtor”, conclui Stadler.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Cotações seguem pressionadas por ampla oferta – MAIS SOJA

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Os preços do arroz em casca voltaram a recuar no Rio Grande do Sul, interrompendo a reação observada no início do mês. De acordo com o Cepea, a pressão esteve atrelada à ampla disponibilidade do cereal e às dificuldades na comercialização do arroz beneficiado, fatores que reduziram o suporte da demanda externa e dos mecanismos de apoio à comercialização promovidos pela Conab.

Segundo o Centro de Pesquisas, embora a demanda internacional tenha permanecido ativa, oferecendo alternativas de comercialização a parte dos produtores, seu impacto sobre os preços foi limitado. Ao mesmo tempo, as dificuldades na venda do arroz beneficiado continuaram a restringir a atuação compradora das indústrias, reforçando a pressão sobre o cereal em casca.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preço interno segue mais vantajoso que paridade de exportação – MAIS SOJA

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Pelo sexto mês consecutivo, os preços do algodão em pluma continuam em baixa no mercado doméstico, mas ainda apresentam vantagem quando comparados à paridade de exportação.

Neste contexto, segundo o Cepea, enquanto alguns vendedores se mostram capitalizados e focados no cumprimento dos contratos a termo, mantendo-se firmes em suas posições, outros aproveitam para liquidar o saldo remanescente da temporada 2024/25. Com a redução dos preços internacionais, parte dos agentes também adota uma postura mais flexível, em busca de novas negociações.

Pesquisadores do Cepea destacam que lotes da safra 2025/26 já começam a chegar ao mercado spot, com destaque para origens de São Paulo e da Bahia.

Do lado da demanda, de acordo com o Cepea, indústrias ainda buscam adquirir a matéria-prima a valores inferiores, fundamentados no baixo desempenho de suas vendas. Comerciantes, por sua vez, realizam fechamentos pontuais diante de uma postura cautelosa, buscando negócios “casados”.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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