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Japão deve abrir mercado para carne bovina do Brasil neste ano, diz Fávaro

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O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, voltou a afirmar que o governo mantém a expectativa de abertura do Japão para a carne bovina brasileira ainda neste ano.

“Há mais de 20 anos o Brasil pleiteia esse mercado. Tinham algumas barreiras sanitárias que foram superadas, como, por exemplo, o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal com o Brasil Livre de Febre Aftosa sem Vacinação”, disse ele a jornalistas na noite de segunda-feira (3), após participar da abertura da Conferência de Ministros da Agricultura das Américas.

Ele lembrou que autoridades japonesas fizeram uma inspeção no mês de junho e virão fazer auditoria final no mês de novembro nas plantas frigoríficas. “Acho que o protocolo fica pronto e devemos ter o anúncio, se Deus quiser, ainda este ano”, estimou.

O governo esperava que o anúncio do Japão quanto à abertura de mercado para a carne bovina pudesse ser formalizado ainda durante a COP30. Entretanto, ainda há questões a serem sanadas entre os países.

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Agro Mato Grosso

Sinop é 2ª em volume de importações no Mato Grosso

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Indústrias sediadas em Sinop importaram inúmeros produtos, de diversos países, em janeiro, US$ 32,9 milhões (R$ 169,3 milhões), que representa um aumento de 47,6%, se comparado ao mesmo período de janeiro do ano passado.

Esse volume de exportações representa 18,4% de participação nas importações do Estado, colocando a capital do Nortão como a 2a cidade que mais importa de Mato Grosso, atrás somente de Rondonópolis.

Adubos (fertilizantes), minerais ou químicos postássicos representaram 44,2% dos produtos importados de clientes de diversos países, azotados 33,6% e fosfatados 13,1%.

No mês de janeiro, a China (42,6%) foi o principal mercado do qual empresas de Sinop importaram produtos, seguido por Israel (25,7%), Canadá (13,9%), Rússia (9,5%), Alemanha (6,7%) e Itália (0,4%). Outros países somaram 11,2%.

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Business

Preço da maçã atinge o menor nível desde 2022, aponta Cepea

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Foto: Viviane Zanella/Embrapa

O mês de Fevereiro foi marcado por quedas nos valores das maçãs. Segundo o levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a quarta e ultima semana do mês, apesar de baixas menos drásticas que das semanas anteriores, registrou o menor valor do produto desde ano de 2022, batendo o recorde dos últimos 4 anos.

Agentes do mercado da fruta consultados pelo Cepea, relatam que as quedas estão relacionadas com o aumento da oferta e o andamento das colheitas da variedade gala.

Mercado de exportação mais atrativo

Por conta dos valores lá em baixo, o comerciante que conseguir manter um padrão de qualidade para o mercado externo, tende a ter bons resultados com a comercialização do produto para outros países.

Projeção para o mês de Março

Mesmo após a diminuição de preços e o recorde batido no mês de fevereiro, a tendência para o mês atual é que os valores baixos se mantenham. Conforme a continuidade das colheitas de gala e do inicio da colheita de funji, as ofertas devem continuar em alta, o que influencia na diminuição dos valores.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Agro Mato Grosso

Agro cresce 11,7% e puxa crescimento da economia em 2025 I MT

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A agropecuária teve expansão de 11,7% no ano passado em relação a 2024 e puxou o crescimento de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3).

Foi o melhor desempenho entre os setores da economia: no mesmo período, a indústria avançou 1,4% e os serviços, 1,8%.

Segundo Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, o agro, as indústrias extrativas, informação e comunicação e outras atividades de serviços contribuíram com 72% do PIB no ano passado.

“Se olharmos só a agropecuária, ela responde por 33% de todo o crescimento da economia do ano passado. Foi a que contribuiu mais para o crescimento do PIB olhando as atividades”, diz Pallis.

 

Desempenho da agropecuária e do Produto Interno Bruto (PIB). — Foto: Reprodução

Desempenho da agropecuária e do Produto Interno Bruto (PIB). — Foto: Reprodução

O forte crescimento do agro foi puxado por uma combinação de colheitas recordes, especialmente de soja e milho, além de um bom desempenho da pecuária, que também bateu marcas históricas.

Em 2025, o Brasil se tornou o maior produtor mundial de carne bovina, ultrapassando os Estados Unidos, pela primeira vez.

Apesar de ter tido o maior crescimento na comparação com outros setores, a agropecuária tem um peso de 7,1% no PIB, bem menor que os serviços (69,5%) e a indústria (23,4%).

Isso acontece porque o PIB do IBGE calcula somente as atividades primárias do agro, como os plantios e as criações de animais.

Mas, quando se coloca nessa conta, os serviços, os comércios e as indústrias do setor, esse peso sobe para 23%, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA).

O que favoreceu a agropecuária

O forte crescimento do agro em 2025 representou uma recuperação em relação a 2024, quando o PIB do setor recuou após secas extremas e enchentes terem derrubado diversas produções agrícolas, como as de soja, milho, cana-de-açúcar e laranja.

“A gente sabe que a agropecuária é uma atividade muito vulnerável à questão climática. Mas, em 2025, não tivemos nenhum problema climático relevante a ponto de gerar uma quebra de safra”, diz Juliana Trece, coordenadora do Núcleo de Contas Nacionais do FGV Ibre.

“Também tivemos custos de produção menores e ganhos de produtividade”, acrescenta.

Esses fatores fizeram o Brasil colher a maior safra de grãos da história no ano passado. No total, foram 350,2 milhões de toneladas, puxadas por soja e por um volume de milho jamais registrado na série histórica.

No ano, a colheita de milho cresceu 23,6%, enquanto a de soja teve alta de 14,6%, segundo o IBGE.

Com a maior produção dos grãos, a exportação do setor também cresceu. A soja, por exemplo, bateu recorde com o embarque de 108,2 milhões de toneladas, um aumento de 9,5% na comparação com o ano anterior.

Uma das motivações para isso foi a guerra comercial entre Estados Unidos e China. Com os chineses comprando menos dos norte-americanos, a demanda foi redirecionada para o Brasil, explica Luiz Fernando Roque, especialista de grãos da consultoria Hedgepoint.

A pecuária brasileira também conseguiu superar os seus próprios recordes em um ano marcado pelo tarifaço dos Estados Unidos, segundo maior comprador de carne bovina do Brasil.

As exportações bateram recorde puxadas pela demanda chinesa. No ano, foram vendidas 3,50 milhões de toneladas, alta de 20,9% em relação a 2024.

Além disso, o abate de gado chegou a 42,3 milhões de cabeças, outra marca histórica do setor.

Como fica em 2026

 

Após um ano de recordes, a expectativa do Ibre é de que o setor desacelere em relação a 2025.

“O Ibre está projetando uma leve queda de 0,2%, o que é considerado um cenário de estabilidade. Diferente de 2025, a agropecuária não deve ser o motor que impulsionará o PIB este ano”, diz Trece.

A pecuária, por exemplo, está entrando em um momento de redução do número de abates.

A tendência é de que, neste ano, os produtores retenham mais fêmeas nas fazendas para produzir bezerros em vez de direcioná-las para a produção de carne.

É um movimento diferente do que aconteceu em 2025, quando um volume recorde de fêmeas foi enviado para o abate.

As colheitas de grãos também devem desacelerar em relação ao ano passado, diz Trece.

“A produção de soja, que cresceu 14,6% em 2025, deve crescer apenas 3,9% em 2026. Já o milho tem uma previsão de queda de 5,6% na produção para este ano”, afirma.

Roque, da Hedgepoint, discorda. Para ele, em 2026, o agro aumentará ainda mais a sua participação no PIB brasileiro.

Isso porque a estimativa é que as exportações de soja e milho continuem crescendo em 2026, gerando mais espaço no mercado internacional e batendo novos recordes.

Na produção, a Hedgepoint prevê uma estabilidade para a soja, com safra de 179,5 milhões de toneladas no Brasil. O volume da safra anterior foi de 180 milhões de toneladas.

Já no caso do milho, a maior oferta vem também de estoques iniciais maiores.

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