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13 de agosto de 2026

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A fase vegetativa da soja só tem sucesso com um manejo inteligente I MT

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Nesse momento é definido o potencial que a planta poderá ter e, consequentemente, o potencial da cultura

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Depois da etapa inicial da vegetação surge o momento da fase decisiva para o cultivo, é o estágio V5 até o VN. Esse é um período crítico de formação e desenvolvimento da planta, pois ela passa de um crescimento inicial para uma estruturação que sustentará o rendimento da safra, visto que é nesse período que a cultura estabelece boa parte da sua arquitetura, vigor e capacidade de suportar estresses bióticos e abióticos.

No estágio V5 ao VN ocorre a formação do sistema radicular da soja, onde as raízes se aprofundam e ramificam, aumentando a capacidade de absorção de água e nutrientes. Um movimento que responde na expansão foliar da planta, que aumenta sua área fotossintética, acumulando energia para sustentar as próximas fases.

O crescimento das raízes vem acompanhado de uma alta demanda nutricional para crescimento e transição reprodutiva, deixando a planta vulnerável a deficiências de micronutrientes que afetam a arquitetura da soja e a fixação de nitrogênio.

Estresses ambientais como seca e variações temáticas agravam a absorção de nutrientes, resultando em uma menor área foliar e potencial produtivo reduzido, o que exige que o manejo nutricional e de proteção sejam equilibrados e venham acompanhados de um suporte fisiológico para preparar a lavoura para a fase reprodutiva, garantindo melhor pegamento das flores e enchimento dos grãos.

É uma fase muito importante em que o produtor pode contar com as soluções da Satis para auxiliar no cuidado com a sua lavoura. São seis produtos no catálogo da Satis para auxiliar no aumento da produtividade e no fortalecimento da planta durante toda essa fase do cultivo.

Uma fase de crescimento com a companhia certa para o desenvolvimento

A fase V5 a VN é onde as plantas desenvolvem sua estrutura, raízes e parte aérea, ficando prontas para a frutificação e uma colheita de sucesso. Também é uma fase em que a Satis coloca todo seu conhecimento em produtos que garantem mais sanidade vigor às plantas.

Entre os produtos estão, Vitan, um bioestimulante com aminoácidos e nutrientes que fortalecem a fisiologia da planta, permitindo que a planta economize energia e direcione seus recursos para o crescimento. Favorece a melhor absorção e transporte de nutrientes essenciais para a planta (N, P e K), o que garante um desenvolvimento mais equilibrado e uma maior tolerância das plantas às condições adversas de clima.

O Humicbor é um fertilizante que fornece boro solúvel e extrato de algas, promovendo um desenvolvimento vigoroso da soja. Ele favorece a divisão celular, fortalece as raízes e otimiza a absorção de nutrientes. Nessa fase, auxilia a polinização, o pegamento de flores e enchimento das vagens, prevenindo que os grãos sejam mal formados e que ocorra perdas de produtividade.

Outro produto da Satis é o Vitaphol LG, que fornece enxofre e micronutrientes para as plantas, promovendo melhor crescimento radicular, formação de nódulos e absorção de água e nutrientes. Tudo isso contribui para floração uniforme, maior pegamento de flores e enchimento de grãos.

Outro produto da solução Satis é o Multivex, um fungicida microbiológico à base de Bacillus com ação múltipla contra doenças foliares e que controla oídio, ferrugem asiática, cercospora, antracnose, mancha-alvo e mancha parda. O Multivex protege a planta em momentos críticos e fortalece a soja para as fases seguintes.

O Vitalkep, um bioativador fisiológico para fase reprodutiva rico em extratos de algas, fitormônios e aminoácidos. Ele reduz efeitos de estresses que a planta pode sofrer (calor, seca, doenças) e favorece o pegamento de flores, formação uniforme de vagens e enchimento dos grãos.

Por fim, ainda há o Fulland, fertilizante feito à base de cobre que utiliza toda a força deste nutriente para ativar substâncias naturais das plantas que atuam em rotas metabólicas de autodefesa e induzem a resistência. Fazendo isso, ele promove rápida recuperação vegetal e maior ação preventiva contra patógenos, ou seja, maior saúde para a sua lavoura.

Todas essas soluções da Satis são essenciais para um desenvolvimento fisiológico e nutricional da soja com uma produção mais forte no fim do cultivo.

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SLC Agrícola registra receita recorde de R$ 2,2 bilhões e amplia lucro líquido em 75%

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Foto: Divulgação/SLC Agrícola

A SLC Agrícola divulgou nesta quarta-feira (12) seus resultados financeiros referentes ao segundo trimestre de 2026. A companhia encerrou o período com receita líquida recorde de R$ 2,2 bilhões, crescimento de 16,8% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O lucro líquido também avançou, com expressiva alta de 75,3% sobre o segundo trimestre de 2025, para R$ 245,1 milhões.

A perspectiva positiva também alcança o desempenho das lavouras. A safra de soja foi encerrada com produtividade recorde, enquanto o algodão caminha para o que pode ser a melhor safra da história da companhia em termos de produtividade.

O resultado bruto da SLC Agrícola somou R$ 941,2 milhões, avanço de 43,5% em relação ao segundo trimestre do ano anterior. O desempenho foi impulsionado principalmente pelas operações de algodão e soja, culturas que representam importantes vetores de geração de valor para a empresa.

O EBITDA ajustado alcançou R$ 1,3 bilhão no primeiro semestre e totalizou R$ 580,6 milhões no segundo trimestre, com crescimento de 4,3% e margem de 26,7%. Os indicadores refletiram o acréscimo de R$ 111,3 milhões no resultado bruto das culturas.

No trimestre, a companhia faturou 806,1 mil toneladas de produtos agrícolas, volume recorde para o período e 14,4% superior ao registrado entre abril e junho de 2025. O desempenho foi sustentado principalmente pelo aumento dos volumes faturados de algodão, soja, milho e rebanho bovino, além de preços mais favoráveis em algumas dessas atividades.

“Os números do trimestre refletem um trabalho que começa muito antes da colheita. O planejamento das culturas, o cuidado diário nas fazendas, a gestão comercial e a disciplina na alocação de capital permitiram ampliar a operação e entregar resultados consistentes. Crescemos em escala, mas seguimos atentos à eficiência e à qualidade da execução”, destaca o diretor-presidente da SLC Agrícola, Aurélio Pavinato.

Recorde de produtividade

A soja ocupou 424,6 mil hectares, equivalentes a 51% de toda a área plantada pela companhia na safra 2025/26. A colheita foi concluída com produtividade recorde de 4.146 quilos por hectare, resultado 4,7% superior ao ciclo anterior e 2,7% acima do projeto inicialmente. O rendimento também ficou 11,7% acima da média nacional indicada pela Conab em julho deste ano.

No segundo trimestre, a soja apresentou resultado bruto de R$ 301,3 milhões, com resultado unitário de R$ 530 por tonelada.

No algodão, cultivado em 191,3 mil hectares, os resultados registrados até o momento reforçam a expectativa de uma das melhores safras da história da SLC Agrícola em produtividade.

Para a primeira safra, a companhia projeta 2.220 quilos de pluma por hectare, rendimento 20,6% superior ao ciclo anterior e 7,5% acima do projeto inicial. Na segunda safra, a estimativa é de 2.072 quilos de pluma por hectare, produtividade 4,5% superior ao planejado.

Maior volume comercializado

No segundo trimestre, a SLC Agrícola faturou 93,1 mil toneladas de algodão em pluma, aumento de 21,9% em relação ao mesmo período de 2025. Na soja, o volume chegou a 568,3 mil toneladas, alta de 9,8%.

O volume faturado de milho alcançou 103,5 mil toneladas, uma variação de 69,5%. Na pecuária, foram comercializadas 12,8 mil cabeças, crescimento de 52,3%.

Além da soja e do algodão, o milho registrou aumento expressivo tanto em volume quanto em receita. A receita líquida da cultura avançou 56,6%, para R$ 77,7 milhões, enquanto o resultado bruto cresceu 5,7%.

Na pecuária, a receita líquida atingiu R$ 93,5 milhões, alta de 74,9% em relação ao segundo trimestre de 2025. O resultado bruto totalizou R$ 15,7 milhões, avanço de 82,4%. Por cabeça, o resultado ficou em R$ 1.225, valor 19,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Com a colheita da safra 2025/26 avançando para a reta final, a SLC Agrícola já concluiu 100% da colheita da soja, 90,6% do milho segunda safra e 61,2% do algodão.

Em relação ao custeio, a maior parte das despesas referentes à safra 2025/26 já foi paga. Ao mesmo tempo, 100% da produção de algodão e 99% da produção de milho ainda serão faturados e entregues. Segundo a companhia, esses volumes devem contribuir para a redução da alavancagem ao longo do segundo semestre.

Investimentos em irrigação

No segundo trimestre, a SLC Agrícola destinou R$ 81,7 milhões a projetos de irrigação. No acumulado do primeiro semestre de 2026, os investimentos chegaram a R$ 155 milhões.

A Fazenda Piratini concentrou a maior parte dos desembolsos, direcionados principalmente à implantação de estruturas de pivôs, à perfuração de poços e reservatórios, além da execução de obras de infraestrutura elétrica e hidráulica.

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Profert ajudará Brasil a combater o protecionismo dos concorrentes, diz Tirso Meirelles

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Foto: Reprodução

O Senado aprovou nesta terça-feira (11) o Projeto de Lei 699/23, que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) e libera, em cinco anos, até R$ 10 bilhões em subsídios para novas plantas de fábricas de fertilizantes ou expansão e modernização das atuais.

O benefício será concedido por meio de créditos fiscais de tributos federais e foi comemorado por grande parte das entidades do agronegócio. Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, a iniciativa ajudará o Brasil a reduzir a dependência de insumos importados. Cálculos do setor mostram que cerca de 85% do adubo utilizado nas lavouras brasileiras vem de fora.

Segundo o texto aprovado pelo Senado, caberá ao Poder Executivo definir quais iniciativas serão selecionadas para receber os benefícios fiscais do Profert. O montante anual total será limitado a R$ 2 bilhões, que poderão passar para o ano seguinte quando não forem utilizados no ano anterior. O período de implementação do programa será de 2027 a 2031.

Meirelles acredita que a iniciativa será fundamental para que o Brasil possa ampliar e diversificar mercados. “O mundo hoje joga US$ 1,5 bilhão contra a agricultura brasileira porque usam subsídios para que os produtores de seus países possam produzir porque não têm como concorrer com o Brasil, um país que tem três safras na mesma área por ano, então impõem subsídios contra nós. No nosso caso, temos de ter nossos fertilizantes, criando as condições efetivas de produzi-los e termos a segurança desses produtos para que possamos ter segurança alimentar”, ressalta.

O presidente da Faesp ainda criticou o fato de um programa de fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes ter demorado tanto para ser aprovado. “Infelizmente não temos um governo que pense o Brasil para [os próximos] 20 ou 30 anos. A própria China está fazendo um programa agrícola de 30 anos”, compara.

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USDA eleva produção de soja dos EUA e ajusta projeções para o Brasil; analista comenta

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Foto: Agência Brasil

O novo relatório do USDA foi divulgado nesta quarta-feira (21). Segundo Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, o documento trouxe mudanças importantes nas principais projeções para o mercado de soja.

No Brasil, o USDA elevou a projeção de produção de soja para a safra 2025/26, passando de 180 milhões para 180,5 milhões de toneladas. A estimativa ficou próxima da média das projeções do mercado, de 180,3 milhões de toneladas.

Nos Estados Unidos, o destaque foi o aumento da produção. O USDA projetou uma safra de 123 milhões de toneladas em agosto, acima dos 121,8 milhões de toneladas estimados em julho e também da expectativa média do mercado, de 121,6 milhões de toneladas.

Para Silveira, o aumento está relacionado principalmente à expansão da área plantada. Apesar de o USDA ter reduzido a produtividade americana de 53 para 52,7 bushels por acre, o aumento da área mais do que compensou a revisão e elevou o potencial produtivo da safra.

O cenário também teve reflexos nos estoques. Para a safra 2025/26, os estoques americanos foram projetados em 8,84 milhões de toneladas, próximos da expectativa do mercado, de 8,8 milhões, e abaixo dos quase 9 milhões de toneladas previstos em julho.

Para 2026/27, o USDA estimou estoques americanos em 8,7 milhões de toneladas, acima da média esperada pelo mercado, de 8,2 milhões, e dos 8,44 milhões de toneladas projetados no relatório anterior.

Na avaliação do analista, porém, a demanda americana ainda pode ser revisada nos próximos relatórios. Segundo Silveira, as exportações da safra velha já indicavam a necessidade de um ajuste para cima, enquanto o esmagamento interno segue sustentado pela forte demanda por óleo de soja.

Além disso, as vendas da nova safra americana vêm ganhando velocidade, com a China entre os principais compradores. Esse avanço da demanda pode pressionar os estoques para baixo nos próximos meses.

No cenário global, os estoques de soja foram projetados em 125,1 milhões de toneladas para 2025/26, abaixo da expectativa média do mercado, de 125,6 milhões, e dos 125,3 milhões de toneladas de julho. Para 2026/27, a estimativa ficou em 124,2 milhões de toneladas, praticamente estável em relação ao mês anterior.

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