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Terceira temporada do reality Master Mecanic estreia amanhã no Canal Rural

A terceira temporada do Master Mecanic, reality que valoriza mecânicos do agro, estreia nesta sexta-feira (17) e traz provas com equipamentos de última geração, histórias inspiradoras e muita competição.
Seis mecânicos de Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso disputam a temporada. Eles foram selecionados após treinamento técnico, entrevistas e avaliação de perfil e competem em duplas sorteadas.
Segundo a jurada e fundadora da Escola do Mecânico, Sandra Nalli, a competição é disputada em três duplas: branca, vermelha e cinza. As duplas são formadas por participantes que não se conhecem. Ao longo das provas, fica evidente como a colaboração e entre os dois profissionais impactam diretamente no resultado.
A competição é dividida em três fases: inspeção da máquina na concessionária, preparação para entrega ao cliente e manutenção em campo diante de problemas simulados e conhecimento técnico e reparação de danos.
“O sistema Liquid Logic, garante ao produtor perfeita aplicação, conseguindo recuperar o produto que está depositado nas mangueiras, trazendo uma rentabilidade e também sustentabilidade podendo colocar o produto e despejar numa área apropriada”, afirma o coordenador de marketing da Massy Ferguson, João Vitor Dombroski.
Estreia
A avaliação dos competidores ficará a cargo de uma banca formada por especialistas do setor com apresentação realizada pela apresentadora, Marcela Rafael.
A estreia ocorre amanhã às 6h30 no Canal Rural, com reprise do primeiro episódio disponível hoje às 20h no YouTube da Massy Ferguson e no site oficial do Master Mecanic.
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Cinco anos após acordo, ações de reparação em Brumadinho já somam mais de R$ 20 bi

Cinco anos após a assinatura do acordo judicial de reparação pela tragédia de Brumadinho, o governo de Minas Gerais e instituições de Justiça reforçam as ações para compensar os danos socioeconômicos e ambientais causados pelo rompimento da barragem da Vale, em 2019, que deixou 272 vítimas.
Segundo levantamento apresentado pelo estado, dos R$ 37,6 bilhões previstos para execução ao longo de dez anos, mais de R$ 20 bilhões já foram aplicados em iniciativas de reparação socioeconômica e ambiental.
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Ao todo, são 421 projetos, priorizando municípios diretamente atingidos. Segundo o secretário-adjunto da Seplag-MG, Rodrigo Matias, as ações estão divididas em dois eixos principais, reparação socioambiental e socioeconômica.
“O eixo de reparação socioambiental, cuja responsabilidade de reparação do dano causado no meio ambiente é da Vale, a empresa que deu causa. E do outro lado, temos a reparação socioeconômica, que somam algo próximos a 37,2 bilhões”, destaca o secretário-adjunto da Seplag-MG, Rodrigo Matias.
Das mais de 400 iniciativas, 309 já estão em execução, com investimentos que abrangem áreas estratégicas como infraestrutura, saúde, saneamento, meio ambiente e agricultura. Entre as ações já realizadas estão a recuperação de cerca de 13 quilômetros de estradas, ampliação de unidades de saúde e hospitais regionais, além de apoio direto à produção rural, feiras livres e ações de abastecimento.
Na frente ambiental, segue a retirada de rejeitos do rio Paraopeba, especialmente na chamada “zona quente”, área mais impactada pelo rompimento. A expectativa é de que a execução completa do acordo ocorra dentro do prazo de dez anos.
“Temos definido um montante de R$ 37 bilhões, mas da reparação ambiental, esse recurso não tem limite, não tem teto. Esses trabalhos já começaram, principalmente na zona quente com a remoção do rejeito e eles tendem avançar. A expectativa de execução do acordo é de 10 anos para os projetos”, afirma Matias.
O governo estadual afirma que as medidas buscam reconstruir as regiões afetadas e reduzir riscos futuros, com descomissionamento de barragens e mudanças na gestão de segurança. “Nós estamos deixando um estado melhor para aqueles que sobreviveram”, declara o governo de Minas Gerais, Romeu Zema.
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Pomares de laranja da Flórida estão em risco por causa do frio, aponta Cepea

Com uma produção cítrica já limitada devido ao greening, os pomares de laranja dos Estados Unidos enfrentam mais um desafio. A Flórida, que já foi o maior estado produtor daquele país, tem registrado temperaturas extremamente baixas. A situação ocorre desde o fim de janeiro e o início de fevereiro.
Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) explicam que a atual onda de frio aumenta os riscos ao pomar, especialmente por causa do tempo de exposição das árvores a temperaturas abaixo do ponto de congelamento. Após quatro horas, os danos podem afetar tanto as estruturas das plantas, como células do tronco e galhos, quanto às folhas e aos frutos.
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Medidas de proteção não são suficientes
Na tentativa de amenizar os impactos, os citricultores norte-americanos passaram a adotar algumas medidas de proteção. Entre elas, está a irrigação por aspersão, que tem o objetivo de formar uma camada isolante de gelo, além do uso de aquecedores nas lavouras.
Contudo, o Cepea avalia que a eficácia dessas estratégias é limitada, uma vez que as condições de frio intenso se mantêm por períodos prolongados.
Os impactos à produção local ainda seguem incertos. As temperaturas na Flórida voltaram a subir nesta semana e há previsão de chuvas nos próximos dias com a chegada de uma frente fria.
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Frente fria avança neste final de semana e traz chuvas e temporais; saiba onde

A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no país indica mudanças importantes para os próximos dias. Uma nova frente fria avança sobre a região sul no final de semana, trazendo chuva e temporais, mas sem volumes significativos. Com isso, o déficit hídrico no Rio Grande do Sul, em partes do interior de Santa Catarina e do Paraná não será revertido.
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Para os produtores que já avançaram com as operações de colheita na região sul, as condições permanecem relativamente favoráveis. No Sudeste, Centro-Oeste e interior do Matopiba, há boa umidade do solo, chegando até a solos encharcados em regiões do centro-norte de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, com precipitação prevista de 50 a 100 mm nos próximos cinco dias. Embora essas chuvas beneficiem lavouras mais recentes, elas podem atrasar trabalhos em campo. No Matopiba, as chuvas devem variar entre 50 e 70 mm em cinco dias.
12 a 16 de fevereiro
A partir da próxima semana, entre 12 e 16 de fevereiro, a região sul deve receber chuvas mais consistentes, especialmente no Rio Grande do Sul, com volumes que podem ultrapassar 50 mm em cinco dias.
Já no Sudeste, Centro-Oeste e na Bahia, a tendência é de pelo menos dez dias de tempo firme, com chuvas localizadas apenas na porção norte de Mato Grosso. Entre 17 e 21 de fevereiro, as condições permanecem estáveis, com chuvas típicas de verão somando 5 a 10 mm ao dia na região Centro-Oeste.
Produtores dessas áreas devem aproveitar essa janela de tempo firme para avançar com as operações no campo, já que o final de fevereiro promete ser chuvoso tanto no Sudeste quanto no Centro-Oeste.
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