Connect with us
22 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Mercado brasileiro de soja deve iniciar semana com maior nível de negócios – MAIS SOJA

Published

on


Após a semana anterior ter sido de pouca atividade, o mercado brasileiro de soja pode começar esta segunda-feira com maior dinamismo. Os dois principais fatores de formação de preços apresentam cenário favorável às negociações. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos firmam ganhos diante da expectativa de avanço nas negociações entre Estados Unidos e China. No câmbio, o dólar abriu com leve alta, e, se o movimento se mantiver, deve estimular a atuação dos agentes no cenário doméstico.

Na sexta-feira (03), o mercado de soja encerrou a semana com alguns lotes rodando tanto para portos quanto para a indústria, mas nada muito expressivo. De acordo com Rafael Silveira, analista de Safras & Mercado, ao longo do dia foi possível analisar volatilidade na Bolsa, e o dólar até ajudou em certos momentos, criando algumas oportunidades. Mesmo assim, o foco do produtor está no plantio da nova safra, o que mantém spreads altos entre compradores e vendedores.

Ele destacou ainda que houve ofertas pontuais mais atrativas, como em Goiás, onde apareceram negócios a R$ 130,00 com pagamento em dezembro. “É um preço bom, acima da paridade, mas mesmo assim o produtor preferiu não fechar”, acrescentou. No geral, segundo Silveira, a semana foi calma, sem grandes movimentos, com o mercado atento à situação das exportações americanas e à relação com a China.

No mercado físico, a saca de 60 quilos subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00 em Passo Fundo (RS) e de R$ 130,00 para R$ 131,00 em Santa Rosa (RS). Em Cascavel (PR), a cotação recuou de R$ 132,00 para R$ 131,50, enquanto em Rondonópolis (MT) permaneceu em R$ 123,00. Em Dourados (MS), a saca seguiu em R$ 124,50, e em Rio Verde (GO) aumentou de R$ 121,00 para R$ 121,50.

Advertisement

Nos portos, em Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 136,00, enquanto em Rio Grande (RS) houve alta de R$ 135,00 para R$ 136,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem alta de 0,29% no contrato novembro/25 do grão, cotado a 10,21 centavos de dólar por bushel.

* O mercado mantém o viés positivo, sustentado pelas expectativas de avanço nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China. A valorização do petróleo em Nova York também contribui para o movimento de alta.

* Enquanto isso, os produtores norte-americanos aceleram as vendas de soja, diante da ausência chinesa, sua principal compradora, e buscam novos destinos na Ásia e na África. Até o momento, os importadores chineses ainda não adquiriram volumes da colheita norte-americana de outono.

Advertisement

* O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou na semana passada que o governo federal adotará medidas de apoio aos agricultores do país, em resposta à recusa da China em comprar soja, e que um anúncio oficial será feito na terça-feira.

* Por outro lado, segue a pressão pelo avanço da colheita nos Estados Unidos. O mercado ficará sem a referência do acompanhamento oficial nesta segunda-feira. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou que os dados não serão divulgados enquanto não houver uma solução. O relatório de outubro do USDA, o tradicional Wasde, que seria divulgado na quinta, 9, também será postergado.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra leve alta de 0,02%, a R$ 5,3375. O Dollar Index registra ganhos de 0,56%, a 98.278 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

Advertisement

* As principais bolsas da Ásia encerram em alta. Tóquio, +4,75%. Xangai, a bolsa não operou hoje devido a um feriado.

* As bolsas da Europa operam com ganhos. Frankfurt, +0,29%. Londres, +0,19%.

* O petróleo tem preços mais altos. Novembro do WTI em NY: US$ 61,41 o barril (0,87%).

AGENDA

—–Segunda-feira (6/10)

Advertisement

– Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA, 12h. *(Devido à paralisação do USDA, não

há garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

– O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria, do Comércio e Serviços divulga, às 15h, os

dados consolidados de setembro, seguidos por coletiva de imprensa.

– Dados de oferta e demanda de soja, milho e algodão do MT – IMEA, 16h.

Advertisement

– Relatório de condições das lavouras nos Estados Unidos – USDA, 17h. *(Devido à paralisação

do USDA, não há garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário

descrito).

—-Terça-feira (7/10)

– EUA: O saldo da balança comercial de agosto será publicado às 9h30 pelo Departamento do

Advertisement

Comércio. (Devido a uma paralisação do governo norte-americano, não há garantia do que os dados

serão divulgados no horário descrito).

– A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulga, às 8h, o IGP-DI referente a setembro.

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

—–Quarta-feira (8/10)

Advertisement

– Alemanha: A produção industrial de agosto será publicada às 3h pelo Destatis.

– A ANFAVEA divulga, às 10h, os resultados das exportações, importações e produção de

veículos referentes a setembro.

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às

11h30 pelo Departamento de Energia (DoE). (Devido a uma paralisação do governo norte-americano,

Advertisement

não há garantia do que os dados serão divulgados no horário descrito).

– EUA: A ata da reunião de política monetária dos dias 16 e 17 de setembro será publicada às

15h pelo Fed. (Devido a uma paralisação do governo norte-americano, não há garantia do que os

dados serão divulgados no horário descrito).

—–Quinta-feira (9/10)

Advertisement

– Alemanha: O saldo da balança comercial de agosto será publicado às 3h pelo Destatis.

– Eurozona: A ata da reunião dos dias 10 e 11 de setembro será publicada às 8h30 pelo BCE.

– O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga, às 9h, o IPCA e INPC

referentes a setembro.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30. *(Devido à paralisação do USDA, não há

Advertisement

garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

– Relatório de outubro de oferta e demanda mundial e norte-americana der grãos dos EUA –

USDA/Wasde, 13h. *(Devido à paralisação do USDA, não há garantia de que o órgão

norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da

Advertisement

tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Japão: O índice de preços ao produtor de setembro será publicado às 20h50 pelo BOJ.

—–Sexta-feira (10/10)

Advertisement

– O IBGE divulga, às 9h, o Indice de Preços ao Produtor Indústrias extrativas e de

transformação referente a agosto.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Ritiele Rodrigues – Safras News



 

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Abiove atualiza projeções da soja para 2026 e divulga estimativas para o próximo ano

Published

on

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) atualizou as projeções para o balanço de oferta e demanda do Complexo Soja em 2026 e divulgou as primeiras estimativas para 2027. O esmagamento de soja no Brasil deve alcançar 63,6 milhões de toneladas em 2026, alta de 0,2% em relação à projeção anterior. Para 2027, a estimativa é de 66 milhões de toneladas.

No segmento de derivados, a produção de farelo de soja em 2026 está projetada em 48,95 milhões de toneladas, aumento de 0,1% frente à estimativa anterior. A fabricação de óleo de soja deve atingir 12,8 milhões de toneladas.

As exportações brasileiras de soja em grão em 2026 foram estimadas em 113,9 milhões de toneladas, recuo de 1% em relação à projeção prévia. Para o farelo de soja, os embarques devem somar 25,3 milhões de toneladas. Já as exportações de óleo de soja estão projetadas em 1,95 milhão de toneladas, alta de 8,3% na comparação com a estimativa anterior.

Segundo Daniel Furlan Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, o ritmo de esmagamento acompanha o aumento da demanda interna por farelo, utilizado na produção de alimentos, e por óleo de soja, empregado na fabricação de biocombustíveis e destinado ao mercado externo.

“O forte ritmo de esmagamento reflete a resposta ágil da nossa indústria à crescente demanda nacional por farelo, essencial para a produção de alimentos, e por óleo, fundamental para a fabricação de biocombustíveis e para as exportações. Esse cenário consistente de alta no processamento nos prepara estrategicamente para continuar suprindo o país diante da expectativa do aumento da mistura obrigatória de biodiesel para B16, prevista para março”, afirma o diretor.

Advertisement

Projeções do Complexo Soja para 2027

As primeiras estimativas da Abiove para 2027 indicam esmagamento de 66 milhões de toneladas de soja. As exportações do grão devem alcançar 113 milhões de toneladas, enquanto as importações estão projetadas em 900 mil toneladas para suplementar a cadeia produtiva.

A produção de farelo de soja deve totalizar 50,8 milhões de toneladas no ciclo de 2027, com exportações estimadas em 26,3 milhões de toneladas.

Para o óleo de soja, a fabricação está projetada em 13,27 milhões de toneladas. Os embarques internacionais devem somar 1,9 milhão de toneladas, enquanto as importações estão estimadas em 100 mil toneladas.

Processamento mensal e acumulado

Em agosto de 2026, o processamento de soja no Brasil alcançou 5,03 milhões de toneladas, queda de 1,8% em relação a julho. Na comparação com agosto de 2025, houve aumento de 9%, considerando o ajuste pelo percentual amostral.

No acumulado de janeiro a agosto de 2026, o volume processado chegou a 38,67 milhões de toneladas, crescimento de 8,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, também com ajuste pelo percentual amostral.

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Polícia Federal apreende 50 t de soja adulterada destinadas à exportação no Paraná

Published

on

A Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (21), um homem que transportava aproximadamente 50 toneladas de uma carga declarada como soja, destinada à exportação pelo Porto de Paranaguá, no Paraná.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Federal em Paranaguá. Durante a ação, os agentes apreenderam a carga, o conjunto veicular utilizado no transporte, documentos e um aparelho celular.

Segundo a PF, as investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do caso e identificar possíveis outros envolvidos.

Continue Reading

Sustentabilidade

MS produziu 16,2 milhões de toneladas de milho na safra 2025/2026 – MAIS SOJA

Published

on


De acordo com o levantamento final do Projeto de Sistemas de Informações Geográficas do Agronegócio de Mato Grosso do Sul (SIGA-MS), executado pela Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS) com recursos do Fundems/Semadesc, a produção estadual de milho, na safra 2025/2026, chegou a 16,23 milhões de toneladas, cultivadas em 2,348 milhões de hectares, com produtividade média ponderada de 115,21 sacas por hectare.

“Os números representam o melhor desempenho da série histórica do projeto, tanto em produção quanto em produtividade”, aponta o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta.

Na comparação com a safra 2024/2025, quando foram colhidas 13,933 milhões de toneladas, o volume produzido aumentou 16,5%. A produtividade também avançou, passando de 108,42 para 115,21 sacas por hectare.

“O resultado consolida a importância do milho segunda safra para a agricultura sul-mato-grossense, com diferenças de desempenho entre as regiões produtoras e participação expressiva de municípios que concentram grandes áreas cultivadas”.

Advertisement

No início do ciclo, a estimativa do SIGA-MS apontava uma área de 2,206 milhões de hectares, com produtividade projetada de 84,2 sacas por hectare. Com base na média dos cinco anos anteriores do projeto, a produção inicialmente estimada era de 11,139 milhões de toneladas.

Ao longo do desenvolvimento da cultura, o acompanhamento de campo permitiu revisar as projeções. Na primeira quinzena de setembro, uma avaliação baseada em 354 levantamentos, correspondentes a aproximadamente 400 mil hectares, indicou produtividade média de 122,79 sacas por hectare. Naquele momento, considerando a área então projetada, a produção foi estimada em 16,253 milhões de toneladas.

O resultado consolidado de outubro, entretanto, apontou uma produtividade média de 115,21 sacas por hectare e produção de 16,233 milhões de toneladas, considerando a área final de 2,348 milhões de hectares.

A produção efetivamente registrada ficou cerca de 45,7% acima da estimativa inicial, enquanto a produtividade final superou a projeção original em aproximadamente 36,8%.

A área cultivada também foi revisada durante o acompanhamento da safra. O número final de 2,348 milhões de hectares representa uma expansão de 9,6% em relação ao ciclo anterior e corresponde à segunda maior área da série histórica do SIGA-MS, atrás apenas dos 2,355 milhões de hectares registrados em 2022/2023.

Advertisement

“A metodologia do levantamento combina avaliações amostrais realizadas pelos técnicos com informações fornecidas pelos produtores sobre a produtividade das áreas. Os resultados são ponderados conforme a área cultivada de cada propriedade e município, permitindo calcular a média estadual”.

Municípios com maior produção 

Maracaju liderou o ranking da safra 2025/2026, com 323.822 hectares e produção de aproximadamente 2,55 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Ponta Porã, Sidrolândia e Dourados. Juntos, os quatro municípios responderam por aproximadamente 43% de todo o milho produzido em Mato Grosso do Sul.

Principais municípios produtores  
  • Maracaju: 2,55 milhões de toneladas, em 323.822 hectares, com produtividade de 131,49 sacas por hectare.
  • Ponta Porã: 1,54 milhão de toneladas, em 211.863 hectares, com produtividade de 121,05 sacas por hectare.
  • Sidrolândia: 1,52 milhão de toneladas, em 212.805 hectares, com produtividade de 119,29 sacas por hectare.
  • Dourados: 1,42 milhão de toneladas, em 212.897 hectares, com produtividade de 111,35 sacas por hectare.
  • Rio Brilhante: aproximadamente 800,1 mil toneladas, em 120.766 hectares, com produtividade de 110,42 sacas por hectare.
  • São Gabriel do Oeste: aproximadamente 766 mil toneladas, em 84.248 hectares, com produtividade de 151,53 sacas por hectare.
  • Aral Moreira: aproximadamente 750,6 mil toneladas, em 97.092 hectares, com produtividade de 128,85 sacas por hectare.
  • Laguna Carapã: aproximadamente 685,4 mil toneladas, em 96.470 hectares, com produtividade de 118,41 sacas por hectare.
  • Caarapó: aproximadamente 628,7 mil toneladas, em 97.919 hectares, com produtividade de 107,01 sacas por hectare.
  • Itaporã: aproximadamente 579,8 mil toneladas, em 88.510 hectares, com produtividade de 109,17 sacas por hectare.

“Os dados mostram que os municípios líderes em volume produzido nem sempre são os mesmos que apresentam as maiores produtividades. Maracaju, por exemplo, ocupa a primeira posição em produção devido à combinação de uma extensa área cultivada e bom desempenho por hectare. Já municípios com áreas menores podem alcançar médias de produtividade superiores, sem necessariamente aparecer entre os maiores produtores em volume total. Essa diferença é importante para interpretar os resultados estaduais: a produtividade expressa o rendimento de cada hectare, enquanto a produção total depende também da dimensão da área plantada”, explica Gabriel

A análise regional identificou diferenças entre as três regiões acompanhadas pelo SIGA-MS. O norte apresentou a maior produtividade média ponderada, com 135,83 sacas por hectare, mesmo representando aproximadamente 10,5% da área estadual cultivada com milho.

A região central registrou média de 112,43 sacas por hectare e correspondeu a 20,6% da área plantada. Já a região sul, responsável por 68,9% da área estadual, alcançou produtividade média de 112,90 sacas por hectare.

No norte, os resultados foram impulsionados por municípios como Alcinópolis, São Gabriel do Oeste, Chapadão do Sul e Costa Rica. A região reuniu uma área de 246.485 hectares e produção de aproximadamente 2,01 milhões de toneladas.

Advertisement

Na região central, que totalizou 484.157 hectares e cerca de 3,27 milhões de toneladas, destacaram-se Brasilândia, Rio Negro, Sidrolândia e Ribas do Rio Pardo. Brasilândia alcançou produtividade de 151,05 sacas por hectare, enquanto Rio Negro registrou 150,48 sacas por hectare.

A região sul concentrou a maior parcela da produção estadual, com 1,618 milhão de hectares e aproximadamente 10,96 milhões de toneladas.

Ranking de produtividade  

No ranking de produtividade, Alcinópolis ocupou a primeira posição, com média de 158,43 sacas por hectare. Na sequência aparecem São Gabriel do Oeste, com 151,53 sacas por hectare; Brasilândia, com 151,05; Rio Negro, com 150,48; e Chapadão do Sul, com 146,30 sacas por hectare.

Costa Rica também apresentou desempenho elevado, com 144,84 sacas por hectare. Selvíria registrou 139,57 sacas por hectare, enquanto Paraíso das Águas alcançou 136,12 sacas por hectare.

“O desempenho municipal precisa ser interpretado considerando as particularidades de cada região, como distribuição das chuvas, época de semeadura, características do solo, manejo e tecnologia empregada. Uma produtividade elevada em determinada localidade não significa, necessariamente, que toda a região tenha apresentado o mesmo comportamento”.

Advertisement
Irrigação como diferencial produtivo

O levantamento também destaca a irrigação como uma tecnologia com potencial para contribuir para o desempenho das lavouras de milho.

Municípios em que uma parcela expressiva da cultura é conduzida sob irrigação apresentaram resultados relevantes de produtividade:  Brasilândia, com 151,05 sacas por hectare; Selvíria, com 139,57; Aparecida do Taboado, com 124,85; Paranaíba, com 122,63; Ribas do Rio Pardo, com 117,36; e Três Lagoas, com 110,08 sacas por hectare.

“A irrigação pode auxiliar no fornecimento de água à cultura durante períodos de menor precipitação, reduzindo a dependência exclusiva das chuvas. Sua contribuição, entretanto, depende do planejamento do sistema, da disponibilidade hídrica, do manejo e das condições agronômicas de cada propriedade”.

Clima influenciou o desenvolvimento e a colheita

O ciclo 2025/2026 foi marcado por variações na distribuição das chuvas ao longo dos meses. Em janeiro, grande parte do estado registrou precipitações abaixo da média histórica, com acumulados entre 30 e 120 milímetros. Das 63 estações meteorológicas monitoradas, 59 apresentaram volumes inferiores à média.

A regularização das chuvas ocorreu a partir de fevereiro, quando boa parte do estado registrou precipitações acima da média climatológica. Em março, os volumes permaneceram elevados em áreas das regiões central, norte e oeste. As condições favoreceram o avanço da semeadura, que atingiu 91,6% da área prevista ao final daquele mês.

Advertisement

O plantio foi concluído em 1º de maio, cerca de uma semana depois do ciclo anterior. Aproximadamente 70% da semeadura ocorreu entre a segunda semana de fevereiro e a segunda semana de março.

Em maio, chuvas volumosas em algumas regiões atrasaram o início da colheita, enquanto episódios localizados de granizo atingiram lavouras de municípios como Deodápolis, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Itaporã, Ivinhema e Dourados. O levantamento estimou que cerca de 2.850 hectares foram afetados por esses eventos.

No final de junho, geadas registradas na região sul-fronteira provocaram danos em lavouras nos estádios reprodutivos R3 e R4, embora não tenha sido consolidada uma estimativa da área atingida.

A partir de julho, o predomínio de períodos com menor precipitação favoreceu o avanço das operações de colheita. O trabalho foi concluído em 9 de outubro de 2026, aproximadamente duas semanas depois do encerramento registrado na safra anterior.

O boletim de resultados da produtividade do milho segunda safra 2025/2026 pode ser acessado clicando aqui.

Advertisement

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT