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Sustentabilidade

Fisiologia vegetal e manejo eficiente ajudam produtor a bater recorde na safra 2024/25 e já investir na próxima temporada – MAIS SOJA

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A safra 2024/25 de soja obteve novo recorde no Brasil. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foram 171,5 milhões de toneladas colhidas. Diversos fatores foram responsáveis por este resultado expressivo, como o aumento da área semeada combinado com uma expansão da produtividade, ou seja, do volume que os agricultores colheram por hectare, além da melhora nas condições climáticas na maioria das regiões produtoras, em relação à temporada anterior. Porém, um outro aspecto importante para o acréscimo produtivo na oleaginosa tem conexão com os hormônios: A regulação hormonal controla praticamente todas as fases do desenvolvimento da planta, desde a germinação até a maturação e senescência (processo de envelhecimento celular da planta).

Antônio Oliveira, da Fazenda Santana, em Itapeva (SP); vencedor nacional do Concurso CESB na categoria Irrigado

Um dos produtores que adotaram ferramentas fisiológicas da Stoller, marca da Corteva Biologicals, é a Fazenda Santana, localizada em Itapeva (SP), que foi a campeã nacional, na categoria Irrigado, do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb). A propriedade obteve, na safra 2024/25, 126,71 sacas por hectare (sc/ha). A propriedade já está semeando a safra 2025/26 e segue investindo no manejo que a auxiliou em ganho de produtividade na temporada passada.

“Muito desta produtividade obtida pelos produtores de soja vem de muitos anos de trabalho, assim como um manejo pensado ao longo de todo o ciclo da cultura. Junto com o produtor, traçamos estratégias com foco em nutrição e fisiologia de plantas. Dentre as estratégias de manejo está o uso de hormônios como auxina, citocinina e giberelina, que modulam grande parte dos processos da planta, desde o início de seu desenvolvimento, até redução do abortamento e aumento da fixação de estruturas reprodutivas. Além disso, essas soluções ajudam a planta a enfrentar melhor o estresse hídrico, uma vez que promovem o maior desenvolvimento radicular, consequentemente, melhorando o uso da água pela planta e absorção de nutrientes.” destaca Fernanda Patrício Vieira, gerente de Marketing da Stoller para a Região Sul.

Vencedor do Desafio Nacional de Máxima Produtividade

Em Itapeva (SP), considerada parte de uma das regiões com maior protagonismo na produção de soja em São Paulo, Adriano Oliveira, da Fazenda Santana, o vencedor do Desafio Nacional de Máxima Produtividade do CESB, utilizou, durante o ciclo da soja, uma combinação de soluções Stoller, referência no mercado de biológicos, para otimizar a performance das plantas e, consequentemente, a produtividade desejada.

“Para nós, é um orgulho ser o campeão nacional de produtividade de soja, e a conquista é fruto de todo o trabalho que temos feito na lavoura: desde o preparo de solo até a plantabilidade, passando também pelo manejo nutricional, das pragas e das doenças. A assistência técnica que recebemos é essencial para obtermos um resultado expressivo em nossa lavoura. Utilizamos as soluções Stoller há quatro anos e isso vem nos ajudando muito nesse processo, possibilitando realizarmos aplicações em momentos adequados, com produtos de alta performance”, destaca Adriano Oliveira, gerente da fazenda, destacando que os desafios climáticos foram superados por conta de um trabalho focado em soluções fisiológicas. Oliveira planta, além de soja, milho, sorgo, feijão e cevada em 3100 hectares de sua propriedade, sendo 2070 hectares dedicados à oleaginosa.

Campeões estaduais obtém resultados expressivos com soluções Stoller

Além da vitória nacional de Adriano Oliveira na categoria Irrigado, outros agricultores que utilizaram as soluções da Stoller venceram o Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja em seus estados. Egon Milla conquistou o título no Paraná, com 119,6 sc/ha. Em Minas Gerais, Edinaldo Pereira Dias obteve a maior produtividade, com 112,8 sc/ha, enquanto Rogério Pianezzola venceu no Mato Grosso do Sul, com 114,6 sc/há. As regiões Norte e Nordeste também foram representadas por produtores que utilizaram as soluções da marca: no Piauí Ralf Karly foi premiado, obtendo 112,2 sc/ha, e no Pará foi a vez de Rodolfo Schlatter, com 108,8 sc/ha.

Soluções Stoller aumentam performance e produtividade da oleaginosa

Para obter a produtividade de mais de 126 sc/ha, Adriano Oliveira utilizou uma combinação de soluções Stoller durante todo o ciclo da cultura. O produtor paulista aplicou Stimulate, regulador de crescimento que traz uma combinação de hormônios promotores que asseguram o equilíbrio hormonal da planta, ativando inúmeros processos fisiológicos, como a fotossíntese; e Mover, complexo de micronutrientes que melhora a eficiência das plantas durante a granação, cooperando para maior peso e qualidade de grãos, aumentando a produtividade. Juntos, as soluções que integram o portfólio da Stoller voltado ao mercado de biológicos, atuam em cada etapa do desenvolvimento da cultura, focado no rendimento e produtividade da lavoura.

Os dois produtos, além de Hold (solução fisiológica que aumenta a produtividade das plantas através da redução de etileno e diminuição dos efeitos causados por estresses), fazem parte do conceito Soja Forte, programa fisiológico que, por meio da combinação dos três produtos, atuam em cada etapa do desenvolvimento da cultura, focando no rendimento e produtividade da lavoura. Para isso, leva em consideração o aumento de vagens e número de grãos por vagem, bem como aumento no peso de grãos.

Sobre a Stoller do Brasil

Com a missão de estar próxima do produtor e transformar o conhecimento em inovação frente aos desafios do campo, a Stoller, uma marca Corteva Biologicals, focada em biológicos, nutrição e fisiologia vegetal, desenvolve soluções integradas em performance de plantas e possibilita ao agricultor aproveitar ao máximo o potencial das suas lavouras, obtendo elevados níveis de produtividade e construindo uma agricultura mais eficiente.

Fonte: Assessoria de Imprensa Stoller do Brasil 



 

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Sustentabilidade

Chicago fecha com ganhos moderados para a soja; óleo sobe mais de 2% e lidera recuperação – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), mas abaixo das máximas do dia. O óleo subiu mais de 2% e liderou os ganhos de todo o complexo. Novidades sobre as diretrizes americanas para a política de biodiesel, o acordo entre Estados Unidos e India e o bom desempenho do petróleo asseguraram a recuperação.

Segundo a agência Reuters, os participantes do mercado continuam a analisar as diretrizes atualizadas do Tesouro sobre o crédito tributário 45Z para Produção de Combustível Limpo, que, entre outras mudanças, esclareceu que apenas matérias-primas provenientes dos Estados Unidos, do México e do Canadá se qualificam para o benefício e prorrogou o crédito até 2029.

Os preços dos contratos futuros do petróleo subiram, sob efeito do acordo comercial firmado ontem entre EUA e India e a possibilidade de afetar a commodity russa. O mercado também acredita que o acordo poderá garantir uma maior demanda indiana para os óleos vegetais americanos, principalmente o de soja.

Mas os ganhos foram limitados pelo bom desenvolvimento das lavouras e pelo avanço da colheita da maior safra da história do Brasil. Com isso, cresce o sentimento de que a demanda chinesa estaria se deslocando para a América do Sul.

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 5,50 centavos de dólar, ou 0,51%, a US$ 10,66 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,77 1/4 por bushel, com elevação de 4,75 centavos de dólar ou 0,44%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 2,60 ou 0,88% a US$ 291,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 54,49 centavos de dólar, com ganho de 1,29 centavo ou 2,42%.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Preços apresentam movimentos distintos dentre os estados – MAIS SOJA

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Em janeiro, os preços do trigo apresentaram movimentos distintos dentre os estados acompanhados pelo Cepea. Segundo pesquisadores do Centro de Pesquisas, os preços foram influenciados pelas diferentes condições de oferta e demanda. Enquanto em Santa Catarina e no Paraná as cotações cederam, pressionadas por liquidação de estoques, no Rio Grande do Sul e em São Paulo, os valores estiveram mais firmes. No estado sulista, o bom fluxo das exportações deu suporte aos preços.

Em São Paulo, o movimento de avanço foi verificado pelo terceiro mês consecutivo e foi influenciado pela restrição vendedora. Levantamento do Cepea indica que, em Santa Catarina, o preço médio foi de R$ 1.158,92/tonelada em janeiro, recuos de 1,6% em relação a dezembro e de 18,3% em relação a janeiro/25 e o menor patamar real desde março/18 (as médias mensais foram deflacionadas pelo IGP-DI de dezembro/25).

No Paraná, a média mensal foi de R$ 1.178,66/t, baixa de 0,4% na comparação mensal e de 15,2% na anual e também a menor desde outubro/23, em termos reais. Já no Rio Grande do Sul, a média foi de R$ 1.050,89/t em janeiro, a mais elevada em três meses, com avanço mensal de 1,4%, mas queda anual de 16,1%. Em São Paulo, o preço médio atingiu R$ 1.257,25/t em janeiro, avanço de 0,4% frente ao de dezembro, porém, recuo de 19,9% em relação a janeiro/25.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Algodão/MT: Semeadura alcança 67,75% da área estimada para este ciclo – MAIS SOJA

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Em fev/26, o Imea divulgou o relatório de Oferta e Demanda do algodão de Mato Grosso para o ciclo 2025/26. Com as estimativas mantidas para o consumo interno do estado em 46,22 mil toneladas e para o fluxo interestadual em 606,43 mil toneladas, a demanda total foi projetada em 2,69 milhões de toneladas, representando aumento de 1,02% em relação à safra 2024/25.

Dentro desse volume, a projeção de exportações ficou estimada em 2,04 milhões de toneladas, retração de 1,67% frente à estimativa anterior. Ao mesmo tempo, com o ajuste
negativo na produção do ciclo, os estoques finais foram projetados em 815,21 mil toneladas, o que corresponde a uma redução de 13,94% no comparativo anual. Desse volume total, 701,42 mil toneladas devem estar comercializadas, porém deverão ser escoadas apenas para o ciclo seguinte.

Confira os principais destaques do boletim:
  • PROGRESSO: a semeadura do algodão da safra 2025/26 em Mato Grosso avançou 19,94 p.p. na última semana, atingindo 67,75% até a última sexta-feira (30/01).
  • QUEDA: o preço do óleo de algodão recuou 11,54% em relação à semana passada, influenciado pela menor demanda no mercado, o que reduziu o ritmo das negociações.
  • REDUÇÃO: a paridade dez/26 registrou retração de 2,58% no comparativo semanal, ocasionada pela queda do dólar, em meio à incerteza gerada por movimentos geopolíticos.
O Imea divulgou a nova estimativa para a safra do algodão mato-grossense do ciclo 2025/26.

De acordo com o relatório, a área total de cultivo para a cotonicultura foi estimada em 1,42 milhão de hectares, redução de 0,83 % em relação à estimativa anterior e 8,06% no comparativo com a safra 2024/25.

Conforme apontado desde as primeiras projeções, parte dessa redução está ligada aos elevados custos de produção observados para a safra, o que tem pressionado a margem de rentabilidade do produtor. Considerando a produtividade média para o estado em 290,88 @/ha, a produção de algodão em caroço ficou em 6,21 milhões de toneladas, queda de 0,79% em relação à projeção anterior e redução de 15,13% no comparativo com o consolidado da safra 2024/25. Já a produção de pluma ficou prevista em 2,56 milhões de toneladas, redução de 0,79% ante a projeção anterior e 15,16% ante o estimado da safra passada.

Nesse contexto, o ritmo de semeadura e o comportamento climático ao longo do ciclo da cultura serão determinantes na definição da real produção da temporada.

Fonte: IMEA



 

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