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14 de maio de 2026

Sustentabilidade

Goiás se prepara para safra de soja 2025/26 com expectativas positivas e abertura do plantio no Vale do Araguaia – MAIS SOJA

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Com o fim do vazio sanitário da soja na última quarta (24/9), Goiás se prepara para iniciar mais um ciclo de produtividade e inovação no campo. Para marcar o momento, acontece neste sábado (27) a Abertura Estadual do Plantio de Soja – Safra 2025/26, dando início à semeadura do principal grão cultivado em solo goiano. O encontro será na Fazenda Tamburi, em Nova Crixás, município localizado no coração do Vale do Araguaia, com realização da Aprosoja-GO e Grupo Tamburi, e patrocínio da Sementes Goiás e outras empresas do setor.

A Abertura Estadual do Plantio de Soja é um marco consolidado no calendário do agronegócio goiano. Mais do que celebrar o início da nova temporada, o encontro reúne produtores, lideranças e autoridades para analisar cenários, compartilhar conhecimento e discutir os principais desafios e oportunidades da safra. Para 2025/26, o evento chega envolto em expectativas positivas, impulsionadas por tecnologia, pesquisa e confiança do setor.

As estimativas mais recentes do IBGE, do USDA e da Cogo Consultoria indicam um crescimento significativo, com aumento da área plantada e da produtividade, impulsionado pelo uso de tecnologias no campo e pela expectativa de um regime de chuvas mais favorável, ainda que sob influência de uma possível La Niña de baixa intensidade. Outro ponto em debate no setor é a suspensão dos efeitos da Moratória da Soja, que pode abrir novas perspectivas de comercialização para a oleaginosa.

De acordo com a Aprosoja-GO, entidade que promove o evento no estado, os números para a próxima safra ainda são incertos. “Nossa percepção é de que o aumento de área será bastante modesto, até porque os custos de produção estão muito elevados”, afirma o presidente da Aprosoja-GO, Clodoaldo Calegari. Ele lembra que a última safra de soja goiana totalizou 20,75 milhões de toneladas, o maior volume da história. “No último ciclo, nós tivemos clima muito favorável tanto na 1ª quanto na 2ª safra. Para que a gente mantenha esses patamares de produção, precisamos que o clima se comporte de forma positiva”, ressalta.

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A escolha de Nova Crixás para sediar essa edição da Abertura Estadual do Plantio de Soja visa reconhecer o trabalho e a dedicação dos agricultores locais e também mostrar como a produção do Vale do Araguaia goiano pode consolidar Goiás como o 3º maior produtor de grãos do Brasil. Cerca de 10% da soja e 15% do milho produzidos em Goiás vêm do Vale do Araguaia, essa fronteira agrícola de Goiás e do Centro-Oeste brasileiro. A região tem potencial para converter mais de 2 milhões de hectares de pastagens degradadas em áreas produtivas para a 1ª safra, conciliando aumento da produção agrícola com a recuperação ambiental dessas áreas.

Tecnologia e pesquisa sustentam avanço em produtividade

Para Túlio Santos, diretor da Sementes Goiás, marca goiana apoiadora da abertura do plantio, os ganhos de produtividade conquistados pelo Brasil nas últimas décadas são fruto de um cuidado que começa antes mesmo do plantio. “O avanço da sojicultura nacional passa pela pesquisa genômica, pelo desenvolvimento de cultivares adaptados às diferentes realidades do país e pelo uso do Tratamento de Sementes Industrial (TSI) aliado a rigorosos processos de qualidade. Somados a práticas adequadas de manejo e nutrição ao longo do ciclo, esses fatores explicam como o Brasil se tornou uma potência agrícola mundial”, destaca.

Com 26 anos de história, a empresa sediada em Rio Verde, no sudoeste goiano, foi uma das pioneiras no estado na implementação do Tratamento Industrial de Sementes (TSI) e hoje é líder nacional em percentual de produção tratada industrialmente, com mais de 75% de sua produção. Com cerca de 75 mil hectares cultivados e mais de 100 cooperados, a Sementes Goiás oferece mais de 50 cultivares adaptadas a diferentes solos, climas e sistemas de produção. A expectativa é comercializar cerca de 1,2 milhão de sacas na safra 2025/26.

“Mais do que abrir uma nova safra, o encontro em Nova Crixás celebra a força do campo goiano e a confiança em um futuro promissor”, destaca Túlio. “Cada semente lançada ao solo carrega o trabalho de gerações, a inovação da pesquisa e a esperança de que a soja siga sendo símbolo de produtividade e prosperidade para o Brasil”.

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Fonte: Assessoria de Imprensa Sementes Goiás



 

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Sustentabilidade

Colheita do milho alcança 94% no RS com produtividade acima de 7,4 mil kg/ha – MAIS SOJA

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A colheita de milho alcança 94% da área cultivada no Estado. A operação já foi finalizada em plantios realizados no período inicial e intermediário, conforme indicados noZoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). As áreas implantadas em período tardio ou em safrinha estão em enchimento de grãos (2%) e maturação (4%). As precipitações registradas em 07/05 interromperam temporariamente as operações de colheita em parte das regiões produtoras.

As produtividades se mantêm em níveis satisfatórios na maior parte das lavouras, apesar de perdas pontuais associadas à irregularidade das chuvas durante as fases críticas do ciclo, especialmente no Oeste do Estado.

As condições climáticas no primeiro decêndio de maio favoreceram o desenvolvimento das áreas remanescentes, especialmente em razão da adequada disponibilidade hídrica. De modo geral, as lavouras apresentam bom potencial produtivo para a época de implantação, apesar da redução no porte das plantas e da limitação parcial do rendimento, as quais foram afetadas pela restrição hídrica em fases anteriores.

As condições fitossanitárias estão apropriadas; há integridade de colmo e de espiga, o que favorece a manutenção da qualidade dos grãos em colheita. A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada em 803.019 hectares, e produtividade média estadual em 7.424 kg/h

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita atinge cerca de 90% da área cultivada; 8% das lavouras se encontram em maturação; e o restante em enchimento de grãos, com potencial produtivo satisfatório para a época de semeadura. Em São Gabriel, os produtores participantes do Programa Milho 100% relataram bom desempenho das lavouras, com destaque para a sanidade foliar, de colmo e espiga. Em Bagé, os pequenos produtores realizam a dobra das plantas, visando acelerar a secagem e reduzir a incidência de fungos nos grãos.

Em Santana do Livramento, os ventos fortes, ocorridos em 07/05, ocasionaram tombamento de plantas em pontos isolados. Porém, não há risco de perdas significativas na colheita, que será realizada de forma manual ou mesmo mecanizada.

Na de Caxias do Sul, restam pequenas áreas a serem colhidas, principalmente em propriedades familiares da Serra e Hortênsias, onde é comum a colheita gradual, manual ou com máquinas de pequeno porte, e o armazenamento do grão em espiga ou a granel para consumo próprio.

Na de Pelotas, a colheita alcança 60%. As lavouras restantes se distribuem entre enchimento de grãos (14%) e maturação (26%). A produtividade média regional está em 4.809 kg/ha. As cerealistas da região retomaram o recebimento de milho para secagem e armazenamento, após interrupção para priorizar a operação na soja e no arroz.

Na de Santa Rosa, 3% estão em enchimento de grãos, 2% maduros e 95% colhidos. As produtividades seguem dentro das expectativas, variando entre 4.800 e 8.400 kg/ha em áreas de sequeiro e entre 10.800 e 12.000 kg/ha em áreas irrigadas. O milho safrinha está
predominantemente na fase de enchimento de grãos, favorecido pela boa umidade do solo.

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Nas áreas destinadas à próxima safra, está sendo semeado mix de plantas de cobertura para incremento de matéria orgânica no solo. Na de Soledade, 75% foram colhidos. Nas áreas implantadas entre novembro e janeiro, predominam cultivos em enchimento de grãos (20%), além de 2% em maturação fisiológica e 3% em maturação de colheita. As condições de temperatura, umidade do solo e radiação solar continuam favoráveis ao desenvolvimento das lavouras tardias, promovendo evolução gradual do ciclo e definição dos componentes de rendimento.

Comercialização (saca de 60 quilos)

Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do milho reduziu 0,07%, de R$ 58,12 para R$ 58,08 em média no Estado.

Fonte: Emater/RS


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Sustentabilidade

Custos elevados e risco climático devem reduzir área de trigo no RS – MAIS SOJA

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A cultura do trigo no Rio Grande do Sul se encontra em período de entressafra. Os produtores estão realizando as operações preparatórias para a implantação das lavouras, incluindo dessecação de plantas daninhas e manejo da cobertura vegetal do solo.

O cenário atual indica tendência de redução da área cultivada na próxima safra, influenciada por fatores econômicos, como a elevação dos custos de produção, principalmente fertilizantes, maior restrição ao crédito rural, cautela na contratação de seguro agrícola e limitação da cobertura dos instrumentos de mitigação de risco, especialmente em relação às perdas qualitativas do grão. Adicionalmente, os prognósticos de possível atuação de El Niño durante o inverno e a primavera ampliam a percepção de risco produtivo e contribuem para desestimular o plantio.

A estimativa de área a ser cultivada na Safra 2026 está em levantamento pela Emater/RS-Ascar. Na safra anterior, o Rio Grande do Sul cultivou 1.166.163 hectares de trigo, com produtividade média de 2.968 kg/ha e produção total de 3.458.083 toneladas, conforme dados do IBGE.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, iniciou o manejo das áreas para a implantação da cultura, especialmente nas com presença de plantas daninhas resistentes a herbicidas e necessidade de controle mais eficiente de azevém, cuja emergência está baixa até o momento. Em áreas antecedidas por plantas de cobertura, observa-se adequada proteção do solo. Continua a indefinição quanto à área a ser cultivada na próxima safra.

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Na de Santa Rosa, observa-se tendência de redução de área cultivada em função das dificuldades de acesso ao crédito rural, limitações do Proagro e menor expectativa de rentabilidade em comparação a outras atividades produtivas. Em Santo Antônio das Missões, estima-se redução mínima de 30% da área cultivada em relação aos 21.000 hectares implantados na safra anterior. Parte dos produtores deverá optar pela implantação de mix de plantas de cobertura para a manutenção das áreas e supressão de plantas daninhas.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 1,37%, passando de R$ 62,24 para R$ 63,09.

Fonte: Emater/RS


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Sustentabilidade

Colheita da soja avança para fase final e milho safrinha concentra expectativa de produção no país – MAIS SOJA

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Foto de capa:  Assessoria de imprensa

Com a colheita da soja se aproximando da reta final em diversas regiões do país, o produtor brasileiro volta suas atenções para o milho safrinha — etapa que hoje concentra a maior parte da produção nacional do cereal. Segundo a Conab, a segunda safra já representa cerca de 70% a 75% do milho produzido no Brasil, reforçando sua importância estratégica no calendário agrícola.

Esse período de transição, marcado por janela operacional mais curta e maior exposição a riscos climáticos, exige planejamento e precisão no manejo para preservar o potencial produtivo. Além disso, o cenário atual de margens mais estreitas aumenta a sensibilidade a falhas dentro das propriedades, tornando decisões agronômicas ainda mais críticas.

“A transição entre soja e milho é um dos momentos mais sensíveis da safra. O produtor precisa proteger o potencial produtivo da soja até o final do ciclo e, ao mesmo tempo, garantir uma implantação eficiente do milho. Qualquer falha nesse intervalo impacta diretamente o resultado”, afirma Bárbara Copetti, especialista em desenvolvimento de mercado da Ourofino Agrociência.

No manejo da soja, doenças como ferrugem asiática e manchas foliares seguem como principais ameaças até o encerramento da colheita. O fungicida Dotte® (picoxistrobina + protioconazol) atua no controle dessas doenças, enquanto o Pontual® contribui para o manejo das doenças de final de ciclo, protegendo a produtividade.

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Outro ponto estratégico é a dessecação pré-plantio, fundamental para o bom estabelecimento da cultura seguinte. Nesse cenário, o herbicida Terrad’or® é utilizado no controle de plantas daninhas resistentes, favorecendo uma lavoura mais limpa e uniforme.

Para o milho safrinha, o manejo precisa ser ainda mais assertivo diante da pressão de tempo e clima. O herbicida Brucia®, com molécula inédita para aplicação em pós-emergência, auxilia no controle de plantas daninhas. No manejo de pragas, o inseticida Vivantha® atua sobre insetos sugadores, enquanto o inseticida Looked® contribui para a redução da pressão da cigarrinha-do-milho e do percevejo barriga-verde. Já o fungicida/inseticida Pontual® também integra a estratégia fitossanitária, auxiliando no manejo de doenças e lagartas.

“O produtor brasileiro trabalha em um ambiente altamente desafiador. Por isso, o uso de tecnologias adequadas em cada etapa da safra é essencial para garantir produtividade, reduzir riscos e melhorar a eficiência operacional”, complementa Bárbara.

Sobre a Ourofino Agrociência

A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 15 anos de atuação. Sua fábrica — considerada uma das mais modernas do mundo no segmento — está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilos/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de reimaginar a agricultura brasileira. Mais informações clique aqui.   

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Fonte: Assessoria de imprensa



 

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