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7 de maio de 2026

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Argentina entra na ‘corrida da soja’: Brasil corre risco de perder protagonismo? Daoud responde

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A Argentina suspendeu temporariamente os impostos sobre a exportação de soja, movimentando o mercado internacional e acirrando a disputa entre Brasil e Estados Unidos pelo maior importador mundial do grão. A medida elimina uma taxa de 26% sobre grãos e carnes, válida até o fim de outubro ou até que os embarques atinjam US$ 7 bilhões, e visa estimular vendas imediatas.

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O movimento reforça a posição da América do Sul como principal fornecedora da China. Nos primeiros oito meses de 2025, o Brasil manteve a liderança nas exportações ao país asiático, mesmo com um recuo no ritmo de embarques. Já os EUA perderam espaço diante da guerra comercial e da busca chinesa por soja mais barata. A suspensão temporária de tarifas pela Argentina amplia essa pressão sobre os produtores norte-americanos, que ainda não conseguiram vender nenhum carregamento da nova safra para Pequim.

E a soja brasileira: corre risco?

A questão que fica é se o Brasil corre risco de perder protagonismo nas exportações de soja: sim ou não? O Soja Brasil conversou com o comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud. “A decisão argentina não vai afetar as vendas do Brasil”, pontua. Ele ressalta que a medida vale apenas para compras imediatas, entre 23 de setembro e o fim de outubro, e que a China ainda tem espaço para adquirir cerca de 13 milhões de toneladas.

“Essa decisão ajudou a derrubar os preços em Chicago, mas o prêmio pode aumentar e compensar parte do efeito, sem impactos sobre o mercado brasileiro”, completa Daoud, reforçando que o Brasil mantém sua posição de destaque no fornecimento de soja para o maior importador mundial do grão.

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‘Hoje essa conta passa dos R$ 100 bilhões’, diz Lupion sobre dívida rural

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Foto: FPA/divulgação

O cenário para o sojicultor brasileiro ganha contornos mais preocupantes com o agravamento da crise financeira no campo.

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, alertou para um “impacto absurdo” em toda a cadeia produtiva, impulsionado pela alta dos custos de produção, dificuldades contratuais e entraves ao crédito rural.

Custos de produção pressionam

Segundo Lupion, o produtor já enfrenta dificuldades severas na compra de fertilizantes e defensivos, incluindo problemas contratuais envolvendo a China. Somado a isso, a alta dos combustíveis encarece o frete, as operações no campo e o uso de máquinas, elevando os custos desde o plantio até a colheita da soja.

“É mais um fator de endividamento do produtor. As planilhas de custo de produção estão cada dia mais díspares e inconsistentes, fazendo com que a dívida só cresça”, afirmou o deputado.

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Renegociação preocupa produtores

Um dos principais pontos levantados pela FPA é o valor necessário para renegociar as dívidas do setor. O projeto, que inicialmente previa R$ 30 bilhões aprovados na Câmara, agora já é estimado em R$ 120 bilhões.

Lupion classificou a proposta atual do governo federal como “incipiente” e disse que ela não atende às necessidades do agro. As negociações seguem no Senado, com participação da senadora Tereza Cristina e diálogo com o relator Renan Calheiros.

Seguro rural e crédito travam planejamento

A situação também preocupa pela falta de recursos para a subvenção do seguro rural. Segundo o presidente da FPA, houve vetos do governo que impedem o não contingenciamento dos recursos.

A previsão para os anos de 2024 a 2026, segundo Lupion, é de “zero centavo” para a subvenção, cenário que torna o crédito mais caro e menos acessível ao produtor.

Outro ponto criticado foi o Prodes. Lupion afirmou que as anotações automáticas na matrícula do produtor acontecem antes mesmo da notificação de irregularidades, o que pode travar o acesso ao financiamento bancário de forma inesperada.

Menos investimento em máquinas

A falta de liquidez e o aumento do endividamento já refletem nos investimentos das fazendas. Dados da última Agrishow apontam queda de 22% nas intenções de pedidos de máquinas agrícolas.

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Para a FPA, o produtor prioriza a manutenção da safra atual e adia investimentos em renovação de frota e tecnologia. O impacto, segundo a entidade, pode atingir diretamente a produtividade e a rentabilidade do setor nos próximos anos.

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Empreendedora da Guiné-Bissau transforma saberes ancestrais em negócio de sucesso em Cuiabá

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Com apoio da Desenvolve MT, Diela Tamba Nhaque estruturou estoque e escola de formação para trancistas na Capital

Ao chegar em Cuiabá ainda jovem, em busca de formação acadêmica, Diela Tamba Nhaque, encontrou na Capital mato-grossense o espaço para transformar saberes ancestrais em empreendedorismo. À frente da Diela Tranças e Cultura Afro, ela ressignificou práticas culturais da Guiné-Bissau e as transformou em um modelo de negócio próprio. O conceito passou a nortear sua atuação como trancista, unindo identidade, acolhimento e geração de renda. Anos depois, com a empresa consolidada, o apoio da Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso foi fundamental para impulsionar o crescimento e ampliar as atividades do empreendimento.

A trajetória empresarial de Diela está profundamente conectada às vivências em seu país de origem. Ainda criança, ela acompanhava encontros entre mulheres da comunidade, onde se reuniam para trançar cabelos, compartilhar experiências e apoiar umas às outras. Esses encontros, conhecidos como D’jumbai, são espaços de troca de saberes, fortalecimento coletivo e incentivo ao crescimento individual. Foi essa referência que permaneceu como base para sua atuação empreendedora.

No Brasil, o que inicialmente era um hobby, fazer tranças, tornou-se uma fonte de renda e, posteriormente, um negócio estruturado. Em 2018, Diela decidiu fazer a transição de carreira, deixando a assistência social e se dedicando integralmente ao empreendedorismo. Desde então, construiu uma clientela fiel e ampliou sua atuação, oferecendo serviços para diferentes públicos, como crianças, adolescentes e adultos, com técnicas variadas de tranças, alongamentos e dreads.

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Além do atendimento, ela também desenvolveu uma escola de formação de trancistas, com cursos presenciais, mentorias e palestras. A iniciativa combina capacitação profissional com impacto social, parte das vagas é destinada gratuitamente a pessoas em situação de vulnerabilidade, selecionadas por critérios específicos.

Com o crescimento da demanda, surgiu a necessidade de estruturar melhor o negócio, especialmente em relação ao estoque de materiais. Foi nesse momento que Diela buscou apoio da Desenvolve MT e, com a linha Desenvolve Empresarial, conseguiu acesso ao crédito, o recurso foi utilizado principalmente para a compra de insumos, como cabelos para as tranças, permitindo a formação de um estoque contínuo e mais organizado, além de capital de giro.

O impacto foi direto na operação da empresa. Antes, a empreendedora enfrentava períodos sem mercadoria, o que limitava o atendimento. Com o crédito, passou a manter a reposição estratégica dos produtos, garantindo maior estabilidade no serviço e possibilitando o aumento da produtividade. A organização financeira também foi aprimorada, contribuindo para o crescimento sustentável do negócio.

Para Diela, o acesso ao crédito representou um passo importante na consolidação da empresa. Mesmo com receio inicial, ela destaca que o planejamento e o uso consciente dos recursos foram essenciais para alcançar resultados positivos. “Fez toda a diferença, porque deixei de passar por situações em que o produto acabava e eu precisava esperar para comprar novamente. Passei a trabalhar com reposição estratégica, mantendo o controle do que estava acabando e evitando faltar mercadoria. Esse recurso também me permitiu organizar melhor a gestão do negócio, estruturando um sistema de controle para acompanhar compras, vendas e lucros. ”, afirma.

Desenvolve Empresarial

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Voltada para quem deseja investir, a linha Desenvolve Empresarial, permite expandir e modernizar o negócio. Com financiamento de até R$1,5 milhão para obras civis, máquinas e equipamentos, energia solar e projetos de implantação, ampliação e modernização, também há a possibilidade de incluir até 30% de capital de giro pela modalidade Invest Mix. As taxas partem de 1% ao mês, com bônus de até 20% para pagamento em dia. O prazo pode chegar a 120 meses, com carência de até 12 meses.

Como um dos carros chefe da Desenvolve, a linha já liberou, desde de 2019,  mais de R$140 milhões, fomentando negócios mato-grossenses, principalmente micro, pequenas empresas e MEI’s. Somando mais de mil operações em 78 municípios.

Com Assessoria de imprensa 

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Agro Mato Grosso

Postos são alvos de operação por abusos no comércio de combustíveis em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em parceria com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), deflagrou, nesta terça-feira (7), a Operação Consumo Seguro, com foco no combate a possíveis práticas abusivas no comércio de combustíveis.

A operação de âmbito nacional está sendo realizada simultaneamente em diversos estados do país, sob coordenação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), buscando fortalecer a fiscalização do mercado de combustíveis e assegurar a proteção dos direitos dos consumidores.

Em Mato Grosso, policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e fiscais da ANP realizaram fiscalizações em diversos postos de combustíveis da região metropolitana de Cuiabá.

Os trabalhos têm como objetivo a verificação da qualidade dos combustíveis comercializados, a regularidade da vazão das bombas e eventuais irregularidades que possam causar prejuízos aos consumidores.

Segundo o delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, durante a operação proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos foram intimados a apresentar notas fiscais de entrada e documentos relacionados à compra de combustíveis junto às distribuidoras.

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“O objetivo é permitir que técnicos da ANP realizem a comparação entre os valores pagos pelos postos às distribuidoras e os preços cobrados dos consumidores finais, a fim de verificar a existência ou não de aumentos abusivos”, disse o delegado.

As irregularidades eventualmente constatadas durante as fiscalizações, bem como possíveis indícios da prática de aumento abusivo de preços, serão analisadas e investigadas pela Polícia Civil, podendo resultar na instauração de procedimentos policiais na Decon para responsabilização criminal dos envolvidos.

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Agro MT