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16 de junho de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em alta com expectativa de redução de safra pelo USDA – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 11/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 11/09

O contrato de soja para novembro fechou em alta de 0,80% ou $ 8,25 cents/bushel, a $1.033,50. A cotação de janeiro encerrou em alta de 0,74% ou $ 7,75 cents/bushel, a $1.052,50. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em alta de 0,92% ou $ 2,60/ton curta, a $ 286,10. O contrato de óleo de soja para outubro fechou em alta de 1,21% ou $ 0,61/libra-peso, a $ 51,08.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou em alta nesta quinta-feira. As cotações da oleaginosa ganharam tração impulsionados pela expectativa de que, o USDA possa reduzir sua previsão para a colheita dos EUA devido à deterioração das lavouras causada pelo tempo seco. A última pesquisa da Bloomberg com analistas mostra a expectativa de que o USDA reduza ligeiramente suas estimativas de produtividade da soja no relatório WASDE de amanhã. A produção total deve cair em cerca de 800 mil toneladas, para 116 milhões de toneladas.

Essa perspectiva de uma oferta menor nos EUA, combinada com a notícia de que a Argentina reduzirá sua área de plantio, deu suporte aos preços.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-EXPORTAÇÕES MENORES (baixista)

A falta de demanda chinesa por soja nova dos EUA continua limitando o aumento. Nesse sentido, o relatório semanal sobre as exportações dos EUA contribuiu pouco para o suporte dos preços hoje, para o período de 29 de agosto a 4 de setembro. O USDA reportou vendas de soja 2025/2026 de 541.100 toneladas, abaixo das 818.500 toneladas do relatório anterior e próximo da previsão mínima de fornecedores privados, que estimaram uma faixa viável entre 400.000 e 1.600.000 toneladas. Assim como no mês anterior, destinos desconhecidos lideraram a lista de compradores, com 431,7 mil toneladas.

ARGENTINA-PRODUÇÃO MENOR (altista)

Em relação à Argentina, a Bolsa de Comércio de Rosário (BCR) estimou ontem, em seu relatório mensal de estimativas agrícolas, uma queda de 1,35 milhão de hectares para o plantio de soja da safra 2025/2026, com 16,4 milhões de hectares previstos para serem plantados com a oleaginosa. “Com base em uma área média não colhida e um rendimento médio de 2.910 kg/hectare, a produção pode chegar a 47 milhões de toneladas, em comparação com 3000 kg/hectare e 49,50 milhões de toneladas na temporada anterior”, afirmou o órgão. Em agosto, o USDA estimou as safras de soja argentina de 2024/2025 e 2025/2026 em 50,90 e 48,50 milhões de toneladas, respectivamente.

BRASIL-PRODUÇÃO E ESTOQUES FINAIS MAIORES (baixista)

Em seu relatório mensal de hoje, a Conab surpreendeu ao revisar para cima a produção brasileira de soja para a safra 2023/2024, de 147,74 para 151,53 milhões de toneladas e a safra 2024/2025, de 169,66 para 171,47 milhões de toneladas. Com essas mudanças, o estoque final da atual temporada passou de 3,94 milhões de toneladas estimados em agosto para 10,29 milhões de toneladas, um aumento de 161,17%. Além disso, a agência elevou sua estimativa para as exportações brasileiras de soja para o ciclo atual de 106,25 para 106,66 milhões de toneladas e manteve as vendas de farelo e óleo de soja em 23,60 e 1,40 milhão de toneladas, respectivamente. Em agosto, o USDA estimou os volumes para as safras brasileiras de soja 2023/2024 e 2024/2025 em 154,50 e 169 milhões de toneladas, respectivamente. As exportações de soja, farelo e óleo foram projetadas em 102,1 milhões de toneladas, 23,5 milhões de toneladas e 1,43 milhão de toneladas, respectivamente.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Algodão/BR: Início da colheita, alerta contra pragas e previsão do tempo – MAIS SOJA

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Algodão: 1,7% colhido. Em MT, há o início da colheita da primeira safra. Permanece o foco no controle do bicudo-doalgodoeiro. Na BA, a colheita segue lentamente e atrasada em relação à safra passada. O prolongamento do ciclo, associado à maior proporção de áreas irrigadas e às temperaturas noturnas mais baixas, deve favorecer a qualidade da fibra e a produtividade.

No MA, as lavouras de primeira e segunda safra permanecem em maturação e abertura de capulhos. De forma geral, as lavouras apresentam bom potencial produtivo. Em MS, a colheita foi iniciada na região nordeste, com produtividades satisfatórias. Parte dos talhões mais atrasados ainda necessita de reposição hídrica para a formação das maçãs.

Em GO, há o início da colheita, com as áreas de sequeiro em maturação. Na região Sul, avança o manejo de desfolha. A previsão de chuvas, principalmente, na região Leste e no Entorno do Distrito Federal, pode afetar a qualidade da fibra nas áreas com pluma exposta.

Em MG, a colheita foi iniciada. No PI, as lavouras seguem com bom desenvolvimento. Em SP, as chuvas dos últimos dias suspenderam temporariamente a colheita.

Previsão Agrometeorológica (15/06/2026 a 22/06/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva podem ocorrer no Oeste do AM, RR, AP e Centro-Norte do PA. Em RO, litoral do PA e Noroeste do MA, as chuvas podem ser irregulares e, no AC e RO, menos intensas. No Matopiba, o tempo permanecerá firme, favorecendo a maturação e colheita do milho segunda safra, mas restringindo as lavouras em frutificação.

No litoral da região Nordeste, podem ocorrer chuvas fracas e isoladas, favorecendo as lavouras do Sealba mais próximas da costa. Nas áreas do interior, a umidade no solo continuará baixa.

CO: Há previsão de chuvas pontuais com baixos acumulados no Oeste de MT, Centro Sul de MS e Sul de GO. Em GO, predominarão dias de tempo firme. Em MS, acumulados mais significativos ocorrerão entre sexta e sábado. Com exceção do Nordeste de MT e parte de GO, onde a umidade no solo encontra-se mais baixa, as condições serão favoráveis para o milho segunda safra em frutificação, maturação e colheita.

SE: Há previsão de chuvas para todo o estado de SP, CentroSul de MG, RJ e ES, entre  segunda e terça. Na quarta e quinta-feira, a previsão é de chuvas mais restritas no RJ e ES. A partir de sábado, as chuvas devem retornar à região, principalmente, no Centro-Sul de SP e Oeste do RJ. No geral, as condições serão favoráveis para os cultivos de segunda safra e inverno em SP, Triângulo, região central e Sul de MG. No restante de MG, deverá permanecer a condição de restrição hídrica.

S: Há previsão de chuvas fracas e isoladas no litoral do PR e SC entre segunda e terça. No restante da região, a previsão é de tempo firme. Entre quinta e sábado, está prevista a ocorrência de chuvas no RS, SC e PR, principalmente, no Oeste de SC e Sudoeste do PR. No geral, as condições serão favoráveis para os cultivos de segunda safra e inverno. As temperaturas mais baixas devem persistir até quinta-feira.

Fonte: Conab


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Sustentabilidade

Milho/BR: Colheita da 1ª safra avança e chega à 90,4% da área total – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra: 90,4% colhido.

Em SC, SP, PR, GO, MG e PA, a colheita foi finalizada. No RS, a colheita se aproxima da finalização. No PI, a colheita avança no sudoeste do estado com boas produtividades sendo obtidas. No MA, a colheita avança em todo o estado.

Milho 2ª Safra – 6,7% colhido.

Em MT, a colheita avança com produtividades acima das estimadas inicialmente. No PR, a colheita se aproxima do início e as lavouras se encontram, na maioria, em boas condições. Em MS, a colheita começou no sul do estado com boas produtividades sendo alcançadas.

Em GO, as precipitações ocorridas não conseguiram reverter as condições das lavouras e as perdas já são consolidadas. Em SP, a colheita foi iniciada lentamente devido às chuvas. Em MG, as lavouras irrigadas apresentam ótimo desenvolvimento em contraste com as lavouras de sequeiro, fortemente impactadas pelas precipitações reduzidas.

No TO, os produtores aguardam a maior redução da umidade dos grãos para acelerar a colheita. No MA, a colheita avança no sudoeste do estado. As lavouras nas demais regiões finalizam os estádios reprodutivos em condições regulares. No PI, algumas lavouras nas regiões de Uruçuí e Bom Jesus apresentam sintomas de deficit hídrico, mas a maioria das lavouras apresenta bom desempenho.

No PA, a colheita acelera nos polos da BR-163 e Redenção com boas produtividades sendo obtidas. No polo de Santarém, o excesso de chuvas provocaram erosões em algumas áreas, comprometendo a produtividade desses talhões.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

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Sustentabilidade

Semeadura do trigo atinge quase 60% da área nacional estimada com clima favorável no sul – MAIS SOJA

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Trigo: 59,5% semeado. No RS, a retomada da umidade do solo, após as chuvas, favoreceu o avanço da semeadura, especialmente, na metade Leste. As lavouras emergidas apresentam bom desenvolvimento vegetativo e as áreas implantadas no início da janela já iniciam o perfilhamento.

No PR, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo, com áreas em emergência e início de floração. A adequada umidade do solo e as temperaturas mais baixas favorecem o desenvolvimento da cultura e o perfilhamento das plantas.

Em SC, a semeadura avança gradualmente no Oeste e Extremo Oeste, com predominância de lavouras em germinação e emergência. As condições de umidade do solo e as temperaturas amenas e frias favorecem o estabelecimento inicial da cultura. Em SP, as lavouras seguem em bom desenvolvimento. As baixas temperaturas favorecem seu desenvolvimento.

Em MS, as chuvas e as temperaturas favoráveis mantêm boas condições ao desenvolvimento da cultura. As lavouras apresentam, de forma geral, bom aspecto fitossanitário. Em MG, o trigo irrigado apresenta bom desenvolvimento, com as primeiras áreas entrando em fase reprodutiva. O trigo de sequeiro encontra-se com boa parte das lavouras em maturação. As chuvas recentes podem reduzir a qualidade dessas áreas.

Em GO, a colheita do trigo de sequeiro teve início, com rendimentos reduzidos devido à falta de chuva. As lavouras irrigadas mantêm bom desenvolvimento. A previsão de chuvas isoladas na região Leste exige atenção nas áreas em final de ciclo. Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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