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5 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em leve alta com ajustes pré-WASDE – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 11/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 11/09

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,66% ou $ 2,75 cents/bushel, a $419,75. A cotação para março fechou em alta de 0,69% ou $ 2,75 cents/bushel, a $ 437,50.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quinta-feira. Os operadores de mercado cobriram posições vendidas antes do relatório de Oferta e Demanda do USDA que será divulgado nesta sexta-feira. A Bloomberg realizou uma pesquisa com analistas antes do relatório WASDE de amanhã, e a expectativa é de que a agência reduza a previsão recorde de produtividade do milho de agosto, A produção deve cair 6 milhões de toneladas, para 419 milhões de toneladas. O volume ainda é recorde, mas a  redução pode equilibrar a conta da demanda, que segue aquecida, com 22 MMT das 71 MMT estimadas para exportação já negociadas para a safra 25/26.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou em baixa com aumento de safra pela Conab

Os principais contratos de milho encerraram em baixa nesta quarta-feira. As cotações da B3 fecharam caíram com a perspectiva de uma maior safra 24/25 que está terminando de ser colhida no Brasil. O ajuste da Conab se deu pelo aumento da produção do milho safrinha, o que aumentou os estoques finais no país.

OS FECHAMENTOS DO DIA 11/09

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam com variações mistas no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,19, apresentando baixa de R$ 0,18 no dia e baixa de R$ 0,20 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 67,96, com baixa de R$ 0,14 no dia e baixa de R$ 0,66 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 70,93, com baixa de R$ 0,31 no dia e baixa de R$ 0,71 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-EXPORTAÇÕES MENORES (baixista)

Hoje não há suporte das exportações, que vinham sustentando o preço nas semanas anteriores. De fato, em seu relatório semanal, o USDA relatou vendas de 539.900 toneladas de milho 2025/2026, bem abaixo das 2.117.000 toneladas do relatório anterior; bem abaixo da faixa esperada pelos produtores do setor privado, que era de 900.000 a 2.400.000 toneladas; e da média de 1,40 milhão de toneladas necessária para atingir a meta recorde de exportação estabelecida pela agência em agosto, de 73,03 milhões de toneladas. O México liderou as compras, com 256.500 toneladas.

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UCRÂNIA-EXPORTAÇÕES 64,40% MENORES (altista)

O Ministério da Política Agrária e Alimentação da Ucrânia informou hoje que, entre 1º de julho e 10 de setembro, as exportações ucranianas de milho totalizaram 890 mil toneladas, uma queda de 64,40% em relação aos 2,50 milhões de toneladas vendidas no mesmo período em 2024.

ARGENTINA-PRODUÇÃO MAIOR (baixista)

Também não há contribuição ascendente da América do Sul; muito pelo contrário. Nesse sentido, o relatório mensal de estimativas agrícolas do BCR, divulgado ontem, estimou preliminarmente uma safra recorde de milho na Argentina em 2025/2026, com 61 milhões de toneladas. Esse marco, que superaria os 50 milhões de toneladas registrados em 2024/2025 e a safra ainda recorde de 52,50 milhões de toneladas alcançada no ciclo 2023/2024, seria alcançado com uma área plantada de 9,7 milhões de hectares, dos quais 8 milhões seriam destinados à produção de grãos comerciais e com uma produtividade média de 7.620 kg/hectare.

BRASIL-PRODUÇÃO E ESTOQUES FINAIS MAIORES (baixista)

Do lado brasileiro, em seu relatório mensal, a Conab elevou hoje sua estimativa para a safra de milho 2024/2025 de 137,01 para 139,70 milhões de toneladas, após aumentar o volume de safrinha de 109,57 para 112,03 milhões de toneladas. Manteve sua estimativa de exportação em 40 milhões de toneladas. Os estoques finais foram aumentados em 2,55 MT, mantendo os preços baixos.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Em tempos de nutrientes caros, usar calcário é uma das soluções mitigadoras, diz diretor do IAC – MAIS SOJA

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Os efeitos da guerra no Irã sobre o agronegócio brasileiro podem ser reduzidos. Uma das ações mitigadoras é a calagem, que, a partir do uso do calcário, amplia os efeitos dos fertilizantes, um dos principais meios de obtenção de nutrientes pelo solo.

A avaliação é do diretor da Divisão de Solos do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Heitor Cantarella. Recentemente, o pesquisador utilizou o perfil do IAC no Youtube para apresentar alternativas para os agricultores brasileiros diante do encarecimento dos preços dos produtos que contêm nutrientes.

O Brasil tem jazidas abundantes de calcário na maioria dos estados. Cantarella lembrou ainda que o calcário não tem cotação em dólar e nem passa pelo Estreito de Ormuz, via marítima estratégica para o comércio global e que foi afetada pela guerra.

O diretor do IAC destaca ainda a análise de solo como ferramenta fundamental nesse período.

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Confira a apresentação de Heitor Cantarella.

Fonte: Abracal

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Sustentabilidade

IMEA: Safra 25/26 de algodão em MT tem queda na oferta e redução nos estoques finais – MAIS SOJA

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Em mai/26, o Imea divulgou a nova estimativa de Oferta e Demanda do algodão em pluma de Mato Grosso para a safra 25/26. Desse modo, a Oferta foi projetada em 3,45 milhões de
toneladas, redução de 3,92% em relação ao ciclo anterior. Parte desse decréscimo está vinculado à menor produção prevista, com queda de 15,91% no comparativo entre safras,
ficando estimada em 2,52 milhões de toneladas. Já a demanda foi projetada em 2,69 milhões de toneladas, incremento de 1,02% em relação à safra passada. Esse avanço está associado à maior estimativa de exportação para o ciclo, projetada em 2,04 milhões de toneladas.

Dessa maneira, os estoques finais ficaram projetados em 762,92 mil toneladas, retração de 18,07% ante a safra anterior. Por fim, desse total, estima-se que 743,42 mil toneladas já estejam vendidas, mas que devem ser escoadas somente no próximo ciclo.

Confira os principais destaques do boletim:

  • ALTA: o contrato jul/26 da Ice NY apresentou aumento de 0,62% em relação à última semana, sendo cotado na média de ¢ US$ 80,16/lp, impulsionado pela valorização do dólar.
  • APRECIAÇÃO: o preço pluma Cepea teve alta de 1,41% no comparativo semanal, acompanhando o mercado externo e a postura mais cautelosa dos vendedores no período de entressafra.
  • VALORIZAÇÃO: o preço do caroço de algodão em Mato Grosso registrou elevação de 1,26% frente à semana passada, ficando precificado na média de R$ 910,77/t.
Em mai/26, o Imea divulgou nova estimativa de safra para o algodão da temporada 25/26.

A área destinada à cotonicultura da safra 25/26 ficou projetada em 1,38 mi de hectares, representando redução de 3,33% em relação à estimativa anterior e 11,11% quando comparado ao consolidado do ciclo 24/25. Parte dessa redução está ligada às margens rentáveis da cultura apresentarem-se mais estreitas em relação aos anos anteriores, atrelada ao cenário de custos mais elevados.

Com isso, os cotonicultores tendem a reduzir a área de algodão, concentrando o cultivo nos melhores talhões e destinando os demais a outras culturas de segunda safra. Em relação à produtividade, houve incremento de 2,34% ante a estimativa passada, projetada em 297,69 @/ha, aumento relacionado às condições climáticas favoráveis, que têm proporcionado um melhor desenvolvimento vegetativo das lavouras. Por fim, a produção de algodão em caroço ficou prevista em 6,14 mi de t, redução de 16,04% em relação à safra passada.

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Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Preços da soja têm queda após alta generalizada na sessão anterior

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Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve um dia travado para a comercialização, revertendo o movimento positivo observado na segunda-feira (4).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário foi marcado por queda generalizada nas cotações.

"Os preços caíram em praticamente todas as praças, refletindo a forte queda do dólar e a devolução de parte dos ganhos em Chicago", afirma. Segundo ele, os prêmios apresentaram apenas pequenas mudanças e não foram suficientes para compensar as perdas.

Assim, o ambiente foi de retração tanto por parte dos compradores quanto dos vendedores. “Algumas tradings ficaram fora do mercado e o produtor também se manteve retraído, aguardando melhores oportunidades”, conta Silveira.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 126 para R$ 124
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 127 para R$ 125
  • Cascavel (PR): passou de R$ 122 para R$ 120
  • Rondonópolis (MT): reduziu de R$ 111 para R$ 109
  • Dourados (MS): diminuiu de R$ 113,50 para R$ 112
  • Rio Verde (GO): foi de R$ 113 para R$ 111
  • Portos de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 132 para R$ 130
  • Porto de Rio Grande (RS): recuou de R$ 132 para R$ 130

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após os bons ganhos de ontem, o mercado realizou lucros, com base em fatores técnicos.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

A forte queda do petróleo no mercado internacional e as condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras estadunidenses completaram o cenário baixista.

De acordo com relatório de segunda-feira do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio das lavouras de soja atingiu 33% da área prevista no país. Em igual período do ano passado, o índice era de 28%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 23%. Na semana anterior, o número era de 23%.

Os investidores também se posicionam frente ao relatório de oferta e demanda do USDA, previsto para a próxima terça-feira (12), e à reunião entre Donald Trump e Xi Jinping, marcada para 14 e 15 de maio, em Pequim.

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Contratos futuros da soja

soja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 11,25 centavos de dólar, ou 0,92%, a US$ 12,11 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,05 por bushel, com redução de 11,00 centavos de dólar ou 0,90%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,50 ou 0,15% a US$ 320,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,91 centavos de dólar, com ganho de 0,38 centavo ou 0,49%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1,09%, sendo negociado a R$ 4,9122 para venda e a R$ 4,9102 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9057 e a máxima de R$ 4,9527.

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