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Seduc e TRE-MT mobilizam estudantes para emissão de título até esta quarta (06)

Parceria facilita transporte e biometria para jovens de 16 e 17 anos; em Mato Grosso, apenas 28% dessa faixa etária já possui o documento
Estudantes de 16 e 17 anos da Rede Estadual de Mato Grosso estão sendo mobilizados, a partir de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a emitir o primeiro título eleitoral. O prazo para a emissão ou regularização do registro eleitoral termina nesta quarta-feira (6.5).
A iniciativa faz parte de uma ação nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com o Unicef, e que foi reforçada no Estado por meio de acordo firmado entre o TRE e a Seduc. A proposta é facilitar o acesso dos estudantes ao alistamento eleitoral e ampliar a participação dos jovens nas eleições de outubro.
Pela parceria, a Justiça Eleitoral organiza o atendimento, disponibiliza equipamentos para a coleta biométrica e a emissão de títulos, além de alinhar os cronogramas com as escolas. A Seduc fica responsável por viabilizar o transporte e acompanhar a ida dos estudantes aos locais de atendimento, conforme solicitação das unidades escolares.
Em Mato Grosso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com o cadastramento eleitoral, indicam que apenas 28% dos jovens dessa faixa etária possuem título de eleitor. Outros 72% ainda não exercem esse direito por falta do documento.
Nas escolas, o tema também é abordado em uma trilha pedagógica voltada à consciência eleitoral. A metodologia inclui atividades com jogos, desafios, vídeos, conteúdos educativos, materiais gráficos e digitais. A linguagem foi concebida para dialogar com os estudantes e inclui materiais visuais, como gibis, voltados também a alunos neurodivergentes.
Para muitos jovens, a mobilização ajudou a tornar mais simples um processo que parecia distante. Aos 17 anos, o estudante Júlio Gabriel Badaró decidiu tirar o título após conversar com colegas e professores.
“Eu achava que era uma coisa complicada, que a gente só ia fazer quando ficasse mais velho. Quando explicaram na escola, vi que também é uma responsabilidade nossa. A gente reclama de muita coisa, mas também precisa participar”, afirmou.
A estudante Geanny Eduarda Ferreira, de 15 anos, disse que a ação esclareceu dúvidas comuns entre os adolescentes, como a idade mínima, o prazo para cadastro e os documentos necessários.
“Eu não sabia direito como funcionava. Tinha dúvidas sobre a idade, o prazo e o documento. Quando a escola trouxe a informação, ficou mais fácil. Não foi só mandar a gente tirar o título. Explicaram por que isso importa”, contou.
Para o estudante Henzo Matheus Cunha, de 17 anos, falar sobre o título de eleitor na escola ajuda os jovens a perceber que a política também aparece em situações do dia a dia.
“Às vezes, a gente pensa que a política está longe, mas ela aparece na escola, no transporte, na merenda, nos projetos. Tirar o título é um jeito de começar a prestar atenção. Eu gostei porque a escola não tratou a gente como criança”, disse.
Segundo dados do TSE, o Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes de 16 e 17 anos. Até fevereiro, quase 1,8 milhão de jovens de 15, 16 e 17 anos já haviam obtido o título de eleitor. De acordo com a Justiça Eleitoral, o número corresponde a cerca de dois em cada dez adolescentes aptos ao cadastramento. Adolescentes de 15 anos também podem solicitar o título. No entanto, só poderão votar nas eleições deste ano se completarem 16 anos até 4 de outubro.
Para a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, a mobilização abre espaço para que os estudantes compreendam, desde cedo, que também têm voz nas decisões que afetam suas comunidades.
“Quando o jovem tira o título de eleitor, ele começa a ocupar um lugar que também é dele. A escola tem o papel de abrir caminhos, explicar, esclarecer dúvidas e mostrar que a participação não é um assunto distante. O estudante precisa saber que sua voz conta e que ele pode ajudar a decidir o futuro da sua cidade, do seu Estado e do país”, concluiu.
Com AssessoriaEstudantes de 16 e 17 anos da Rede Estadual de Mato Grosso estão sendo mobilizados, a partir de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a emitir o primeiro título eleitoral. O prazo para a emissão ou regularização do registro eleitoral termina nesta quarta-feira (6.5).
A iniciativa faz parte de uma ação nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com o Unicef, e que foi reforçada no Estado por meio de acordo firmado entre o TRE e a Seduc. A proposta é facilitar o acesso dos estudantes ao alistamento eleitoral e ampliar a participação dos jovens nas eleições de outubro.
Pela parceria, a Justiça Eleitoral organiza o atendimento, disponibiliza equipamentos para a coleta biométrica e a emissão de títulos, além de alinhar os cronogramas com as escolas. A Seduc fica responsável por viabilizar o transporte e acompanhar a ida dos estudantes aos locais de atendimento, conforme solicitação das unidades escolares.
Em Mato Grosso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com o cadastramento eleitoral, indicam que apenas 28% dos jovens dessa faixa etária possuem título de eleitor. Outros 72% ainda não exercem esse direito por falta do documento.
Nas escolas, o tema também é abordado em uma trilha pedagógica voltada à consciência eleitoral. A metodologia inclui atividades com jogos, desafios, vídeos, conteúdos educativos, materiais gráficos e digitais. A linguagem foi concebida para dialogar com os estudantes e inclui materiais visuais, como gibis, voltados também a alunos neurodivergentes.
Para muitos jovens, a mobilização ajudou a tornar mais simples um processo que parecia distante. Aos 17 anos, o estudante Júlio Gabriel Badaró decidiu tirar o título após conversar com colegas e professores.
“Eu achava que era uma coisa complicada, que a gente só ia fazer quando ficasse mais velho. Quando explicaram na escola, vi que também é uma responsabilidade nossa. A gente reclama de muita coisa, mas também precisa participar”, afirmou.
A estudante Geanny Eduarda Ferreira, de 15 anos, disse que a ação esclareceu dúvidas comuns entre os adolescentes, como a idade mínima, o prazo para cadastro e os documentos necessários.
“Eu não sabia direito como funcionava. Tinha dúvidas sobre a idade, o prazo e o documento. Quando a escola trouxe a informação, ficou mais fácil. Não foi só mandar a gente tirar o título. Explicaram por que isso importa”, contou.
Para o estudante Henzo Matheus Cunha, de 17 anos, falar sobre o título de eleitor na escola ajuda os jovens a perceber que a política também aparece em situações do dia a dia.
“Às vezes, a gente pensa que a política está longe, mas ela aparece na escola, no transporte, na merenda, nos projetos. Tirar o título é um jeito de começar a prestar atenção. Eu gostei porque a escola não tratou a gente como criança”, disse.
Segundo dados do TSE, o Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes de 16 e 17 anos. Até fevereiro, quase 1,8 milhão de jovens de 15, 16 e 17 anos já haviam obtido o título de eleitor. De acordo com a Justiça Eleitoral, o número corresponde a cerca de dois em cada dez adolescentes aptos ao cadastramento. Adolescentes de 15 anos também podem solicitar o título. No entanto, só poderão votar nas eleições deste ano se completarem 16 anos até 4 de outubro.
Para a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, a mobilização abre espaço para que os estudantes compreendam, desde cedo, que também têm voz nas decisões que afetam suas comunidades.
“Quando o jovem tira o título de eleitor, ele começa a ocupar um lugar que também é dele. A escola tem o papel de abrir caminhos, explicar, esclarecer dúvidas e mostrar que a participação não é um assunto distante. O estudante precisa saber que sua voz conta e que ele pode ajudar a decidir o futuro da sua cidade, do seu Estado e do país”, concluiu.
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Feira da Família vira vitrine de negócios e impulsiona renda de pequenos produtores em Várzea Grande

Realizada em frente ao Paço Municipal, iniciativa reúne média de 20 expositores por edição com venda direta de alimentos frescos, doces e artesanato
Muito além da comercialização de alimentos, a Feira da Família (Feira FAM) se tornou uma vitrine da agricultura familiar e da produção local em Várzea Grande. Entre fevereiro e julho deste ano, a iniciativa reuniu, em média, 20 expositores por edição, criando oportunidades para que agricultores familiares, artesãos e pequenos empreendedores levem seus produtos diretamente ao consumidor e ampliem a geração de renda.
Realizada em frente ao Paço Municipal, a feira faz parte das ações da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) para fortalecer a economia rural, incentivar o empreendedorismo e valorizar quem produz no município. Nas bancas, os consumidores encontram frutas, hortaliças, alimentos processados, artesanato, plantas e uma variedade de produtos cultivados ou fabricados por famílias várzea-grandenses.
Para os expositores, a Feira FAM representa uma oportunidade de divulgação, contato direto com os consumidores e abertura de novos mercados. A produtora Keish Monteiro, que comercializa biscoitos caseiros, bolo de queijo, arroz, empadas e salgados assados, destaca que o espaço ajuda a tornar o trabalho dos pequenos empreendedores mais conhecido.
“Para nós, a Feira FAM é uma vitrine. É aqui que conseguimos apresentar nossos produtos, conquistar novos clientes e mostrar a qualidade daquilo que produzimos com tanto cuidado. É uma oportunidade importante para divulgar nosso trabalho e aumentar nossa renda”, afirma.
A produtora Dona Lucia, que vende queijos e doces que ela mesma produz, também ressalta a importância da iniciativa para fortalecer os negócios familiares.
“A feira dá visibilidade para o nosso produto. Muitas pessoas conhecem nossos queijos e doces aqui, experimentam e depois passam a procurar novamente. É uma vitrine que aproxima o produtor do consumidor”, explica.
Representando a Biomendes, que comercializa mel e derivados, o produtor Catarino destaca que a participação na feira amplia o alcance da produção local.
“A Feira FAM é uma grande oportunidade para mostrar o que fazemos. O consumidor conhece a origem do produto, conversa com quem produz e valoriza mais o trabalho da agricultura familiar”, pontua.
As amigas Nair e Rose, que comercializam pastel, suco de laranja e derivados de milho, também reforçam o papel da feira na divulgação dos produtos.
“É um espaço que ajuda muito. A feira funciona como uma vitrine porque permite que mais pessoas conheçam nossos sabores e nosso trabalho. Cada edição é uma oportunidade de conquistar novos clientes”, afirmam.
Já o produtor Elizeu, que trabalha com frutas e verduras, destaca que a iniciativa aproxima a população dos alimentos produzidos no município.
“A Feira FAM mostra a força da agricultura familiar. É um lugar onde conseguimos apresentar nossos produtos frescos diretamente para as famílias e valorizar quem planta e produz”, destaca.
A atuação da Feira FAM também ultrapassou os limites do município. Ao longo do primeiro semestre, a iniciativa participou de eventos como a ExpoVG, o 4º Encontro Nacional dos Conselhos de Alimentação Escolar e Agricultura Familiar e a 1ª Exposição da Agricultura Familiar da Baixada Cuiabana Terezinha Rios, levando os produtos locais para novos públicos e fortalecendo o intercâmbio entre produtores e instituições ligadas ao desenvolvimento rural.
Para o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, a Feira FAM representa uma política pública que incentiva quem produz e fortalece a economia local.
“Quando fortalecemos a agricultura familiar, fortalecemos também a economia de Várzea Grande. A Feira FAM abre mercado para pequenos produtores, gera renda, incentiva o empreendedorismo e aproxima a população de alimentos frescos e de qualidade produzidos aqui mesmo no município. É uma iniciativa que valoriza o trabalho de quem vive da terra e transforma produção em oportunidade”, pontua o gestor.
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Uma das melhores escolas do Brasil para se estudar está em Cuiabá

Toque de Mãe Bilíngue e Colégio Unicus são as primeiras instituições de Cuiabá a receber a certificação Great Place to Study
Uma das certificações mais exclusivas da educação básica brasileira chega, pela primeira vez, a Cuiabá.
O Toque de Mãe Bilíngue e o Colégio Unicus Global Education conquistaram o selo Great Place to Study (GPTS), concedido a apenas 58 instituições em todo o país, entre mais de 41 mil escolas privadas de educação básica, segundo o Censo Escolar mais recente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Com o reconhecimento, tornam-se as primeiras escolas certificadas da capital e do Centro Sul do Estado de Mato Grosso.
Diferentemente dos rankings tradicionais, a certificação avalia aquilo que uma prova não alcança: a qualidade do ambiente, das relações e do cuidado que sustentam a aprendizagem. Independente, baseada em dados e gratuita para qualquer escola, ela não pode ser comprada.
O reconhecimento é concedido apenas quando estudantes, educadores e famílias confirmam, de forma consistente, que a instituição oferece um ambiente de excelência humana e pedagógica.
A avaliação reúne três índices, que medem a experiência dos estudantes, a relação com as famílias e o ambiente de trabalho das equipes. Entre os critérios analisados estão respeito, bem-estar, pertencimento, protagonismo, equidade, inclusão e segurança.
Entre os principais destaques que levaram à certificação estão a infraestrutura e a segurança, o corpo docente altamente qualificado, o forte senso de pertencimento da comunidade escolar e uma proposta educacional e inovadora voltada para o futuro. Como depende exclusivamente da percepção de quem vivencia o cotidiano escolar, o selo representa um mérito conquistado, e não um título adquirido.
“Uma certificação como essa não se compra e não se conquista em um ano. Ela é resultado de duas décadas de decisões diárias em favor do cuidado e da exigência caminhando juntos. Recebê-la às vésperas de abrirmos o Ensino Médio mostra às famílias que a escola que cresce é a mesma que sempre colocou o estudante no centro. É uma alegria imensa ser a primeira escola de Cuiabá a alcançar esse reconhecimento, que pertence a todo o time, do corpo docente aos colaboradores e parceiros que sustentam esse trabalho”, afirma Márcia Amorim Pedr’Angelo, fundadora e mantenedora das duas instituições.
O reconhecimento chega em um ano simbólico para o Toque de Mãe Bilíngue e o Colégio Unicus Global Education, que completam 20 anos de trajetória em Cuiabá e iniciam um novo ciclo de expansão.
Para 2027, o Colégio Unicus prepara a chegada da primeira turma de Ensino Médio com dupla diplomação americana, em parceria com a Washington Academy, tornando-se a primeira instituição de Mato Grosso a oferecer esse modelo de ensino. A escola também mantém programas anuais de imersão internacional. Um deles acontece no Space Center Houston, no Texas, complexo educacional ligado ao Johnson Space Center, principal centro da Nasa para treinamento de astronautas e controle de missões tripuladas.
Em 2028, está prevista a inauguração de um novo prédio anexo, que ampliará o complexo escolar para receber os estudantes dessa nova etapa. A expansão consolida um projeto pedagógico que passa a acompanhar o aluno da educação infantil ao fim da educação básica, agora respaldado por uma das certificações mais seletivas da educação brasileira.
Para as famílias que buscam uma escola em Cuiabá, o selo Great Place to Study representa uma garantia independente de que qualidade de ensino, ambiente acolhedor e cuidado com as pessoas caminham juntos.
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“Entre o MDB e os prefeitos, ficamos com os prefeitos”, diz Zé Medeiros sobre coligação do PL

Candidato ao Senado lamenta acordo que uniu as siglas em MT e avisa que não vai “gastar energia” com a eleição para o Governo do Estado
Em visita a Sorriso nesta sexta-feira (7), o candidato de Bolsonaro ao Senado por Mato Grosso, deputado federal Zé Medeiros (PL) lamentou o fato de seu partido ter formalizado coligação como MDB, mas minimizou o impacto desse assunto na sequência da campanha. Medeiros assegurou que vem concentrando seus esforços para atender a missão que foi dada por Bolsonaro e chegar ao Senado para defender os interesses do povo de Mato Grosso.
Em entrevista à imprensa, Medeiros foi questionado sobre declarações anteriores em que descartava a possibilidade de uma aliança entre PL e MDB, devido à linha ideológica dos partidos. Segundo ele, havia um compromisso da direção do PL para que a coligação não acontecesse, mas o acordo não foi mantido.
“É a Lei de Murphy. É melhor não prever nenhuma desgraça, porque elas podem acontecer e acontecem. Houve uma dificuldade dentro do PL com os prefeitos. E, entre o MDB e os prefeitos, a gente fica com os prefeitos. Vamos tocar nossa campanha sem problema nenhum. Houve a promessa de que não haveria essa coligação, acabou havendo. E é bom que, na política, é o seguinte: as pessoas vão se descortinando”.
Medeiros afirmou ainda que quem está na política precisa estar preparado para mudanças que o processo eleitoral impõe, principalmente quando os rumos não são os que foram planejados, mas que nenhum empecilho vai desviar o foco do objetivo principal, que é eleger Flávio Bolsonaro presidente e tirar o país das mãos do PT.
“Nosso objetivo é Flávio no Planalto, a gente fazer maioria no Senado, fazer maioria na Câmara e vamos para frente. Eu estou bem focado na campanha nacional, na nossa de Senado e dos nossos deputados federais. De governador desde que eles tomaram um rumo a gente resolveu não atrapalhar, mas também não estamos gastando energia não”, concluiu.
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