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10 de junho de 2026

Sustentabilidade

Milho/RS: Segundo a Emater RS, área plantada de milho deve expandir na safra 2025/2026 – MAIS SOJA

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A cultura do milho deverá apresentar, na Safra 2025/2026, expansão da área plantada para 785.030 hectares, segundo dados preliminares da Emater/RS-Ascar. A produtividade tende a permanecer praticamente estável, em 7.376 kg/ha (variação de -0,03%), resultando em produção estimada de 5.789.995 toneladas, o que representa crescimento de 9,45% em relação à safra anterior, impulsionado pelo aumento de escala, sem prejuízo do desempenho produtivo unitário.

Na Safra 2024/2025, a cultura havia alcançado elevada produtividade de 7.378 kg/ha e produção total de 5.290.051 toneladas sobre uma área de 718.190 hectares, conforme dados do IBGE.

Os principais fatores para esse aumento são: a elevada renda por unidade de área obtida no ano anterior; o fomento estatal em programas específicos; a possibilidade de cultivos sucessivos e manutenção de cotações em patamar superior ao ano anterior, mesmo abaixo dos valores históricos.

 A semeadura de milho ocorre de forma diferenciada entre as regiões em função das condições de solo, relevo e regime térmico. As precipitações ao longo de agosto e início de setembro proporcionaram condições adequadas de umidade em grande parte das áreas, favorecendo a semeadura e a emergência uniforme das lavouras. A elevação das temperaturas vem contribuindo para a rápida germinação e para o estabelecimento inicial das plantas. Nas áreas de maior altitude, o avanço da semeadura ocorre em ritmo mais lento em razão do frio residual, característico da transição entre inverno e primavera.

No geral, as lavouras implantadas até o momento apresentam estande apropriado e baixo nível de incidência de pragas e doenças, embora haja relatos localizados da presença da cigarrinha-do-milho no Noroeste do Estado.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ba segundo a estimativa, há 60.288 hectares cultivados, com rendimento projetado de 6.081 kg/ha. Na Fronteira Oeste, o período sem chuvas e as temperaturas elevadas favoreceram a semeadura, permitindo adequada mobilização do solo e emergência uniforme. Em São Borja, dos 22.000 hectares previstos 16.500 foram implantados. Entretanto, em Santa Margarida do Sul, as chuvas intensas (superiores a 200 mm) em 23/08 comprometeram as lavouras recém-semeadas, ocasionando perdas significativas. Foi necessário o replantio em cerca de 150 hectares. Os produtores, em especial aqueles com lavouras vinculadas a financiamentos, priorizaram o replantio imediato, visando ao enquadramento na primeira janela de Zoneamento Agrícola.

Na de Caxias do Sul prevê-se o cultivo de 93.020 hectares, cuja produtividade deve alcançar 7.546 kg/ha. Nas Regiões da Serra e Hortênsias, a semeadura se iniciou nos locais de menor altitude, os quais foram beneficiados pelo aumento das temperaturas e pela umidade adequada do solo. Nos Campos de Cima da Serra, a implantação da cultura deverá iniciar apenas no final de setembro, concentrando-se ao longo de outubro. Já nos Aparados da Serra, a maior parte da área será estabelecida em novembro em decorrência da altitude elevada e das temperaturas mais baixas na região.

Na de Erechim a projeção indica 39.902 hectares implantados e rendimento médio de 8.745 kg/ha. O avanço da semeadura ainda está incipiente, chegando a cerca de 10% da área. As lavouras estão em estágio de emergência inicial. O atraso no plantio decorre do frio tardio, que manteve o solo em temperaturas subótimas para a germinação.

Na de Frederico Westphalen a previsão é de 77.860 hectares cultivados e produtividade de 8.005 kg/ha. O ritmo da semeadura foi intensificado, alcançando aproximadamente 30% da área projetada. A tendência é de aceleração das operações nas próximas semanas, se as condições climáticas permanecerem favoráveis. As primeiras áreas implantadas apresentam boa germinação e apropriada distribuição de plantas.

 Na de Ijuí projetam-se 87.048 hectares cultivados e produtividade média de 9.350 kg/ha. A semeadura supera 60% da área prevista. Apesar do avanço expressivo, verifica-se pequeno atraso em relação à safra anterior em virtude das temperaturas mais baixas, ocorridas na primeira quinzena de setembro. Até o momento, apenas 7% das áreas semeadas já emergiram, apresentando estande uniforme e desenvolvimento inicial satisfatório. Em lavouras estabelecidas entre 11 e 20/08, observa-se a emergência de azevém, o que poderá demandar intervenções para reduzir a competição com a cultura principal nos estádios iniciais de crescimento.

Na de Lajeado são esperados 31.266 hectares implantados e rendimento de 5.949 kg/ha, resultando em 186.001 toneladas.

Na de Passo Fundo estimam-se 36.669 hectares cultivados, rendimento de 4.219 kg/ha e produção próxima a 154.707 toneladas.

Na de Pelotas estimam-se 36.669 hectares cultivados, rendimento de 4.219 kg/ha e produção próxima a 154.707 toneladas.

Na de Porto Alegre a previsão aponta 32.785 hectares implantados, e produtividade média de 4.226 kg/ha, resultando em 138.549 toneladas.

Na de Santa Maria a estimativa indica 47.895 hectares de milho e produtividade de 5.959 kg/ha. A semeadura avança em ritmo compatível com o calendário agrícola da região; parte das áreas já foi estabelecida em boas condições de germinação.

Na de Santa Rosa projetam-se 137.501 hectares semeados, sendo a maior extensão no Estado. O rendimento médio esperado é de 8.240 kg/ha. Grande parte das lavouras implantadas na segunda quinzena de agosto estão em fase inicial de emergência, com plântulas no estádio VE a V1. Nas áreas semeadas de forma antecipada, o desenvolvimento inicial está satisfatório. Até o momento, apenas em localidades mais ao norte da região, como em Cândido Godói e Porto Mauá, já há presença de cigarrinha-do-milho em plântulas, o que demanda monitoramento intensivo e início das práticas de controle para evitar a disseminação dos molicutes causadores dos enfezamentos.

Na de Soledade a área prevista é de 69.080 hectares, e a produtividade de 5.409 kg/ha. No Vale do Rio Pardo, cerca de 70% das lavouras foram implantadas no início da janela de plantio, correspondendo a aproximadamente 20 mil hectares. Nesses locais, observa-se germinação e emergência uniformes, assim como estande de plantas adequado. Nas regiões de maior altitude – Centro Serra e Alto da Serra do Botucaraí – a semeadura continua em ritmo mais lento em função das temperaturas mais amenas, mas as condições climáticas da última semana favoreceram a operação. A demanda por projetos de custeio nas instituições financeiras segue elevada, refletindo o interesse dos produtores em ampliar a área cultivada. Atualmente, a região contabiliza 22% da área total prevista já implantada.

Comercialização (saca de 60 quilos) O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 1,12%, quando comparado à semana anterior, passando de R 61,68 para R 62,37.

Confira o Informativo Conjuntural n° 1883 completo, clicando aqui!

Fonte: Emater RS



 

FONTE

Autor:Informativo Conjuntural 1883

Site: Emater/RS

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Milho/BR: Colheita da 1ª safra atinge 87,7% da área e segunda safra chega a 3% – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra: 87,7% colhido. Em MG, a colheita se aproxima da finalização com boas produtividades. No RS, a colheita ainda ocorre nas áreas de agricultura familiar. Na BA, a colheita evolui lentamente.

No PI, a colheita avança no sudoeste do estado com produtividades superiores às alcançadas na última safra. No MA, a colheita já ocorre nas regiões sul, leste, centro e oeste do estado, devendo acelerar em meados de junho.

Milho 2ª Safra – 3,0% colhido.

Em MT, o tempo seco acelera a maturação e o avanço da colheita, com boas produtividades sendo obtidas. No PR, a colheita se aproxima do início e boa parte das lavouras se encontram em boas condições. Em MS, a redução da umidade no solo, no sudoeste, compromete o potencial produtivo das lavouras. Em GO, a persistente falta de precipitações continua a impor um estresse hídrico severo nas lavouras, além de acelerar o ciclo do cereal.

Em SP, a redução das chuvas compromete o potencial produtivo das lavouras, principalmente, no noroeste do estado. Em MG, o clima seco já comprometeu o potencial produtivo do cereal de forma irreversível.

No TO, a maioria das lavouras está em maturação. A colheita avança. No MA, a colheita foi iniciada no sudoeste do estado devendo acelerar no final de junho. No PI, a maioria das áreas apresenta bom desenvolvimento, porém algumas áreas já manifestam sintomas de deficit hídrico devido à redução das precipitações.

No PA, as lavouras dos polos de Santarém e Paragominas continuam se desenvolvendo em boas condições. Na BR-163 e Redenção, a colheita avança.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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Algodão/BR: Colheita inicia em MT e GO sob bom desenvolvimento; restrição hídrica acende alerta em MS – MAIS SOJA

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Algodão: 0,9% colhido, Em MT, predominou a insolação, com chuvas isoladas de baixo volume. As lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório, com manejo de reguladores de crescimento e controle fitossanitário conforme o planejado. Permanece a atenção para Spodoptera spp. e para o controle do bicudodo-algodoeiro.

Na BA, a colheita segue lentamente. No MA, nos Gerais de Balsas, as lavouras de primeira e segunda safra encontram-se majoritariamente em maturação e abertura de capulhos. As condições gerais são boas. Em MS, na região dos Chapadões, os cultivos seguem sob atenção quanto à disponibilidade hídrica, principalmente, nas áreas em florescimento.

Na região central, o armazenamento de água no solo permanece favorável e seguem os manejos preventivos. Em GO, as primeiras lavouras já foram colhidas na região sul do estado. O algodão de sequeiro encontra-se predominantemente em maturação, enquanto áreas em pré-colheita passam pelo processo de desfolha. As lavouras irrigadas de segunda safra seguem em boas condições.

Em MG, as áreas mais adiantadas já receberam aplicações de dessecantes e aguardam a queda das folhas para o início da colheita. No PI, as lavouras seguem com bom desenvolvimento, favorecidas pelas condições climáticas ao longo do ciclo. Em SP, a colheita avançou na região sudoeste, onde mais da metade das áreas já foi colhida.

Previsão Agrometeorológica (08/06/2026 a 15/06/2026)

N-NE: A previsão indica maiores volumes de chuva no Norte do país, especialmente, entre o AM, RR, AP e norte do PA, além de parte da faixa litorânea do Nordeste. No AC, centro-norte do PA e RO, as chuvas devem ocorrer de forma mais irregular. No TO e interior do NE, o tempo permanece firme e favorecerá a secagem natural do milho no Matopiba, mas deve persistir a restrição hídrica para as lavouras ainda em estádios reprodutivos. No Sealba, as condições seguirão favoráveis nas áreas próximas da costa, mas o armazenamento hídrico deve permanecer baixo nas áreas do interior.

CO: Há previsão de chuvas pontuais com baixos acumulados, principalmente, no noroeste de MT e centro-sul de MS. Em GO e DF, predomina o tempo mais firme. A condição será favorável para a secagem natural do milho segunda safra, mas, para as áreas ainda estádio reprodutivo, permanece a restrição hídrica.

SE: Há previsão de chuvas para todo o estado de SP, sul de MG e RJ, no final da semana, devido à passagem de uma frente fria. Nas demais regiões, a previsão é de tempo estável, com chances reduzidas de chuva. Na maioria das áreas, a umidade no solo será insuficiente para os cultivos de segunda safra e as lavouras de inverno não irrigadas em estádios mais avançados.

S: Há previsão de chuvas para toda região, no início da semana, com volumes significativos no noroeste do RS, Oeste de SC e Sul do PR. A passagem de uma frente fria instabilizará novamente o tempo, promovendo novos acumulados de chuva. As chuvas devem favorecer o incremento de umidade no solo e os cultivos de segunda safra e inverno. Pode ocorrer a suspensão da semeadura do trigo e da colheita do feijão devido às precipitações.

Fonte: Conab


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Autor:Conab

Site: Conab

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Semeadura do trigo avança no RS e SC, enquanto seca afeta lavouras em SP e MG – MAIS SOJA

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No RS, a semeadura avança de acordo com o período de plantio ideal da cultura. Houve interrupções pontuais em áreas com baixa umidade no solo, porém as chuvas recentes devem favorecer a reposição hídrica e o estabelecimento das lavouras.

No PR, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo. Os dias nublados e o excesso de umidade desde o mês passado têm contribuído para o aumento da proporção de áreas com desenvolvimento considerado regular.

Em SC, a semeadura avança no Oeste e Extremo Oeste, favorecida pela boa disponibilidade hídrica e pelas temperaturas amenas. As áreas implantadas apresentam emergência uniforme e bom desenvolvimento vegetativo inicial.

Em SP, as lavouras encontramse majoritariamente em desenvolvimento vegetativo e começam a sentir os efeitos da falta de chuva. Em MS, predomina o estádio vegetativo, com lavouras apresentando boa uniformidade e sanidade. Apesar da ausência de chuvas no período avaliado, as condições climáticas permanecem favoráveis ao desenvolvimento da cultura.

Em MG, restam áreas irrigadas pontuais a serem semeadas na região Noroeste. As lavouras de sequeiro apresentam menor porte devido à falta de chuvas nas regiões do Triângulo Mineiro. Em GO, as lavouras de sequeiro encontram-se próxima de colheita, com produtividade afetada pelo baixo volume de chuvas ao longo do ciclo. As áreas irrigadas seguem em boas condições.

Na BA, o plantio foi iniciado e as lavouras apresentam bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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