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ATTO Sementes aposta em sementes de alto vigor para transformar potencial em máxima produtividade

“Sem semente não tem lavoura e, sem semente de alta qualidade, não tem alta produtividade”, explica Marcelo Laurente, diretor comercial da ATTO Sementes, que participou de um videocast com a equipe do projeto Soja Brasil.
Esse é o compromisso da ATTO Sementes: levar para quem produz o que há de melhor em sementes. Com mais de 40 anos de história, a empresa, sediada em Rondonópolis (MT), é hoje uma das maiores e mais respeitadas empresas do setor no país. Produzir para uma nova fronteira agrícola foi um desafio que começou a ser superado com o projeto pioneiro na Fazenda Adriana, em Alto Garças (MT).
Líder nos segmentos de soja e milheto, a ATTO Sementes é sinônimo de qualidade, tecnologia e inovação. Seus produtos de alto desempenho chegam a milhares de agricultores em todas as regiões do Brasil, com produtividade e segurança para a lavoura.
O papel estratégico da semente
“O papel da semente é inquestionável. É onde tudo começa”, afirma Marcelo Laurente. Ele lembra que, mesmo com investimentos em fertilizantes e insumos de qualidade, um erro na escolha da semente pode comprometer toda a safra. Por isso, a ATTO Sementes assumiu o compromisso de oferecer soluções completas que facilitem o dia a dia no campo e garantam resultados consistentes.
Segundo Marcelo, as sementes representam de 14% a 15% do custo total de produção. “A qualidade é determinante para o sucesso. E quando falamos em qualidade, não basta considerar só a germinação, é preciso avaliar também o vigor. Uma semente pode germinar, mas, se não tiver vigor, o desenvolvimento da planta fica comprometido. O agricultor precisa saber exatamente que tipo de garantia está levando para a sua lavoura”, alerta Laurente.
Ele reforça que sementes de alto vigor podem aumentar a produtividade em até 35%. Porém, o diretor reconhece que o agricultor não é especialista em sementes e que, mesmo com testes de germinação, tomar decisões apenas com base nisso é um risco alto. “A germinação é apenas uma parte do processo. Por isso, na ATTO desenvolvemos o Índice de Potencial de Aplicação (IPA) que cruza mais de 15 testes por lote de sementes e projeta, com maior precisão, como estará a semente no momento do plantio.”
Crescimento com propósito
Produzir sementes de qualidade era um grande desafio no final dos anos 1980, período em que a ATTO Sementes nasceu. Com pioneirismo e dedicação, a empresa rapidamente expandiu suas operações, atendendo inicialmente a região de Rondonópolis e, em pouco tempo, todo o Brasil.
“Naquela época, a maior dificuldade era encontrar sementes confiáveis no mercado. Isso nos motivou a investir em tecnologia, pesquisa e em um controle de qualidade rigoroso”, relembra Laurente.
Hoje, a ATTO Sementes continua com seu compromisso com a excelência. A empresa coleta amostras de sementes de diferentes origens e identifica resultados semelhantes aos apontados pela Embrapa em um estudo publicado em 2019: 79% das sementes analisadas apresentavam menos de 90% de vigor. Para Laurente, esses dados mostram o quanto é importante escolher sementes capazes de expressar todo o potencial genético da cultivar e reduzir riscos no campo.
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Produção de qualidade
O grande diferencial da ATTO Sementes está em sua capacidade de oferecer sementes que geram lavouras mais produtivas e resilientes. Plantas originadas a partir de sementes de alta qualidade se estabelecem mais rápido, crescem melhor em diferentes tipos de solo e clima e são mais resistentes a adversidades como seca e baixas temperaturas.
Já as sementes de baixa qualidade originam plantas fracas e menos competitivas. “Quando o agricultor erra na escolha da semente, dificilmente recupera o investimento em outras etapas do cultivo”, reforça Laurente.
Laboratório pioneiro
Como parte do compromisso com a excelência, a ATTO Sementes foi pioneira no Brasil ao implantar, ainda nos anos 2000, um laboratório interno de análise de sementes. “O laboratório é o cérebro da nossa produção. Realizamos mais de 100 mil análises por ano para garantir que cada semente chegue ao campo com vigor, pureza e alto desempenho”, explica Maíra de Emílio Martins, gerente do laboratório.
Segundo Maíra, o controle de qualidade da ATTO vai muito além das exigências legais. “Trabalhamos com um histórico robusto de dados e experiência prática. Nosso compromisso é garantir que cada agricultor receba sementes capazes de entregar máxima produtividade e segurança em cada safra”, afirma.
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Soja perde fôlego no Brasil com mercado travado e pressão externa

O mercado brasileiro de soja teve uma semana marcada por lentidão nas negociações e recuo nos preços, refletindo um ambiente de baixa liquidez e ausência dos principais agentes. Houve apenas movimentos pontuais, sem volumes expressivos, enquanto os prêmios permaneceram praticamente estáveis.
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De forma geral, o comportamento foi de preços mistos e sem uma direção definida. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, tanto produtores quanto tradings se mantiveram afastados, o que limitou os negócios ao longo da semana. “O quadro da semana, como um todo, foi de poucos movimentos”, resume.
Preços de soja
Nos principais polos de comercialização, os preços apresentaram leve queda. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00. Em Cascavel (PR), caiu de R$ 120,00 para R$ 119,00. Já em Rondonópolis (MT), houve baixa mais acentuada, de R$ 110,00 para R$ 107,00. No Porto de Paranaguá, a cotação passou de R$ 131,00 para R$ 130,00.
Soja em Chicago
No cenário internacional, a Bolsa de Chicago pressionou as cotações. Os contratos com vencimento em maio acumulam queda de 4,55% na semana, encerrando a US$ 11,69 1/2 por bushel. Após atingir o maior nível em dois anos na semana anterior, o mercado iniciou o período no limite diário de baixa, movimento que determinou o desempenho semanal negativo.
A desvalorização foi influenciada por fatores geopolíticos. A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar o encontro com o presidente da China, Xi Jinping, aumentou a incerteza no mercado. A reunião, inicialmente prevista para o fim de março, deve ocorrer apenas dentro de 30 a 45 dias.
O adiamento também posterga expectativas de um possível acordo comercial entre os países, incluindo compras de soja americana pela China, fator que vinha sendo monitorado de perto pelos investidores.
Câmbio
No câmbio, o dólar também contribuiu para o enfraquecimento dos preços no Brasil. A moeda norte-americana acumulou queda de 1,47% na semana, sendo cotada a R$ 5,2387 na manhã de sexta-feira. O movimento reduz a competitividade da soja brasileira no mercado internacional e reforça o ritmo lento dos negócios.
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Conheça o tamanduá-da-soja, praga que pertence à segunda família mais diversa do mundo

O tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) é uma das pragas que desafiam o manejo nas lavouras brasileiras, especialmente pela forma como se desenvolve e ataca plantas.
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De acordo com o mestre em zoologia na Univerdade Federal da Paraíba (UFPB) João Paulo Nunes, o animal é pertencente à família Curculionidae a segunda família mais diversa de animais do planeta. “Nela há mais de 50 mil espécies. É um número absurdo, só essa família tem mais espécies do que todas as espécies dos vertebrados juntos” destaca.
A diversidade só é superada pela família dos chamados potós (Paederus), besouros de corpo alongado que, quando esmagados sobre a pele humana, podem causar queimaduras.
O inseto chama atenção pela estrutura alongada na cabeça, o chamado rostro. O termo vem do latim rostrum, que significa “bico” ou “focinho”, característica que inspirou o nome popular, pela semelhança com o tamanduá.
“O tamanduá-da-soja leva esse nome justamente porque ele tem como se fosse um focinho. O besouro tem uma espécie de focinho que se assemelharia ao do tamanduá”, explica Nunes.
Danos causados
O dano causado pelo tamanduá-da-soja ocorre em fases diferentes do ciclo de vida, o que dificulta o controle. Na fase larval, o inseto atua como broca e penetra no caule e se alimenta da parte interna da planta, abrindo galerias que comprometem o desenvolvimento.Já os adultos permanecem na parte aérea, consumindo folhas.
A espécie está presente em praticamente todo o Brasil e também em outros países da América do Sul, como Argentina, Bolívia, Peru e Colômbia.
Manejo exige antecipação
Para Nunes, o ciclo de vida é um dos pontos-chave para o manejo, entre fevereiro e outubro, as larvas permanecem no solo ou protegidas na planta; já de novembro a janeiro ocorre a fase adulta, quando os insetos ficam na superfície e se alimentam de folhas. Esse comportamento favorece estratégias mais eficientes de controle, principalmente preventivas.
Ele explica que o controle mais eficaz ocorre antes da postura de ovos, já que, depois que as larvas entram no caule, ficam protegidas e menos suscetíveis a aplicação de defensivos e métodos de combate.

O especialista explica que, dentre as principais estratégias de controle estão a rotação de culturas, a eliminação de restos da lavoura anterior, o controle biológico com uso de parasitoides e o uso combinado de diferentes métodos.
A rotação de culturas, além de reduzir a população da praga, também contribui para a saúde do solo, evitando o esgotamento de nutrientes.
Papel no equilíbrio ambiental
Apesar de ser considerada praga agrícola, a espécie faz parte de um grupo essencial para os ecossistemas. Os gorgulhos são majoritariamente fitófagos (se alimentam de plantas) e ajudam a controlar o crescimento da vegetação. Em ambientes naturais, esse papel evita desequilíbrios, como o crescimento excessivo de uma única espécie vegetal.
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Colheita de soja no Brasil atinge 68,8%, aponta consultoria

A colheita da safra brasileira de soja 2025/26 alcançou 63,8% da área plantada até o dia 20 de março, conforme levantamento da consultoria Safras & Mercado.
O avanço semanal foi significativo em relação ao índice de 55,4% registrado na semana anterior, indicando aceleração dos trabalhos no campo. Ainda assim, o ritmo da colheita segue abaixo do observado em igual período do ano passado, quando 76,6% da área já havia sido colhida.
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Na comparação com a média histórica para o período, de 71,3%, o atraso também fica evidente, reforçando um cenário de colheita mais lenta na atual temporada.
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