Connect with us
5 de maio de 2026

Featured

prepare-se para o plantio da soja!

Published

on

Falta pouco para alguns estados do Brasil iniciarem o plantio de soja safra 2025/2026. As datas foram definidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Portaria nº 1.271, que estabeleceu os períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura de soja em nível nacional.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Ferrugem asiática nas lavouras de soja

O objetivo do período de vazio sanitário é combater a ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais severas que incidem na cultura da soja, podendo ocorrer em qualquer estádio fenológico. Nas diversas regiões geográficas onde a praga foi relatada em níveis epidêmicos, os danos variaram de 10% a 90% da produção.

O vazio sanitário foi definido para reduzir ao máximo possível o inóculo de ferrugem asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. Durante um período contínuo de, no mínimo, 90 dias, não é permitido plantar e nem manter vivas plantas de soja em qualquer fase de desenvolvimento na área determinada. Essa medida fitossanitária é considerada uma das mais importantes para o controle da doença, minimizando os impactos durante a safra.

Confira os prazos por região:

No Acre (AC), o vazio sanitário termina em 20 de setembro de 2025. Com isso, o plantio poderá começar em 21 de setembro e seguirá até 8 de janeiro de 2026.

Em Alagoas (AL), o vazio sanitário será de 1º de janeiro a 1º de abril de 2026. O plantio estará autorizado de 2 de abril a 10 de julho de 2026.

No Amapá (AP), o vazio sanitário vai até 28 de fevereiro de 2026, liberando o início da semeadura em 1º de março, que seguirá até 8 de junho de 2026.

Advertisement

No Amazonas (AM), o vazio sanitário se encerra em 10 de setembro de 2025. A semeadura poderá começar em 11 de setembro e irá até 9 de janeiro de 2026.

Na Bahia (BA), os prazos variam por região. A região I encerra o vazio em 7 de outubro de 2025, com plantio autorizado de 8 de outubro a 31 de dezembro de 2025. A região II termina em 14 de setembro, com semeadura de 15 de setembro a 15 de dezembro de 2025. Já a região III vai até 14 de março de 2026, liberando o plantio de 15 de março a 25 de junho de 2026.

No Ceará (CE), o vazio sanitário vai de 3 de novembro de 2025 a 31 de janeiro de 2026. A semeadura será permitida de 1º de fevereiro a 31 de maio de 2026.

No Distrito Federal (DF), o vazio sanitário termina em 30 de setembro de 2025. Assim, o plantio poderá começar em 1º de outubro e seguirá até 8 de janeiro de 2026.

Em Goiás (GO), o vazio sanitário se encerra em 24 de setembro de 2025. A partir de 25 de setembro, o calendário de semeadura estará liberado e seguirá até 2 de janeiro de 2026.

Advertisement

No Maranhão (MA), os prazos variam conforme a região. A região I finaliza o vazio em 30 de setembro de 2025, liberando o plantio a partir de 1º de outubro. A região II termina em 31 de outubro, com semeadura de 1º de novembro de 2025 a 28 de fevereiro de 2026. Já a região III finaliza em 30 de novembro, com plantio de 1º de dezembro de 2025 a 30 de março de 2026.

Em Minas Gerais (MG), o vazio sanitário vai até 30 de setembro de 2025, e a semeadura poderá começar em 1º de outubro, prolongando-se até 8 de janeiro de 2026.

Em Mato Grosso (MT), o vazio sanitário termina em 6 de setembro de 2025. A partir de 7 de setembro, o plantio será autorizado até 7 de janeiro de 2026.

Em Mato Grosso do Sul (MS), o vazio vai até 15 de setembro de 2025. Assim, o plantio poderá começar em 16 de setembro e seguirá até 31 de dezembro de 2025.

No Pará (PA), a região I encerra o vazio sanitário em 15 de setembro de 2025, permitindo o início da semeadura em 16 de setembro até 14 de janeiro de 2026. A região II termina em 31 de outubro, liberando o plantio de 1º de novembro de 2025 a 28 de fevereiro de 2026. Já a região III encerra em 15 de novembro, com plantio de 16 de novembro de 2025 a 14 de março de 2026.

Advertisement

No Paraná (PR), os prazos variam entre as regiões. A região I finaliza o vazio em 19 de setembro de 2025, com plantio de 20 de setembro de 2025 a 20 de janeiro de 2026. A região II termina em 30 de agosto, liberando a semeadura em 31 de agosto de 2025 até 31 de dezembro de 2025. Já a região III finaliza em 10 de setembro, com plantio de 11 de setembro de 2025 a 10 de janeiro de 2026.

No Piauí (PI), a região I terá vazio de 1º de setembro a 30 de novembro de 2025, liberando o plantio de 1º de dezembro de 2025 a 20 de março de 2026. A região II vai de 1º de agosto a 31 de outubro de 2025, com semeadura de 1º de novembro de 2025 a 18 de fevereiro de 2026. Já a região III encerra em 29 de setembro de 2025, com plantio de 30 de setembro de 2025 a 27 de janeiro de 2026.

No Rio de Janeiro (RJ), o vazio sanitário vai até 28 de setembro de 2025. Assim, o plantio poderá começar em 29 de setembro e seguirá até 6 de janeiro de 2026.

No Rio Grande do Sul (RS), o vazio sanitário vai até 30 de setembro de 2025. A semeadura terá início em 1º de outubro, seguindo até 6 de janeiro de 2026.

Em Rondônia (RO), o vazio sanitário se encerra em 10 de setembro de 2025. O plantio poderá começar em 11 de setembro e seguirá até 9 de janeiro de 2026.

Advertisement

Em Roraima (RR), o vazio sanitário vai até 18 de março de 2026. A semeadura será autorizada de 19 de março a 26 de junho de 2026.

Em Santa Catarina (SC), a região I finaliza o vazio em 12 de outubro de 2025, com plantio de 13 de outubro de 2025 a 22 de janeiro de 2026. Já a região II encerra em 21 de setembro, liberando a semeadura de 22 de setembro a 22 de dezembro de 2025.

Em São Paulo (SP), os prazos também variam por região. A região I finaliza o vazio em 31 de agosto de 2025, liberando o plantio de 1º de setembro a 29 de dezembro de 2025. A região II termina em 12 de setembro, com semeadura de 13 de setembro a 31 de dezembro de 2025. Já a região III encerra em 15 de setembro de 2025, com plantio de 16 de setembro a 24 de dezembro de 2025.

Por fim, no Tocantins (TO), o vazio sanitário termina em 30 de setembro de 2025. Assim, o plantio poderá começar em 1º de outubro e seguirá até 15 de janeiro de 2026.

As informações estão disponíveis neste link.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Featured

Pivetta nega reunião com presidente do PL e diz que é cedo para discutir eleições

Published

on


Governador disse que não houve nenhuma negociação para encaminhar aliança paras eleições de 2026

O governador Otaviano Pivetta negou nesta segunda-feira (4) que tenha havido uma reunião entre ele, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto. 

“Não ocorreu nenhuma reunião, ocasionalmente não falei com o Mauro na semana passada. Está muito cedo para falar sobre isso [aliança para a campanha eleitoral]”, disse. 

Foi divulgada na semana passada a informação de que teria havido a reunião em Brasília, fora da agenda, entre os três políticos, dias após a vinda do senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro a Mato Grosso. 

Advertisement

O assunto teria sido a campanha eleitoral, com projeção de desistência de pré-candidatos da eleição deste ano e de apoio em 2030, costurada em aliança entre os três partidos – Republicanos, PL e União Brasil. 

O apoio de Flávio Bolsonaro continua em disputa pelos pré-candidatos ao governo em Mato Grosso. Ela tem acontecido à revelia do nome próprio do PL (Partido Liberal) ao cargo, senador Wellington Fagundes. 

Apesar dizer que seu partido tem um candidato, Flávio também tem dito que não dispensará o apoio de partidos, o que deixa em aberto espaço para as especulações. 

A concorrência específica entre Pivetta e Wellington se desde a divulgação da informação de que o ex-presidente Jair Bolsonaro apoiaria o atual governador na eleição 2026. A posição do PL não conseguiu esmorecer o efeito da declaração. 

Advertisement
Continue Reading

Agro Mato Grosso

Tratores Valtra com tecnologia reforçam modernização do agro brasileiro

Published

on

A crescente demanda por produtividade e eficiência no campo tem impulsionado uma nova geração de máquinas agrícolas no Brasil. Em meio a esse movimento, a fabricante de tratores Valtra aposta na tecnologia desenvolvida na Finlândia para ampliar a eficiência das operações no agronegócio nacional.

Segundo o diretor comercial da empresa, Cláudio Esteves, a evolução das máquinas acompanha a própria transformação da agricultura brasileira, considerada uma das mais competitivas do mundo. “A agricultura brasileira é pujante e demanda muita tecnologia. O Brasil é visto por muitos como o celeiro do mundo, e a Valtra se coloca ao lado do produtor para entender essas demandas e ajudá-lo a produzir mais, com menor custo”, disse Esteves em entrevista à imprensa durante o test drive em Londrina (PR), onde a marca apresentou os lançamentos previstos para as feiras agropecuárias no primeiro semestre deste ano.

De acordo com ele, os novos equipamentos incorporam soluções voltadas principalmente à eficiência energética e ao aumento da produtividade no campo. Entre os avanços estão sistemas de agricultura de precisão e piloto automático com mapeamento do campo por satélite.

Dentro da cabine, o operador tem acesso a informações em tempo real sobre o funcionamento do trator e sobre a atividade no campo, como consumo de combustível, desempenho da operação e dados sobre o plantio. “O operador tem todas as informações importantes em telas ao alcance da mão. Isso inclui consumo, dados da operação e quantidade de sementes por segundo”, explicou Esteves.

Conforme informação da empresa, os tratores de entrada para a agricultura familiar custam R$ 200 mil em média, com potência de aproximadamente 80 cv. Para os grandes produtores, a série S possui tratores que custam cerca de R$ 2 milhões, com potência de 345 cv a 425 cv.

Feiras agrícolas impulsionam lançamentos de tratores

A estratégia de divulgação dos novos equipamentos passa principalmente pelas feiras agrícolas, consideradas pela empresa um dos principais pontos de contato com produtores rurais. A fabricante apresentou ao mercado brasileiro a nova linha de tratores de média potência da série A5 e A5 Hitech, quinta geração da tradicional linha da marca, com mudanças no design, melhorias no desempenho do motor e novos recursos de agricultura de precisão.

Advertisement

Os equipamentos foram apresentados na Expodireto Cotrijal, realizada em Não-Me-Toque (RS). Visualmente, os tratores passam a adotar um capô redesenhado e linhas mais modernas, alinhadas ao padrão internacional da empresa, mantendo a tradicional cor amarela.

No campo da engenharia, a série A5 passa a utilizar a nova geração de motores AGCO Power, com potências que variam de 105 a 145 cavalos. “A série A5 representa uma virada de chave para o segmento de média potência. Conseguimos integrar um visual moderno a uma engenharia de motor que entrega exatamente o que o produtor busca hoje, que é força e desempenho com o menor custo operacional”, afirma Winston Quintas, coordenador de Marketing e Produto Trator da Valtra.

Trator de ponta recebe prêmio internacional de design 

Lançado na edição 2025 da Agrishow, feira de Ribeirão Preto (SP), o modelo S6, produzido na Finlândia, recebeu o prêmio internacional de design Red Dot Design Award, considerado um dos mais importantes da categoria. “O prêmio celebra a melhor relação entre o homem e a máquina. Apenas três marcas de automotores ganharam esse prêmio, entre elas o trator Valtra S6”, disse Cláudio Esteves.

Com origem na antiga estatal finlandesa Valmet, a Valtra mantém seu principal centro de desenvolvimento tecnológico em Suolahti, na Finlândia, sendo que parte dos tratores vendidos no Brasil é produzida diretamente na planta europeia. A empresa chegou ao país no início da década de 1960 e foi uma das primeiras plantas de tratores instaladas no Brasil.

Tratores Valtra

O diretor comercial da Valtra ressalta que modelo S6 foi premiado por relação entre o homem e a máquina. (Foto: Tiago Lima/Divulgação Valtra)

Apesar da origem europeia, Esteves afirma que a empresa faz adaptações para atender às condições do agronegócio brasileiro. “Fazemos a tropicalização desses produtos no Brasil, porque nossa agricultura e nosso clima exigem um trabalho muito mais robusto do que as exigências europeias”, explica. Os modelos vindos da Finlândia são voltados principalmente para grandes operações agrícolas, como a produção de grãos, cana-de-açúcar e algodão.

Continue Reading

Agro Mato Grosso

Lucas do Rio Verde estabelece modelo de produção agrícola com milho como pilar

Published

on

Da ciência no campo à industrialização, o município consolidou uma cadeia que gera energia, proteína e valor

Lucas do Rio Verde construiu, ao longo das últimas décadas, uma trajetória que vai além da produção agrícola. O município consolidou um modelo baseado em conhecimento, planejamento e capacidade de transformação, tendo o milho como um dos principais pilares desse processo.

As bases desse avanço foram lançadas no início dos anos 2000, quando a Fundação Rio Verde iniciou os primeiros experimentos voltados à safrinha, hoje consolidada como segunda safra. Naquele momento, ainda sem a estrutura atual, a pesquisa agrícola no município partia de uma convicção simples: era preciso produzir mais milho.

Entre os estudos conduzidos, uma mudança técnica se mostrou decisiva. A redução do espaçamento entre linhas de 90 para 45 centímetros, aliada ao aumento da população de plantas, elevou a produtividade em até 50% sem aumento de custo. Inicialmente vista com desconfiança, a prática foi validada em campo e rapidamente se consolidou. Hoje, esse modelo é utilizado em praticamente toda a produção de milho em Mato Grosso e no Cerrado brasileiro.

Com essa base técnica consolidada, o município avançou para um novo estágio: agregar valor à produção. O milho deixou de ser apenas grão e passou a ser transformado dentro do próprio território, conectando agricultura, indústria e proteína animal em uma cadeia integrada.

Os números mais recentes evidenciam essa força. Na safra 2025/2026, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), de (março de 2026), Lucas do Rio Verde cultivou 147.097 hectares de milho, com produtividade média de 7.250 kg por hectare, resultando em uma produção de 1.066.521 toneladas.

Advertisement

Esse desempenho está inserido em um contexto ainda maior: Mato Grosso é hoje o maior produtor de milho e de etanol de milho do Brasil , consolidando-se como o principal polo dessa cultura no país.

Embora parte da produção brasileira seja exportada, cerca de dois terços do milho permanecem no mercado interno, sustentando diferentes cadeias produtivas. Desse volume, aproximadamente 60% são destinados à produção de proteína animal, cerca de 22% à produção de etanol e os 18% restantes abastecem diversos segmentos industriais, segundo a Associação Brasileira de Milho e Sorgo (Abramilho).

Em Lucas do Rio Verde, essa lógica se materializa de forma integrada. A escala produtiva sustenta um setor industrial importante, com capacidade instalada para produzir mais de 600 milhões de litros de etanol de milho por ano, consolidando o município como referência em bioenergia. Paralelamente, a produção de DDGs fortalece a nutrição animal, ampliando a eficiência da pecuária e garantindo o aproveitamento integral do milho.

Essa integração se estende à agroindústria de proteína. O município conta com unidades de abate de suínos e aves, que utilizam o milho e seus derivados como base nutricional, fechando um ciclo produtivo completo, do campo à mesa.

Mais do que volumes expressivos, o que se consolida no município é um modelo de desenvolvimento. Um modelo que nasce na pesquisa, ganha escala no campo, se fortalece na indústria e retorna em forma de valor agregado para toda a economia local.

Advertisement

Para o prefeito Miguel Vaz, o milho representa muito mais do que uma cultura agrícola. “Lucas do Rio Verde mostra, na prática, que é possível produzir com eficiência, agregar valor e transformar isso em qualidade de vida para as pessoas. O milho é parte da nossa história e também do nosso futuro”, destacou.

Mais do que produzir, Lucas do Rio Verde mostra como transformar. E é essa transformação que sustenta seu desenvolvimento e projeta seu papel como referência.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT