Sustentabilidade
Com Chicago e dólar voláteis, mercado de soja deve seguir esvaziado no Brasil – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de soja deve se manter esvaziado nesta quarta-feira, prejudicado pela volatilidade nos dois principais formadores de preços. A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com cotações mistas para o grão, enquanto o dólar está praticamente estável frente ao real. Se não houver novidades, a comercialização deve seguir sem ritmo.
Na terça-feira, o mercado brasileiro de soja manteve a dinâmica observada já na segunda, com poucos registros de negócios concretizados. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, nem mesmo a safra antecipada de 2026 apresentou alterações, com os preços permanecendo praticamente estáveis.
Enquanto isso, na Bolsa de Mercadorias de Chicago, as cotações variaram dentro de uma faixa estreita, sem força suficiente para movimentos mais significativos. O câmbio chegou a se valorizar ao longo do dia, mas o avanço não teve reflexo consistente nos preços praticados internamente.
De modo geral, o mercado segue em ritmo lateralizado, com baixa disposição tanto de compradores quanto de vendedores para assumir novas posições neste momento, apontou o analista.
No mercado físico, a saca de 60 quilos seguiu cotada em R$ 134,00 em Passo Fundo (RS) e R$ 135,00 em Santa Rosa (RS). No porto de Rio Grande (RS), o valor recuo de R$ 141,00 para R$ 140,00.
Em Cascavel (PR), a cotação foi mantida em R$ 135,00. Porém, no porto de Paranaguá (PR) o preço caiu de R$ 140,00 para R$ 139,00.
Em Rondonópolis (MT), o preço não mudou de R$ 126,00. Em Dourados (MS), também ficou em R$ 126,00. Já em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00.
CHICAGO
* A Bolsa/ de Mercadorias de Chicago tem estabilidade na posição novembro/25, cotado a 10,49 1/2 centavos de dólar por bushel.
* Em sessão volátil, o mercado tenta estender os ganhos da terça-feira, diante da expectativa de negociação entre os Estados Unidos e a China. De qualquer forma, a perspectiva de safra cheia norte-americana limita o ímpeto comprador.
CÂMBIO
* O dólar comercial registra alta de 0,03%, a R$ 5,4355. O Dollar Index registra ganho de 0,37%, a 98.594 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
* As bolsas da Ásia encerram mistas. Xangai, -1,76%. Tóquio, +0,30%
* As bolsas da Europa operam mistas. Paris, +0,65%. Frankfurt, -0,26%. Londres, -0,03%.
* O petróleo tem preços mais altos. Outubro do WTI em NY: US$ 63,51 o barril (+0,41%).
AGENDA
—–Quarta-feira (27/08)
– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).
—–Quinta-feira (28/08)
– A FGV divulga, às 8h, o IGP-M referente a agosto.
– Eurozona: A ata da reunião dos dias 23 e 24 de julho será publicada às 8h30 pelo BCE.
– EUA: A segunda leitura do PIB do segundo trimestre será publicada às 9h30 pelo Departamento do Comércio.
– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30.
– O Ministério do Trabalho deve divulgar o Caged referente a julho.
– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.
– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.
– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
– Japão: A taxa de desemprego de julho será publicada às 20h30 pelo departamento de estatísticas.
– Japão: A leitura preliminar da produção industrial de julho será publicada às 20h50 pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria.
—–Sexta-feira (29/08)
– Alemanha: A taxa de desemprego de julho será publicada às 4h55 pelo Destatis.
– Alemanha: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de agosto será publicada às 9h pelo Destatis.
– EUA: O índice PCE, que mede os gastos individuais, bem como os dados sobre a renda e gastos pessoais de julho, será publicado às 9h30 pelo Departamento do Comércio.
– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.
Fonte: Rodrigo Ramos / Safras News
Sustentabilidade
Página não encontrada – MAIS SOJA
O Portal de conteúdo Mais Soja reúne noticias e artigos sobre a cultura da Soja no Brasil e no Mundo.
E-mail para contato: contato@maissoja.com.br
Sustentabilidade
Colheita de soja no RS atinge 10% da área, segundo Emater

A colheita da soja 2025/26 no Rio Grande do Sul alcança 10% da área estimada em 6,624 milhões de hectares, de acordo com a Emater.
“Embora as chuvas tenham favorecido a reposição hídrica em parte das lavouras ainda em fase reprodutiva, também impuseram interrupções pontuais à colheita. O predomínio fenológico se situa entre enchimento de grãos (43%) e maturação (41%), indicando proximidade da intensificação dos trabalhos de colheita no curto prazo”, disse a empresa em nota. A produtividade média estimada é de 2.871 quilos por hectare.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Colheita de milho e arroz
Também conforme a Emater, a colheita de milho no Estado atinge nesta semana 73% da área cultivada, com resultados, em média, satisfatórios.
“As produtividades refletem o histórico climático da safra. Áreas com regularidade hídrica e manejo adequado apresentam os melhores desempenhos, e regiões com restrição hídrica em fases críticas registraram perdas parciais”, destacou a Emater, que estima área cultivada de 803.019 hectares e produtividade média de 7.424 kg/ha.
No tocante à safra de arroz, a colheita no Estado alcança 35% da área. A maior parte das lavouras se encontra em maturação (47%) e 18% estão em enchimento de grãos, “fase sensível à disponibilidade hídrica e às condições de radiação solar”.
A área cultivada é de 891.908 hectares (estimativa do Instituto Rio-grandense do Arroz – Irga), com produtividade projetada pela Emater em 8.744 kg/ha.
O post Colheita de soja no RS atinge 10% da área, segundo Emater apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
Boletim de monitoramento da Conab aponta bom desenvolvimento das lavouras

O mais recente Boletim de Monitoramento Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que as lavouras de soja e milho segunda safra seguem com desenvolvimento acima da média na maior parte do Brasil, mesmo diante de um cenário climático marcado por contrastes.
De acordo com o levantamento, os índices de vegetação continuam apontando condições favoráveis nas principais regiões produtoras, refletindo o bom desempenho das lavouras até o momento. O resultado positivo ocorre apesar da distribuição irregular das chuvas ao longo de março.
No período entre os dias 1º e 21, os maiores volumes de precipitação foram registrados no Centro-Norte do país. Se por um lado o excesso de chuvas dificultou a colheita da soja em algumas áreas, por outro contribuiu para o desenvolvimento das culturas em campo, tanto da primeira quanto da segunda safra.
- Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
Na região Norte, o cenário foi predominantemente positivo, com chuvas bem distribuídas e níveis adequados de umidade no solo. Ainda assim, estados como Pará e Tocantins enfrentaram problemas pontuais durante a colheita da soja devido ao excesso de precipitações. Em Roraima, a ausência de chuvas seguiu dentro da normalidade para o período.
Já no Nordeste, as chuvas se concentraram no início do mês, especialmente em áreas do Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, beneficiando as lavouras. No entanto, a irregularidade das precipitações no semiárido e as altas temperaturas em parte da Bahia resultaram em restrição hídrica e atrasos na semeadura do milho e feijão segunda safra.
No Sul do país, o cenário foi mais desafiador. A irregularidade e o baixo volume de chuvas comprometeram o armazenamento hídrico do solo, afetando o desenvolvimento do milho segunda safra no Paraná e da soja em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.
Por outro lado, no Centro-Oeste, principal polo produtor de grãos do país, as chuvas foram mais frequentes em Mato Grosso e Goiás. Apesar de atrasos pontuais na colheita da soja, as precipitações ajudaram no desenvolvimento das lavouras. Em Mato Grosso do Sul, os volumes registrados na segunda semana do mês foram fundamentais para recuperar a umidade do solo em áreas que enfrentavam déficit hídrico.
No Sudeste, os volumes de chuva também favoreceram o campo, com registros mais expressivos em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro ao longo da segunda semana, avançando posteriormente para outras áreas mineiras e o Espírito Santo.
O cenário traçado pela Conab reforça que, apesar dos desafios climáticos regionais, a safra 2025/26 mantém um quadro geral positivo, sustentado pelas boas condições de desenvolvimento das lavouras na maior parte do território nacional.
O post Boletim de monitoramento da Conab aponta bom desenvolvimento das lavouras apareceu primeiro em Canal Rural.
Business22 horas agoDe algodão ao aviário, a família Ferreira constrói seu legado no campo há mais de 45 anos
Business17 horas agoEstudo aponta entraves e caminhos para ampliar uso da agricultura 4.0 no Brasil
Business23 horas ago‘Terra preta da Amazônia’ pode impulsionar crescimento do ipê-roxo em até 88%, aponta estudo
Business18 horas ago‘Minha mãe e minha avó me ensinaram a plantar’: horta comunitária mantém viva tradições
Business14 horas agoOferta limitada e exportações firmes sustentam o boi gordo no Brasil
Business16 horas agoEmbrapa desenvolve batata-doce mais produtiva e resistente a pragas
- Sustentabilidade2 minutos ago
Página não encontrada – MAIS SOJA











