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15 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou com boa alta da semana devido a demanda pelo grão americano – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 25/08/2025
FECHAMENTOS DO DIA 25/08

Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em alta de 0,24% ou $ 1,00 cents/bushel, a $ 389,20. A cotação para dezembro fechou em alta de 0,18% ou $ 0,75 cents/bushel, a $ 412,25.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta segunda-feira. As cotações do cereal ganharam uma pequena tração pela diferença de dados entre o ProFarmer e o USDA. A demanda aquecida pelo cereal americano, mesmo no meio da guerra comercial, geral uma esperança de uma acomodação entre o crescimento da safra e o aumento do consumo interno e externo. No primeiro ponto, o ProFarmer indicou sexta-feira, após a sessão, uma safra de 411 MMT ante 425MMT indicados pelo USDA. Um volume considerável entre as duas medições. Para o segundo, os embarques para exportação subiram 24,12% no comparativo semanal. Com isso o mercado aproveitou para fazer compras técnicas e sustentar a leve alta do dia.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou o dia em baixa enquanto os preços do interior seguem firmes

Os principais contratos de milho encerraram em baixa nesta segunda-feira. Os contratos do milho na B3 caíram pela disputa direta entre o cereal brasileiro e o americano no mercado internacional. O milho dos EUA segue mais barato e com robustas vendas e embarques, enquanto o programa brasileiro, até ganha tração, mas não no potencial que o mundo demanda.

O fiel da balança segue sendo o físico. Segundo o Cepea “Mesmo com a colheita em fase final, o movimento de queda nos preços do milho perdeu a força ao longo da semana passada, com algumas regiões chegando a apresentar leve alta. Pesquisadores do Cepea indicam que a sustentação aos preços veio da posição firme de vendedores e das valorizações nos portos, que, por sua vez, foram influenciadas pela melhora no ritmo dos embarques e pelos avanços do dólar e das cotações externas. Parte dos vendedores consultados pelo Cepea voltou a limitar a oferta no spot, se concentrando nas atividades de campo e no aguardo de melhores oportunidades. Outros que já estão com o cereal colhido e armazenado não mostram necessidade de venda imediata. Compradores domésticos, por sua vez, priorizam o consumo dos estoques e/ou preferem guardar a entrega dos lotes negociações antecipadamente – pesquisadores do Cepea destacam, inclusive, que esse contexto limitou maiores avanços preços internos”

OS FECHAMENTOS DO DIA 25/08

Diante deste quadro, as cotações futuras do milho B3 fecharam em baixa no dia: o vencimento de setembro/25 terminou a R$ 65,99, com queda de R$ 0,17 no dia e alta acumulada de R$ 0,25 na semana; o contrato de novembro/25 fechou a R$ 69,38, com baixa de R$ 0,07 no dia e alta de R$ 1,05 na semana; já o vencimento de janeiro/26 encerrou a R$ 71,42, recuando R$ 0,23 no dia, mas com ganho semanal de R$ 0,46.

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NOTÍCIAS IMPORTANTES
REPERCUSSÃO DO PROFARMER (altista)

O mercado de milho fechou com ligeira alta em Chicago, após a ProFarmer estimar a colheita americana em 411,60 milhões de toneladas após o fechamento do mercado na sexta-feira. Esse número ficou abaixo das projeções do USDA em seu último relatório mensal, que atingiu 425,26 milhões de toneladas e 11.850 quilos/hectare. A colheita está em andamento no sul dos Estados Unidos e deve atingir áreas- chave em pouco mais de duas semanas.

EUA-BOM RITMO DAS EXPORTAÇÕES (altista)

Além da perspectiva de uma colheita recorde, ainda que consideravelmente mais moderada do que as previsões oficiais, o ritmo muito bom das exportações americanas para o período 2025/2026 também foi positivo, apesar de toda a incerteza representada pela crise tarifária
desencadeada pela Casa Branca. O relatório semanal sobre a inspeção de embarques dos Estados Unidos foi positivo, com o USDA relatando embarques de milho totalizando 1.305.325 toneladas, acima das 1.051.695 toneladas relatadas no relatório anterior e no limite superior da faixa estimada pelos operadores, que era de 990.000 a 1.400.000 toneladas.

EUA-FALTA DE UMIDADE (altista)

Embora não tão expressivo quanto no caso da soja, a previsão de uma semana sem chuvas significativas no Centro-Oeste contribuiu para o tom positivo, visto que ainda há lavouras que poderiam melhorar sua condição com um bom suprimento de umidade. No relatório semanal de safra do USDA, produtores privados preveem uma deterioração nas condições do milho de 71% a 70%.

BRASIL-PREVISÃO PARTICULAR (baixista)

Do Brasil, a consultoria AgRural relatou o progresso da colheita de milho safrinha em 98% da área plantada na região Centro-Sul do país. Além disso, a empresa destacou que, favorecido pelas chuvas e pelo aumento das temperaturas nos três estados do Sul do Brasil, “o plantio do milho-verão 2025/2026 (primeira safra) avançou para 3,2% da área estimada, ante 1,6% na semana anterior e 4,2% no mesmo período de 2024. Os trabalhos estão concentrados no Rio Grande do Sul, mas as máquinas também avançam em áreas de Santa Catarina e Paraná”.

BRASIL-CONAB-COLHEITA SEGUE ATRASADA

Segundo a Conab, até o dia 23/08 o produtor brasileiro colheu 94,8% da 2ª safra de milho, ante 89,3% da semana anterior. Os trabalhos seguem atrasados em relação aos 97,9% do ano anterior, mas acima dos 92,6% da média de cinco anos.

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EUA-ESTÁGIO DAS LAVOURAS DE MILHO

O USDA informou, no final da tarde dessa segunda-feira, o estágio fenológico das lavouras de milho nos Estados Unidos. As espigas criando massa está em 83%, ante 72% da semana passada, 83% do ano anterior e 84% da média histórica. O milho enchendo grãos está em 44%, ante 27% da semana anterior, 44% do ano passado e 44% da média histórica. A colheita em maturação está em 7%, ante 3% da semana passada, 10% do ano anterior e 7% da média histórica.

EUA-CONDIÇÕES DAS LAVOURAS DE MILHO

O USDA informou uma manutenção qualidade das lavouras americanas. 71% das lavouras estão em condições boas/excelentes, ante 71% da semana anterior e 65% do ano passado. 21% em condições regulares, ante 21% da semana passada e 22% do ano anterior. 8% em pobres/muito pobres, ante 8% da semana anterior e 13% do ano passado.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Fundamentos internacionais começam a mostrar viés mais construtivo ao mercado de arroz – MAIS SOJA

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A consolidação de uma safra volumosa no Mercosul, associada ao avanço praticamente final da colheita no Brasil, mantém o mercado físico abastecido e limita movimentos mais consistentes de recuperação nas cotações. “Ao mesmo tempo, parte dos agentes passa a monitorar com maior atenção fatores internacionais que podem alterar gradualmente o equilíbrio global ao longo do segundo semestre”, destaca o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

No Brasil, a colheita nacional já supera 94% da área estimada, enquanto o Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão total dos trabalhos, consolidando uma produção estadual próxima de 7,9 milhões de toneladas (base casca) e uma safra brasileira ao redor de 11 milhões de toneladas.

“A produtividade média gaúcha significativa, acima de 8,8 toneladas por hectare em importantes regiões produtoras, somada ao bom rendimento de engenho e à elevada incidência de grãos inteiros, reforça a percepção de ampla disponibilidade física no mercado interno”, ressalta Oliveira.

Nesse ambiente, as cotações seguem trabalhando com viés pressionado, embora ainda relativamente sustentadas pela postura defensiva dos produtores mais capitalizados. Na Fronteira Oeste, as referências orbitam entre R$ 57 e R$ 59 por saca de 50 quilos, enquanto Campanha e Depressão Central operam entre R$ 56 e R$ 58. Nas regiões de maior qualidade industrial, como Zona Sul e Planícies Costeiras, os negócios permanecem entre R$ 62 e R$ 65.

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O início da temporada já apresenta déficit na balança comercial do arroz, com importações superiores às exportações, reforçando a necessidade de retomada mais consistente do fluxo exportador para equilíbrio do mercado doméstico.

Apesar disso, o ambiente internacional começa a apresentar elementos potencialmente mais construtivos. “Chicago já opera perto de US$ 13 por quintal curto, refletindo percepção mais firme em relação aos fundamentos globais”, exemplifica.

O relatório mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou redução de área e produção mundial para 2025/26, além de estoques finais ligeiramente menores frente à temporada anterior. “Além disso, os riscos climáticos voltam a ganhar relevância”, acrescenta o consultor.

O retorno das discussões envolvendo El Niño, aliado às ondas de calor na Índia, excesso de chuvas em Bangladesh, custos elevados de fertilizantes, combustíveis e crédito agrícola mais caro, amplia o monitoramento sobre a capacidade produtiva global nas próximas temporadas, avalia o analista.

A média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira (14) cotada a R$ 60,24, queda de 2,29% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o recuo era de 4,40%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 21,16%.

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Autor/Fonte:  Rodrigo Ramos/ Agência Safras News

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Sustentabilidade

Colheita do milho deve começar com atenção voltada às condições climáticas no Estado – MAIS SOJA

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A colheita do milho segunda safra 2025/2026 deve começar no final de maio, em meio a um cenário de atenção para às condições climáticas no Estado. A previsão do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec/MS), órgão ligado à Semadesc, indica temperaturas acima da média e distribuição irregular das chuvas entre os meses de junho a agosto de 2026, fatores que podem influenciar diretamente o andamento das operações no campo; a umidade dos grãos, e a logística de escoamento da produção.

Com a aproximação da entrada das máquinas nas lavouras, produtores rurais acompanham as condições meteorológicas para definir estratégias de colheita e transporte da produção. Em períodos de maior calor e baixa umidade, o ritmo das operações tende a acelerar, favorecendo a secagem natural dos grãos. Por outro lado, a ocorrência de chuvas isoladas pode provocar paralisações pontuais e impactar o fluxo logístico.

“A previsão climática exige atenção principalmente para o planejamento das operações no campo. Durante a colheita, o produtor também precisa redobrar os cuidados com a prevenção de incêndios, principalmente em áreas com grande volume de palhada seca. Temperaturas elevadas e baixa umidade favorecem a propagação do fogo”, destaca o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta.

A expectativa é de avanço gradual da colheita durante junho e julho, período considerado estratégico para armazenagem, transporte e comercialização da safra sul-mato-grossense.

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O monitoramento climático ganhou ainda mais relevância após os impactos registrados nas últimas safras em Mato Grosso do Sul. De acordo com dados do Projeto SIGA-MS,  executado pela Aprosoja/MS, com recursos do Fundems/Semadesc, o milho segunda safra 2023/2024 sofreu perdas provocadas pelo estresse hídrico em diversas regiões do Estado. Mais de 90% dos municípios sul-mato-grossenses registraram impactos relacionados à falta de chuva, resultando em redução no potencial produtivo das lavouras.

“Nos últimos anos, o produtor rural enfrentou períodos prolongados de estiagem e irregularidade climática que afetaram diretamente o desenvolvimento das lavouras. Por isso, o acompanhamento das previsões meteorológicas se tornou uma ferramenta importante para o planejamento das operações no campo”, pontua Gabriel.

Outro ponto acompanhado pelo setor produtivo é a probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño nos próximos meses. Os modelos climáticos indicam 92% de chance de formação do fenômeno no trimestre junho-julho-agosto, com tendência de intensificação ao longo do segundo semestre de 2026.

A presença do El Niño pode provocar mudanças no padrão climático do Estado, como temperaturas acima da média, períodos mais secos e aumento da variabilidade das chuvas, impactando diretamente as operações no campo e o planejamento agrícola.

Milho

Segundo dados do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, a expectativa para o milho segunda safra 2025/2026 é de área cultivada estimada em 2,206 milhões de hectares, produtividade média projetada em 84,2 sacas por hectare e produção de aproximadamente 11,139 milhões de toneladas.

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Até o momento, o milho segunda safra apresenta predominância de lavouras em boas condições no Estado, cenário que mantém expectativa positiva para a safra sul-mato-grossense.

Fonte: Aprosoja/MS



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Sustentabilidade

Preços da soja no Brasil e em Chicago: veja como o mercado finalizou a semana

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Foto: Daniel Popov/Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão de pouca movimentação nesta sexta-feira (15). Mesmo com a forte valorização do dólar ao longo do dia, as cotações registraram poucas alterações, pressionadas pelas novas perdas em Chicago.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira, a combinação entre a queda na Bolsa e a postura retraída do produtor voltou a limitar a comercialização.

“Chicago teve novamente uma tela vermelha, o produtor ficou afastado do mercado e houve pouco movimento nas negociações”, afirma.

O analista destaca que o ritmo perdeu força na reta final da semana, após momentos mais positivos nos dias anteriores. “Na semana houveram bons negócios, mas de quinta até hoje o mercado ficou travado”, resume.

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Cotações médias da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 124
  • Santa Rosa (RS): R$ 125
  • Cascavel (PR): R$ 118
  • Rondonópolis (MT): R$ 108
  • Dourados (MS): R$ 111
  • Rio Verde (GO): R$ 110
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 129
  • Porto de Rio Grande (RS): R$ 130

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa acentuada nesta sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A frustração do tão aguardado encontro entre Donald Trump e Xi Jinping colocou o mercado nos menores níveis em duas semanas. Assim, a perda semanal ficou em 2,57% na posição março.

“O encontro finalmente ocorreu, mas com efeito negativo para os contratos. Na quinta, os contratos caíram acentuadamente, movimento que se estendeu na sexta. Tudo por conta da falta de informações precisas sobre possíveis novas compras de soja norte-americana por parte dos chineses. Essa expectativa vinha sustentando as cotações ao longo do ano”, detalha o analista.

Trump se limitou a dizer que os agricultores estudunidenses ficarão satisfeitos com os acordos comerciais firmados com a China durante sua visita oficial a Pequim. Segundo ele, a China comprará bilhões de dólares em soja de seu país.

Contudo, ele não apresentou detalhes sobre novos contratos, volumes ou prazos relacionados às compras anunciadas.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Silveira ressalta que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, manteve o mesmo tom evasivo. Greer disse que Washington espera acordos envolvendo “dezenas de bilhões de dólares” em compras agrícolas chinesas ao longo dos próximos três anos.

De acordo com Greer, os entendimentos não envolvem apenas soja, mas um conjunto mais amplo de produtos agropecuários americanos. Ele ainda ressaltou que a China continua cumprindo o acordo firmado em outubro do ano passado para a importação de 25 milhões de toneladas anuais de soja dos Estados Unidos.

O representante comercial afirmou que a maior parte das novas compras deverá ocorrer mais adiante ao longo do ano.

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Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 15,50 centavos de dólar, ou 1,29%, a US$ 11,77 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,76 1/2 por bushel, com retração de 13,25 centavos de dólar ou 1,11%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,80 ou 0,54% a US$ 334,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 73,88 centavos de dólar, com ganho de 0,22 centavo ou 0,29%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,58%, sendo negociado a R$ 5,0663 para venda e a R$ 5,0643 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0176 e a máxima de R$ 5,0816. Na semana, a valorização ficou em 3,5%.

O post Preços da soja no Brasil e em Chicago: veja como o mercado finalizou a semana apareceu primeiro em Canal Rural.

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