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Corpo de Bombeiros combate 11 incêndios florestais nesta quinta-feira em Mato Grosso

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atua no combate a 11 incêndios florestais no estado nesta quinta-feira (14). Destes, seis são focos com ações contínuas, enquanto os outros cinco tiveram início hoje.
As equipes seguem mobilizadas nos municípios de Água Boa, Santa Terezinha, Torixoréu, Novo Mundo, Chapada dos Guimarães e Nossa Senhora do Livramento, onde o trabalho continua intensificado. Já os focos iniciados nesta quinta-feira estão localizados nos municípios de Comodoro, Nova Monte Verde, Cotriguaçu, Pontes e Lacerda e Nova Maringá.
Em todos os locais, as ações contam com o reforço de máquinas pesadas e caminhões-pipa, que auxiliam diretamente no combate às chamas. As equipes atuam de forma ininterrupta, com foco na contenção dos incêndios e na preservação de vidas, propriedades rurais e do meio ambiente.
Fiscalização e Monitoramento
O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento de 29 focos de calor ativos em todo o estado. Desse total, 11 são incêndios florestais, sendo dois na Terra Indígena Nambikwara, em Comodoro. Outros 18 focos restantes correspondem a queimadas irregulares.
No caso de áreas indígenas, o combate deve ser feito por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar. Até o momento, o Corpo de Bombeiros Militar não foi acionado.
Já os outros 11 focos de calor ocorrem em diversas regiões do Estado, resultantes do uso irregular do fogo, e estão sendo fiscalizados no âmbito da Operação Infravermelho, cujo monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.
Com apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar de forma antecipada áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.
Focos de calor
Em Mato Grosso, foram registrados 79 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 17h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 49 estão na Amazônia e 30 no Cerrado. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).
É importante destacar que um foco de calor isolado não caracteriza, por si só, um incêndio florestal. No entanto, um incêndio florestal geralmente envolve o acúmulo de diversos focos de calor em uma mesma área.
Proibição do uso do fogo
O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso. De 1º de junho até 31 de dezembro está proibido o uso do fogo no Pantanal. Nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período proibitivo teve início em 1º de julho e vai até 30 de novembro.
Já nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano. Em caso de qualquer indício de incêndio florestal no bioma, a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 ou 190.
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Cesta básica recua pela segunda semana e inicia fevereiro custando R$ 785

Com retração de 1,72%, a cesta básica em Cuiabá atingiu custo médio de R$ 785,99 na primeira semana de fevereiro, em comparação com a semana anterior. Esta é a segunda queda consecutiva de preço, o que contribuiu para deixar o valor atual 1,94% menor em relação ao mesmo período de 2025, quando a cesta básica custava R$ 801,56.
O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, destacou as variações de preços dos produtos da cesta básica na capital. “Os produtos da cesta têm se comportado de formas diferentes, principalmente os hortifrutis. Isso mostra que o conjunto de itens não reage de maneira uniforme, já que clima, produção e mercado impactam cada item de um jeito.”
Entre os itens que mais variaram de preço, o tomate apresentou queda de 4,75%, com custo médio de R$ 7,15/kg. A redução, segundo boletim do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), pode estar relacionada ao período de chuvas que, apesar de aumentar a disponibilidade do fruto, tem comprometido sua qualidade no comércio.
Apesar de ser a segunda queda semanal, o produto segue com valor 11,88% acima do registrado no mesmo período de 2025, quando a média era de R$ 6,39/kg.
No sentido oposto, a batata teve aumento de 3,59%, com preço médio de R$ 4,13/kg. Segundo o IPF-MT, diferentemente do tomate, a qualidade do tubérculo permanece estável. No entanto, o clima chuvoso tem atrasado o ritmo das colheitas, reduzindo a oferta e pressionando os preços. Na comparação com a mesma semana de 2025, o valor também está 2,20% maior.
Outro produto que apresentou redução foi o óleo de soja, com queda de 3,15%, atingindo o valor médio de R$ 8,23/900 ml. A variação em relação à semana anterior pode estar associada à atual conjuntura do mercado da soja e de seus derivados, uma vez que a demanda não tem sido suficiente para absorver o aumento da produção e dos estoques.
Com isso, o preço atual está 5,63% inferior ao observado no mesmo período do ano passado.
Wenceslau Júnior também ressaltou a segunda retração consecutiva no preço da cesta básica. “A redução desta semana contribui para afastar o valor médio do patamar de R$ 800, favorecendo os gastos dos consumidores em boa parte dos alimentos, considerando que oito dos 13 itens apresentaram queda, incluindo a carne bovina, o leite e a banana”.
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Comércio poderá abrir em Cuiabá durante ponto facultativo no Carnaval

O Carnaval deste ano será comemorado oficialmente no dia 17 de fevereiro (terça-feira). Em Cuiabá, a Prefeitura decretou ponto facultativo entre os dias 16 e 18 de fevereiro, de segunda até a quarta-feira de Cinzas, conforme o Decreto nº 11.585/2025.
A medida vale para o serviço público municipal, mas não obriga o fechamento do comércio, reforça a Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACCuiabá).
No setor privado, especialmente no comércio de rua e nos shopping centers, cabe ao empregador decidir se concede folga ou mantém o funcionamento nos dias de ponto facultativo.
Como o Carnaval não é feriado nacional nem estadual, as lojas podem abrir normalmente.
O presidente da ACCuiabá, Jonas Alves, explica que não há exigência de pagamento adicional aos colaboradores nesses dias. “Por ser ponto facultativo, o lojista que optar por abrir o estabelecimento não é obrigado ao pagamento extra ao colaborador. O dia é pago normalmente, sem adicional”, afirma.
Ele ressalta, no entanto, que é comum muitos comerciantes optarem por não abrir as portas na terça-feira de Carnaval, especialmente no comércio de rua.
Serviços
Com o ponto facultativo, o expediente da Prefeitura de Cuiabá fica suspenso nas repartições públicas municipais, mas os serviços essenciais seguem funcionando. Áreas como saúde, incluindo prontos-socorros e UPAs, além da Defesa Civil, fiscalização de trânsito e coleta de lixo, atuarão em regime de escala.Já os bancos, conforme a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), não terão atendimento presencial nos dias 16 e 17 de fevereiro.
Na Quarta-feira de Cinzas (18), as agências abrem a partir das 12h, no horário local, e fecham no horário normal.As compensações bancárias, como a TED, não serão realizadas nesses dias, mas o PIX continua funcionando normalmente.
A orientação da Febraban é que os clientes usem os canais digitais, como aplicativos e sites dos bancos, para pagar contas e fazer transferências durante o período.
Shopping Centers
As lojas e quiosques dos Shoppings Centers de Cuiabá funcionarão em horário normal na segunda-feira (16.02), das 10h às 22h. Na terça (17), será 14h às 20h e, na quarta (18), das 12h às 22h. O setor de alimentação funcionará das 11h às 22h, todos os dias, e o lazer, conforme horário de cada operação.
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Você conhece a larva-minadora? Inseto que abre caminho para doenças preocupa produtores de soja

Muitas lavouras sofrem danos sem que o produtor perceba, especialmente devido à ação de pragas como a larva-minadora. Sua presença pode causar perdas significativas se não houver intervenção rápida. Na soja, esses casos têm se intensificado em Mato Grosso, reforçando a importância do monitoramento e da identificação precoce de pragas e doenças.
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Semelhante a um bicho-geográfico pelo desenho que deixa nas folhas, a presença da praga em áreas de soja de Mato Grosso tem gerado preocupação. O inseto ataca as folhas, reduz a área foliar e favorece a entrada de doenças, como a mancha-alvo e outras, que podem intensificar a desfolha e comprometer o rendimento da lavoura.
“É a porta de entrada para perda de folha. Ela abre o caminho para doenças que podem abortar a folha”, explica um especialista. A pressão já estava alta em outras culturas, mas ao longo do tempo se manteve em pontos, inclusive em pivos de feijão. “Quanto mais essa doença evoluir, menos folha teremos”, comenta Cledson Guimarães, da Cowboy Consultoria.
Segundo especialistas, muitos produtores ainda não conhecem os sintomas dessa e de outras pragas, nem compreendem o impacto potencial na produtividade. A recomendação é que a identificação seja feita o quanto antes, permitindo que medidas de controle sejam aplicadas de forma preventiva e minimizando riscos de perdas.
O monitoramento regular das lavouras é essencial. Quando um problema é identificado, já é possível utilizar produtos que também protejam contra pragas associadas, aumentando a eficiência do manejo e reduzindo riscos futuros. Na prática, programas de prevenção e monitoramento têm sido incorporados em propriedades do estado, garantindo maior segurança produtiva e evitando que pequenas infestações se transformem em grandes prejuízos.
Altemar Kroling, presidente do Sindicato Rural de Diamantino, destaca que “o comum era a larva-minadora atacar outras culturas, mas agora ela se adaptou à soja e migrou para nossas lavouras”.
Apesar do avanço da praga, o setor afirma que não houve perdas significativas nesta safra. O principal risco, segundo técnicos, continua sendo a presença de doenças hospedeiras.
Yuri Nunes Cervo, delegado coordenador da Aprosoja Mato Grosso, reforça a importância da divulgação e do monitoramento: “Muitos produtores têm problemas na lavoura e não sabem o que está acontecendo. Conhecemos outras pragas que começaram devagar e hoje já são problemáticas. A larva-minadora é algo que precisamos incluir dentro do nosso portfólio de manejo.”
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