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12 de agosto de 2026

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Mato Grosso responde por 1/3 das exportações de gergelim para a China

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Mato Grosso consolidou sua posição de protagonismo no mercado internacional de gergelim. O estado responde por 1/3 da demanda nacional de exportação da oleaginosa para a China, de acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O número de empresas mato-grossenses habilitadas a exportar gergelim para o país asiático saltou de 8 para 20, uma alta de 150%. A nova lista, divulgada recentemente pela Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC), ampliou de 31 para 61 o total de estabelecimentos brasileiros autorizados. Com isso, Mato Grosso representa 32,7% das empresas aptas a atender o maior mercado importador do mundo.

A China lidera o consumo global de gergelim, com 38,4% de participação. O avanço nas habilitações brasileiras é um passo importante na consolidação do país como fornecedor estratégico da semente.

No campo, os números também reforçam a liderança de Mato Grosso. O estado é o maior produtor de gergelim do Brasil, com estimativa de 276,3 mil toneladas para a safra 2024/25. O volume representa um crescimento de 12,3% em relação ao ciclo anterior, conforme projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A produção nacional está estimada em 396,7 mil toneladas, alta de 9,8%.

O cultivo da oleaginosa vem ganhando espaço especialmente em áreas de segunda safra, como alternativa de renda e estratégia de diversificação da agricultura. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, o resultado alcançado é reflexo da organização do setor produtivo e da articulação entre os setores público e privado.

“Esse avanço expressivo é resultado direto do dinamismo dos nossos produtores e da atuação estratégica do Governo de Mato Grosso, que tem buscado abrir novos mercados e fortalecer a imagem do nosso agronegócio no exterior”, afirma.

Como parte dessa estratégia, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) criou a Câmara Técnica do Gergelim. O grupo reúne produtores, exportadores e órgãos públicos com o objetivo de alinhar estratégias, garantir qualidade e ampliar a presença do produto mato-grossense no mercado internacional.

Hoje, o Brasil ocupa atualmente a sétima posição entre os maiores exportadores mundiais de gergelim, com 5,31% de participação no comércio global. Goiás, Pará e Tocantins também figuram entre os principais estados produtores, enquanto Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Rondônia apresentam forte potencial de crescimento.

*(Com informações do Canal Rural MT)

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Amizade de anos entre Pivetta e Gisela ajudou a consolidar nova chapa ao Governo

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Deputada também foi escolhida em consenso pelas principais lideranças do União Brasil

A escolha da deputada federal Gisela Simona (União) para ser candidata a vice-governadora na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos) foi construída com respaldo das principais lideranças do União Brasil. A definição ocorreu após consultas internas sobre o nome que representaria o partido na composição majoritária.

Segundo o deputado estadual Júlio Campos (União), houve uma videoconferência conduzida pelo presidente nacional do Progressistas, Nilson Leitão, para ouvir parlamentares e dirigentes sobre a indicação. Gisela teria reunido consenso entre os participantes.

Amizade de Gisela e Pivetta também foi levada em conta…

Além do aval político, a escolha também é marcada pela relação pessoal construída há anos entre Gisela e Pivetta. Os dois mantêm uma amizade antiga e uma relação considerada próxima e saudável, o que contribuiu para a boa receptividade do nome da deputada dentro do grupo.

A definição ocorreu após Fábio Garcia (União) deixar a disputa pela vice e anunciar o retorno à corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados. Com Gisela, o União Brasil permanece na composição da chapa encabeçada por Pivetta para a disputa pelo Governo de Mato Grosso.

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Na Assembleia, Wilson Santos defende Mauro Carvalho após Operação Heritage

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Parlamentar citou trajetória empresarial e afirmou não ver elementos suficientes contra o ex-secretário

O deputado estadual Wilson Santos (PSD) fez um desagravo ao ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho durante a sessão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, nesta quarta-feira (12). O parlamentar afirmou ter dúvidas sobre o envolvimento de Carvalho nas suspeitas investigadas pela Operação Heritage, da Polícia Federal.

Wilson destacou a trajetória empresarial do ex-secretário e sua passagem pela Casa Civil. Segundo o deputado, Carvalho construiu seu patrimônio no setor privado antes de ingressar no serviço público e, até o momento, não haveria elementos que justificassem colocá-lo entre pessoas que considera desonestas.

“Ele fez carreira na vida privada, ganhou dinheiro honesto como empresário, gerou milhares de empregos no Estado de Mato Grosso, paga mais de R$ 400 milhões por ano de impostos”, afirmou.

Wilson também lembrou dos serviços prestados por Mauro Carvalho na Casa Civil. De acordo com Wilson, talvez Mauro tenha sido o melhor secretário a ocupar a pasta.

“Foi o mais longevo secretário-chefe da Casa Civil da história republicana de Mato Grosso. E eu tenho muita dúvida do envolvimento dele nisso. Um secretário exímio, educado, dinâmico, cumpridor dos compromissos”, comentou.

Mauro Carvalho deixou o comando da Casa Civil na terça-feira (11), cinco dias após ser alvo da Operação Heritage. Em carta publicada nas redes sociais, afirmou que pretende se dedicar à família, às empresas e ao esclarecimento dos fatos investigados. Ele também negou participação no acordo de R$ 308 milhões entre o Governo de Mato Grosso e a Oi.

A Operação Heritage investiga suspeitas de organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro relacionadas ao acordo. A Polícia Federal cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Entre os nomes citados estão o ex-governador Mauro Mendes (União), o deputado federal Fábio Garcia (União) e outros agentes públicos, empresários e advogados.

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Reinaldo Morais é convidado por Michelle Bolsonaro para ser vice de Wellington

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O produtor rural Reinaldo Morais (Novo) foi convidado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) para concorrer como vice do senador Wellington Fagundes (PL) na chapa ao governo.

A intenção seria apaziguar a turbulência dentro do Partido Liberal (PL), especialmente entre a ala dos bolsonaristas mais “raiz”, que vê no empresário uma figura mais próxima de seus valores.

A estratégia teria começado a mostrar efeito. Fonte ouvida pelo Livre afirmou que, nos últimos dias, Reinaldo Morais passou a receber apoio do grupo de Wellington e dos bolsonaristas “raiz”.

O senador, no entanto, ainda não tomou sua decisão. Ela deve ser anunciada no fim de semana, quando se encerra o prazo para o registro de candidaturas. Oficialmente, o médico Alencar Farina continua como candidato a vice.

Michelle Bolsonaro ligou para Reinaldo Morais na semana passada. Ele já havia sido indicado por ela como o nome mais adequado para compor a chapa com Wellington.

A preferência teria relação com a aliança construída em 2021, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro se filiou ao PL para concorrer à reeleição. Reinaldo participou da campanha em Mato Grosso e, desde então, passou a ser visto como uma figura capaz de unir a corrente bolsonarista e o eleitorado geral.

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