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28 de junho de 2026

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VÍDEO: mãe e filhote de onça-preta são vistos atravessando estrada em registro raro em MT

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Duas onças-pretas – mãe e filhote – foram vistas atravessando a estrada na região do Parque Indígena do Xingu, próximo à Confresa, a 1.065 km de Cuiabá. O registro foi feito pelo técnico em agropecuária Paulo Odair, no dia 26 de junho e publicado na última sexta-feira (1°) (assista abaixo).

Segundo Paulo, o local fica próximo à fazenda onde ele trabalha. Quando estava voltando do trabalho, ele percebeu a presença dos felinos e se preparou para gravar o momento.

“Foi muito legal, uma sensação única! Uma vez vi uma onça-pintada de longe, já faz muito tempo, agora tive a oportunidade de ver bem de perto”, descreveu.

Ainda de acordo com Paulo, havia outro filhote que não atravessou e ficou gritando pela mãe. Até o momento em que eles foram embora, a mãe não havia voltado para buscá-lo.

VIDEO:

O biólogo Luiz Eduardo Saragiotto afirmou que registros como esse são raros, pois as onças de padrão melânico são mais difíceis de serem encontradas na natureza.

“As onças-pintadas podem nascer com o que chamamos de padrão melânico, que lembra a proteína melanina (que da cor à pele de muitos animais – inclusive na espécie humana)”, explicou.

Isso quer dizer que, apesar da cor e do nome popular serem diferentes, as pretas e pintadas são da mesma espécie: a Panthera onca. São onças-pintadas com pelagem escura, que possuem essa característica marcante devido a uma mutação genética.

“Este padrão melânico tem uma pelagem preta, mas no sol, é possível observar as pintas embaixo da pelagem”, afirmou.

Segundo pesquisadores, a espécie está ameaçada de extinção. Apenas de 5% a 10% das onças nascem com essa alteração na pelagem.

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Falta de “Casa do Mel” barra expansão de pequenos produtores em Várzea Grande, aponta estudo

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Diagnóstico da Prefeitura revela grande potencial da atividade, mas ausência de selo sanitário impede a venda em supermercados e farmácias

Um diagnóstico elaborado pela Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS), revelou que a cadeia produtiva da apicultura em Várzea Grande possui grande potencial para ampliar a geração de renda no campo. No entanto, o estudo também identificou entraves estruturais que ainda impedem o crescimento da atividade.

O levantamento, realizado entre abril e junho deste ano, identificou apicultores em atividade nas comunidades rurais Formigueiro, P.A. Dorcelina Folador, P.A. Sadia I e P.A. Sadia III. Além disso, mapeou a produção local, os principais desafios enfrentados pelos produtores e as oportunidades para fortalecer o setor.

Entre os principais gargalos está a ausência de uma Casa do Mel no município. Sem uma unidade de beneficiamento e o Selo de Inspeção Municipal (SIM), os apicultores ficam impedidos de agregar valor à produção e de comercializar o mel em supermercados, farmácias e outros estabelecimentos, além de perderem a oportunidade de explorar economicamente derivados como própolis, cera e geleia real.

“A Casa do Mel é uma unidade de beneficiamento que permite processar, envasar e certificar o mel dentro das normas sanitárias. Com ela, os apicultores podem vender a produção para supermercados, farmácias e programas públicos, agregando valor ao produto e ampliando a renda no campo. Hoje, a ausência dessa estrutura é o principal entrave para o crescimento da apicultura em Várzea Grande, e queremos ajudar esses pequenos produtores a conquistar essa estrutura”, afirma o secretário Ricardo Amorim.

O diagnóstico também mostra que o mel é comercializado diretamente nas propriedades rurais, em embalagens de um litro, com preço médio de R$ 100, evidenciando o potencial econômico da atividade para fortalecer a agricultura familiar.

O coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável, Leandro Silva, destaca que o estudo oferece um panorama inédito da apicultura no município e aponta caminhos para o fortalecimento da cadeia produtiva.

“Identificamos os principais desafios enfrentados pelos apicultores e as oportunidades para o setor. A implantação da Casa do Mel e a obtenção do Selo de Inspeção Municipal são medidas estratégicas para ampliar a produção, abrir novos mercados e fortalecer a agricultura familiar”, ressalta.

Além da necessidade de uma unidade de beneficiamento, o diagnóstico aponta outros desafios, como os longos períodos de estiagem, que reduzem a florada do Cerrado, e o alto custo dos insumos utilizados no manejo das colmeias. O documento também recomenda a criação de núcleos de produtores e o fortalecimento de parcerias institucionais para ampliar a produtividade e consolidar a apicultura como uma alternativa sustentável de geração de emprego, renda e desenvolvimento no meio rural de Várzea Grande.

Com Prefeitura de Várzea Grande

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT repudia violência contra produtor rural em Feliz Natal

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) manifesta repúdio ao episódio de violência ocorrido nesta sexta-feira (26.06), em Feliz Natal, envolvendo o produtor rural Maikel Alan Tespesal.

Segundo informações da imprensa, o produtor foi baleado durante diligência em sua propriedade, na presença de familiares. O caso causa consternação e exige apuração imediata, rigorosa e transparente.

A Aprosoja MT reforça que controvérsias comerciais e o cumprimento de decisões judiciais devem ocorrer dentro dos limites da legalidade, com segurança, responsabilidade e absoluto respeito à vida.

Leia Mais:

Produtor Rural é baleado na frente da esposa e dos filhos em fazenda de MT; veja vídeo

A entidade informa que está em contato com a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso – SESP/MT e acompanhará o caso para que os fatos sejam integralmente esclarecidos.

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Agro Mato Grosso

Prêmio Aprosoja MT reconhece profissionais que fortalecem o diálogo entre agro e sociedade

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Premiação fortalece a conexão entre o agro e a sociedade, inscrições seguem até o próximo dia 7 de agosto

A 4ª edição do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo segue com inscrições abertas até o próximo dia 7 de agosto. A premiação, promovida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), foi criada para valorizar, incentivar e aproximar os comunicadores do agro mato-grossense. Para a jornalista Simone Guedes, o prêmio trouxe informações novas sobre temas que muitas pessoas ainda desconhecem, especialmente a relação entre o agro e a saúde coletiva.

Simone Guedes, segunda colocada na categoria Reportagem em Áudio, pela Rádio Bom Jesus FM, destacou que esta foi a primeira vez que participou da premiação. Durante o processo de produção do material, ela descobriu que a adição de etanol e biodiesel aos combustíveis contribui para a redução da emissão de fuligem gerada pela queima dos combustíveis veiculares. Essa redução torna o ar das cidades mais limpo.

“Para mim, levantar essas informações e levá-las à sociedade foi muito importante, até para que eu pudesse conhecer um pouco mais do que acontece em nosso estado, da nossa cultura pecuária e do nosso agronegócio. Esses assuntos precisam ser mais abordados. Durante a produção da matéria, descobri o impacto que isso tem na nossa saúde e como o agronegócio pode contribuir para que tenhamos mais qualidade de vida”, disse.

O tema da premiação incentiva os profissionais a explorarem a conexão entre o campo e a cidade, mostrando a importância da produção agrícola para além dos municípios do interior, assim como fez a jornalista premiada. Para realizar uma boa apuração, Simone contou que buscou diversas fontes e acompanhou o trabalho de outros profissionais. Mesmo diante dos desafios, ela manteve a confiança e o desejo de conquistar uma colocação na categoria.

“Meu recado para todos os comunicadores é que se dediquem, estudem e procurem informações sobre o agro, sobre a soja, sobre o milho. Enfim, nós temos um leque enorme de oportunidades para mostrar a importância do nosso estado e fazer com que Mato Grosso seja ainda mais reconhecido”, afirmou.

Além da categoria Reportagem de Aúdio, profissionais de todo o país podem se inscrever nas categorias Reportagem em Vídeo, Reportagem em Texto, Jornalismo Universitário, Fotojornalismo e Destaques Mato-grossenses, para os profissionais do estado.

Com mais de R$ 210 mil em premiação, o concurso busca reconhecer o trabalho dos profissionais da comunicação que fortalecem o diálogo entre o agro e a sociedade. Ao todo, 17 participantes serão premiados durante a cerimônia de entrega dos prêmios, marcada para novembro. Além da premiação em dinheiro, os dez finalistas de cada categoria e os cinco finalistas da categoria Destaques Mato-grossenses concorrerão ao Prêmio Master, que consiste em uma viagem aos Estados Unidos com a Aprosoja MT, prevista para 2027.

Para concorrer, os comunicadores devem inscrever trabalhos publicados entre 12 de setembro de 2025 e 7 de agosto de 2026, em veículos de comunicação de todo o Brasil. Cada participante poderá inscrever até dois trabalhos jornalísticos, desde que ambos estejam na mesma categoria.

Os interessados podem consultar o regulamento e realizar a inscrição no site da Aprosoja MT. Os vencedores serão anunciados no dia 19 de novembro, durante a cerimônia de premiação promovida pela entidade.

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