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Produção brasileira de arroz deve ter queda de 6% em 2025/26, diz USDA

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A produção de arroz em casca do Brasil foi estimada em 11,324 milhões de toneladas na safra 2025/26, conforme reporte do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgado nesta segunda-feira (4).

Se confirmada, a colheita será 6% inferior à temporada 2024/25, quando o país atingiu 12,059 milhões de toneladas do cereal.

De acordo com o órgão norte-americano, tal volume representa 7,700 milhões de toneladas de arroz beneficiado, ante 8,200 milhões no ano anterior.

A área semeada foi prevista em 1,6 milhão de hectares para 2025/26, ante 1,7 milhão no ano anterior. Já as exportações devem ter um acréscimo de 100 mil toneladas: de 1,3 para 1,4 milhão de toneladas.

A respeito das importações, o Brasil deve comprar 900 mil toneladas beneficiadas em 2025/26, mesmo patamar do ano comercial anterior. Os estoques finais, por sua vez, devem subir de 1,311 milhão para 1,211 milhão de toneladas beneficiadas em 2025/26.

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Capim adaptado ao calor extremo vira aliado da pecuária no semiárido

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Foto: Bastos, Fabiano/ Embrapa

No semiárido brasileiro, produtores têm adotado novas tecnologias para enfrentar os efeitos da seca e manter a produtividade no campo. No Ceará, o uso de pastagens plantadas por mudas clonadas tem se destacado como alternativa eficiente para melhorar a alimentação do rebanho e ampliar a produção de carne e leite.

Apesar do avanço da agropecuária na região, o clima ainda é um dos principais desafios. A estiagem prolongada compromete a qualidade e a disponibilidade de pasto, impactando diretamente o desempenho dos animais.

Para driblar esse cenário, produtores têm investido em capins melhorados geneticamente, mais adaptados às condições do semiárido. Um dos destaques é o capim tifton 85, desenvolvido a partir do cruzamento de espécies forrageiras, com alta tolerância a temperaturas elevadas.

“O tifton 85, tem uma alta adaptação ao clima semiárido, ao clima do Nordeste. Porque está na sua genética. Foi feito o tipo 85 a partir de uma forragem, a partir de uma graminha da África com uma graminha do sul dos Estados Unidos. A partir do seu cruzamento chega-se no tifton 85 com alta capacidade de tolerância climática de altas temperaturas”, explica o zootecnista e e fundador da Amazon Mudas, Oswaldo Stival Neto.

Segundo Neto, a planta possui rizomas (caules que funcionam como reserva de energia), o que garante maior resistência durante períodos de seca e contribui para a manutenção da qualidade da forragem.

Com mais que o dobro de proteína em relação a outras forrageiras tropicais, esse capim permite reduzir o volume de alimento e, ao mesmo tempo, aumentar a lotação de animais por hectare. Além da produtividade, a tecnologia também contribui para a conservação do solo e garante melhor desempenho do rebanho mesmo em períodos de estiagem.

De acordo com Neto, a cobertura do solo proporcionada pela pastagem ajuda a reter a umidade, reduz o escoamento da água da chuva e evita a perda de matéria orgânica. Com isso, há melhora gradual na qualidade do solo.

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Soja tem negócios pontuais no Brasil e ganhos limitados por custos logísticos

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Foto: Daniel Popov

O mercado brasileiro de soja apresentou pequenos movimentos ao longo desta quarta-feira (25), com oportunidades pontuais nos portos, mas ainda limitado pelos custos logísticos elevados. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, a Bolsa de Chicago registrou alta mais consistente apenas no final das negociações, enquanto o dólar recuou e os prêmios tiveram pouca variação.

No mercado interno, o cenário foi de poucas mudanças, com cotações entre estáveis e levemente mais altas. O produtor segue cadenciando as vendas, o que reduz a fluidez dos negócios neste momento.

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 126,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 109,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 111,00 para R$ 113,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 110,00 para R$ 110,50
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): seguiu em R$ 131,00

Contratos futuros de soja

No cenário externo, os contratos futuros da soja fecharam com bons ganhos na Bolsa de Chicago, impulsionados por fatores técnicos e compras por barganha. O ambiente global apresentou menor aversão ao risco, após os Estados Unidos enviarem uma proposta de cessar-fogo ao Irã.

EUA-China

Além disso, a Casa Branca informou que o presidente Donald Trump viajará a Pequim nos dias 14 e 15 de maio para se reunir com o presidente Xi Jinping. O mercado volta a especular sobre um possível acordo comercial entre as duas potências, incluindo compras chinesas de soja americana.

Outro ponto de atenção é o encarecimento dos fertilizantes, que pode impactar o plantio da safra nos Estados Unidos. A expectativa agora se volta para o relatório de intenção de plantio do USDA, previsto para o dia 31.

Entre os subprodutos, o farelo recuou, enquanto o óleo de soja avançou, sustentado pela expectativa de medidas do governo americano para incentivar a produção de biocombustíveis.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial fechou em baixa de 0,66%, cotado a R$ 5,2193 para venda, após oscilar ao longo do dia.

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Viagem de Trump à China foi reagendada para maio

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Foto: Xinhua/Huang Jingwen

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, viajará a Pequim nos dias 14 e 15 de maio para um encontro com o presidente chinês, Xi Jinping. A informação foi confirmada pela Casa Branca.

A visita havia sido planejada anteriormente, mas acabou adiada para que Trump permanecesse em Washington acompanhando o envolvimento dos Estados Unidos no conflito com o Irã. Mesmo com a guerra ainda em andamento, a viagem foi remarcada em meio à pressão americana para que Teerã aceite uma proposta de cessar-fogo.

Com informações da Safras & Mercado.

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