Featured
Cesta básica segue em queda e atinge valor mais baixo em cinco meses em Cuiabá

A cesta básica em Cuiabá fechou julho com mais uma queda semanal, dessa vez, o recuo observado foi de 1,11%, fazendo com que o mantimento atingisse o valor médio de R$ 805,09. A retração foi puxada por cinco dos 13 alimentos que compõem a cesta, com destaque para o hortifruti.
Os dados do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) revelam ainda que o patamar atual é o mais baixo em mais de cinco meses.
É o que explica o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, destacando o fator climático como principal influência para queda de preço do mantimento. “Essa redução no valor da cesta básica se deve, principalmente, à baixa nos custos dos itens de hortifruti. Isso ocorre devido ao clima, que favoreceu a produção desses itens e, portanto, influencia na dinâmica de mercado desses produtos”.
O preço da batata registrou sua sétima queda consecutiva, atingindo o patamar de R$ 3,41/kg. Essa redução de 4,91% em relação à semana anterior pode ser atribuída ao aumento da oferta da safra de inverno, tendência que pode persistir em agosto e setembro. Este é o menor valor já registrado pelo IPF-MT, sendo 60,97% inferior ao preço do ano passado.
Também em queda pela quarta semana seguida, o tomate atingiu valor médio de R$ 8,17/kg, redução de -3,91% sobre a semana anterior. Ainda conforme análise do instituto, o decréscimo pode estar associado às condições climáticas favoráveis à produção, o que acaba aumentando a oferta do fruto no mercado. Apesar dessas diminuições, o valor atual ainda é 58,78% superior em comparação ao mesmo período do ano passado.
A banana alcançou seu menor valor do ano, cotada a R$ 8,31/kg, uma queda de 1,94% em relação à semana passada. Com o clima favorável, houve o incremento na produção, aumentando sua oferta, o que contribuiu para a redução do preço. Em comparação com o ano passado, a banana está 15,16% mais barata.
Wenceslau Júnior também ressaltou o papel da carne bovina no custo das famílias. “Outro item em redução é a carne bovina, que somente em julho obteve três quedas. Isso fez com que o preço médio diminuísse 0,93%, ficando em R$ 43,81/kg. Esse recuo, demonstra como essa proteína importante para o consumo das famílias passa apresentar diminuição”.
Featured
Soja inicia semana travada, com câmbio pressionando e mercado sem reação

O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e cotações próximas da estabilidade, com viés de baixa. A principal pressão veio do câmbio, já que a forte queda do dólar acabou pesando mais do que as altas registradas na Bolsa de Chicago.
De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o movimento cambial limitou a formação de preços no curto prazo. “A intensidade da queda do câmbio acabou pesando mais sobre as indicações”, afirmou.
Nos portos, houve poucos negócios ao longo do dia, com indicações entre R$ 130 e R$ 132 por saca nos melhores momentos, geralmente com pagamento em 30 dias. No interior, o ritmo segue lento, com produtores retraídos e pouco dispostos a negociar nos níveis atuais, mantendo o mercado travado.
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 125,50 para R$ 124,50
- Santa Rosa (RS): caiu de R$ 126,50 para R$ 125,50
- Cascavel (PR): manteve em R$ 119,00
- Rondonópolis (MT): caiu de R$ 110,00 para R$ 109,00
- Dourados (MS): caiu de R$ 113,00 para R$ 112,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 112,00
- Paranaguá (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
- Rio Grande (RS): caiu de R$ 131,50 para R$ 130,50
Soja em Chicago
No cenário internacional, os contratos futuros da soja fecharam em leve alta em Chicago, em um dia marcado por volatilidade. O mercado reagiu a sinais de possível redução das tensões no Oriente Médio, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando avanço nas conversas com o Irã.
- Confira as últimas notícias da soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
No campo da demanda, os Estados Unidos registraram inspeções de exportação de 1,10 milhão de toneladas na última semana, acima do volume anterior. Além disso, foi confirmada a venda de 161,1 mil toneladas de soja para o México, com entrega prevista para a temporada 2025/26.
Outro fator relevante foi o acordo entre Brasil e China para destravar embarques de soja que enfrentavam entraves sanitários, o que pode favorecer o fluxo comercial entre os países.
Contratos futuros de soja
Na Bolsa de Chicago, o contrato maio fechou a US$ 11,63 por bushel, com leve alta de 0,19%, enquanto o julho avançou 0,21%, a US$ 11,79. Entre os subprodutos, o farelo caiu 0,42%, para US$ 326,60 por tonelada, e o óleo subiu 0,1%, para 65,58 centavos de dólar por libra-peso.
Câmbio
No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em queda de 1,31%, cotado a R$ 5,24, oscilando entre R$ 5,21 e R$ 5,31 ao longo da sessão, reforçando a pressão sobre os preços internos da oleaginosa.
O post Soja inicia semana travada, com câmbio pressionando e mercado sem reação apareceu primeiro em Canal Rural.
Featured
Ciclone extratropical traz temporais e volumes de chuva passam de 70 mm no Brasil; saiba onde

A formação de um ciclone extratropical na região Sul deve provocar temporais intensos, principalmente no Rio Grande do Sul, elevando o risco de transtornos e impactando atividades nas lavouras de soja. Ao mesmo tempo, áreas do Centro-Oeste e do Norte, como Goiás, Mato Grosso, Tocantins e sul do Pará, devem registrar aumento significativo das chuvas ao longo da semana, com acumulados que podem ultrapassar 70 milímetros em cinco dias.
No recorte nacional, o padrão climático mostra forte contraste. Enquanto a virada do mês será marcada por um Centro-Sul mais quente e seco, o que tende a favorecer os trabalhos em campo, regiões do Centro-Norte enfrentam volumes elevados que podem prejudicar as operações. O destaque vai para o centro-norte do Maranhão, onde os acumulados podem variar entre 100 e 150 milímetros no mesmo período.
- Confira as principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
Entre os dias 3 e 7 de abril, a tendência de tempo mais seco persiste no Centro-Sul, sem indicação imediata de déficit hídrico em áreas como interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul, mas já acendendo um sinal de atenção.
Por outro lado, o Sul segue com chuvas irregulares e abaixo do necessário, enquanto os maiores volumes se concentram no Matopiba e em grande parte da Bahia, com precipitações superiores a 70 milímetros em cinco dias.O cenário reforça a irregularidade climática no país, com impactos distintos entre regiões e necessidade de monitoramento constante por parte dos produtores.
O post Ciclone extratropical traz temporais e volumes de chuva passam de 70 mm no Brasil; saiba onde apareceu primeiro em Canal Rural.
Featured
Cesta básica registra terceiro aumento seguido e atinge R$ 833, maior valor em 2026

O preço da cesta básica em Cuiabá subiu nesta semana pela terceira vez consecutiva, segundo relatório da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MT). Com custo médio de R$ 833,67, é o maior valor registrado em 2026.
Somente no mês de março, em comparação com o mês anterior, a o valor da cesta básica subiu 6%. No comparativo com o mesmo período de 2025, o crescimento foi de 0,38%.
A cesta básica está cerca de R$ 7 mais cara em relação à semana passada, cujo valor foi R$ 826.
O aumento no preço da cesta foi, em parte, influenciado pela alta do tomate, que subiu 9,66% no período, alcançando preço médio de R$ 10,12 por kg. O crescimento no valor do produto, segundo o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), pode estar associado à escassez do produto, visto que, em algumas lavouras, a colheita está desacelerando e, em outras, há problemas de qualidade.
Em alta pela quarta semana consecutiva, a batata apresentou variação de 5,58%, o que elevou o preço médio do produto para R$ 4,90 por kg. No comparativo anual, a variação é 17,81% maior.
Ainda conforme análise do IPF-MT, assim como no caso do tomate, o período de chuvas tem atrasado o ritmo das colheitas, resultando em menor qualidade do produto e, consequentemente, na redução da oferta no mercado.
Sustentabilidade20 horas agoPIB-Agro SP/CEPEA: PIB do agronegócio paulista cresce 4% em 2024 – MAIS SOJA
Featured21 horas agoMato Grosso lidera abate de bovinos no país e amplia participação nas exportações
Business16 horas agoColheita de milho de verão avança no Centro-Sul e supera ritmo do ano passado, aponta consultoria
Sustentabilidade21 horas agoSOJA/CEPEA: Margem da indústria avança com queda no custo da soja e alta dos derivados – MAIS SOJA
Business20 horas agoE se a madeira durasse muito mais? Cientistas brasileiros já estão trabalhando nisso
Featured21 horas agoMato Grosso consolida hegemonia no abate e exportação de carne bovina
Business21 horas ago‘Mudança global exige reposicionamento estratégico do agro’, diz Tereza Cristina
Sustentabilidade22 horas agoMILHO/CEPEA: Cotações do milho seguem firmes no Brasil e nos EUA – MAIS SOJA
















