Connect with us
4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Crotalária ganha protagonismo na agricultura regenerativa e fortalece sistemas mais produtivos e equilibrados – MAIS SOJA

Published

on


A crotalária deixou de ser coadjuvante na adubação verde para ocupar papel de destaque em lavouras que adotam práticas mais sustentáveis e eficientes. Nos sistemas de plantio direto e na rotação de culturas, a planta passou a ser considerada peça-chave na construção da fertilidade do solo, no controle biológico e na preservação da estrutura física da terra — fundamentos da chamada agricultura regenerativa.

Segundo especialistas da Conceito Agrícola, frente de comercialização de insumos agrícolas do Grupo Conceito, o uso da crotalária está diretamente relacionado a ganhos agronômicos expressivos. A planta é capaz de fixar entre 80 e 120 quilos de nitrogênio por hectare, disponibilizando esse nutriente para a cultura seguinte. “É uma ferramenta estratégica para quem busca reduzir custos com fertilizantes nitrogenados e melhorar o ambiente produtivo a longo prazo”, destaca Marcos Boel, supervisor de Sementes da empresa.

Outro benefício crescente, de acordo com Boel, está no manejo de nematoides, especialmente espécies como o Pratylenchus brachyurus. A crotalária quebra o ciclo desses organismos, ajudando a reduzir infestações de forma natural e eficiente. “Temos incentivado o uso especialmente em áreas com pressão de nematoides, como forma de preservar a produtividade sem depender exclusivamente de soluções químicas”, pontua.

Além da função agronômica, a crotalária também é indicada como alternativa viável quando a janela de plantio de culturas comerciais, como o milho safrinha, se torna arriscada devido à limitação hídrica. Nesses casos, a planta atua como cobertura de solo, favorecendo o equilíbrio do sistema e preparando o terreno para uma próxima safra mais estável — geralmente, a da soja.

Advertisement

Nos últimos anos, a Conceito Agrícola também passou a estimular uma nova frente de uso da espécie: a produção de sementes. Em parceria com empresas especializadas em mix de cobertura, a companhia tem orientado produtores aptos a atuar nesse segmento. “É uma alternativa com viabilidade econômica real. Para quem atende aos padrões exigidos, é possível transformar a crotalária em fonte adicional de renda”, afirma Boel.

Outro aspecto essencial para o sucesso do cultivo está na escolha das sementes. A pureza genética e a ausência de contaminantes são determinantes para que a crotalária expresse todo seu potencial no campo. Atuando também como distribuidora, a Conceito Agrícola reforça a importância de realizar o plantio dentro da janela adequada, com disponibilidade hídrica suficiente para que a planta complete seu ciclo e entregue os benefícios esperados — tanto no solo quanto na rentabilidade da próxima safra.

Sobre o Grupo Conceito

O Grupo Conceito atua em diversos segmentos no mercado agro do Sudoeste goiano, dentre eles comercialização de insumos agrícolas, com a Conceito Agrícola; armazenagem e comercialização de grãos, com a Conceito Armazém; produção própria de grãos, com a Conceito Fazendas; e mais recentemente venda de semente de soja própria, trazendo genética Brasmax, com a Conceito Sementes, que possui estrutura de armazenagem 100% refrigerada e logística de entrega diferenciada. Com sede em Rio Verde, o Grupo é um núcleo de conhecimentos, tecnologias, produtos e serviços que facilita a adaptação dos clientes para prosperar em um negócio mais tecnológico e sustentável, trazendo a visão de quem também é produtor e entende as dificuldades e expectativas do campo.

Fonte: Assessoria de Imprensa Grupo Conceito

Advertisement


 

Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Condições climáticas favorecem desenvolvimento da soja na maior parte do país – MAIS SOJA

Published

on


O monitoramento agrícola dos cultivos de verão aponta condições favoráveis para o desenvolvimento da soja na maior parte das regiões produtoras do país. Os dados estão reunidos no último Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na sexta-feira (24). O documento avalia as condições meteorológicas e o índice de vegetação (IV) das principais lavouras brasileiras no período entre 01 e 21 de abril.

Segundo o Boletim, os maiores volumes de chuva da temporada foram registrados na região Norte e na faixa norte da região Nordeste, incluindo também o leste do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Com a elevação da umidade do solo nessas áreas, o desenvolvimento das lavouras de grãos foi favorecido.

No Norte, os maiores acumulados foram verificados no Pará, no leste do Amazonas e no Amapá. Se por um lado o regime hídrico atrasou a colheita da soja no Pará e do arroz no Tocantins, por outro, a segunda safra de milho foi beneficiada. Já no interior do Nordeste, a redução das chuvas, típica do período, interferiu no desenvolvimento de alguns cultivos na Bahia, no Piauí e no Sertão de Pernambuco. Apesar do déficit hídrico localizado, as condições gerais da região foram favoráveis.

A umidade do solo também se manteve suficiente no Centro-Oeste e no Sudeste, embora tenha sido observada redução no armazenamento hídrico no final do período analisado. Na maior região produtora de grãos no país, os índices pluviométricos mais elevados foram verificados em Mato Grosso, contribuindo para o milho segunda safra. Entretanto, o documento aponta diminuição na reserva hídrica do solo em áreas de Mato Grosso do Sul e Goiás, também constatada na região Sudeste, nos estados de Minas Gerais e de São Paulo, o que pode afetar o desenvolvimento do cereal.

Advertisement

No Sul, com a irregularidade na distribuição das chuvas, o alerta foi para o Paraná, que teve restrição hídrica especialmente na porção norte. O período curto de chuvas intensas ainda impactou a colheita da soja e do arroz no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Apesar da dinâmica, no estado gaúcho o IV da safra atual foi superior ao das anteriores.

O panorama da evolução do IV aponta, de forma geral, um bom desenvolvimento das lavouras, com valores próximos aos das safras antecedentes de soja e milho. Além desses cultivos, o Boletim também apresenta o progresso dos plantios de algodão e arroz nos principais estados produtores.

BMA – Produzido em parceria entre a Conab, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam), o Boletim tem como objetivo divulgar informações sobre as condições agrometeorológicas e sobre o monitoramento  das lavouras, avaliado por meio de imagens de satélite e dados de campo. As informações são disponibilizadas periodicamente, considerando ainda a diversidade de cultivos e de manejo em diferentes regiões do território nacional.

As informações completas sobre regime de chuvas e índice de vegetação das safras de verão estão disponíveis na edição de abril do Boletim de Monitoramento Agrícola.

Fonte: Conab

Advertisement


 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Preço da soja se mantém no final de abril, aponta Cepea

Published

on


As últimas semanas no mercado da soja foram marcadas por preços firmes. Apesar da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, as cotações se mantiveram sustentadas pela forte demanda, tanto no mercado interno quanto externo.

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os conflitos no Oriente Médio e a valorização do petróleo tem reforçado essa constância no mercado. Com os preços do diesel em alta, a procura pelo biodiesel tem aumentado e consequentemente o interesse pelo óleo de soja também.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Em relação às lavouras, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que a colheita atingiu 92,1% da área, com variações entre regiões. No Sul do país, o ritmo é mais lento: Santa Catarina registra 71% e o Rio Grande do Sul, 69%, ambos abaixo dos índices observados no ano passado.

Enquanto isso, no Matopiba o ritmo é heterogêneo e em Tocantis a colheita está próxima ao fim, com 98% da área colhida. Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior. No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025.

Colheita internacional

Na Argentina, chuvas tem atrapalhado a colheita, o que forçou uma pausa por período indeterminado na região.

Advertisement

Enquanto nos EUA, a chuva chegou como notícia boa e trouxe alívio, apesar de limitar as atividades. Mesmo dessa forma, a semeadura chegou a 23% da área projetada para a safra 2026/27, até 26 de abril, quantidade superior ao ano passado e da média dos últimos 5 anos.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

O post Preço da soja se mantém no final de abril, aponta Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme

Published

on

Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Cepea

Advertisement


 

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT