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24 de junho de 2026

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Aprosoja MT aponta Moratória da Soja como risco à segurança alimentar internacional

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Nesta quarta-feira (02), o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Lucas Costa Beber, participou do XIII Fórum de Lisboa, evento que neste ano trouxe como tema central “O Mundo em Transformação – Direito, Democracia e Sustentabilidade na Era Inteligente”. O assunto em destaque foi o acordo Moratória da Soja.

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O presidente da entidade foi um dos palestrantes do painel “Agronegócio e Segurança Alimentar Global: Desafios para a Cooperação”, ao lado do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes; da deputada estadual de MT, Janaína Riva; e do professor da UERJ, Marco Marrafon; com moderação do mestre e doutor em Direito, Sidney Pereira de Souza Junior. Em sua fala, o presidente da Aprosoja MT destacou os impactos diretos da Moratória da Soja sobre o setor produtivo e a segurança alimentar global. “O tema aqui foi segurança alimentar e coloquei justamente que a moratória da soja prejudica a segurança alimentar.”

O impacto da Moratória da Soja em MT

Lucas Costa Beber apresentou dados que mostram o crescimento da produção agrícola em Mato Grosso nos últimos anos, mesmo com restrições impostas por grandes empresas compradoras. De 2019 para cá, a área de soja passou de 9,6 milhões para 13 milhões de hectares, e a de milho, de 4,5 para 7,2 milhões. A previsão para este ano é de 51 milhões de toneladas de milho e 50 milhões de soja, com expectativas de ultrapassar 80 milhões e 54 milhões, respectivamente, na próxima década.

Ele destacou o impacto da moratória da soja no estado, que afeta mais de 2,7 milhões de hectares em 85 municípios e retira cerca de R$ 20 bilhões da economia local. A medida é rejeitada por 127 câmaras de vereadores e mais de 100 prefeituras.

A Aprosoja MT atua judicialmente contra a moratória, com ações no Cade e na Justiça, já pleiteando R$ 1,1 bilhão por danos morais, além de ressarcimento por prejuízos materiais acumulados em mais de 20 anos.

Além dos prejuízos econômicos, Lucas alertou para os efeitos sociais da moratória, que aprofunda desigualdades regionais e ignora o rigoroso Código Florestal Brasileiro. Ele reforçou que produtores respeitam a legislação ambiental, sofrendo sanções quando desrespeitam.

O presidente criticou a moratória como incoerente e hipocrisia, destacando que Mato Grosso preserva 64% de seu território, contra menos de 20% dos EUA, apesar da maior área de produção americana.

O governador Mauro Mendes ressaltou a importância de Mato Grosso para a paz mundial, por garantir segurança alimentar preservando mais de 60% do estado. Segundo ele, a disputa por alimentos historicamente movimenta conflitos, e o Brasil tem papel fundamental nesse contexto.

Ao final, Lucas reforçou que o Brasil alimenta mais de um bilhão de pessoas e que a moratória é um obstáculo à segurança alimentar global. Ele sugeriu que empresas do mercado comprador adotem protocolos de segregação e rastreabilidade, em vez de restringir a produção.

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Mapa apreende feijão e arroz e suspende atividade de empresa em São Paulo

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou uma força-tarefa de fiscalização em estabelecimentos de beneficiamento e empacotamento de arroz, feijão e outros cereais no estado de São Paulo. A operação ocorreu em Itu, Sorocaba, Campinas, Rio Claro, Cerquilho e Elias Fausto e resultou em apreensões, inutilização de embalagens, autuações e suspensão cautelar de atividade.

A ação foi conduzida pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), da Secretaria de Defesa Agropecuária. Segundo o Mapa, os auditores fiscais federais agropecuários verificaram a documentação dos estabelecimentos, a comprovação da origem dos produtos, as condições das instalações e os processos produtivos adotados pelas empresas.

Em Itu, Campinas e Sorocaba, a equipe apreendeu aproximadamente 30 mil quilos de feijão sem comprovação de origem e com indícios de falhas na rastreabilidade. Parte dos produtos apresentava insetos vivos, em desconformidade com os padrões exigidos para comercialização.

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Nas fiscalizações em Rio Claro, Elias Fausto e Cerquilho, foram inspecionados 139,1 mil quilos de arroz. A operação resultou na apreensão e inutilização de 24 bobinas de embalagens e na apreensão de 6 mil quilos de arroz em um estabelecimento sem registro no Mapa para a atividade de empacotamento.

A fiscalização também identificou que os produtos não passavam pelo processo obrigatório de classificação antes da embalagem, etapa necessária para a identificação da qualidade. Em razão das irregularidades verificadas, uma empresa teve a produção suspensa cautelarmente.

Ao longo da operação, foram coletadas 20 amostras de produtos nacionais e importados nos programas oficiais de fiscalização da identidade e qualidade e de monitoramento de resíduos e contaminantes. As amostras serão submetidas a análises laboratoriais para verificação de conformidade com os padrões previstos na legislação brasileira.

De acordo com o Mapa, a operação integra a fiscalização de produtos vegetais e abrangeu a qualidade, a rastreabilidade e o cumprimento das exigências legais na cadeia de arroz, feijão e outros cereais no estado de São Paulo.

Fonte: gov.br

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Petrobras assina contratos para retomar obras da UFN-III em Três Lagoas

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A Petrobras assina nesta quinta-feira (25), em Três Lagoas (MS), os contratos com as empresas vencedoras das licitações para a finalização das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III). A cerimônia será realizada às 9h, na própria unidade, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e de outras autoridades.

A retomada da UFN-III contará com investimentos de mais de R$ 5 bilhões e apoio do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo a Petrobras, o começo dos trabalhos ocorre ainda neste mês, marcando a retomada de um empreendimento 100% Petrobras.

A previsão apresentada para o projeto é de geração de cerca de 8 mil postos de trabalho diretos e indiretos ao longo das obras. O início das operações da unidade está previsto para 2029.

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A UFN-III é uma unidade voltada ao segmento de fertilizantes nitrogenados, área ligada ao fornecimento de insumos para a produção agropecuária. A assinatura dos contratos formaliza o avanço para a etapa de conclusão das obras da planta instalada em Três Lagoas.

O evento será realizado na Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III, em Mato Grosso do Sul. Para a cobertura jornalística, o credenciamento deve ser feito no sistema da Presidência da República. Profissionais com credencial anual também precisam informar a participação na visita. A retirada das credenciais ocorrerá no dia 25, no local do evento, entre 7h30 e 8h30.

A Petrobras também disponibilizará transporte para profissionais de imprensa credenciados que estejam em Três Lagoas. A saída está prevista para 7h, do Hotel Samba, na Avenida Ranulpho Marques Leal, 2661, no bairro Jardim Angélica.

Com a assinatura dos contratos nesta quinta-feira (25), a Petrobras dá início à retomada das obras da UFN-III em Três Lagoas, com execução prevista para começar ainda em junho e operação programada para 2029.

Fonte: agencia.petrobras.com.br

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Safra paulista 2025/26 avança em milho, café e laranja

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As estimativas de maio para a safra 2025/26 em São Paulo apontam desempenho distinto entre as principais culturas do estado. Milho, café e laranja devem registrar aumento de produção, enquanto soja, trigo, cana-de-açúcar e algodão têm previsão de queda na comparação com o ciclo anterior, segundo levantamento divulgado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA-SP), com dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta).

Entre os destaques de alta, o café tem produção estimada em 5,6 milhões de sacas, ou 334,5 mil toneladas, avanço de 25,2% sobre a safra passada. O resultado combina expansão de 8,1% na área cultivada e aumento de 18,7% na produtividade. A região de Franca responde por 43,4% da colheita estadual.

Na laranja, a projeção é de 272,6 milhões de caixas de 40,8 quilos, equivalentes a 11,1 milhões de toneladas, crescimento de 10,2% frente à safra anterior. O avanço ocorre com ampliação de 12,2% da área em produção, mesmo com recuo de 2,8% na produtividade.

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No milho, o principal impulso vem da primeira safra, com previsão de 2 milhões de toneladas, alta de 37,1%, apoiada no aumento de 21,1% da área plantada e de 13,2% na produtividade. Já o milho safrinha deve recuar 3,3%, para 2,06 milhões de toneladas, em razão da redução da área cultivada.

Entre as culturas em queda, a soja deve somar 4 milhões de toneladas, volume 2,3% menor que o de 2024/25. A retração está associada à redução de 10,6% da área plantada, em um cenário de margens mais apertadas e custos elevados de produção. A produtividade, por outro lado, avançou 9,3%, favorecida por boas condições climáticas e maior adoção de tecnologia.

O trigo tem produção estimada em 320,7 mil toneladas, baixa de 16,5%, apesar da expansão de 72,1% na área plantada. A produtividade foi projetada em 1.614 quilos por hectare, queda de 51,5%. No algodão, a estimativa é de 27 mil toneladas, recuo de 34,1%, com redução de 29,1% na área cultivada e de 7,1% na produtividade. A cana-de-açúcar destinada à indústria deve atingir 386,2 milhões de toneladas, 1,2% abaixo do ciclo anterior, com área em produção 12,7% menor e produtividade 2,2% maior.

O levantamento para maio mostra uma safra 2025/26 marcada por crescimento em café, laranja e milho no estado de São Paulo, enquanto soja, trigo, algodão e cana-de-açúcar apresentam previsão de produção menor na comparação anual.

Fonte: Estadão Conteúdo

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