Sustentabilidade
Na madrugada mais fria do ano no Brasil, temperaturas voltam a ficar negativas no Centro-Sul – Rural Clima – MAIS SOJA

De acordo com o alerta agroclimático da Rural Clima, na madrugada mais fria do ano no Brasil, as temperaturas voltaram a ficar negativas no Centro-Sul, em áreas de Mato Grosso do Sul e de Minas Gerais.
O agrometeorologista Marco Antonio dos Santos salienta que houve geadas em áreas de cana-de-açúcar e de café em São Paulo, de milho, trigo e cana-de-açúcar no Paraná e de café no sul de Minas Gerais.
A madrugada desta quarta-feira foi marcada por temperaturas muito baixas. Em várias localidades as mínimas foram negativas ou muito próximas a zero grau, suscetíveis à ocorrência de geadas.
De acordo com levantamento realizado pela Rural Clima, tomando como base as estações meteorológicas do Inmet, no Rio Grande do Sul, Serafina Corrêa teve mínima de 3,3 graus negativos, São José dos Ausentes (RS), de 2,3 graus negativos, Vacaria, de 3,3 graus negativos, Passo Fundo, de 1 grau negativo e Cruz Alta de 0,6 grau negativo.
Em Santa Catarina, Curitibanos registrou mínima de 3,1 graus negativos, Campos Novos de 3,4 graus negativos, Xanxerê de 0,9 grau e Itajaí, de 2,6 graus.
No Paraná, General Carneiro registrou 7,5 graus negativos, Marechal Cândido Rondon, 0,8 grau, Curitiba 0,3 grau negativo e Colombo, 3 graus negativos.
Em Mato Grosso do Sul, Amambaí registrou mínima de 0,7 grau negativo, Rio Brilhante de 0,1 grau, Iguatemi teve mínima de 0,4 grau, Caarapó de 3,8 graus, Itaporã de 2,9 graus e Dourados de 3,9 graus.
Em Minas Gerais, Monte Verde registrou mínima de 2,7 graus negativos, Passos de 3 graus, Passa Quatro, de 3,7 graus e Varginha, de 4 graus.
Em São Paulo, São Miguel Arcanjo teve mínima de 0,6 grau, Ariranha, de 0,7 grau, Ituverava, de 1,2 grau e Bebedouro, de 1,6 grau.
Para amanhã (26), Santos afirma que o risco de geadas ainda existe em áreas de Santa Catarina e do Leste e dos Campos Gerais do Paraná.
O agrometeorologista afirma que uma frente fria avança amanhã (26) pelo Paraná, Paraguai, Santa Catarina, sul de Mato Grosso do Sul e parte do Rio Grande do Sul, atingindo áreas que foram afetadas por geadas. “Após o estresse hídrico causado pelo frio, a previsão de uma chuva considerável nessas áreas pode prejudicar ainda mais as lavouras pela entrada de micro-organismos”, sinaliza.
No dia 27, deve chover em São Paulo e novas precipitações são esperadas na Região Sul no sábado (28) e domingo (29). “Na segunda-feira (30), chuvas ainda devem atingir áreas de Santa Catarina e do Paraná”, avalia.
No começo de julho, Santos acrescenta que há novas chuvas previstas para o Rio Grande do Sul entre os dias 5 e 9.
Paraguai
De acordo com a meteorologista da Rural Clima, Ludmila Camparotto, o registro de baixas temperaturas no Paraguai, nas duas últimas madrugadas, pode ter provocado geadas em áreas de milho mais tardios e de trigo, embora os danos só possam ser observados dentro de alguns dias.
Ludmila afirma que, após o frio, os próximos dias devem ser marcados por chuvas no norte do Paraguai. Já no final de semana deve haver chuvas em áreas do sul, central e de fronteira com o Paraná e o Mato Grosso do Sul.
A Rural Clima alerta ainda que a segunda quinzena de julho pode ser marcada pelo frio e chuvas no Paraguai.
Fonte: Arno Baasch – Safras News
Sustentabilidade
SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme – MAIS SOJA

Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.
Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.
No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.
No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.
No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.
A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.
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Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.
No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.
Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.
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Sustentabilidade
MILHO/CEPEA: Liquidez segue limitada; preços têm leves ajustes – MAIS SOJA

As negociações seguiram pontuais nas principais regiões de produção e comercialização de milho do Brasil, na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que, enquanto compradores priorizaram a utilização dos estoques negociados antecipadamente e seguiram atentos à colheita da safra verão, vendedores, limitaram a oferta de lotes, preocupados com a irregularidade do clima no período. Neste contexto, segundo pesquisadores do Cepea, os preços registraram leves ajustes, prevalecendo as ofertas e as demandas regionais.
Entre as praças paulistas, leves valorizações foram observadas, sustentadas pela restrição de vendedores. Já no Sul e no Centro-Oeste, as quedas prevaleceram. De acordo com o Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da safra de verão do cereal nos estados do Sul, dos elevados estoques de passagem e também da colheita robusta da soja no Centro-Oeste. Esse contexto faz com que produtores tenham maior interesse e necessidade em negociar o cereal, ainda que em patamares relativamente estáveis.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
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