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19 de outubro de 2026

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Governo de MT investe mais de R$ 600 milhões e acelera obras de três grandes hospitais no interior

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Unidades em Tangará da Serra, Confresa e Juína chegam a até 71% de execução; Estado também prevê novas construções em Pontes e Lacerda e Barra do Garças

As obras dos novos hospitais construídos pelo Governo de Mato Grosso no Araguaia (em Confresa), em Juína e em Tangará da Serra têm avançado e já chegam a até 71% de execução. O projeto arquitetônico de cada unidade possui uma área total de cerca de 18 mil m², entre edificação principal e edificações periféricas.

Os três novos hospitais estaduais contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI, entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimento de média e alta complexidade.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo, as três construções estão previstas para finalizar ainda no primeiro semestre de 2027, de forma simultânea, e, com isso, cobrir os vazios assistenciais de saúde.

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Estão sendo investidos mais de R$ 600 milhões nas obras dos hospitais, para facilitar o acesso da população do interior aos serviços especializados e melhorar a assistência no Estado.

O Hospital Estadual do Médio Norte, em Tangará da Serra, chegou a 71% de andamento, com previsão de investimento de R$ 155 milhões em obras. Já a construção do Hospital Estadual do Araguaia Xingu, em Confresa, atingiu 68% dos R$ 158 milhões previstos de investimentos. A obra do Hospital Estadual do Noroeste Mato-grossense, em Juína, está com 60% de execução e tem custo previsto de R$ 151 milhões. As três unidades de saúde contarão com 10 consultórios médicos, dois consultórios para atendimento a gestantes, quatro salas pré-parto, parto e pós-parto (PPP), seis salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia, colonoscopia e raios X.

Também no interior do Estado, o Governo inaugurou o Hospital Estadual do Alto Tapajós, em Alta Floresta, no final de março. A unidade recebeu investimento de R$ 286 milhões, sendo R$ 186 milhões em obras e R$ 100 milhões em equipamentos e mobiliário.

O hospital conta com 162 leitos, sendo 20 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos, 111 leitos de internação, 24 leitos de observação, além de seis salas cirúrgicas e 10 consultórios médicos para atendimentos ambulatoriais, em uma área construída de 18 mil m².

Em Cuiabá, o Governo de Mato Grosso já entregou o Hospital Central de Alta Complexidade, que atingiu a operação plena em 31 de julho deste ano, com a oferta dos 287 leitos e 12 especialidades cirúrgicas.

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Além disso, o Estado também constrói, em parceria com o Governo Federal, o Hospital Universitário Julio Muller, com investimento na obra superior a R$ 200 milhões. Localizada na MT-040, entre Cuiabá e Santo Antônio do Leverger, a construção está na fase final e já atingiu 95% de execução.

Após a conclusão das obras, a unidade hospitalar será entregue para a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a administração será da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Com oito blocos, 228 leitos de internação e 63 leitos de UTI, o hospital vai ampliar o atendimento público e fortalecer a formação de profissionais de saúde no Estado. A nova unidade vai contar com 12 centros cirúrgicos, 85 consultórios, além de serviços como banco de sangue e exames especializados.

Governo do Estado vai construir mais três hospitais

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) já lançou os editais de licitação para a construção do Hospital Estadual do Sudoeste Mato-grossense, em Pontes e Lacerda, e do Hospital Estadual do Sudeste Mato-grossense, em Barra do Garças. Serão investidos R$ 300 milhões em obras nas duas unidades.

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O hospital em Pontes e Lacerda contará com 213 leitos totais, sendo 114 leitos de internação, 65 leitos intensivos (UTI e UCI), 26 leitos de urgência e emergência e 8 leitos para hospital-dia. Já a unidade em Barra do Garças prevê 227 leitos totais, sendo 120 de internação, 65 leitos intensivos (UTI e UCI), 34 leitos de urgência e emergência e 8 leitos para hospital-dia.

Os dois hospitais serão voltados para atendimentos de média e alta complexidade, incluindo urgência e emergência, trauma, cirurgias especializadas, terapia intensiva, assistência materno-infantil, obstetrícia de alto risco e cuidados neonatais.

Além disso, o Governo de Mato Grosso anunciou em julho a construção do novo Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, que terá o projeto elaborado pela Secretaria.

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Agro Mato Grosso

MT enfrenta alerta logístico para entregar algodão aos compradores internacionais

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Mato Grosso, principal produtor de algodão do Brasil, entra em uma etapa decisiva da safra 2025/26 com um desafio que vai além da colheita: transformar a produção retirada das lavouras em fibra beneficiada, classificada e pronta para exportação dentro dos prazos negociados com compradores internacionais.

Com a colheita brasileira praticamente concluída, o ritmo de beneficiamento passou a preocupar o setor. A demora nessa etapa pode comprometer janelas de embarque, elevar despesas com transporte e armazenagem e abrir espaço para divergências contratuais entre produtores, tradings e clientes no exterior.

O problema está no intervalo entre a retirada do algodão do campo e sua disponibilidade comercial. Antes de seguir para os compradores, a fibra precisa passar pelo beneficiamento e pela classificação, procedimentos necessários para atender às especificações previstas nos contratos.

Beneficiamento é ponto de atenção para a safra de Mato Grosso

Dados divulgados em setembro ajudam a dimensionar o descompasso entre a colheita e o processamento industrial. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até 11 de setembro, 95,6% da área brasileira plantada com algodão já havia sido colhida. Um levantamento da Agroconsult indicava, por sua vez, que até 3 de setembro apenas 35% da pluma havia passado pelo beneficiamento.

Como os indicadores têm datas de referência diferentes, eles não representam uma comparação direta do mesmo dia. Ainda assim, mostram que uma parcela expressiva da produção precisava avançar nas etapas industriais antes de estar pronta para comercialização e embarque.

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Em Mato Grosso, onde se concentra a principal produção nacional, a situação exige coordenação entre propriedades rurais, algodoeiras, transportadoras e estruturas de exportação. O atraso em uma dessas etapas pode repercutir nas demais, principalmente quando os contratos estabelecem períodos específicos para o envio da mercadoria.

Estimativas de produção apresentam diferenças

As projeções para o volume final da safra 2025/26 também variam entre as entidades do setor. Em setembro, a Agroconsult estimou a produção em 4,41 milhões de toneladas de pluma, com possibilidade de variação entre 90 mil e 100 mil toneladas, conforme o rendimento observado no beneficiamento.

Em atualizações posteriores, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) projetou aproximadamente 4,14 milhões de toneladas, enquanto a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) trabalhou com cerca de 4,18 milhões de toneladas.

As diferenças reforçam a importância do processamento industrial para definir o volume efetivamente disponível. O resultado do beneficiamento influencia tanto a quantidade de fibra comercializável quanto o planejamento dos embarques e o cumprimento dos compromissos assumidos com os clientes.

Atrasos podem gerar custos adicionais nos contratos de exportação

O intervalo entre a colheita e a disponibilidade da pluma pode se transformar em uma questão contratual quando o produto não fica pronto dentro do prazo previsto para o embarque. A existência física do algodão na propriedade ou na unidade de processamento não significa que ele esteja classificado e disponível para envio ao exterior.

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Entre os possíveis pontos de conflito estão a necessidade de prorrogar a janela de embarque, as despesas extras de armazenagem, as diferenças de frete e os custos de sobre-estadia de contêineres ou navios.

Uma alternativa utilizada no comércio internacional é o chamado carry-over, que envolve a prorrogação da entrega para outro período, conforme as condições negociadas entre as partes. Essa extensão, porém, não é automática: depende do que foi estabelecido no contrato, inclusive sobre tolerâncias, prazos e distribuição dos custos adicionais.

As cláusulas de força maior também exigem atenção. Um atraso no beneficiamento ou uma dificuldade logística não se enquadra necessariamente nessa condição. A aplicação depende das circunstâncias concretas e das regras previstas no contrato.

Exportações recordes ampliam a pressão sobre a logística

O alerta ocorre após uma temporada de forte desempenho comercial. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o Brasil exportou 3,37 milhões de toneladas de algodão, um crescimento de 19% em relação ao ano comercial anterior. Foi a primeira vez que o país superou 3 milhões de toneladas embarcadas em um único período comercial.

As vendas externas movimentaram US$ 5,3 bilhões, segundo a Abrapa, consolidando o Brasil como o maior exportador mundial da fibra.

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Para Mato Grosso, principal polo produtor do país, o desempenho internacional aumenta a importância de sincronizar a produção agrícola com a capacidade de beneficiamento, o transporte e a disponibilidade de espaço nos portos. Quanto maior o volume negociado, maior a necessidade de planejamento para evitar gargalos entre a lavoura e o destino final.

A Anea já projeta um novo recorde de exportações para a próxima temporada comercial. Em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão, realizada em 15 de setembro, a entidade destacou que o escoamento deverá ocorrer em um ambiente de compradores mais cautelosos e de maior concorrência nos mercados internacionais.

A diversificação das rotas de exportação também entrou nas discussões do setor. O porto de Salvador vem ganhando espaço como alternativa ao Porto de Santos, ampliando as opções para o embarque da produção brasileira.

Contratos da próxima safra entram no radar dos produtores

Enquanto a comercialização da safra 2025/26 avança, produtores e empresas começam a negociar os contratos da temporada 2026/27. As primeiras perspectivas da Conab indicam uma área nacional de aproximadamente 2,09 milhões de hectares destinada ao algodão, com produção estimada em cerca de 4,2 milhões de toneladas de pluma.

A manutenção de volumes elevados torna ainda mais importante alinhar os prazos contratuais à capacidade real de beneficiamento e transporte. Para os agentes da cadeia algodoeira de Mato Grosso, essa etapa de negociação é uma oportunidade para esclarecer quem responde por despesas adicionais e quais procedimentos devem ser adotados diante de atrasos.

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Cláusulas sobre janela de embarque, tolerância de prazo, comunicação de imprevistos e divisão de custos podem reduzir divergências quando a fibra não fica disponível no período originalmente previsto. A definição antecipada dessas condições também ajuda a dar previsibilidade às operações comerciais.

Desafio de Mato Grosso vai além de produzir algodão

O desempenho da cotonicultura mato-grossense está ligado não apenas à produtividade das lavouras, mas também à capacidade de processar e escoar a produção. O beneficiamento é uma etapa essencial para transformar o algodão colhido em pluma com especificações adequadas às exigências do mercado.

Com o Brasil em posição de destaque nas exportações mundiais, atrasos entre a colheita e a preparação da fibra podem repercutir nos custos e na relação com compradores internacionais. Para Mato Grosso, a integração entre produção, unidades de beneficiamento e logística será determinante para cumprir os contratos e sustentar a participação no comércio global.

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Alex Rodrigues vê espaço para reaproximação entre Podemos e Abilio após eleição da Mesa

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Vereador afirma que diálogo deve avançar após o segundo turno e destaca participação do partido nas decisões sobre o futuro de Cuiabá.

O vereador Alex Rodrigues (Podemos) avalia que há espaço para uma reaproximação entre o partido e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), após as divergências na eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal. Em entrevista ao O LIVRE, o parlamentar afirmou que as conversas devem avançar depois do segundo turno presidencial e defendeu que o entendimento tenha como prioridade os interesses da cidade.

Segundo Alex, o presidente estadual do Podemos, Max Russi, já mantém diálogo com o prefeito. O vereador explicou que a bancada integrava a base da gestão, mas que as diferenças em torno da sucessão no Legislativo levaram a maioria dos parlamentares do partido a adotar uma posição de independência.

Na avaliação dele, a escolha do comando da Câmara e a relação com o Executivo precisam ser tratadas separadamente. Apesar das divergências, Alex afirmou que os vereadores podem construir entendimentos em favor do município.

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“Os vereadores ali, cada um tem sua posição, cada um tem sua forma de trabalhar, mas eu acredito que todos querem o bem de Cuiabá”, declarou.

O parlamentar ressaltou que ainda não houve uma conversa mais ampla da bancada sobre os próximos passos. A expectativa é de que, encerrada a eleição presidencial, o partido e a prefeitura possam discutir a relação com mais clareza.

“Acredito que, após o segundo turno, vai ter uma conversa mais franca, uma conversa mais aberta”, afirmou. Sobre uma eventual reaproximação, acrescentou: “Deixando sempre claro: se for bom para a nossa cidade”.

Participação na gestão

Questionado sobre a possibilidade de assumir uma secretaria municipal, Alex disse considerar essa hipótese difícil. Mas que não descartaria a ideia caso fosse chamado.

O vereador, que foi secretário adjunto de Obras na gestão anterior, apontou a Secretaria de Obras e a Limpurb como áreas próximas de sua experiência profissional e política. Segundo ele, o trabalho desenvolvido nas duas frentes permitiu conhecer as demandas e a rotina desses serviços.

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Planos para 2028

Alex também destacou o crescimento do Podemos, que, conforme relatou, passou de dois para seis vereadores em Cuiabá e conquistou seis cadeiras na Assembleia Legislativa nas eleições de 2026. Para ele, essa presença amplia a responsabilidade do partido nas discussões sobre o futuro da capital.

“O Podemos vai participar diretamente da construção em 2028”, afirmou, sem antecipar se a legenda terá candidatura própria à prefeitura.

Após receber 17.013 votos para deputado estadual e terminar a disputa como suplente, Alex disse que o foco será a continuidade do mandato e a busca pela reeleição à Câmara em 2028. Uma nova candidatura à Assembleia poderá ser discutida mais adiante.

“Meu foco agora, cem por cento, é fazer um grande trabalho no restante do meu mandato”, declarou. “Não existe eleição fácil. Mas vou fazer meu trabalho para ser reeleito em 2028.”

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Agro Mato Grosso

Entressafra do algodão exige atenção sanitária enquanto soja avança em MT

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Com a colheita do algodão concluída nas propriedades de Mato Grosso, o setor produtivo concentra esforços nas medidas de proteção sanitária para o período de entressafra. Entre 4 e 10 de outubro, os agricultores intensificaram os trabalhos de manejo pós-colheita e preparação das áreas para o vazio sanitário, conforme relatório do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), ligado à Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), em parceria com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Enquanto as algodoeiras aceleram o processamento final da pluma, nas lavouras o foco está na eliminação dos restos culturais. As medidas incluem a retirada dos rolinhos remanescentes, a destruição completa das soqueiras e o controle de plantas voluntárias, etapas fundamentais para reduzir os riscos fitossanitários entre as safras.

Para conter a proliferação do bicudo-do-algodoeiro durante o período de interrupção do cultivo, as equipes também intensificaram a instalação de armadilhas e tubos mata-bicudo nas bordas dos talhões. As ações buscam eliminar possíveis focos da praga e preservar as condições sanitárias das áreas para os próximos ciclos produtivos.

 

Semeadura da soja alcança um terço da área prevista

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Paralelamente à conclusão dos trabalhos no algodão, o plantio da soja 2026/27 avançou em Mato Grosso. A semeadura alcançou 33,28% da área prevista, com avanço de 23 pontos percentuais em uma semana. Favorecido pela maior regularidade das chuvas, o ritmo está 12 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período da safra passada.

O avanço é puxado pelas regiões Médio-Norte e Oeste. No Noroeste, o plantio nas áreas destinadas à sucessão com o algodão de segunda safra está praticamente concluído. Ainda assim, a distribuição irregular das chuvas exige acompanhamento dos produtores em algumas localidades para garantir condições adequadas ao desenvolvimento das lavouras.

Com a colheita do algodão encerrada, o processamento da fibra na reta final e a semeadura da soja em ritmo acelerado, Mato Grosso avança na transição entre os ciclos agrícolas. O momento exige atenção tanto ao manejo fitossanitário das áreas de algodão quanto às condições de desenvolvimento da nova safra de grãos.

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Agro MT