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Feijão preto ganha do carioca na valorização; oferta segue restrita

Apesar da demanda lenta, os preços do feijão-preto avançam em outubro, enquanto os do carioca seguem com leves baixas. É o que mostra o levantamento mais recente do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), feito na sexta-feira (16).
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Segundo o Cepea, no acumulado do ano, ambas as variedades registram valorização no campo, com destaque para o preto. No varejo, porém, o carioca apresenta a maior alta anual.
De acordo com pesquisadores do Cepea, a perspectiva de recuperação dos estoques nacionais em 2026/27 não elimina a restrição da oferta, já que os volumes projetados permanecem baixos.
No monitoramento do Cepea separado por região, cada saca de 60kg do feijão carioca tipo peneira 12 (e/ou nota acima de 9) variou de R$ 290,18 em Sorriso, no Mato Grosso, até R$ 348,43 em São Paulo – que, apesar de ser o maior preço, também teve a maior queda da categoria, de 0,48% na variação diária.
Já o carioca com notas 8 e 8,5 também está mais barato em Sorriso, por R$ 277,32, e mais caro em São Paulo, por R$ 327,87, mas a maior queda ficou com a região do Centro/Noroeste Goiano, que marcou variação diária de -1,40%.
O feijão preto tipo 1 cresceu mais no Oeste Catarinense, com preços 3,56% maiores do que os registrados no dia anterior. A cotação mais cara é, novamente, a de São Paulo, a R$ 298,75 por saca de 60kg; a mais barata é a da metade sul do Paraná, a R$ 264,97.
*Sob supervisão de Hildeberto Jr.
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Plantio da soja 2026/27 avança para 26% da área no Brasil, diz AgRural

O plantio da safra de soja 2026/27 alcançou 26% da área estimada para o Brasil até quinta-feira (15), informou a AgRural nesta segunda-feira (19). Na semana anterior, o índice era de 15%. No mesmo período do ano passado, os trabalhos atingiam 24% da área.
Segundo a AgRural, o avanço da semeadura foi favorecido por chuvas mais generosas, ainda que irregulares, em Estados que dependiam da melhora da umidade para acelerar os trabalhos. O destaque ficou para Mato Grosso, que passou a liderar o ritmo entre os Estados, e para Goiás.
No Paraná, o cenário foi diferente. De acordo com a consultoria, o excesso de chuva praticamente travou o plantio no Estado. O comportamento do clima, portanto, seguiu influenciando de forma distinta o andamento da safra entre as regiões produtoras.
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No milho verão 2026/27, a área estimada estava 48% semeada no Centro-Sul do Brasil até quinta-feira (15). Uma semana antes, o índice era de 44%. No mesmo intervalo do ano passado, a semeadura alcançava 51%.
A AgRural informou que, no Sul, a reta final do plantio do milho verão avança com lentidão por causa do excesso de chuva. As precipitações também dificultam os tratos culturais e danificam parte das lavouras.
Os dados da AgRural mostram avanço do plantio da soja no país, com recuperação em áreas beneficiadas por chuvas, enquanto o milho verão no Centro-Sul segue em semeadura e enfrenta lentidão no Sul por causa do excesso de precipitação.
Fonte: Estadão Conteúdo
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produção elevada pressiona a diminuir estoques

Os preços do milho continuam em baixa no mercado nacional e, segundo o Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), isso se deve à oferta estar maior que a demanda. O levantamento feito na última sexta-feira (16) marca uma queda de 5,56% em relação ao mesmo período do mês passado, com uma média de R$ 64,85 por cada saca de 60kg.
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De acordo com o Cepea, apesar do volume elevado de chuvas em partes das regiões produtoras brasileiras, a semeadura da safra verão avança de forma satisfatória, o que pode levar as atividades da segunda safra a serem realizadas na janela considerada ideal.
Neste contexto, conforme aponta o Cepea, compradores domésticos mantêm a postura retraída, demonstrando baixo interesse nas negociações no spot ou reduzindo os valores ofertados.
Do lado vendedor, uma boa parcela desses agentes se mostra flexível nas negociações, pois há preocupação com as recentes baixas e com o espaço nos armazéns, que podem ficar cheios para a entrada da safra verão, no início de 2027 – o estoque de passagem de milho é elevado, e as expectativas de produção da soja também são otimistas.
As novas estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevêem aumento da produção brasileira para a temporada 2026/27, o que também reforça esse cenário, apesar das preocupações com os possíveis impactos do El Niño nos próximos meses.
Pesquisadores do Cepea destacam que, nos próximos meses, as condições climáticas devem seguir no radar de agentes, pois o volume elevado das chuvas e/ou as altas temperaturas típicas do final do ano podem atrapalhar o desenvolvimento das lavouras, reduzindo as estimativas que até então apontam produção recorde.
*Sob supervisão de Hildeberto Jr.
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Geada pode atingir 20 municípios em três estados

A previsão da Climatempo indica risco de geada em 20 municípios do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina entre segunda-feira (19) e terça-feira (20). Para a segunda-feira (19), são esperadas temperaturas mínimas de 2 °C a 4 °C em cidades dos três estados.
No Paraná, Guarapuava (PR) deve registrar temperatura mínima de 4 °C na segunda-feira (19). Para Pinhão (PR) e Prudentópolis (PR), a previsão indica mínima de 3 °C no mesmo dia.
No Rio Grande do Sul, as temperaturas mínimas previstas são de 4 °C em Muitos Capões (RS), Não-Me-Toque (RS) e Vacaria (RS), também na segunda-feira (19).
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Em Santa Catarina, Curitibanos (SC) e Fraiburgo (SC) devem ter mínimas de 3 °C na segunda-feira (19). Água Doce (SC), Canoinhas (SC) e Campos Novos (SC) têm previsão de mínimas de 4 °C para essa data.
A geada está associada a risco de dano a lavouras sensíveis ao frio e de perda de qualidade em pastagens.
Em Caçador (SC), a temperatura mínima prevista para segunda-feira (19) é de 2 °C.
Fonte: Climatempo Advisor API
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