Sustentabilidade
Semeadura do arroz atinge 15,5% no RS com ritmo adiantado, mas chuvas e frio paralisam trabalhos – MAIS SOJA

Arroz/RS: 15,5% semeado. No RS, a semeadura está adiantada em razão de previsões climáticas. A operação foi interrompida devido aos altos volumes de chuvas nas áreas produtoras. Na região da Fronteira Oeste, o plantio já ultrapassa 30% da área prevista e não ocorreu a emergência das plantas devido à baixa temperatura registrada nas áreas.
Em SC, a implantação da cultura encontra-se em andamento, com aproximadamente um terço da área já semeada e as lavouras já estabelecidas apresentam germinação e emergência satisfatórias. Em GO, as operações em campo encontram-se focadas no preparo do solo, alinhamento de taipas e manutenção da infraestrutura de canais.
No MA, o plantio do arroz irrigado, que corresponde a cerca de 7% da área total, está quase finalizado e a colheita está ocorrendo apenas nas áreas em Grajaú. No PR, as áreas semeadas encontram-se em boas condições e o plantio está em mais de 60%.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Semeadura do milho 1ª safra atinge 29,1% no Brasil após chuvas e retoma ritmo no Sul – MAIS SOJA

Milho 1ª Safra/ Safra 2026/27 – 29,1% semeado. No RS, houve redução no avanço da semeadura em razão das chuvas do início da semana. Com o retorno do tempo seco, as operações foram retomadas, assim como o manejo do solo. Todas as regiões já iniciaram a semeadura.
Em SC, o plantio avança, mais adiantado no Extremo Oeste e no Oeste, onde as lavouras estão em emergência e desenvolvimento vegetativo inicial, em bom estado. No Meio-Oeste, a implantação progride com o tempo firme, embora a umidade do solo cause alguma lentidão. Nos Planaltos e na Serra, o plantio é mais escalonado, conforme as condições térmicas.
No Litoral Sul, já há áreas implantadas e, no Litoral Norte, a cultura é mais localizada. A atenção fitossanitária inicial recai sobre a cigarrinha-domilho, os percevejos e a lagarta-docartucho. No PR, a maioria das lavouras implantadas apresenta bom desenvolvimento. A semeadura avança à medida que o tempo permite a entrada do maquinário.
Em GO, a semeadura iniciou de forma incipiente em áreas irrigadas do Leste, sem representatividade no total do estado.
Fonte: Conab
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Sustentabilidade
Semeadura da soja atinge 3,9% no Brasil com chuva trazendo segurança em MT e tempo firme no PR – MAIS SOJA

Soja/BR: 3,9% semeado. Em MT, o incremento das chuvas ao longo da semana aumentou o armazenamento hídrico do solo, dando segurança para o avanço da semeadura em novas áreas de sequeiro, com intensificação sobretudo nas macrorregiões Médio-Norte, Oeste e Sudeste.
Em MS, a semeadura ainda é incipiente. As chuvas foram gerais e boas. As regiões Sul e fronteira seguem mais adiantadas, enquanto as demais plantaram apenas de forma pontual e em áreas de pivô central.
Em GO, com a antecipação do fim do vazio sanitário para 20 de setembro, alguns produtores iniciaram o plantio de forma pontual nas regiões Oeste, Sudoeste e Leste, principalmente, sob irrigação. As temperaturas elevadas seguem como ponto de atenção. No PR, os produtores aproveitam o tempo firme para avançar. As áreas já semeadas apresentam bom desenvolvimento.
Em SC, a semeadura tem início pontual em algumas regiões, aproveitando as janelas de tempo firme no Extremo Oeste, no Oeste e no Meio-Oeste. No RS, a semeadura está autorizada e teve início de forma bastante pontual, enquanto seguem as operações de manejo das plantas de cobertura.
Previsão Agrometeorológica (28/09/2026 a 05/10/2026)
N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer na região central e no Oeste do AM, com valores que podem superar os 150 mm. No Leste de RO, os acumulados podem chegar a 100 mm. Nas demais áreas da região Norte, não se descartam chuvas isoladas, porém sem acumulados expressivos. Na região Nordeste, a previsão indica acumulados não significativos. Chuvas fracas e isoladas devem se concentrar na faixa litorânea e no MA. No interior da região, o tempo deve permanecer estável. A maturação e a colheita dos cultivos de terceira safra continuarão sendo favorecidos pelo clima seco e quente. Contudo, as lavouras de milho ainda em enchimento de grãos no Sealba permanecerão sob restrição hídrica.
CO: Os acumulados mais expressivos devem ocorrer no Sul de MS,com valores que pontualmente podem chegar a 80 mm. Há indicação de chuvas isoladas em grande parte da região, com acumulados que podem chegar aos 20 mm. No Oeste de MT, Noroeste de MS e Leste de GO, a previsão indica chuva fraca, que não deve ultrapassar 10 mm. Pode haver restrição hídrica à soja já semeada em algumas áreas de MT, devido às altas temperaturas e poucas chuvas previstas.
SE: A semana inicia com instabilidades na maior parte da região. Os maiores acumulados são previstos para SP, MG e ES, especialmente, na porção sul desses estados, além da região do Vale do Rio Doce, em MG, onde os valores pontualmente podem ultrapassar 100 mm. Nas demais áreas da região, não se descartam chuvas isoladas, com acumulados menos expressivos. No norte de MG, a chuva deve ser fraca e isolada. Pode haver restrição por excesso de chuva ao feijão primeira safra e ao trigo em SP.
S: A semana começa com forte instabilidade. O RS deve ser o estado com maior acumulado de chuva, podendo chegar a 200 mm na porção central do estado. No Sul de SC, no Oeste do PR e na faixa desde o Sudoeste até o Nordeste do RS, os acumulados podem chegar a 150 mm. Nas outras áreas desses estados, os acumulados previstos são de 100 mm. A região com menor acumulado de chuva, de 40 mm, é a parte do Sudeste do RS. O excesso de chuvas pode restringir o desenvolvimento do trigo em praticamente todo o território dos três estados. No entanto, contribuirá para a manutenção da umidade no solo.
Fonte: Conab
Autor:Conab
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Sustentabilidade
TRIGO/CEPEA: Atenção do mercado se volta à expectativa de menor – MAIS SOJA

Agentes estão preocupados com a possível menor oferta de trigo de boa qualidade, já que isso pode aumentar a dependência do Brasil das compras externas, além de elevar as cotações domésticas.
Segundo pesquisadores do Cepea, a baixa disponibilidade continua atrelada às incertezas sobre os resultados da safra de 2026, diante das condições observadas em campo – o clima desfavorável vem reduzindo a qualidade, o que pode diminuir também a produtividade.
De acordo com o Centro de Pesquisas, esse cenário, aliado à valorização do cereal no mercado externo, tem sustentado os preços domésticos.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
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