Sustentabilidade
Semeadura da soja atinge 3,9% no Brasil com chuva trazendo segurança em MT e tempo firme no PR – MAIS SOJA

Soja/BR: 3,9% semeado. Em MT, o incremento das chuvas ao longo da semana aumentou o armazenamento hídrico do solo, dando segurança para o avanço da semeadura em novas áreas de sequeiro, com intensificação sobretudo nas macrorregiões Médio-Norte, Oeste e Sudeste.
Em MS, a semeadura ainda é incipiente. As chuvas foram gerais e boas. As regiões Sul e fronteira seguem mais adiantadas, enquanto as demais plantaram apenas de forma pontual e em áreas de pivô central.
Em GO, com a antecipação do fim do vazio sanitário para 20 de setembro, alguns produtores iniciaram o plantio de forma pontual nas regiões Oeste, Sudoeste e Leste, principalmente, sob irrigação. As temperaturas elevadas seguem como ponto de atenção. No PR, os produtores aproveitam o tempo firme para avançar. As áreas já semeadas apresentam bom desenvolvimento.
Em SC, a semeadura tem início pontual em algumas regiões, aproveitando as janelas de tempo firme no Extremo Oeste, no Oeste e no Meio-Oeste. No RS, a semeadura está autorizada e teve início de forma bastante pontual, enquanto seguem as operações de manejo das plantas de cobertura.
Previsão Agrometeorológica (28/09/2026 a 05/10/2026)
N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer na região central e no Oeste do AM, com valores que podem superar os 150 mm. No Leste de RO, os acumulados podem chegar a 100 mm. Nas demais áreas da região Norte, não se descartam chuvas isoladas, porém sem acumulados expressivos. Na região Nordeste, a previsão indica acumulados não significativos. Chuvas fracas e isoladas devem se concentrar na faixa litorânea e no MA. No interior da região, o tempo deve permanecer estável. A maturação e a colheita dos cultivos de terceira safra continuarão sendo favorecidos pelo clima seco e quente. Contudo, as lavouras de milho ainda em enchimento de grãos no Sealba permanecerão sob restrição hídrica.
CO: Os acumulados mais expressivos devem ocorrer no Sul de MS,com valores que pontualmente podem chegar a 80 mm. Há indicação de chuvas isoladas em grande parte da região, com acumulados que podem chegar aos 20 mm. No Oeste de MT, Noroeste de MS e Leste de GO, a previsão indica chuva fraca, que não deve ultrapassar 10 mm. Pode haver restrição hídrica à soja já semeada em algumas áreas de MT, devido às altas temperaturas e poucas chuvas previstas.
SE: A semana inicia com instabilidades na maior parte da região. Os maiores acumulados são previstos para SP, MG e ES, especialmente, na porção sul desses estados, além da região do Vale do Rio Doce, em MG, onde os valores pontualmente podem ultrapassar 100 mm. Nas demais áreas da região, não se descartam chuvas isoladas, com acumulados menos expressivos. No norte de MG, a chuva deve ser fraca e isolada. Pode haver restrição por excesso de chuva ao feijão primeira safra e ao trigo em SP.
S: A semana começa com forte instabilidade. O RS deve ser o estado com maior acumulado de chuva, podendo chegar a 200 mm na porção central do estado. No Sul de SC, no Oeste do PR e na faixa desde o Sudoeste até o Nordeste do RS, os acumulados podem chegar a 150 mm. Nas outras áreas desses estados, os acumulados previstos são de 100 mm. A região com menor acumulado de chuva, de 40 mm, é a parte do Sudeste do RS. O excesso de chuvas pode restringir o desenvolvimento do trigo em praticamente todo o território dos três estados. No entanto, contribuirá para a manutenção da umidade no solo.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
TRIGO/CEPEA: Atenção do mercado se volta à expectativa de menor – MAIS SOJA

Agentes estão preocupados com a possível menor oferta de trigo de boa qualidade, já que isso pode aumentar a dependência do Brasil das compras externas, além de elevar as cotações domésticas.
Segundo pesquisadores do Cepea, a baixa disponibilidade continua atrelada às incertezas sobre os resultados da safra de 2026, diante das condições observadas em campo – o clima desfavorável vem reduzindo a qualidade, o que pode diminuir também a produtividade.
De acordo com o Centro de Pesquisas, esse cenário, aliado à valorização do cereal no mercado externo, tem sustentado os preços domésticos.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Plantio da safra de verão 2026/27 de milho no Centro-Sul do Brasil atinge 35,5% – MAIS SOJA

O plantio de milho da safra de verão 2026/27 no Centro-Sul do Brasil atingia 35,5% da área estimada de 3,561 milhões de hectares até sexta-feira (25), segundo levantamento de Safras & Mercado.
O cultivo de milho chegou a 67,9% da área prevista de 940 mil hectares no Rio Grande do Sul, a 50,1% dos 597 mil hectares estimados em Santa Catarina e a 50,2% dos 537 mil hectares projetados no Paraná. A semeadura atinge 6,5% da área prevista de 293 mil hectares em São Paulo e a 4,7% dos 847 mil hectares projetados em Minas Gerais. Nos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás/Distrito Federal e Mato Grosso o plantio ainda não teve início.
No mesmo período do ano passado, o plantio estava concluído em 36,8% da área estimada de 3,608 milhões de hectares. Já a média de plantio dos últimos cinco anos é de 33,1% no período.
Fonte: Agência Safras
Autor:Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Rural Clima prevê chuvas em praticamente todo o Brasil nesta semana, mas alerta para irregularidadeAs chuvas devem avançar por praticamente todo o Brasil nesta semana, com a atuação de uma frente fria que ganha força sobre o Sul e posteriormente alcança as regiões centrais. Segundo o agrometeorologista Marco Antonio dos Santos, da Rural Clima, o cenário será marcado por precipitações mais frequentes, mas ainda com irregularidade no Cerrado e temperaturas extremamente elevadas entre os períodos chuvosos. O Rio Grande do Sul segue registrando volumes elevados, com chuvas também em Santa Catarina. Para esta segunda-feira (28) e terça-feira (29), há possibilidade de temporais no estado gaúcho. A partir de terça, as instabilidades avançam para Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Paraguai, além de provocar pancadas isoladas em Mato Grosso. Na quarta-feira (30), a frente fria deve alcançar áreas mais centrais, incluindo Mato Grosso do Sul, enquanto na quinta-feira (1º) as instabilidades avançam ainda mais sobre o Centro do país. Segundo Santos, as chuvas previstas para o Cerrado ainda serão irregulares, embora possam ocorrer na forma de temporais. “Tanto essa semana quanto as próximas serão marcadas por chuvas mais regulares e frequentes”, afirmou. O agrometeorologista, no entanto, alerta que o El Niño pode fazer com que, em determinados períodos, as chuvas fiquem mais concentradas no Sul. Ainda assim, ele não prevê ausência prolongada de precipitações nas demais regiões. “Não haverá uma ausência total de chuvas por mais de 10, 15 dias”, explicou. Segundo Santos, podem ocorrer intervalos de aproximadamente uma semana entre episódios de chuva mais significativos, com pancadas isoladas nesse período. Outro ponto de atenção são as temperaturas. Entre uma frente fria e outra, o calor deve voltar com intensidade, com previsão de temperaturas extremamente elevadas em grande parte do país. No Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná, as temperaturas tendem a ficar mais baixas devido à passagem das frentes frias. Santos recomenda atenção aos produtores que já iniciaram o plantio da soja e também aos cultivos de café e cana-de-açúcar. O agrometeorologista também afirmou que os modelos europeu e americano apresentam sinal semelhante para as próximas semanas, com possibilidade de períodos de menor ocorrência de chuvas. – MAIS SOJA

As chuvas devem avançar por praticamente todo o Brasil nesta semana, com a atuação de uma frente fria que ganha força sobre o Sul e posteriormente alcança as regiões centrais. Segundo o agrometeorologista Marco Antonio dos Santos, da Rural Clima, o cenário será marcado por precipitações mais frequentes, mas ainda com irregularidade no Cerrado e temperaturas extremamente elevadas entre os períodos chuvosos.
O Rio Grande do Sul segue registrando volumes elevados, com chuvas também em Santa Catarina. Para esta segunda-feira (28) e terça-feira (29), há possibilidade de temporais no estado gaúcho. A partir de terça, as instabilidades avançam para Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Paraguai, além de provocar pancadas isoladas em Mato Grosso.
Na quarta-feira (30), a frente fria deve alcançar áreas mais centrais, incluindo Mato Grosso do Sul, enquanto na quinta-feira (1º) as instabilidades avançam ainda mais sobre o Centro do país.
Segundo Santos, as chuvas previstas para o Cerrado ainda serão irregulares, embora possam ocorrer na forma de temporais. “Tanto essa semana quanto as próximas serão marcadas por chuvas mais regulares e frequentes”, afirmou.
O agrometeorologista, no entanto, alerta que o El Niño pode fazer com que, em determinados períodos, as chuvas fiquem mais concentradas no Sul. Ainda assim, ele não prevê ausência prolongada de precipitações nas demais regiões.
“Não haverá uma ausência total de chuvas por mais de 10, 15 dias”, explicou. Segundo Santos, podem ocorrer intervalos de aproximadamente uma semana entre episódios de chuva mais significativos, com pancadas isoladas nesse período.
Outro ponto de atenção são as temperaturas. Entre uma frente fria e outra, o calor deve voltar com intensidade, com previsão de temperaturas extremamente elevadas em grande parte do país. No Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná, as temperaturas tendem a ficar mais baixas devido à passagem das frentes frias.
Santos recomenda atenção aos produtores que já iniciaram o plantio da soja e também aos cultivos de café e cana-de-açúcar.
O agrometeorologista também afirmou que os modelos europeu e americano apresentam sinal semelhante para as próximas semanas, com possibilidade de períodos de menor ocorrência de chuvas.
Fonte: Agência Safras
Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News
Site: Agência Safras
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