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30 de outubro de 2026

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Operação Lei Seca prende seis motoristas embriagados e guincha 49 veículos em Cuiabá

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Fiscalização na Avenida Carmindo de Campos abordou 135 condutores. Um dos presos teve a situação agravada por desobediência aos policiais

A Operação Lei Seca, realizada na madrugada desta sexta-feira (11.9), em Cuiabá, terminou com seis presos por embriaguez ao volante, 49 veículos removidos e 58 motoristas autuados. A fiscalização ocorreu na Avenida Carmindo de Campos, no bairro Grande Terceiro.

Entre os seis presos, um também foi autuado por dirigir sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), enquanto outro teve a prisão agravada por desobediência.

Durante a ação integrada, foram abordados 135 veículos e realizados 135 testes de alcoolemia. Ao todo, 102 Autos de Infração de Trânsito (AITs) foram confeccionados.

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Do total de infrações, 23 foram aplicadas a condutores que dirigiam veículos sem registro ou não licenciados, 19 por condução sob efeito de álcool, 17 por dirigir sem CNH e 13 por recusa ao teste do bafômetro. Outras 30 infrações também foram registradas por diferentes irregularidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Dos 49 veículos removidos para o pátio, 35 eram carros e 14 motocicletas.

A fiscalização contou com a atuação integrada de equipes do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/SESP), Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Corpo de Bombeiros Militar e Sistema Socioeducativo.

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Garimpo ilegal é fechado em distrito de Nossa Senhora do Livramento I MT

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Um garimpo ilegal foi fechado pela Polícia Militar nesta quinta-feira (29), no distrito de Ribeirão dos Cocais, em Nossa Senhora do Livramento, a 40 km de Cuiabá.

Segundo a polícia, a equipe encontrou a atividade em funcionamento dentro de uma Área de Preservação Permanente (APP), com sinais de retirada de vegetação nativa, escavações, movimentação de solo e degradação ambiental.

Com a chegada dos policiais, várias pessoas que trabalhavam no local fugiram e não foram encontradas. Um operador de escavadeira hidráulica foi abordado e encaminhado ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISC) do Parque do Lago, em Várzea Grande.

Durante a fiscalização, os policiais também encontraram outros seis equipamentos usados na atividade. O operador não soube informar quem era o responsável pela exploração mineral e não apresentou licenças ambientais ou autorizações para o funcionamento do garimpo.

Segundo a PM, foram identificados indícios de crimes ambientais relacionados à intervenção em área de preservação permanente, à extração mineral sem autorização e ao funcionamento de atividade potencialmente poluidora sem licença ambiental.

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Dois motores estacionários foram inutilizados no local, pois não havia condições de removê-los imediatamente. Já a escavadeira hidráulica foi apreendida e levada ao pátio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT).

A fiscalização também resultou na aplicação de uma multa administrativa de R$ 18 mil. Foram registrados autos de inspeção, apreensão, destruição e infração, além de um boletim de ocorrência.

A atividade foi paralisada, e a área poderá ser submetida a medidas administrativas de embargo, conforme a legislação ambiental.

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Foragido de megaoperação contra ‘banco paralelo’ de facção é preso com armas em Primavera do Leste

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Suspeito de 23 anos foi localizado pela Derf no bairro Buritis Universitário; revólver, arma artesanal e 18 munições foram apreendidos

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em Primavera do Leste, na manhã desta quinta-feira (29.10), um homem de 23 anos, foragido da Justiça e investigado como integrante de uma facção criminosa alvo de megaoperação deflagrada no município.

Além de cumprir o mandado de prisão preventiva, o homem foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido. Com ele, os policiais apreenderam duas armas de fogo e 18 munições.

A operação, realizada em 14 de janeiro de 2026, teve como alvo uma facção criminosa investigada por movimentar recursos provenientes do tráfico de drogas por meio de um esquema financeiro clandestino, conhecido como “banco paralelo”.

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A ação mobilizou as forças policiais para o cumprimento de centenas de ordens judiciais. Ao todo, foram cumpridos 225 mandados de prisão, 225 de busca e apreensão domiciliar e 21 medidas de bloqueio e indisponibilidade de valores.

O suspeito foi localizado no bairro Buritis Universitário por policiais civis da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste, após investigações para apurar seu paradeiro.

Flagrante

Durante a ação, os policiais visualizaram diversas munições de calibres .38 e .22 no interior da residência. Questionado sobre a existência de armas de fogo, o investigado indicou o local onde guardava o armamento.

Em uma bolsa guardada sobre o armário, foram encontrados um revólver Taurus calibre .38 municiado e uma arma de fogo artesanal calibre .22, também carregada. Ao todo, foram apreendidas duas armas de fogo e 18 munições, entre intactas e deflagradas.

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Diante dos fatos, o investigado foi conduzido à Central de Flagrantes de Primavera do Leste para os procedimentos legais relativos à posse ilegal de arma de fogo. No local, ele foi interrogado e autuado em flagrante.

Conforme o delegado da Derf de Primavera do Leste, Rodolpho Bandeira, a prisão representa mais um desdobramento das investigações de combate ao crime organizado no município.

“Esse trabalho reforça a atuação da Polícia Civil na localização de foragidos da Justiça, no cumprimento de decisões judiciais e na retirada de armamentos irregulares de circulação”, destacou o delegado.a

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PF diz que 21 pessoas participaram de esquema de R$ 75,8 milhões no TCE-MT

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Todos estão nomeados em postos de comando ou controle financeiro e de pessoas, com participação de cinco conselheiros de Contas

A Polícia Federal identificou 21 pessoas articuladas no suposto esquema de desvio e lavagem de dinheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). Eles estavam em cargos de comando e teriam usado seus postos para controlar as ações do grupo. 

O caso é investigado na Operação Tomada de Contas deflagrada nessa quinta-feira (29). O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, é apontado como o principal ponto do esquema, com a coordenação de operadores financeiros. 

A quantia movimentada e identificada, entre janeiro e outubro de 2025, chega a R$ 75,8 milhões. Além de Sérgio Ricardo, outros quatro conselheiros participariam do esquema – Alisson Alencar, José Carlos Novelli, Guilherme Maluf e conselheiro aposentado Valter Albano, que não compõe o pleno do tribunal, mas é membro da Comissão de Fiscalização. 

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A Polícia Federal aponta que das 21 pessoas investigadas, cinco eram conselheiros e 16 estavam em postos de comando. Grhegory Paiva Pires Moreira Maia é o consultor jurídico geral cedido pela Assembleia Legislativa ao TCE. Ele teria recebido R$ 32 milhões no esquema. 

Gustavo Fernandes da Silva, assistente jurídico, subordinado a Grhegory Paiva, teria recebido R$ 15,8 milhões. Felipe José Glinke é assessor jurídico da presidência do TCE, e sua parte no esquema teria sido de R$ 9,9 milhões. 

Roseli Loss, secretária executiva, é apontada como função principal na movimentação financeira, com saque de dinheiro de supostas propinas, e é apontada como pessoa de confiança do presidente Sérgio Ricardo. Ela é seria a procuradora bancária de Sérgio Ricardo e sacava dinheiro, em quantias de R$ 200 mil, desde 2024. 

Adriangelo Barros Antunes, assessor do presidente, seria o responsável pelo transporte do dinheiro sacado. Ele teria recebido R$ 2,2 milhões por participação no suposto esquema. 

Maurício Marques Junior, secretário executivo do orçamento do TCE-MT teria participação no fluxo do dinheiro investigado. Ele seria um dos responsáveis por apontar para o dinheiro do esquema ia e por onde voltava. O valor que entrou em sua própria conta teria sido de R$ 1,7 milhão. 

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Edson Luiz Ribeiro de Oliveira é coordenador de execução orçamentária, responsável por emitir ordens bancárias. Ele citado como o destinatário de R$ 2,1 milhões. O auditor público externo Carlos Alexandre Pereira teria recebido R$ 958 mil.  

Eneias Viegas da Silva, técnico de controle público externo e secretário executivo de gestão de pessoas, teria recebido R$ 2,8 milhões. Adjair Roque de Arruda, secretário executivo de planejamento, recebeu nas contas R$ 1,5 milhão. Carlos Felipe de Oliveira Almeida, assistente técnico financeiro, teria recebido R$ 673 mil.

Gabinetes de conselheiros 

A Polícia Federal cita funcionários públicos responsáveis pelas comissões presididas por conselheiros investigados na operação que também teriam participado do esquema. Olavo Lage Filho, secretário executivo de comissão comandada por José Carlos Novelli, teria recebido R$ 888 mil. 

Além dele, Jocimauro Bento do Carmo, técnico de controle externo da mesma comissão permanente, teria recebido R$ 3 milhões. VItor Turri Romano fora chefe de gabinete da comissão de Novelli, e teria recebido R$ 1 milhão. 

Márcio Antônio Silvério é assessor técnico jurídico e casado com uma prima de José Novelli. Segundo a PF, ele teria recebido parcelas fixas de R$ 11 mil e que mais tarde começou a variar entre R$ 100 mil e R$ 120 mil. 

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A investigação também cita Carlos Romeu Rodrigues Medeiros como participantes do suposto esquema. Ele primeiro foi consultor técnico jurídico no gabinete do então conselheiro Valter Albano e depois no de Alisson Alencar. A quantia que teria sido repassada a ele, no esquema, seria de R$ 2,3 milhões. 

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