Connect with us
29 de outubro de 2026

Featured

Gefron descobre carga de ‘supermaconha’ no tanque de combustível de Ford Ka e prende motorista

Published

on


Suspeito receberia apenas R$ 1 mil para trazer a droga da Bolívia. Entorpecente apreendido em Porto Esperidião foi avaliado em mais de R$ 250 mil

O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu 40 tabletes de maconha do tipo Gold Colombiana em um carro, na manhã desta sexta-feira (11.9), em Porto Esperidião (320 km de Cuiabá). A droga está avaliada em R$ 252 mil.

A apreensão ocorreu após a abordagem de um Ford Ka. Durante a verificação, o motorista demonstrou nervosismo, o que levou os policiais a realizarem uma busca no veículo. Os 40 tabletes de maconha foram encontrados escondidos no tanque de combustível.

Questionado pelos policiais, o condutor afirmou que havia buscado a droga na Bolívia e que receberia R$ 1 mil para fazer a entrega em Porto Esperidião.

Advertisement

Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Polícia Federal para as devidas providências.

Continue Reading
Advertisement

Featured

PF investiga movimentação de R$ 33 milhões entre TCE-MT e agências de publicidade

Published

on


Esquema, que teria facilitado desvio de dinheiro público, é suspeito de ter começado em 2025, com paralisação de pagamentos a fornecedores de serviços

A Polícia Federal (PF) investiga um esquema milionário com indícios de desvio de dinheiro público no Tribunal de Contas do Estado (TCE). O grupo classificado como organização criminosa teria movimentado ao menos R$ 33 milhões em apenas um ano. A informação é da GloboNews. 

Essa é a suspeita que levou o ministro Og Fernandes a autorizar a Operação Tomada de Contas nesta quinta-feira (29) que atingiu a cúpula do TCE-MT, com o presidente, conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, preso, e outros três membros afastados – Guilherme Maluf, Alisson Alencar e Valter Albano, conselheiro aposentado membro da Comissão de Fiscalização. 

Os investigados suspenderiam contratos regulares com fornecedores para priorizar o pagamento a agências de publicidade. A suposta manobra facilitaria o desvio de dinheiro público. O esquema teria começado em 2025. 

Advertisement

Os responsáveis pela execução orçamentária do TCE-MT teriam suspendido o pagamento a empresas de segurança e limpeza, por exemplo, para priorizar o pagamento a agências de publicidade.  

A suspeita é que os R$ 33 milhões investigados possam estar ligados a esse mecanismo. A Operação Tomada de Contas foi deflagrada para coletar documentos que sustentem a linha investigativa. A Polícia Federal identificou movimentações de saques, que chegariam R$ 500 mil. Um dos beneficiados teria sido o presidente Sérgio Ricardo. 

Além dos conselheiros, são alvos da operação o consultor jurídico geral do TCE, Ghegory Paiva Pires Moreira Maia; a secretária-executiva Roseli Alves; e os outros servidores Felipe José Glinke e Gustavo Fernandes da Silva. 

Advertisement
Continue Reading

Featured

Com três membros atingidos por operação, Waldir Teis deve assumir comando do TCE-MT

Published

on


Conselheiro ocupa a função de vice-presidente e pode passar para o comando em decorrência de suspeita sobre o trabalho de três colegas de pleno

O vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Waldir Teis, deve assumir o comando do tribunal após a prisão do presidente, conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida. 

O TCE teve três membros do pleno atingido pela Operação Tomada de Contas deflagrada nesta quinta-feira (29) pela Polícia Federal. Além de Sérgio Ricardo, o ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mandou afastar Guilherme Maluf e Alisson Alencar. 

A decisão também atinge o conselheiro aposentado Valter Albano, que é membro da Comissão de Fiscalização. 

Advertisement

A Polícia Federal apura indícios de irregularidades na gestão de contratos administrativos e no pagamento de servidores públicos. Além dos conselheiros, são alvos Ghregory Paiva Pires Moreira Maia, consultor jurídico geral do TCE; Roseli Loss, secretária-executiva; Felipe José Glinke, Adriangelo Barros Antunes, e Gustavo Fernandes da Silva. 

A autorização da operação foi dada pelo ministro Og Fernandes. A investigação preliminar aponta para suposta manobra na suspensão de contratos administrativos para pressionar servidores do TCE-MT. Há suspeita também de favorecimento na liberação de dinheiro público. 

Continue Reading

Agro Mato Grosso

Justiça Federal inicia desocupação forçada da Terra Indígena Urubu Branco em MT

Published

on

A Justiça Federal determinou o início da desocupação da Terra Indígena Urubu Branco, localizada no nordeste de Mato Grosso, a partir desta quarta-feira (28). A operação prevê a retirada de ocupantes não indígenas que estão na área e poderá contar com o apoio de forças policiais, além da remoção de estruturas que impeçam o cumprimento da ordem judicial.

A decisão foi assinada pela juíza federal Danila Gonçalves de Almeida, da Vara Federal Cível e Criminal de Barra do Garças, no dia 22 de outubro. Segundo o despacho, o prazo concedido para a desocupação voluntária terminou e não havia nova decisão judicial suspendendo a medida.

De acordo com o planejamento apresentado à Justiça, a previsão é de participação de 40 integrantes da Força Nacional e cerca de 10 agentes da Polícia Federal, além de equipes de outros órgãos de segurança.

A decisão autoriza o uso de força policial em caso de resistência, assim como o arrombamento de portões e cadeados, quando necessário. Também permite a remoção e, em último caso, a demolição de cercas, construções e outras estruturas que impeçam a desocupação. Essas medidas devem ser avaliadas conforme a necessidade e a proporcionalidade.

Os ocupantes deverão retirar móveis, utensílios e pertences pessoais durante a operação. Caso isso não seja possível, os bens deverão ser identificados e, quando necessário, encaminhados para guarda provisória. A decisão também prevê procedimentos para a retirada de animais encontrados na área.

Advertisement

A Prefeitura de Confresa foi acionada para disponibilizar caminhão e equipe de apoio para o transporte dos pertences dos ocupantes.

A ordem de desocupação deverá respeitar eventuais decisões judiciais individuais que autorizem pessoas específicas a permanecer na área.

A operação envolve a Justiça Federal, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Força Nacional de Segurança Pública e as polícias Militar e Civil.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT