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29 de outubro de 2026

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‘Com tantas demandas no campo, o olhar da mulher tem contribuído para o sucesso’, diz produtora baiana

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Reprodução Soja Brasil

No campo, o trabalho das mulheres é marcado por uma busca constante por conhecimento. Ciência, tecnologia, sustentabilidade e gestão caminham com um olhar cada vez mais atento para quem vive e trabalha no agro. Quando essa atuação é reconhecida, o prêmio vai além de uma conquista individual e ajuda a dar visibilidade a práticas que vêm transformando o setor.

No Ano Internacional da Mulher na Agricultura, a valorização da participação feminina ganha ainda mais importância. Na Bahia, Suzana Viccini é um exemplo dessa trajetória. Produtora de soja e milho e ligada também à pecuária, ela atua na gestão da propriedade e conquistou o segundo lugar na categoria média propriedade do Prêmio Mulheres do Agro, realizado pela Bayer em parceria com a Abag.

Há mais de 30 anos na atividade rural ao lado do marido, Suzana conta que foi construindo seu espaço dentro da propriedade conforme as demandas surgiam. “Trabalho na propriedade há mais de 30 anos. Durante esse tempo, fui aprendendo a me colocar e encontrar o meu espaço dentro da propriedade”, conta.

Para a produtora, a presença feminina contribui para ampliar a forma como os desafios da atividade são observados e enfrentados. ”As propriedades agrícolas têm muitas demandas e são muitos os pontos de atenção que precisamos ter”, explica.

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Suzana entende que cada produtora pode encontrar dentro do agro uma forma de contribuir e transformar a realidade ao seu redor. “Creio que cada mulher pode encontrar uma atividade que faça com que ela possa realmente contribuir e fazer a diferença nesse meio”, afirma.

Na propriedade, a produção envolve área irrigada e plantio direto, além de ações voltadas à preservação do solo, das nascentes, do rio e do Cerrado. O trabalho também inclui o cuidado com as pessoas e as comunidades que vivem no entorno da propriedade.

“Nós trabalhamos com área irrigada, plantio direto, preservação do solo, das nascentes, do rio, do Cerrado e também cuidando das pessoas e das comunidades que nos cercam”, conclui Suzana.

Você pode conferir a matéria completa no último episódio do Soja Brasil.

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PF investiga movimentação de R$ 33 milhões entre TCE-MT e agências de publicidade

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Esquema, que teria facilitado desvio de dinheiro público, é suspeito de ter começado em 2025, com paralisação de pagamentos a fornecedores de serviços

A Polícia Federal (PF) investiga um esquema milionário com indícios de desvio de dinheiro público no Tribunal de Contas do Estado (TCE). O grupo classificado como organização criminosa teria movimentado ao menos R$ 33 milhões em apenas um ano. A informação é da GloboNews. 

Essa é a suspeita que levou o ministro Og Fernandes a autorizar a Operação Tomada de Contas nesta quinta-feira (29) que atingiu a cúpula do TCE-MT, com o presidente, conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, preso, e outros três membros afastados – Guilherme Maluf, Alisson Alencar e Valter Albano, conselheiro aposentado membro da Comissão de Fiscalização. 

Os investigados suspenderiam contratos regulares com fornecedores para priorizar o pagamento a agências de publicidade. A suposta manobra facilitaria o desvio de dinheiro público. O esquema teria começado em 2025. 

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Os responsáveis pela execução orçamentária do TCE-MT teriam suspendido o pagamento a empresas de segurança e limpeza, por exemplo, para priorizar o pagamento a agências de publicidade.  

A suspeita é que os R$ 33 milhões investigados possam estar ligados a esse mecanismo. A Operação Tomada de Contas foi deflagrada para coletar documentos que sustentem a linha investigativa. A Polícia Federal identificou movimentações de saques, que chegariam R$ 500 mil. Um dos beneficiados teria sido o presidente Sérgio Ricardo. 

Além dos conselheiros, são alvos da operação o consultor jurídico geral do TCE, Ghegory Paiva Pires Moreira Maia; a secretária-executiva Roseli Alves; e os outros servidores Felipe José Glinke e Gustavo Fernandes da Silva. 

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Com três membros atingidos por operação, Waldir Teis deve assumir comando do TCE-MT

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Conselheiro ocupa a função de vice-presidente e pode passar para o comando em decorrência de suspeita sobre o trabalho de três colegas de pleno

O vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Waldir Teis, deve assumir o comando do tribunal após a prisão do presidente, conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida. 

O TCE teve três membros do pleno atingido pela Operação Tomada de Contas deflagrada nesta quinta-feira (29) pela Polícia Federal. Além de Sérgio Ricardo, o ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mandou afastar Guilherme Maluf e Alisson Alencar. 

A decisão também atinge o conselheiro aposentado Valter Albano, que é membro da Comissão de Fiscalização. 

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A Polícia Federal apura indícios de irregularidades na gestão de contratos administrativos e no pagamento de servidores públicos. Além dos conselheiros, são alvos Ghregory Paiva Pires Moreira Maia, consultor jurídico geral do TCE; Roseli Loss, secretária-executiva; Felipe José Glinke, Adriangelo Barros Antunes, e Gustavo Fernandes da Silva. 

A autorização da operação foi dada pelo ministro Og Fernandes. A investigação preliminar aponta para suposta manobra na suspensão de contratos administrativos para pressionar servidores do TCE-MT. Há suspeita também de favorecimento na liberação de dinheiro público. 

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Agro Mato Grosso

Justiça Federal inicia desocupação forçada da Terra Indígena Urubu Branco em MT

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A Justiça Federal determinou o início da desocupação da Terra Indígena Urubu Branco, localizada no nordeste de Mato Grosso, a partir desta quarta-feira (28). A operação prevê a retirada de ocupantes não indígenas que estão na área e poderá contar com o apoio de forças policiais, além da remoção de estruturas que impeçam o cumprimento da ordem judicial.

A decisão foi assinada pela juíza federal Danila Gonçalves de Almeida, da Vara Federal Cível e Criminal de Barra do Garças, no dia 22 de outubro. Segundo o despacho, o prazo concedido para a desocupação voluntária terminou e não havia nova decisão judicial suspendendo a medida.

De acordo com o planejamento apresentado à Justiça, a previsão é de participação de 40 integrantes da Força Nacional e cerca de 10 agentes da Polícia Federal, além de equipes de outros órgãos de segurança.

A decisão autoriza o uso de força policial em caso de resistência, assim como o arrombamento de portões e cadeados, quando necessário. Também permite a remoção e, em último caso, a demolição de cercas, construções e outras estruturas que impeçam a desocupação. Essas medidas devem ser avaliadas conforme a necessidade e a proporcionalidade.

Os ocupantes deverão retirar móveis, utensílios e pertences pessoais durante a operação. Caso isso não seja possível, os bens deverão ser identificados e, quando necessário, encaminhados para guarda provisória. A decisão também prevê procedimentos para a retirada de animais encontrados na área.

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A Prefeitura de Confresa foi acionada para disponibilizar caminhão e equipe de apoio para o transporte dos pertences dos ocupantes.

A ordem de desocupação deverá respeitar eventuais decisões judiciais individuais que autorizem pessoas específicas a permanecer na área.

A operação envolve a Justiça Federal, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Força Nacional de Segurança Pública e as polícias Militar e Civil.

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Agro MT