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Várzea Grande realiza tapa-buracos, patrolamento e limpeza de bueiros nesta terça-feira

Equipes da Prefeitura atuam em diferentes regiões do município com serviços de manutenção viária, drenagem e infraestrutura
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Viação e Obras, divulgou o cronograma operacional de serviços para esta terça-feira (1º.09). As equipes atuarão em diferentes regiões do município com ações de tapa-buracos, patrolamento, manutenção da drenagem e limpeza de bueiros.
As equipes de tapa-buracos estarão concentradas nas avenidas Brasil e Doutor Paraná, na região do Grande Cristo Rei, além dos bairros Parque Del Rei, Manga e Cohab Nossa Senhora da Guia. Os serviços incluem a execução de remendos profundos e a aplicação de massa asfáltica.
O patrolamento de vias não pavimentadas será realizado no bairro Jardim Eldorado e na comunidade rural Sadia III. A Secretaria de Viação e Obras também executará serviços de drenagem na comunidade. Já as equipes de pedreiros atuarão na Rua 11 de Dezembro, no bairro Cristo Rei.
“Todas as ações fazem parte do cronograma permanente de manutenção da malha viária do município, com foco na melhoria da infraestrutura urbana, na segurança viária e na qualidade de vida da população”, destacou o secretário de Viação e Obras, Celso Pereira.
Agro Mato Grosso
Alunas de escola do campo em MT produzem seis tipos de pomadas com plantas medicinais

Projeto em Barra do Garças reúne três estudantes e pesquisa o uso de espécies vegetais do Cerrado mato-grossense.
Alunas da Escola Estadual de Campo Heronides Araújo, localizada na zona rural de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, estão desenvolvendo pomadas naturais a partir de plantas medicinais como parte de um projeto de pesquisa sobre os saberes tradicionais do Cerrado mato-grossense. A iniciativa reúne três estudantes e investiga o uso de espécies vegetais na produção de seis tipos de pomadas.
A iniciativa começou há cerca de quatro meses. O diretor da escola, Eugênio Marcos de Sousa, informou que a equipe já tinha uma horta com plantas medicinais e decidiu pesquisar formas de utilizá-las na produção das preparações.
“Esse projeto começou com uma ideia que tivemos assim que a Fapemat divulgou o edital. Nós já havíamos pensado nessa questão das plantas medicinais na escola, tanto que temos uma horta”, contou.
O projeto é desenvolvido por Eugênio e pela professora de matemática e bióloga Fabiane Borges de Souza, com a participação de três estudantes: Marcela Matos Luz Vieira, do 8º ano das salas anexas; Yasmin Lorraine Queiroz Nero, do 8º ano; e Gabrielle Mutzenberg Morais, do 2º ano do ensino médio, ambas da sede da escola.
As estudantes fazem parte do grêmio estudantil. De acordo com o diretor, a professora Fabiane teve a ideia inicial e mobilizou as alunas para participar da pesquisa.
Os produtos são feitos de forma caseira, em um espaço adaptado na escola, e não possuem regulamentação sanitária para comercialização. As pomadas fazem parte do projeto de pesquisa e, até o momento, não são produtos regularizados para venda.
Seis tipos de pomadas
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Projeto produz seis tipos de pomadas naturais, incluindo versões para dores musculares, queda capilar e ação repelente. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo
As estudantes produzem seis preparações: pomada para dores musculares, antiqueda capilar, anti-idade, repelente, cicatrizante e uma versão chamada de “Vick natural”, inspirada em produtos tradicionais usados para aliviar desconfortos respiratórios.
Os ingredientes variam conforme a finalidade de cada preparo. A pomada para queda capilar, por exemplo, leva folhas de goiaba e amora, além de canela e cravo. Já a versão repelente utiliza citronela e eucalipto.
A pomada cicatrizante contém açafrão e barbatimão. Para a preparação chamada de “Vick natural”, são utilizadas folhas de hortelã, eucalipto e poejo.
O diretor explicou que a escolha dos ingredientes e a consistência das preparações foram definidas a partir das pesquisas realizadas pela equipe.
“Para dar consistência à pomada, tivemos a ideia de usar a cera de abelha. Dependendo da preparação, também mudamos os óleos utilizados, conforme as pesquisas feitas pelas meninas”, relatou.
Além das pomadas, as estudantes também começaram a pesquisar a extração dos óleos vegetais para disponibilizá-los separadamente.
Produção dentro da escola
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Pomadas são produzidas de forma caseira em espaço adaptado na escola estadual, em Barra do Garças. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo
As pomadas são produzidas em um espaço improvisado na biblioteca da escola, adaptado para funcionar como laboratório. Inicialmente, a equipe utilizava um fogão elétrico de duas bocas, mas, com os recursos do projeto, comprou um equipamento de quatro bocas.
Segundo o diretor, as primeiras preparações foram apresentadas a familiares, professores e integrantes da Diretoria Regional de Educação (DRE). A equipe recebeu avaliações positivas e pedidos de novas unidades.
“Por exemplo, a nossa pomada mágica, que é para dor muscular, já disseram que é muito boa, excelente. Inclusive, já nos solicitaram mais”, destacou.
Entre os produtos que receberam comentários favoráveis também estão as versões para queda capilar e cicatrização, conforme o diretor.
Planos para o futuro
Atualmente, parte das plantas utilizadas no projeto é cultivada na própria escola, como hortelã, goiaba, poejo, guaco, eucalipto, capim-limão e babosa. A equipe pretende ampliar o cultivo com novas espécies para dar continuidade às pesquisas.
O objetivo inicial é divulgar o projeto e compartilhar o conhecimento produzido pelas estudantes. No futuro, a equipe pretende buscar um espaço próprio para a fabricação das pomadas e avaliar a possibilidade de comercializá-las para a comunidade.
“Quem sabe, lá na frente, a gente consiga fazer na escola um local próprio para isso e comercializar essas pomadas para a comunidade, com um preço acessível a todas as pessoas”, afirmou Eugênio.
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A horta inclui plantas como hortelã, babosa, guaco, poejo e eucalipto. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo
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Ilde Taques diz que tem “segurança jurídica” de sua inocência em caso sobre corrupção em VG

Presidente eleito da Câmara de Cuiabá disse que analisou documentos da Operação Cathedra Venalis e está seguro sobre falta de prova contra ele
O vereador por Cuiabá Ilde Taques (PODE) diz que não teve participação na eleição da Mesa Diretora Câmara de Várzea Grande. Ilde, presidente eleito da Câmara de Cuiabá, disse que analisou documentos da Operação Cathedra Venalis e não encontrou relação dele com o suposto caso de compra de votos.
“Após tomar conhecimento da decisão judicial [que autorizou a operação do Gaeco], portanto, com segurança jurídica, reafirmo que não tive e nem tenho qualquer ligação política, muito menos ilícita, com a Câmara de Várzea Grande”, disse.
Ilde fez novas declarações nessa quarta-feira (21), um dia após a operação do Grupo de Atuação contra o Crime Organizado (Gaeco), que implica 13 vereadores de Várzea Grande e 2 dois de Cuiabá em suposto esquema “estruturado” de organização criminosa.
Ele disse que participou de um almoço com vereadores de Várzea Grande, a convite do Miguel Júnior (Cidadania), assim como o vereador por Cuiabá Alex Rodrigues (PODE) fora convidado. A confraternização teria ocorrido antes de eleição para Mesa Diretora de Várzea Grande, ocorrida em maio.
O Gaeco investiga esse encontro como um nó da negociata, cujo principal alvo é o presidente da Câmara de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira (MDB). Ilde disse que saiu desse almoço acompanhado por Alex Rodrigues, e foi abordado pela Polícia Militar. Ele tinha R$ 40 mil no carro e conseguira comprovar a origem.
“Saindo do almoço, fomos abordados pela Polícia Militar, e foi localizada a quantia de R$ 40 mil que eu disse pertencer comprovadamente a mim, era dinheiro de empréstimo para reforma na minha propriedade. Fomos liberados sem qualquer ação policial”, afirmou.
A operação Cathedra Venalis, expressão para “cadeira à venda”, do latim, implica 13 dos 23 vereadores de Várzea Grande em crime de corrupção. A principal ação do suposto grupo teria sido cooptação e compra de votos para Wanderley Cerqueira permanecer no cargo de presidente.
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Empresária amplia produção de uniformes escolares e corporativos com apoio da Desenvolve MT

O sonho da gestora de negócios Silvia Marangon, de produzir uniformes escolares e comerciais começou em casa na década de 90, e hoje com 26 anos no ramo do vestuário, a Inove Uniformes se consolidou como uma das maiores referências de uniformes personalizados em Mato Grosso. Com o apoio da Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso – Desenvolve MT, ela investiu em matéria prima, como tecidos, linhas e maquinários, ampliando a produção e prezando pela qualidade de seus produtos.
A trajetória da empresária no setor do vestuário teve início com o desejo de produzir apenas uniformes escolares, porém, percebendo que a procura por uniformes estudantis era sazonal, Silvia decidiu que aquele era o momento de inovar e abranger o negócio para outros setores. “Começamos a perceber que tínhamos grande fluxo no início do ano, pouco no meio do ano, mas nos meses seguintes passávamos muitas dificuldades. Daí veio a ideia de inovação, de criar uma loja de produtos à pronta entrega para os nossos clientes, para atender o varejo e os grandes clientes com outras modalidades de uniformes”, conta Silvia.
Com 54 funcionários, uma fábrica e três lojas consolidadas no mercado, a Inove Uniformes passou a buscar matéria-prima no exterior para manter a qualidade de seus produtos, como explica Glécia Lopes, advogada e gerente da empresa. “Em Mato Grosso, nós temos muita dificuldade de encontrar materiais de qualidade, para encontrar algumas peças e instrumentos de trabalho tivemos que ir aos grandes centros como São Paulo e até mesmo fora do país para trazer novidades com diferencial e tecidos tecnológicos”, afirma Glécia.
Silvia conta que conheceu a Desenvolve MT por indicação de um colega empresário e destaca que, com o apoio dele e da equipe da agência, conseguiu conduzir o processo de forma rápida e segura. Para ela, além das condições de crédito e das taxas de juros mais baixas, o incentivo ao empreendedorismo, especialmente entre as mulheres, é um dos grandes diferenciais da instituição.
“Uma coisa muito legal da Desenvolve MT é que eles acreditam e valorizam a mulher empreendedora. Eu também tive o incentivo da redução das taxas de juros. Eles apoiam para que a mulher conquiste sua independência financeira e tenha condições de fazer o seu negócio crescer”, relembra.
Com o crédito, Silvia conseguiu financiar novos maquinários para personalização de bordados, máquinas de serigrafia e de sublimação, também investiu na compra de tecidos e linhas para a produção de uniformes escolares em 2026, para ela o crédito acelerou o crescimento e o desenvolvimento da Inove Uniformes.
Após o apoio da Desenvolve MT, a Inove Uniformes se prepara para um novo segmento, o das vendas online para ampliação do negócio. “Estamos nos preparando para isso, montando catálogos, fazendo todo o diferencial, fazendo o planejamento para esse novo atendimento. Queremos trazer essa modernização, apresentando um catálogo bem feito, estruturado e com site, tudo para facilitar na compra dos nossos clientes”, conta
Linha Empresarial
A linha de crédito Empresarial para empresas que buscam modernizar a estrutura e expandir operações, a Desenvolve MT financia até R$ 1,5 milhões, com prazos longos de pagamento e taxas de juros atrativas para fortalecer a economia regional. Oferecendo duas modalidades a Invest com taxa de 1,25% ao mês, bônus de adimplência de 15% e prazo de até 120 com carência de até 12 meses. E a Invest Mix, ideal para negócios que precisam de um fôlego financeiro para o caixa do dia a dia, valor de R$1,5 milhão e taxa de milhão 30% do valor para capital de giro associado.
De janeiro a outubro de 2026, já foram liberados mais de R$10,6 milhões em crédito da linha empresarial para 121 empresas em Mato Grosso. Para mais informações, consulte o nosso site ou entre em contato com um de nossos gerentes (65) 3613-7900 por telefone ou WhatsApp.
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