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22 de outubro de 2026

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Pesquisas “erram” repetidamente a favor do PT e voltam a levantar dúvidas na eleição presidencial

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Em 2014, 2018 e 2022, levantamentos superestimaram a vantagem petista ou subestimaram adversários; no primeiro turno de 2026, 12 dos 13 institutos analisados calcularam abaixo a votação de Flávio Bolsonaro

As pesquisas eleitorais brasileiras enfrentam uma questão que já não pode ser descartada como uma sucessão de erros pontuais: a repetição de discrepâncias que, em diferentes eleições presidenciais, favoreceram numericamente os candidatos do PT ou subestimaram o desempenho de seus adversários.

Os resultados das urnas em 2014, 2018, 2022 e 2026 oferecem elementos concretos para examinar esse padrão. Em diferentes ocasiões, levantamentos divulgados na reta final das campanhas indicaram uma vantagem petista superior àquela efetivamente registrada na votação ou deixaram de captar a força eleitoral dos candidatos adversários.

No primeiro turno de 2026, o fenômeno voltou a chamar atenção. Flávio Bolsonaro (PL) terminou a votação com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença foi de 1,87 ponto percentual em favor do candidato do PL.

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Boa parte das pesquisas divulgadas antes da votação, porém, colocava Lula numericamente à frente. A discrepância não ficou restrita à identificação de quem terminaria em primeiro lugar: diversos institutos também subestimaram a votação de Flávio.

2026: 12 dos 13 institutos subestimaram Flávio

Uma compilação do portal E26, que comparou a média ponderada das pesquisas finais com os resultados oficiais, encontrou um dado particularmente relevante: 12 dos 13 institutos analisados estimaram uma votação inferior à que Flávio Bolsonaro efetivamente recebeu.

Na média dos levantamentos, Lula aparecia 1,3 ponto percentual à frente. Nas urnas, a situação se inverteu: Flávio terminou 1,87 ponto à frente do petista.

O percentual de Lula ficou praticamente igual ao estimado pela média das pesquisas. Já Flávio recebeu 3,3 pontos percentuais a mais do que a média projetava.

A compilação do Placar das Pesquisas, por sua vez, mostra diferenças expressivas entre a vantagem estimada pelos institutos e aquela registrada nas urnas. O desvio chegou a 7,8 pontos percentuais no Data Index, 7,6 pontos na CNT/MDA e 7,1 pontos na Nexus/BTG.

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Os números não significam que todos os institutos tenham cometido o mesmo erro, nem que todos os percentuais individuais tenham ficado fora da margem de erro. O dado relevante é a direção predominante das discrepâncias: a votação de Flávio foi subestimada pela ampla maioria dos levantamentos considerados.

2014: Dilma apareceu com vantagem muito superior à real

Na eleição presidencial de 2014, Dilma Rousseff (PT) terminou o primeiro turno com 41,6% dos votos válidos, enquanto Aécio Neves (PSDB) obteve 33,6%. Marina Silva (PSB) recebeu 21,3%.

As pesquisas finais do Datafolha e do Ibope apontavam Dilma com 44% e 46%, respectivamente. Aécio aparecia com 26% no Datafolha e 27% no Ibope.

A diferença entre Dilma e Aécio era, portanto, estimada em 18 pontos percentuais pelo Datafolha e 19 pontos pelo Ibope. Nas urnas, a distância foi de aproximadamente 8,1 pontos.

Em ambos os casos, a vantagem da candidata petista foi superestimada em cerca de dez pontos percentuais na comparação com o resultado oficial.

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A discrepância foi significativa porque Aécio terminou a votação muito mais próximo de Dilma do que os levantamentos finais sugeriam. O episódio tornou-se um dos exemplos mais conhecidos das divergências entre pesquisas presidenciais e resultados eleitorais no país.

2018: pesquisas também subestimaram Bolsonaro

Na eleição seguinte, Jair Bolsonaro (PSL) terminou o primeiro turno com aproximadamente 46% dos votos válidos, contra 29% de Fernando Haddad (PT).

A última pesquisa Datafolha antes da votação indicava Bolsonaro com 40% das intenções de voto e Haddad com 25%. O resultado oficial foi superior para ambos, mas a diferença foi especialmente relevante no caso de Bolsonaro, cuja votação ficou cerca de seis pontos acima do percentual divulgado pelo instituto.

A distância entre os dois candidatos nas urnas também foi maior do que aquela apontada pelo levantamento.

2022: vantagem de Lula voltou a ser superestimada

Na eleição presidencial de 2022, Lula recebeu 48,43% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto Bolsonaro obteve 43,20%. A diferença efetiva foi de 5,23 pontos percentuais.

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As pesquisas finais de institutos importantes apresentavam uma distância maior entre os candidatos. O Datafolha indicava 50% para Lula e 36% para Bolsonaro; o Ipec apontava 51% para o petista e 37% para o então presidente.

Em ambos os levantamentos, a diferença estimada entre os dois candidatos era de 14 pontos percentuais, consideravelmente superior à registrada nas urnas.

A votação de Bolsonaro ficou muito acima do que os principais levantamentos sugeriam, enquanto Lula terminou o primeiro turno com uma vantagem bem menor do que a indicada por essas pesquisas.

A repetição dos “erros”

Os episódios de 2014, 2018, 2022 e 2026 revelam discrepâncias recorrentes em levantamentos presidenciais. Em diferentes eleições, pesquisas importantes superestimaram a vantagem de candidatos do PT ou subestimaram o desempenho de seus adversários.

Quando erros se repetem na mesma direção, a questão deixa de ser apenas quanto cada instituto se afastou do resultado e passa a incluir por que isso aconteceu. Trata-se de investigar a existência de um viés sistemático, examinando a direção dos desvios, sua frequência e sua magnitude ao longo do tempo.

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Há possíveis explicações metodológicas, como dificuldades de ponderação da amostra, diferenças na disposição dos eleitores para responder às entrevistas e limitações para captar determinados segmentos do eleitorado. Essas hipóteses, porém, precisam ser demonstradas pelos dados, e não simplesmente invocadas para encerrar o debate.

Se pesquisas são utilizadas para orientar o debate público, influenciar a percepção sobre a disputa e alimentar decisões políticas, sua credibilidade depende de transparência metodológica e capacidade de explicar os próprios erros.

Segundo turno: o teste decisivo está nas urnas

Na reta final do segundo turno de 2026, os levantamentos voltaram a mostrar uma disputa apertada entre Flávio Bolsonaro e Lula. Pesquisas divulgadas entre 19 e 21 de outubro apontam diferenças pequenas, frequentemente dentro das respectivas margens de erro.

Depois de quatro eleições presidenciais com discrepâncias relevantes, a pergunta é inevitável: estamos diante de erros aleatórios ou de um viés sistemático que ainda não foi adequadamente explicado?

Os números justificam a investigação.

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Agro Mato Grosso

Alunas de escola do campo em MT produzem seis tipos de pomadas com plantas medicinais

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Alunas da Escola Estadual de Campo Heronides Araújo, localizada na zona rural de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, estão desenvolvendo pomadas naturais a partir de plantas medicinais como parte de um projeto de pesquisa sobre os saberes tradicionais do Cerrado mato-grossense. A iniciativa reúne três estudantes e investiga o uso de espécies vegetais na produção de seis tipos de pomadas.

A iniciativa começou há cerca de quatro meses. O diretor da escola, Eugênio Marcos de Sousa, informou que a equipe já tinha uma horta com plantas medicinais e decidiu pesquisar formas de utilizá-las na produção das preparações.

“Esse projeto começou com uma ideia que tivemos assim que a Fapemat divulgou o edital. Nós já havíamos pensado nessa questão das plantas medicinais na escola, tanto que temos uma horta”, contou.

O projeto é desenvolvido por Eugênio e pela professora de matemática e bióloga Fabiane Borges de Souza, com a participação de três estudantes: Marcela Matos Luz Vieira, do 8º ano das salas anexas; Yasmin Lorraine Queiroz Nero, do 8º ano; e Gabrielle Mutzenberg Morais, do 2º ano do ensino médio, ambas da sede da escola.

As estudantes fazem parte do grêmio estudantil. De acordo com o diretor, a professora Fabiane teve a ideia inicial e mobilizou as alunas para participar da pesquisa.

Os produtos são feitos de forma caseira, em um espaço adaptado na escola, e não possuem regulamentação sanitária para comercialização. As pomadas fazem parte do projeto de pesquisa e, até o momento, não são produtos regularizados para venda.

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Seis tipos de pomadas

 

Projeto produz seis tipos de pomadas naturais, incluindo versões para dores musculares, queda capilar e ação repelente. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

Projeto produz seis tipos de pomadas naturais, incluindo versões para dores musculares, queda capilar e ação repelente. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

As estudantes produzem seis preparações: pomada para dores musculares, antiqueda capilar, anti-idade, repelente, cicatrizante e uma versão chamada de “Vick natural”, inspirada em produtos tradicionais usados para aliviar desconfortos respiratórios.

Os ingredientes variam conforme a finalidade de cada preparo. A pomada para queda capilar, por exemplo, leva folhas de goiaba e amora, além de canela e cravo. Já a versão repelente utiliza citronela e eucalipto.

A pomada cicatrizante contém açafrão e barbatimão. Para a preparação chamada de “Vick natural”, são utilizadas folhas de hortelã, eucalipto e poejo.

O diretor explicou que a escolha dos ingredientes e a consistência das preparações foram definidas a partir das pesquisas realizadas pela equipe.

“Para dar consistência à pomada, tivemos a ideia de usar a cera de abelha. Dependendo da preparação, também mudamos os óleos utilizados, conforme as pesquisas feitas pelas meninas”, relatou.

 

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Além das pomadas, as estudantes também começaram a pesquisar a extração dos óleos vegetais para disponibilizá-los separadamente.

Produção dentro da escola

 

Pomadas são produzidas de forma caseira em espaço adaptado na escola estadual, em Barra do Garças. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

Pomadas são produzidas de forma caseira em espaço adaptado na escola estadual, em Barra do Garças. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

As pomadas são produzidas em um espaço improvisado na biblioteca da escola, adaptado para funcionar como laboratório. Inicialmente, a equipe utilizava um fogão elétrico de duas bocas, mas, com os recursos do projeto, comprou um equipamento de quatro bocas.

Segundo o diretor, as primeiras preparações foram apresentadas a familiares, professores e integrantes da Diretoria Regional de Educação (DRE). A equipe recebeu avaliações positivas e pedidos de novas unidades.

“Por exemplo, a nossa pomada mágica, que é para dor muscular, já disseram que é muito boa, excelente. Inclusive, já nos solicitaram mais”, destacou.

Entre os produtos que receberam comentários favoráveis também estão as versões para queda capilar e cicatrização, conforme o diretor.

Planos para o futuro

Atualmente, parte das plantas utilizadas no projeto é cultivada na própria escola, como hortelã, goiaba, poejo, guaco, eucalipto, capim-limão e babosa. A equipe pretende ampliar o cultivo com novas espécies para dar continuidade às pesquisas.

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O objetivo inicial é divulgar o projeto e compartilhar o conhecimento produzido pelas estudantes. No futuro, a equipe pretende buscar um espaço próprio para a fabricação das pomadas e avaliar a possibilidade de comercializá-las para a comunidade.

“Quem sabe, lá na frente, a gente consiga fazer na escola um local próprio para isso e comercializar essas pomadas para a comunidade, com um preço acessível a todas as pessoas”, afirmou Eugênio.

 

A horta inclui plantas como hortelã, babosa, guaco, poejo e eucalipto. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

A horta inclui plantas como hortelã, babosa, guaco, poejo e eucalipto. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

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Ilde Taques diz que tem “segurança jurídica” de sua inocência em caso sobre corrupção em VG

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Presidente eleito da Câmara de Cuiabá disse que analisou documentos da Operação Cathedra Venalis e está seguro sobre falta de prova contra ele

O vereador por Cuiabá Ilde Taques (PODE) diz que não teve participação na eleição da Mesa Diretora Câmara de Várzea Grande. Ilde, presidente eleito da Câmara de Cuiabá, disse que analisou documentos da Operação Cathedra Venalis e não encontrou relação dele com o suposto caso de compra de votos. 

“Após tomar conhecimento da decisão judicial [que autorizou a operação do Gaeco], portanto, com segurança jurídica, reafirmo que não tive e nem tenho qualquer ligação política, muito menos ilícita, com a Câmara de Várzea Grande”, disse. 

Ilde fez novas declarações nessa quarta-feira (21), um dia após a operação do Grupo de Atuação contra o Crime Organizado (Gaeco), que implica 13 vereadores de Várzea Grande e 2 dois de Cuiabá em suposto esquema “estruturado” de organização criminosa. 

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Ele disse que participou de um almoço com vereadores de Várzea Grande, a convite do Miguel Júnior (Cidadania), assim como o vereador por Cuiabá Alex Rodrigues (PODE) fora convidado. A confraternização teria ocorrido antes de eleição para Mesa Diretora de Várzea Grande, ocorrida em maio. 

O Gaeco investiga esse encontro como um nó da negociata, cujo principal alvo é o presidente da Câmara de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira (MDB). Ilde disse que saiu desse almoço acompanhado por Alex Rodrigues, e foi abordado pela Polícia Militar. Ele tinha R$ 40 mil no carro e conseguira comprovar a origem. 

“Saindo do almoço, fomos abordados pela Polícia Militar, e foi localizada a quantia de R$ 40 mil que eu disse pertencer comprovadamente a mim, era dinheiro de empréstimo para reforma na minha propriedade. Fomos liberados sem qualquer ação policial”, afirmou. 

A operação Cathedra Venalis, expressão para “cadeira à venda”, do latim, implica 13 dos 23 vereadores de Várzea Grande em crime de corrupção. A principal ação do suposto grupo teria sido cooptação e compra de votos para Wanderley Cerqueira permanecer no cargo de presidente. 

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Empresária amplia produção de uniformes escolares e corporativos com apoio da Desenvolve MT

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O sonho da gestora de negócios Silvia Marangon, de produzir uniformes escolares e comerciais começou em casa na década de 90, e hoje com 26 anos no ramo do vestuário, a Inove Uniformes se consolidou como uma das maiores referências de uniformes personalizados em Mato Grosso. Com o apoio da Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso – Desenvolve MT, ela investiu em matéria prima, como tecidos, linhas e maquinários, ampliando a produção e prezando pela qualidade de seus produtos.

A trajetória da empresária no setor do vestuário teve início com o desejo de produzir apenas uniformes escolares, porém, percebendo que a procura por uniformes estudantis era sazonal, Silvia decidiu que aquele era o momento de inovar e abranger o negócio para outros setores. “Começamos a perceber que tínhamos grande fluxo no início do ano, pouco no meio do ano, mas nos meses seguintes passávamos muitas dificuldades. Daí veio a ideia de inovação, de criar uma loja de produtos à pronta entrega para os nossos clientes, para atender o varejo e os grandes clientes com outras modalidades de uniformes”, conta Silvia.

Com 54 funcionários, uma fábrica e três lojas consolidadas no mercado, a Inove Uniformes passou a buscar matéria-prima no exterior para manter a qualidade de seus produtos, como explica Glécia Lopes, advogada e gerente da empresa. “Em Mato Grosso, nós temos muita dificuldade de encontrar materiais de qualidade, para encontrar algumas peças e instrumentos de trabalho tivemos que ir aos grandes centros como São Paulo e até mesmo fora do país para trazer novidades com diferencial e tecidos tecnológicos”, afirma Glécia.

Silvia conta que conheceu a Desenvolve MT por indicação de um colega empresário e destaca que, com o apoio dele e da equipe da agência, conseguiu conduzir o processo de forma rápida e segura. Para ela, além das condições de crédito e das taxas de juros mais baixas, o incentivo ao empreendedorismo, especialmente entre as mulheres, é um dos grandes diferenciais da instituição.

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“Uma coisa muito legal da Desenvolve MT é que eles acreditam e valorizam a mulher empreendedora. Eu também tive o incentivo da redução das taxas de juros. Eles apoiam para que a mulher conquiste sua independência financeira e tenha condições de fazer o seu negócio crescer”, relembra.
Com o crédito, Silvia conseguiu financiar novos maquinários para personalização de bordados, máquinas de serigrafia e de sublimação, também investiu na compra de tecidos e linhas para a produção de uniformes escolares em 2026, para ela o crédito acelerou o crescimento e o desenvolvimento da Inove Uniformes. 

Após o apoio da Desenvolve MT, a Inove Uniformes se prepara para um novo segmento, o das vendas online para ampliação do negócio. “Estamos nos preparando para isso, montando catálogos, fazendo todo o diferencial, fazendo o planejamento para esse novo atendimento. Queremos trazer essa modernização, apresentando um catálogo bem feito, estruturado e com site, tudo para facilitar na compra dos nossos clientes”, conta 

Linha Empresarial

A linha de crédito Empresarial para empresas que buscam modernizar a estrutura e expandir operações, a Desenvolve MT financia até R$ 1,5 milhões, com prazos longos de pagamento e taxas de juros atrativas para fortalecer a economia regional. Oferecendo duas modalidades a Invest com taxa de 1,25% ao mês, bônus de adimplência de 15% e prazo de até 120 com carência de até 12 meses. E a Invest Mix, ideal para negócios que precisam de um fôlego financeiro para o caixa do dia a dia,  valor de R$1,5 milhão e taxa de milhão 30% do valor para capital de giro associado.

De janeiro a outubro de 2026, já foram liberados mais de R$10,6 milhões em crédito da linha empresarial para 121 empresas em Mato Grosso. Para mais informações, consulte o nosso site ou entre em contato com um de nossos gerentes (65) 3613-7900 por telefone ou WhatsApp.

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