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21 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Ampla oferta global de trigo e vendas de fundos pressionam Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão com preços mais baixos, consolidando o quarto dia consecutivo no vermelho. O mercado acompanhou as perdas dos vizinhos soja e milho, recuando ao menor nível desde 10 de julho, pressionado pelas vendas de fundos e pela queda da demanda. O cereal ampliou as perdas em um cenário de ampla disponibilidade global, com os embarques da Rússia e da Ucrânia avançando.

Além disso, o avanço da colheita na Austrália e a chegada da oferta argentina ampliam as alternativas de abastecimento no cenário internacional, reforçando a pressão sobre os preços.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio de trigo de inverno no país alcançou 63% da área prevista até 18 de outubro, abaixo dos 65% esperados pelo mercado.

Os contratos com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 6,43 1/4 por bushel, com recuo de 12,00 centavos de dólar, ou 1,83%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em março de 2027 encerraram a US$ 6,58 1/2 por bushel, com queda de 11,50 centavos de dólar, ou 1,71%.

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Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Ataque de lesmas e caracóis pode comprometer plantas de soja – MAIS SOJA

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O monitoramento de lesmas e caracóis desde a semeadura é uma medida importante para o estabelecimento da lavoura de soja. Na safra 2026/2027, a equipe de campo da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS) identificou a ocorrência desses organismos nas regiões Oeste, Sul e Norte do estado, reforçando a necessidade de atenção dos produtores durante o desenvolvimento inicial da cultura.

De acordo com o Informativo Técnico 07/2026, as principais espécies registradas em lavouras de grãos no estado são o caracol Drymaeus interpunctus e a lesma Sarasinula linguaeformis. Embora apresentem diferenças físicas, ambos podem causar danos às plantas, principalmente durante a germinação e a emergência da soja.

Segundo o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, essa fase exige atenção porque as plantas ainda estão em desenvolvimento e têm capacidade limitada de recuperação diante de danos intensos. “O ataque pode comprometer o estabelecimento da lavoura e reduzir a população de plantas por hectare”.

Umidade e palhada favorecem a ocorrência

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Lesmas e caracóis preferem ambientes úmidos e sombreados. A atividade desses organismos tende a aumentar após as chuvas, em períodos de umidade elevada e temperaturas amenas. Durante o dia, podem permanecer abrigados sob a palhada, em fendas no solo, sob torrões e entre restos culturais, saindo principalmente ao entardecer e durante a noite.

“A cobertura do solo, comum em sistemas de plantio direto, pode oferecer abrigo e proteção contra a radiação solar e predadores. Entretanto, a presença de palhada ou de condições favoráveis não significa, necessariamente, que haverá infestação. A ocorrência e a intensidade dos danos variam entre talhões e safras.Por isso, a avaliação deve considerar o histórico da área, as condições ambientais e os sinais encontrados nas plantas”.

Os principais danos ocorrem em folhas jovens, cotilédones e hastes. O consumo dos tecidos provoca lesões irregulares e pode resultar em raspagens, destruição parcial ou total das estruturas vegetais, tombamento e morte de plantas.

Quando a população das pragas é elevada, a perda de plantas pode comprometer o estande e, em situações severas, levar à necessidade de replantio.

Os efeitos também podem se estender para além do estabelecimento inicial. Populações elevadas de caracóis podem persistir durante o ciclo da cultura e causar problemas na colheita, incluindo o embuchamento das colheitadeiras, maior desgaste das máquinas e mau cheiro no ambiente.

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Como fazer o monitoramento na lavoura

A recomendação técnica é iniciar as avaliações desde a semeadura, com atenção especial às áreas que já apresentaram ocorrência de lesmas e caracóis em safras anteriores.

O produtor deve observar a cobertura do solo e afastar a palhada e os torrões para procurar os organismos, ovos e trilhas de muco. Nas plantas, é importante verificar cotilédones, folhas e hastes em busca de tecidos raspados ou consumidos.

As avaliações ao entardecer ou à noite podem facilitar a localização das pragas, devido ao aumento de sua atividade nesses períodos.

Outro ponto importante é que ainda não existe consenso na literatura científica sobre um nível de ação específico para lesmas e caracóis. Dessa forma, a decisão de controle deve considerar a intensidade dos danos, a população de plantas remanescente, o estádio de desenvolvimento da cultura e a persistência das condições favoráveis.

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Manejo integrado reúne diferentes estratégias

O controle dessas pragas é desafiador porque elas podem se alimentar por períodos prolongados, utilizar diferentes fontes de alimento e permanecer abrigadas sob a cobertura do solo. Por isso, o manejo integrado de pragas (MIP) é a abordagem recomendada.

A rotação de culturas pode contribuir para reduzir as populações. O informativo também destaca a conservação de inimigos naturais, como aves, mamíferos, anfíbios, répteis, bactérias e insetos predadores, como parte das estratégias de manejo.

Em situações de populações elevadas, o uso de iscas é um dos métodos adotados pelos produtores. Conforme o Informativo Técnico 07/2026, o fosfato férrico é apontado como ingrediente ativo registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para o controle de lesmas e caracóis na agricultura. A escolha do produto deve observar o registro vigente e as orientações de uso constantes no rótulo e na bula.

As iscas devem ser distribuídas sobre o solo, próximas às plantas que precisam ser protegidas, sem incorporação. A aplicação no final da tarde favorece o contato com os organismos durante seu período de maior atividade. Em áreas com histórico de ocorrência, o informativo indica que a aplicação logo após a semeadura pode ajudar a proteger as plântulas durante a emergência.

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O consumo rápido das iscas pode indicar uma população elevada e a necessidade de reavaliação da área para verificar se há necessidade de reaplicação, sempre conforme as orientações do produto.

Atenção desde o início da safra

O acompanhamento frequente da lavoura é fundamental para identificar os primeiros sinais de ataque e orientar a tomada de decisão. A identificação correta das espécies, a avaliação dos danos e o monitoramento das condições da área ajudam o produtor a definir as medidas mais adequadas para cada situação.

A Aprosoja/MS reforça que o monitoramento contínuo permite identificar precocemente a ocorrência de lesmas e caracóis, reduzir o risco de perdas no estabelecimento da soja e contribuir para a formação adequada do estande na safra 2026/2027.



FONTE
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Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

CONAB: Plantio de soja no Brasil atinge 30,1%; chuvas aceleram MT e travam máquinas em MS e SP – MAIS SOJA

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Soja/BR: 30,1% semeado. Em MT, as chuvas possibilitaram a semeadura e promoveram avanços em todas as macrorregiões. Em MS, a alta umidade suspendeu, temporariamente, a semeadura na maior parte do estado e o excesso de chuva impede as operações fitossanitárias. Essas condições provocaram o encharcamento e amarelecimento de plantas no sul do estado, enquanto o norte e o nordeste, com chuvas mais esparsas, adiantaram parte do plantio.

Em GO, a semeadura ganha ritmo no Sudoeste, já superando a safra anterior, segue heterogênea no Sul e permanece inicial no Leste, no Oeste e no Norte, ainda apoiada por irrigação. Em MG, as chuvas contribuíram para avançar a semeadura nas áreas de sequeiro.

Em SP, o solo muito úmido impede o trânsito das máquinas e atrasa o plantio. No PR, as lavouras apresentam bom desenvolvimento e o plantio avança conforme as janelas de tempo seco. Em SC, a semeadura está em andamento no Extremo Oeste, no Oeste e no Meio-Oeste, onde o preparo e a umidade permitiram o tráfego de máquinas, e segue dentro da janela no Planalto Norte, enquanto o Sul Catarinense teve a janela aberta recentemente e o Planalto Sul e a Serra, de calendário mais tardio, concentramse no preparo.

No RS, a semeadura teve início pontual nas áreas de solo mais arenoso, enquanto as atividades se concentram na colheita do trigo e no tratamento de sementes. Em PA e no TO, a irregularidade das chuvas mantém a semeadura lenta e pontual. Na BA, o plantio foi iniciado no manejo irrigado e nas áreas com registros de precipitação.

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No MA, o calendário teve início, com adiamento no sul pela falta de chuva.

Previsão Agrometeorológica (19/10/2026 a 26/10/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva se concentram no Oeste do AM, com valores entre 20 e 40 mm, mas podem ultrapassar 100 mm em algumas áreas. Também são esperados acumulados isolados de até 40 mm em RO, RR e TO. Nas demais áreas da Região Norte, apesar de haver condições para pancadas de chuva, não são esperados acumulados significativos, mantendo a restrição hídrica para um maior avanço na semeadura da soja no PA e no TO. Na Região Nordeste, o tempo deve permanecer estável e sem chuva em grande parte do território. Há previsão de pancadas isoladas no interior da BA, do MA e do PI. Na faixa litorânea, são esperadas chuvas fracas e isoladas, porém sem acumulados relevantes.

CO: A condição climática varia entre tempo estável, com sol e nuvens, a pancadas de chuva isoladas em grande parte do território. Na faixa Oeste de MT e na metade Oeste de MS, são esperadas chuvas mais persistentes, porém com baixos acumulados. Já no extremo Sul de MS, há previsão de temporais com rajadas de vento, queda de granizo e chuva intensa entre quinta-feira e domingo. No geral, as condições serão favoráveis para o manejo e o desenvolvimento das lavouras.

SE: A semana inicia com instabilidades na porção mais ao sul, iniciando por SP, com deslocamento para o norte, chegando ao Norte de MG e ES até o final da semana. Os maiores acumulados de chuva são previstos para SP, RJ e Sul do ES, com valores de 30 a 80 mm, principalmente, entre quinta e segunda-feira. Nas demais áreas, os acumulados variam, isoladamente, entre 15 e 40 mm. Apesar do excesso de chuvas prejudicar pontualmente a colheita do trigo em SP, as condições deverão ser favoráveis para a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de verão.

S: A semana começa com sol e variação de nuvens, com condição de chuva fraca/isolada na faixa leste. Entre a tarde e a noite de quarta-feira, novas instabilidades avançam pela porção oeste dos três estados, favorecendo temporais com acumulados volumosos. As áreas mais afetadas devem ser o Norte e Noroeste do RS, o Oeste, Meio-Oeste e Leste de SC e o PR, com volumes entre 70 mm e 150 mm, e que podem ultrapassar pontualmente 200 mm, impactando, principalmente, os cultivos de inverno. Nas demais áreas, os acumulados podem variar entre 15 mm e 60 mm.

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Fonte: Conab


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Autor:Conab

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Site: Conab

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Sustentabilidade

CESB abre inscrições para o 19º Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja e eleva para 105 sc/ha o limite para custeio das auditorias – MAIS SOJA

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O Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) abre, no dia 1º de novembro de 2026, as inscrições para a 19ª edição do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, referente à safra 2026/27.

Muito mais do que uma competição, a iniciativa se destaca por mobilizar toda a cadeia produtiva e inspirar os sojicultores a romper barreiras, mostrando que é possível alcançar patamares inéditos de produtividade com sustentabilidade e rentabilidade. O Desafio valoriza o conhecimento aplicado diretamente na lavoura e é um estímulo fundamental para a constante evolução da sojicultura brasileira.

A principal novidade desta edição é a elevação de 100 para 105 sc/ha do limite de produtividade para custeio das auditorias. As áreas auditadas que alcançarem produtividade igual ou superior a 105 sacas de soja por hectare terão suas auditorias custeadas pelo CESB, desde que atendam às condições do regulamento, inclusive quanto à desclassificação. As áreas abaixo desse índice estarão sujeitas à cobrança prevista nas regras. O novo limite não é uma exigência mínima para participação no Desafio.

A taxa de inscrição é de R$ 150,00, com isenção para participantes que indicarem um patrocinador CESB, conforme as condições do regulamento. O documento completo deve ser consultado no site oficial do CESB (https://www.cesbrasil.org.br). As informações obtidas pelo Comitê serão tratadas de forma confidencial, em conformidade com a legislação vigente de proteção de dados.

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Evolução e Recorde Histórico

Ao longo das últimas safras de soja, os resultados dos produtores participantes do Desafio têm demonstrado sólida evolução. Na 18ª edição, a média dos dez melhores resultados foi de 138,53 sc/ha, e todos os integrantes do Top 10 superaram 120 sc/ha, marca que era considerada improvável há poucos anos.

Além disso, o Comitê registrou, na 18ª edição do Desafio, a maior produtividade de sua história: 156,13 sacas por hectare. O resultado, obtido pela Agrícola Lourival Ruthes, reforça a busca por produtividade com sustentabilidade e rentabilidade. Lourival Ruthes conquistou o título de Campeão da Região Sul na Categoria Sequeiro e de Campeão Nacional do Desafio da safra 2025/26. O recorde foi registrado no município de Major Vieira, em Santa Catarina.

Ao longo das dezoito edições do Desafio, os resultados auditados permitiram ao CESB construir uma das mais abrangentes bases de informações sobre sistemas de alta produtividade da soja brasileira, identificando padrões técnicos recorrentes entre as áreas recordistas e orientando a difusão de práticas.

Daniel Glat, presidente do CESB, destaca a importância do Desafio: “A iniciativa se consolidou como um verdadeiro laboratório a céu aberto, que impulsiona a inovação, dissemina boas práticas agrícolas e contribui para transformar o futuro da soja no Brasil”.

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Rigor no processo de auditoria

De acordo com Lorena Moura, coordenadora técnica do CESB, o rigor do processo de auditoria garante a confiabilidade do Desafio. “Todo o processo segue um protocolo técnico padronizado para que seja realizado da mesma forma em todas as regiões do Brasil por todos os auditores. O processo é criterioso, acompanhado por um auditor e documentado com fotos que registram data, horário e coordenadas geográficas”, explica.

A coordenadora do CESB destaca que a carga com os grãos colhidos é enlonada, lacrada e escoltada pelo auditor até a balança.

“Além disso, o auditor acompanha a classificação dos grãos (medições de impurezas, umidade e peso de mil grãos, PMG) pelo armazém. Ao final do Desafio, os produtores e consultores recebem um laudo da auditoria realizada com todas as informações do manejo da lavoura colhida e resultados da produtividade da área”, observa.

Temas estratégicos para a produtividade da soja

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Os vencedores do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja serão apresentados no Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja, evento previsto para junho de 2027.

Durante o evento, especialistas, pesquisadores, consultores e produtores discutirão temas estratégicos para a sojicultura em painéis e apresentações técnicas, considerando os dados das áreas efetivamente auditadas na 19ª edição do Desafio CESB. A programação contará também com as tradicionais apresentações dos casos campeões das categorias Sequeiro e Irrigado.

Luiz Silva, diretor executivo do CESB, explica que a escolha dos temas do Fórum refletirá os principais fatores observados nas áreas de maior produtividade auditadas pelo Comitê. “Vamos apresentar os pilares associados ao alto rendimento nas lavouras, como a genética bem posicionada, sementes de elevado vigor, utilização de biológicos, construção do perfil do solo e outros fatores que contribuem sustentavelmente com a alta produtividade”.

O diretor executivo do CESB acrescenta que essa dinâmica reforça o compromisso do Comitê com sua missão de estabelecer novos patamares de produtividade. “Com abrangência em todas as regiões produtoras, o Desafio CESB oferece um retrato técnico privilegiado e de alta performance da sojicultura brasileira”, diz.

Suporte Técnico e Geração de Conhecimento

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A programação do Fórum contará com o suporte do time de especialistas do CESB, formado por profissionais de diferentes áreas da sojicultura brasileira, fortalecendo a integração entre pesquisa, pilares técnicos e a experiência prática no campo.

Sergio Abud, vice-presidente do CESB, destaca que um dos objetivos prioritários do Fórum será apresentar um raio-x da produtividade. “Mais do que apresentar recordes, queremos compreender o que está por trás dos resultados, transformando os dados das áreas auditadas em conhecimento técnico aplicável

“Nosso objetivo é que produtores, consultores, pesquisadores e empresas saiam do evento não apenas inspirados pelos recordes, mas com aprendizados práticos capazes de gerar resultados em diferentes realidades da sojicultura brasileira”, finaliza o vice-presidente do CESB.

O CESB é uma OSCIP – organização sem fins lucrativos, composta por 20 membros especialistas e 26 organizações patrocinadoras que acreditam e contribuem para o avanço sustentável dos mais altos índices de produtividade de soja no Brasil, são elas: BASF, INTACTA I2X, JOHN DEERE, SYNGENTA, SIMBIOSE, 3tentos, Agro-sol Sementes, Alltech, Atto Sementes, Brandt, Brasmax, Cordius, Fecoagro, FMC, Gran7, ICL, Jacto, Mosaic, Nitro, Solferti, Stine Seeds, Stoller, Timac Agro, Union Agro, Ubyfol, Valence, Elevagro e IBRA.

Fonte: Assessoria de imprensa

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